Gays franceses estão migrando para a direita; e a razão disso é bem simples

Gays franceses estão migrando para a direita; e a razão disso é bem simples

Parte da imprensa mundial registra o fenômeno, mas não o explica. Tratam do aumento do número de gays apoiando a candidatura de Marine Le Pen, chamando-a de “ultradireitista”, xenófoba e todo tipo de espantalho ideológico, mas simplesmente sem abordar em profundidade a origem do movimento.

Por que, afinal, os homossexuais estariam apoiando a direita – não só na França, mas em boa parte do ocidente? A resposta é simples, mas por razões ideológicas quase ninguém na imprensa a menciona.

Avanço do islamismo na Europa.

Sim, é isso mesmo. Nas últimas décadas, o esquerdismo dizia defender o direito dos homossexuais, tratando a todos como um grupo homogêneo – como em tudo na esquerda, só funcionariam enquanto algo coletivo, não bem como indivíduos.

E o que se vê agora é essa mesma esquerda relativizando o quanto pode o avanço islâmico pela Europa, a ponto de nem mesmo condenar – em alguns casos apoiar! – a aplicação da Sharia – e quem diz isso é uma ativista somali, não aqueles tais “especialistas” sempre chamados para endossar o esquerdismo.

Aí complica, porque os gays descobrem o que acontece com eles quando a lei islâmica é vigente e, por óbvio, ficam contra. Esse costuma ser o pontapé inicial para a descoberta da miríade de lorotas narrativas da esquerda sobre o que seria a direita.

E assim, principalmente por isso, a “migração” (ou seria transição?) ideológica acontece de forma visível no mundo todo.

Goste-se ou não, concorde-se ou não, é esse o motivo principal. Mas, se a esquerda discorda, que traga os líderes das comunidades gays dos países em que a lei islâmica é aplicada.

Pois é…