Confira 38 nomes dos mais de 170 políticos que surgiram na segunda “lista de Janot”

A Globo já dá como certa a citação de pelo menos 170 nomes na segunda “lista de Janot”, dessa vez baseada nas delações da Odebrecht para a operação Lava Jato. São autoridades que têm ou já tiveram em algum momento foro privilegiado.

Deste grupo maior, a emissora já confirmou um total de 38. E, ao que tudo indica, seguirá o mesma rotina de verões passados: a cada nova edição do Jornal Nacional, um novo punhado de autoridades é revelado de forma a deixar o assunto sempre em pauta.

O Implicante resume abaixo os 38 nomes já conhecidos:

DEM

  1. José Carlos Aleluia
  2. Rodrigo Maia

PMDB

  1. Edison Lobão
  2. Eduardo Cunha
  3. Eliseu Padilha
  4. Eunício Oliveira
  5. Geddel Vieira Lima
  6. Lúcio Vieira Lima
  7. Luiz Fernando Pezão
  8. Marta Suplicy
  9. Moreira Franco
  10. Paulo Skaf
  11. Renan Calheiros
  12. Renan Filho
  13. Romero Jucá
  14. Sérgio Cabral

PRB

  1. Marco Pereira

PSB

  1. Lídice da Mata

PSD

  1. Gilberto Kassab

PSDB

  1. Aécio Neves
  2. Aloysio Nunes
  3. Beto Richa
  4. Bruno Araújo
  5. Duarte Nogueira
  6. José Serra

PT

  1. Andres Sanchez
  2. Antonio Palocci
  3. Dilma Rousseff
  4. Edinho Silva
  5. Fernando Pimentel
  6. Guido Mantega
  7. Jorge Viana
  8. Lindbergh Farias
  9. Luiz Inácio Lula da Silva
  10. Marco Maia
  11. Tião Viana

PTB

  1. Paes Landim

Sem partido

  1. Anderson Dornelles

Deputado petista mais votado no Brasil, Andrés Sanchez será julgado pelo STF

6out2012---fernando-haddad-a-esq-sem-capacete-candidato-do-pt-a-prefeitura-de-sao-paulo-ganhou-uma-camisa-do-corinthians-do-ex-presidente-do-clube-andres-sanchez-de-camiseta-cinza-1349559703156_956x500Lançado candidato a deputado federal em São Paulo para puxar votos para o partido, o ex-dirigente corinthiano Andrés Sanchez enfrenta diversos problemas com a Justiça. Leiam a reportagem da Veja online:

O processo movido pelo Ministério Público Federal contra quatro cartolas do Corinthians chegou nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde será julgado pelo ministro Roberto Barroso. A ação envolve o ex-presidente do clube e atual deputado federal Andrés Sanchez, o atual mandatário Roberto de Andrade, o vice André Negão e o ex-diretor financeiro Raul Corrêa. O quarteto é acusado de crimes contra o patrimônio e apropriação indébita previdenciária por não recolher impostos corretamente.

O processo será julgado no Supremo porque Sanchez possui foro privilegiado por ser deputado. Barroso terá a missão de analisar a queixa de sonegação de 94,1 milhões de reais em impostos, conforme denúncia feita pelo MP no ano passado. O clube não teria quitado impostos referentes aos vencimentos de funcionários, empresas terceirizadas e prestadores de serviço.

Acordo – Na época, os dirigentes acabaram inocentados porque o Corinthians entrou em acordo com a Receita e pagou 15 milhões de reais à vista e parcelou os débitos restantes em 15 anos, com parcelas mensais de aproximadamente 450 mil reais. Ainda assim, Sanchez e os outros cartolas responderão penalmente pelas acusações. Em caso de condenação, há o risco de até dois anos de detenção, além de multa.

Andrés Sanchez é muito amigo de Lula e, juntos, conseguiram a engenharia financeira que fez com que a Odebrecht levantasse o novo estádio do Corinthians. Dessa relação, agora todos estão sendo investigados por motivos diferentes.