lula-e-kadafi 2

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8 comentários sobre “lula-e-kadafi 2”

  1. A propósito da recém descoberta doença do ex-Presidente Lula (e o desejo, como o faria em relação a qualquer ser humano, sua pronta recuperação) ocorreu-me que o Grande Winston Churchill foi pràticamen-
    te um alcoólatra (vide sua célebre frase “Tirei mais do álcool do que o álcool tirou de mim”.), o que em abso-
    luto, não arranha sequer sua estatura como Estadista. Entretanto, quando leio seus rasgados elogios ao Sta-
    li ( “profundo Estadista” …”guerreiro russo” … “com quem mantive relação ÍNTIMA (oh horror!) e genial”, per
    gunto-me:será que o líder inglês estava bêbado?
    Devo ter mais de quarenta livros sôbre a Segunda Guerra Mundial e nunca vi nenhum homem de expressão
    deitar êste tipo de elogio ao líder russo. Mas como dizia o grande SHAKESPEARE em relação ao álcool: “O
    homem toma pela boca o inimigo que lhe rouba o cérebro” .

    Abs

  2. Verbalizando de uma forma que até um QI de barata certamente entenderá. Entre representantes de governo,
    em encontros pessoais, é de boa norma não ser mal educado.

    abs

  3. Flávio, não insista em defender aquele infeliz artigo. O que tinha para falar sôbre aquelas bobagens já falei.
    O Leandro, que lhe enviou umas fotos belíssimas dos paladinos da democracia ao lado do Sr. Kadafi, lhe
    deu outra canja de como funcionam as relações entre países e você rejeitou.

    Agora, fora de sacanagem. Por que meus textos saem desta forma após as postagens? Vou ao meu grande
    amigo Robson, super especialista em computação (eu me considero uma anta), para ver o que está ocorren
    do. De fato, somente meus textos têm essa configuração., Mas esquece este papo de “colagem”. Juro que
    não tem nada a ver.

  4. Não entendo porque uma informação histórica, com fonte citada e que repetirei abaixo, transformou-se em
    “link”. De qualquer forma sinto-me lisonjeado. As observações do primeiro-ministro britânico após a sua
    primeira visita a Moscou, durante a segunda guerra mundial, podem ser encontradas no livro A RUSSIA
    NA GUERRA, do Historiador Inglês Alexander Werth, no primeiro volume à pag. 519, lançado no Brasil pela
    Editora Civilização Brasileira, com tradução de J M M COSTA, 1966.
    Apenas citei o exemplo, em outro link, para tentar convencer o meu inflexível interlocutor , no sentido de que
    a nivel de HOMENS DE ESTADO existe um protocolo (essencialmente pragmático) a ser seguido. O que, evi
    dentemente não o convenceu. Problema dele !

    1. “A nível de (sic) estadistas”, você quer me dizer que era um protocolo chamar o ditador Kadafi, um dos mais longevos em atividade no mundo, de “meu amigo, meu irmão, meu líder”. Pra isso, está comparando a frase de Lula com uma frase de Churchill sobre Stalin, num contexto de guerra e tendo um inimigo em comum, e que mesmo assim, não o chamou nem de amigo, nem de irmão, nem de (oh horror!), meu líder. É, teimosia minha e problema meu.

  5. Para quem estiver interessado, leia os elogios que o grande Churchill fez a Stalin, quando da sua primeira
    visita ao líder russo.Palavras como “extraordinario”, “intimo”, “grande líder”, “guerreiro”, com quem teve uma
    relação “genial”, estão lá. E ninguém era mais anticomunista do que o “maior inglês” século XX. Ver artigo
    anterior.

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