A imprensa tentou atacar Trump, mas apenas descobriu que ele pagou mais imposto do que Obama

No início da semana, Rachel Maddow anunciou no Twitter que tinha conseguido informações sobre os impostos pagos por Donald Trump. Com isso, a internet preparou-se para mais um duro golpe na reputação do presidente dos Estados Unidos, vítima de especulações do NY Times, que noticiara a suspeita de que o republicano não recolhia impostos há 18 anos.

E o que a âncora da MSNBC conseguiu? Apenas mostrar que Trump arrecadava mais impostos (25%) do que Barack Obama (19%), ou mesmo que a empresa que a contratou (24%). Assim, quase instantaneamente, virou piada nas redes sociais.

O vídeo mais acima, legendado pela Embaixada da Resistência, detalha melhor o ocorrido.

Malik Obama divulga certidão de nascimento do irmão ex-presidente emitida no Quênia

O caso é antigo, e até hoje os debates sobre o tema são calorosos. A razão disso passa longe de qualquer coisa como “xefonobia” ou afins. Trata-se de um problema objetivo: só pode ser Presidente dos EUA quem nasceu naquele país, ainda que em território extra-continental, como o Hawaii.

Tal polêmica permeou o mandato de Barack Obama, tendo sido relativamente esquecida até o dia de hoje. Pois é.

Isso porque o irmão do ex-presidente, Malik Obama, notório apoiador de Donald Trump, postou o seguinte nas redes sociais:

Verdadeiro? Falso? Não há qualquer endosso oficial a esse documento, mas chama atenção que O PRÓPRIO IRMÃO o tenha divulgado, sobretudo a esta altura.

E está lá com todas as letras, com direito a marca de “pé” e tudo mais: documento emitido por hospital do Quênia, então um protetorado britânico.

Sem dúvida, é preciso MUITA cautela. Mas de todo modo a polêmica voltou forte.

Android, iPhone, Telegram, tudo: segundo Wikileaks, a CIA te espiona até com a TV desligada

O WikiLeaks liberou 8,761 documentos que provariam que a CIA é hoje a maior agência hacker do mundo. E os relatos realmente são assustadores. A tática da Agência de Inteligência Americana seria a de invadir a intimidade dos cidadãos pelos mais variados meios possíveis.

De acordo com o relatório, nada está seguro. Telefone Androids, Windows e iPhones são hackeados na mesma medida que tablets, computadores e basicamente qualquer tecnologia de qualquer sistema. Nem Whatsapp ou Telegram escapam. Quando não conseguem invadir o software, invadem o aparelho, ou mesmo o roteador.

O release destaca a espionagem feita via SmarTVs Samsung. Numa ação coordenada com o Reino Unido, a invasão finge desligar a TV, que segue registrando todos os áudios do ambiente enquanto o espionado acredita estar com o aparelho desligado. Até mesmo o sistema de navegação dos carros mais modernos estariam sendo hackeados pelos espiões.

Todo o material colhido diz respeito ao período que vai de 2013 a 2016. Ou seja… O segundo mandato de Barack Obama.

Mas você não verá nenhum jornal ou revista colocando bigodinhos de Hitler no ex-presidente democrata.

Treze refugiados foram deportados dos Estados Unidos, mas não houve histeria (eram cubanos)

Um total de 13 refugiados tentando fugir de uma ditadura chegaram aos Estados Unidos, mas foram barrados e mandados de volta ao país de origem. Foi na última sexta-feira. Contudo, você não viu nenhuma histeria da imprensa, ou dos artistas de Hollywood contra a deportação. Como isso foi possível em plena era Trump?

Bom. Há dois motivos. O primeiro: os deportados eram cubanos enviados de volta à ditadura comunista, ainda venerada pelo esquerdismo que domina o jornalismo e a classe artística. O segundo, e talvez principal: a deportação só foi possível graças a revogação de lei feita por Barack Obama em seus últimos dias à frente da Presidência dos Estados Unidos.

Sim, a hipocrisia atinge esse nível.

O brasileiro vem tendo dificuldade para entrar nos EUA, mas não é culpa de Trump ou Obama

A imprensa está adorando noticiar as dificuldades que os brasileiros estão enfrentando para conseguir visto mirando os Estados Unidos. Querem com isso alimentar a ideia de que o Brasil vem sendo alvo da nova política migratória de Donald Trump. Mas basta ler a matéria para perceber que não faz sentido.

Porque, de outubro de 2014 a setembro de 2015, apenas 5,3% dos brasileiros que tentaram entrar nos EUA foram recusados. Mas a proporção triplicaria um ano depois, até outubro de 2016. Trump, contudo, só assumiu em janeiro de 2017.

A culpa então seria de Barack de Obama? Não. A culpa é da recessão brasileira, que estimula tanta gente sem condições a buscar uma nova vida lá fora, o que finda numa maior recusa de pedido. Em outras palavras, a culpa é das lambanças econômicas ainda do governo Dilma.

Mas é claro que a imprensa brasileira não quer que você pense algo tão ruim do governo Dilma, né?

Obama x Trump: para a esquerda, negar visto a um imigrante é pior do que bombardear seu país

O que é pior: barrar a entrada de uma pessoa proveniente de determinado país ou atirar milhares de bombas sobre esse mesmíssimo país? A resposta parece óbvia, mas é importante sempre levar em conta o fato de que a esquerda não luta por uma causa X, Y ou Z. A luta é sempre pelo esquerdismo, em primeiro lugar.

