Tomada pelo PCdoB, a Ancine pressionou atores a denunciarem “golpe”

26/09/2016- Rio de Janeiro- RJ, Brasil- Ex-presidente Lula, durante comício com Jandira Feghali, em Bangu, zona oeste da cidade.

O PT já tinha saído da Presidência da República, mas incontáveis espaços públicos seguiam atuando sob a influência do partido, se não com os soldados, também com as linhas auxiliares. Em meados de 2016, o jornalista Cláudio Humberto confirmou que o PCdoB, a mais antiga linha auxiliar do partido, continuava comandando a Agência Nacional de Cinema. E mais: a ANCINE teria pressionado os artistas brasileiros a protestarem na Europa contra o que a esquerda vinha chamando de golpe – o mesmo processo de impeachment que os esquerdistas pediram contra Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e FHC.

O Antagonista completou a informação: Manoel Rangel, do comitê central do PCdoB, presidia a Ancine havia 11 anos. E a comissária Rosana Alcântara era ligada à deputada federal Jandira Feghali, aquela mesma que arrancava risadas na comissão do impeachment quando defendia a honestidade de Dilma Rousseff.

A Ancine custa aos cofres públicos valores que superam o bilhão de reais por ano. O Brasil não deveria reservar qualquer centavo a gastos com cultura antes de resolver seus problemas mais básicos. Ainda mais se o órgão é utilizado para pregar mentiras até mesmo além das fronteiras do país.

Lava Jato: o STF começou 2017 pondo em dúvida o próprio sistema de sorteio de processos

Acredite, leitor do Implicante, dentre as opções existentes, a que melhor poderia cuidar da Lava Jato era Edson Fachin. Sim, o mesmo Fachin que já surgiu em vídeo pedindo voto para Dilma Rousseff.

A explicação é simples: ele passou o último ano fazendo um trabalho bastante técnico. Ao ponto de ser comparado ao finado Teori Zavascki. Além dele, as opções eram: Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O primeiro ajudou a fatiar a votação final do impeachment de Dilma. O segundo foi até capa da Veja como tendo sido citado em delação. Quanto ao terceiro, converteu-se em um dos maiores defensores do projeto que, segundo o próprio Sérgio Moro, serviria para enfraquecer a operação.

Contudo, dizer que Fachin é a melhor opção não implica e dizer que seria uma boa opção, pois este passado de apoio a Dilma Rousseff sempre colocará em dúvida as decisões do membro da Suprema Corte.

Toda a escolha se deu em um movimento aparentemente coordenado. Após a concordância junto a analistas políticos de que Fachin seria a melhor opção, o ministro migrou para a turma que cuida da Lava Jato, sentando já na cadeira ocupada por Teori. A expectativa era de que, por ter menos tempo de casa, recebesse do algoritmo que sorteia os processos os documentos da Lava Jato. E assim se deu.

Além da suspeita de que tudo pode ter sido manobrado nos bastidores, restou dúvidas sobre esse mesmo expediente já não teria sido explorado em outras situações no passado, beneficiando sabe-se lá quem.

É estranho. E lamentável. O STF precisou trabalhar apenas dois dias em 2017 para degradar ainda mais a própria credibilidade.

Especialistas em sistema carcerário da gestão Dilma pedem demissão do Ministério da Justiça

O ministro da justiça, Alexandre de Moraes, se vê tendo que lidar com um pedido inusitado de demissão coletiva: o presidente e mais seis membros do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária decidiram renunciar aos seus cargos.

De acordo com o JOTA, Moraes recebeu uma carta dos especialistas listando 13 motivos que levaram os profissionais à renunciarem ao seus cargos. Dentre reclamações, está a de que não concordam com as medidas que estão sendo tomadas pela pasta para lidar com a crise no sistema penal.

Apesar de deixarem claro que a demissão não se trata de preferências políticos-partidárias, os especialistas explicam que “Defender mais armas, a propósito, conduz sim à velha política criminal leiga, ineficaz e marcada por ares populistas e simplificadores da dimensão dos profundos problemas estruturais de nosso País”.

Será que eles esperam combater os degolamentos nas penitenciárias com aulas de capoeira?

A decisão do STF sobre o aborto serviu apenas para provar que o STF precisa ser contido

O maior receio americano com a eleição de Donald Trump passa por um eventual desequilíbrio de sua Suprema Corte, responsável por apenas um punhado de decisões anuais, mas de questões mais amplas e relevantes. Lá, as cadeiras são bem dividias entre conservadores e progressistas. E o temor reside na possibilidade de o republicano indicar quatro conservadores, comprometendo por décadas o equilíbrio dos debates e decisões.

