A esquerda mente: a frase “não temos provas, temos convicções” nunca foi dita pela Lava Jato

A esquerda mente: a frase “não temos provas, temos convicções” nunca foi dita pela Lava Jato

O Implicante não se cansa de bater na tecla: o que o PT chama de “narrativa” não passa de uma tentativa de emplacar uma mentira. Após a Lava Jato denunciar Lula como o “comandante máximo” do Petrolão – o esquema que, na prática, faliu a Petrobras –, os esquerdistas tentaram levar adiante mais uma. E transformaram em piada a frase “não temos prova, temos convicção” atribuindo a autoria a Deltan Dallagnol. Mas isso é uma enorme e deslavada mentira. O procurador do Ministério Público jamais falou isso.

O G1 matou a charada. Em sua argumentação, Dallagnol usa o termo “convicção” remetendo justamente às provas levantadas pela Lava Jato. E explica:

Provas são pedaços da realidade, que geram convicção sobre um determinado fato ou hipótese. Todas essas informações e todas essas provas analisadas como num quebra-cabeça permitem formar seguramente, formar seguramente a figura de Lula no comando do esquema criminoso identificado na Lava Jato.”

Em um segundo momento, o procurador Henrique Pozzobon explica que, por se tratar de um crime de ocultação de patrimônio, não faria sentido cobrar provas documentais, ou seja, com algum tipo de assinatura do ex-presidente, do contrário, não haveria a ocultação. Ou seja… É da natureza do crime não gerar esse tipo de prova:

“Precisamos dizer desde já que, em se tratando da lavagem de dinheiro, ou seja, em se tratando de uma tentativa de manter as aparências de licitude, não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento, pois justamente o fato de ele não figurar como proprietário do tríplex, da cobertura em Guarujá é uma forma de ocultação, dissimulação da verdadeira propriedade.”

Mas é lógico que há outro tipos de provas. Como explicado aqui no próprio Implicante, há centenas delas.