Assim, como todos constatamos recentemente, os esquerdistas se revoltaram muito mais com o veto a imigrantes do que com os bombardeios.

E não se fala aqui de pouca coisa. Vejam o total de bombas jogadas pelos EUA apenas em 2016:

Ao todo, são mais de 26 mil explosões. A cada dia, e todos os dias do ano, mais de 70 bombas explodiram em algum desses países.

E você não viu mobilização nas ruas contra a “xenofobia”, nem viu cerimônias de atores com discursos inflamatos anti-Obama. Nada vezes nada. Nenhum “analista internacional” mostrou-se indignado, anunciando tempos terríveis.

Porém, com a medida de Trump vetando a entrada de pessoas de alguns países nos EUA, a gritaria foi extrema, total, alucinada e alucinante. Uma gritaria, como sempre, falsa, hipócrita e com fins estritamente ideológicos e partidários.

Pelas reações, os esquerdistas acham mais revoltante negar entrada a um iemenita nos EUA do que bombardear o Iêmen.

Fica mais do que comprovado que, assim como sua prima-irmã miséria, a esquerda é também a mesma em qualquer canto.

Malandramente, Obama mandou US$ 221 milhões aos palestinos, mas Trump congelou o pagamento

Quando ninguém mais esperava que Barack Obama pudesse aprontar alguma, afinal, seu mandato acabaria dali a alguma horas, o democrata enviou US$ 221 milhões para a Autoridade Palestina. Ou seja, para uma região que treina terroristas contra Israel, um dos aliados históricos dos EUA.

Sorte dos israelenses – e do mundo – que o novo presidente dos Estados Unidos não é Hillary Clinton. Conforme noticiado no Times of Israel, a gestão Trump simplesmente congelou o repasse  aos palestinos assim que tomou conhecimento do que estava acontecendo.

Notou que você não leu isso em nenhum grande jornal brasileiro?

Pois é… Não dá para confiar na cobertura internacional feita pelos jornais locais. Se a notícia prejudica a imagem de Obama, aparentemente não serve.

Horas antes de deixar a Casa Branca, Obama deu US$ 221 milhões para a Autoridade Palestina

Tudo foi feito da maneira mais silenciosa possível. Tanto que poucos sites estão reverberando. Mas a ABC News confirmou: Barack Obama de fato aproveitou suas últimas horas como presidente dos Estados Unidos para enviar US$ 221 milhões para a Autoridade Palestina. Segundo a rede de notícias, os auxiliares envolvidos na manobra não foram autorizados a comentar o assunto, pois foi feito sob sigilo.

É o tipo de movimento que não cheira nada bem. Pelo momento em que foi feito. Pelos personagens envolvidos. Pelo anonimato. Porque as relações dos Estados Unidos com Israel nunca foram tão ruins.

De acordo com a imprensa, Barack Obama deixou o cargo como um dos melhores presidentes que já comandaram o país. Isso, claro, é delírio de uma militância que parasita as redações do mundo todo.

O tempo há de passar toda essa sujeira a limpo.

Obama era tão fraco que seus maiores feitos podem ser desfeitos com meras canetadas de Trump

Todo o tom crítico que sobra da imprensa para com Donald Trump falta quando o personagem analisado é Barack Obama. O jornalismo brasileiro chegou ao cúmulo de elogiar a estratégia explorada pelo democrata: sem conseguir formar maioria no Congresso, o presidente dos Estados Unidos resolvia sua pauta progressista com decretos – ou seja, sem consultar o parlamento.

Isso pode? Pode, mas com severas limitações da legislação americana. E revela-se uma arma de tiro curto. Se foi feito por decreto, pode também ser desfeito por decreto. Por isso, Trump terá força em suficiência não só para desfazer o trabalho de Obama, mas também para criar dispositivos que dificultem novos decretos esquerdistas, uma vez que possui a maior base parlamentar em quase um século.

E o serviço já começou. Enquanto este texto era redigido, o novo presidente dos Estados Unidos assinou uma ordem executiva para a saída do Acordo Transpacífico, aquele que criava uma zona de livre comércio com a China, Japão, Austrália e outras nove nações. Como Trump fez isso? Por decreto.

A imprensa brasileira não irá elogiar desta vez.

Uma imprensa histérica apenas ajudará Donald Trump a se reeleger com facilidade em 2020

A imprensa comparou imagens de momentos e contextos distintos para vender que a posse de Donald Trump teve uma comparecimento menor do que a de Barack Obama oito anos antes. Porque o republicano não segurava a mão da primeira-dama numa das fotos exigidas no protocolo, vendeu que o democrata seria mais “cavalheiro”. Enquanto trata a advogada Michelle Obama como tendência na moda, vende a modelo Melania Trump como alguém de gosto ultrapassado. Até mesmo Barron Trump, caçula do novo presidente dos Estados Unidos, uma criança que já foi explorada pela militância que diagnosticou nele um caso de autismo, vem sendo alvo de pautas de gosto bem duvidoso no jornalismo do mundo todo.

A imprensa está histérica. Nem mesmo a caligrafia de Trump tem sido poupada. E isso só prejudica a imagem da própria imprensa. Quanto mais o jornalismo se comportar assim, mais o jornalista será visto como o golpista que tenta arrancar uns trocados de suas vítimas no meio da praça. E o presidente dos Estados Unidos será lido como uma figura pública perseguida por este comportamento perverso.

Se continuar assim, Trump buscará a reeleição com larga vantagem. Pois essa postura já não deu certo em 2016. Mas só a imprensa se recusa a acreditar.