Se usar turbante for “apropriação cultural”, fumar maconha é mais ainda

“Apropriação cultural” é um argumento que a esquerda já vem ensaiando há alguns anos. Daquele jeito que só a esquerda sabe fazer: solta a ideia no ar em veículos pouco confiáveis, gera debates sem sentido, vez em quando pinta com um estudo enviesado de uma ONG obscura corroborando a tese, até que um dia partem para transformar em política pública. O que conseguiriam com isso? Alimentar o orgulho de minorias amarrando votos ao próprio discurso. Não seria a primeira vez. Nem a última.

Mas tinha uma pedra no meio do caminho. Na verdade, uma vítima de câncer, que foi repreendida por usar turbante sob o argumento de que aquilo era apropriação da cultura alheia. Se a história relatada é de discutível veracidade, os comentários recebidos pela autora são indiscutivelmente reais. E não faltou quem alegasse que a dor enfrentada por ela perante tão cruel doença de nada valeria contra o argumento.

O Implicante pergunta: será que esses militantes calculam que o hábito de fumar maconha seria uma apropriação cultural? A erva era consumida originalmente na Ásia. O fumo, contudo, seria um hábito dos povos nativos da América Central. Já o cigarro, como se conhece hoje, é obra da Europa. Enfim… O cigarro de maconha é talvez um dos maiores exemplos de apropriação da cultura alheia.

Possivelmente não calcularam. Ou calcularam e não se importaram com a falta de lógica. Pois não é de hoje que a esquerda é incoerente. E, pelo visto, não deixará de ser tão cedo.

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