Seria o conservadorismo a nova “contracultura”? Faz sentido

Seria o conservadorismo a nova “contracultura”? Faz sentido

Uma breve busca no Google define “contracultura” como a “mentalidade dos que rejeitam e questionam valores e práticas da cultura dominante da qual fazem parte“. Os mais jovens não devem lembrar, mas esse norte moral guiou a esquerda nacional e internacional por basicamente todas as décadas do pós-guerra. Ao ponto de o esquerdismo ter na expressão um troféu do qual não quer abrir mão.

Paul Joseph Watson levantou nas redes sociais uma questão pertinente: seria o conservadorismo a nova contracultura? O editor do Infowars defende que, uma vez que quem prega mudanças é a direita, e quem defende o establishment é a esquerda, sim, o conservadorismo seria a contracultura deste século.

Numa frase ainda mais provocadora, ele resume: “Conservadorismo é o novo punk rock!

Independente de estar certo ou não, o Watson provoca a vaidade esquerdista. E, de uma turma que adora se sentir especial e subitamente se vê retratada como a filha mais querida do sistema, conquista respostas ricas em humor involuntário.

Mas não é por ser provocação que a discussão deixará de ser válida. O sistema hoje pende para o outro lado. E ele precisar a se equilibrar. O trabalho de jovens como Watson é vital.