No Brasil, exceto talvez por Gilmar Mendes, só há progressistas em ação no STF. E eles não se furtam de levar adiante pautas esquerdistas independe de haver respaldo popular, ou seja, um projeto aprovado no legislativo. O caso envolvendo as cotas raciais talvez seja o mais emblemático, mas está longe de ser o único.

Como já desmentido aqui no Implicante, o STF NÃO “legalizou” o aborto até o 3º mês. Mas deu mais uns passos nessa direção. Desta forma, vai amaciando o tema, a discussão, sempre com o apoio de uma imprensa esquerdista e militante, para impor às leis brasileiras algo que vá totalmente de encontro à vontade da imensa maioria dos brasileiros.

É preciso reagir. Por mais que se queira técnico, o STF já se mostrou um tribunal político. E reage à opinião pública, desde que ela esteja atenta.

Mais do que nunca, é preciso discutir o aborto. E isso precisa ser feito sem as imposições esquerdistas, tão dispostas a escantear qualquer moralidade numa questão tão grave. São vidas em jogos. E dos seres humanos mais indefesos.

Sindicatos ligados a PT, PCdoB, PSOL e PSTU estão por trás das invasões das escolas, diz PM

A nota não traz muitos detalhes, talvez porque o caso ainda esteja sendo investigado. Mas a Coluna Esplanada confirmou aquilo que basicamente todo mundo desconfiava: partidos de esquerda estão por trás das invasões das escolas do ensino médio. Para tanto, fizeram uso dos sindicatos de professores aparelhados por eles.

Nomes a alguns bois foram dados: PT, PCdoB, PSOL e PSTU. Até menores foram usados para despistar investigadores e causar comoção. As informações são atribuídas à inteligência da PM.

O fenômeno foi observado nos estados onde ocorreram o maior número de invasões. Neste exato momento, são Paraná e Minas Gerais.

Que os investigadores consigam explicar melhor essa história.

Sem limites, a esquerda já invadiu até mesmo escola para crianças dos 6 aos 14 anos de idade

Educação. Foto: Pixabay.

O Ensino Fundamental atualmente vai do 1º ano (antiga “alfabetização”) ao 9º ano (antiga “8ª série”). No geral, atende crianças e adolescentes dos 6 aos 14 anos. O Implicante vai reforçar este dado: começa com crianças nascidas há apenas 6 anos.

Pois bem… A esquerda anda tão sem limites que até escola do ensino fundamental foi invadida pela militância esquerdista. Trata-se da Escola Municipal de Ensino Fundamental Tancredo de Almeida Neves, que fica em Vitória, no Espírito Santo. De acordo com a nota publicada no G1, o ato foi “apoiado” por três pais de alunos.

Apoiado ou incentivado?

Cinicamente, a imprensa incita a esquerda a ocupar escolas contra a reforma do ensino médio

Educação

Já há alguns anos, a esquerda, que sempre dominou o movimento estudantil no terceiro grau, passou a enfrentar alguma resistência. Primeiramente, de jovens liberais que discordavam do estatismo esquerdista. E aos poucos de grupos conservadores que se alimentam de uma tensão antipetista.

O que faz a esquerda desde 2015? Volta-se a alguns graus abaixo. Numa ponta, tenta emplacar sua agenda no ensino de primeiro grau, por vezes até mesmo junto a crianças do primário. Noutra, tenta cooptar militantes do segundo.

A iniciativa rendeu bastante mídia expontânea contra o governo Alckmin no início do ano. E agora é o que buscam contra o governo Temer, usando a reforma do ensino médio como pretexto. Para isso, contam com o apoio da imprensa , que reverbera sem checagem qualquer release recebido do movimento. E tenta forjar uma onda de ocupações que pode até chegar a existir, mas no momento soa mera propaganda política.

É uma ação repugnante, que mira jovens na certeza da sua ingenuidade. E politiza um ambiente que deveria ser técnico e científico, ou seja, que não deveria ter amarras com esta ou aquela certeza, mas, sim, liberar o estudante para as suas próprias conclusões diante das possibilidades apresentadas.

É preciso tirar o esquerdismo da educação brasileira. Ele sempre esteve lá. E o reflexo disso é o péssimo rendimento dos estudantes brasileiros.

Liberdade de expressão vence mais uma: ação contra comentário de Sheherazade é improcedente

Rachel Sheherazade. Screenshot: Twitter.

De fato não foi uma frase feliz, tanto que Rachel Sheherazade em pessoa fez questão de colocar em novos termos. Em fevereiro de 2014, a jornalista disse que, num país que “sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”. E acrescentou: “o contra-ataque aos bandidos é o que eu chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite”. Dias depois, ela se explicaria melhor:

O que não se pode fazer é confundir o direito de se defender com a barbárie, a violência pela violência. Isso jamais qualquer pessoa de bom senso poderia defender e essa pessoa não fui eu. Não defendo a violência. Eu defendo a paz, o bem e a segurança. Eu acho que todo cidadão tem de ter direito à segurança. É isso que falta neste país.

A comoção havia sido causada quando Sheherazade comentou o caso em que um delinquente com passagens pela polícia surgiu amarrado pelo pescoço em um poste por um cadeado de bicicleta. A jornalista argumentou que apenas defendeu o Código de Processo Penal, quando diz que “qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”.

O juiz José Carlos Francisco decidiu pela improcedência da ação movida pelo Ministério Público após representação de PSOL, PCdoB e PT. Argumentando assim:

É claro que as instituições estatais não devem concordar com o conteúdo da manifestação da empresa ré e da jornalista, porque sugerir que os cidadãos se armem para reagir ou contra-atacar criminosos categoricamente não está dentre as políticas públicas de combate à criminalidade na sociedade brasileira. Mas essas mesmas instituições estatais, tão criticadas, estão presentes para assegurar à empresa ré e à jornalista a liberdade de imprensa, esperando que o senso de responsabilidade dos deveres de cidadania orientam o exercício profissional para o bom uso das liberdades.”

Mais detalhes sobre o caso podem ser lidos no blog Felipe Moura Brasil, uma dos favoritos do Implicante.

Vídeo: Ronaldo Caiado repudia o professor petista da UNB que pregou a “degola” de João Doria

Ronaldo Caiado

Na noite da confirmação da vitória de João Doria, e derrota de Fernando Haddad, um usuário com um avatar “Fora Temer” chamou a atenção das redes sociais. Com uma postagem no Facebook, Marcos Bagno defendeu a degola (ou decapitação) não só do tucano, mas de ACM Neto e outros políticos não alinhados politicamente com o PT. Nos seguintes termos:

“Depois, quando eu digo que o Brasil só vai se resolver no tiro e na ponta de faca, as pessoas ficam indignadas e o Facebook me bloqueia. Mas como salvar a gente de monstros como ACM Neto, Doria, et caterva? Só degolando, decapitando, defenestrando.

Ronaldo Caiado, do mesmo Democratas de ACM Neto, partido que também apoiou a eleição de João Doria, não gostou de saber que há gente defendendo a degola de políticos no Brasil. Ainda mais quando a defesa é feita por um professor universitário petista que trabalha na UNB. Em fala no Congresso, o senador não só repudiou as palavras de Bagno, como cobrou providências.

Quando um professor esquerdista da UNB é capaz de propor em suas redes sociais o assassinato de políticos que não comungam com seus ideais você vê a que ponto chegamos.

Manifestei meu repúdio em plenário a esse ato bárbaro que Marcos Bagno, professor da Universidade de Brasília ligado ao PT, protagonizou ao sair defendendo a degola e a decapitação de políticos como ACM Neto e João Dória.

Isso é um absurdo sem tamanho. É preciso tomar medidas sérias contra esse fanático que acha estar vivendo na Coreia do Norte de seus sonhos.

Publicado por Ronaldo Caiado em Terça, 4 de outubro de 2016

Que estas providências venham logo. E sejam implacáveis.

A ESPN rescindiu o contrato do jornalista que repudiou a visita de Danilo Gentili à emissora

Em 24 de maio, Danilo Gentili foi convidado do programa “Bate-Bola Debate”, da ESPN. Dias depois, José Trajano, fazendo-se de voz de um grupo de funcionários da emissora, repudiou a presença do humorista alegando apoio à campanha pelo fim da “cultura do estupro”. E assim se pronunciou:

“Porque o canal abrigou esta semana um personagem engraçadinho, que se porta como um sujeito que faz apologia do estupro. Em nome do humor, dizendo que no humor cabe tudo. Esse grupo ficou enojado com a presença dele”.

Na época, Trajano fazia referência a uma piada – de mau gosto, é verdade – feita anos antes por Gentili, quando o politicamente dominava menos os meios de comunicação e o humor negro podia ser mais explorado.

Extremamente defensor do governo Dilma, Trajano se permitia até mesmo usando agasalho de Cuba, aquela ditadura socialista que esquerdistas adoram.

Meses depois, finalizado setembro, a ESPN rescindiu o contrato do jornalista sem dar muitas explicações. Não sem antes o Brasil ter se livrado definitivamente da Presidência de Dilma Rousseff.

Enquanto isso, Danilo Gentili continua liderando a audiência no SBT.