Para salvar o PT, Lula pretende em 2018 explorar a tática dos partidos de Tiririca e Enéas

Lula finalmente apareceu com uma estratégia que pode render algum efeito positivo para o PT, ainda que a médio prazo. A ideia do ex-presidente é fazer com que os principais nomes do partido usem a eleição de 2018 para se tornarem deputados federais. E o motivo é simples: quociente eleitoral. Como o petismo ainda tem alguns nomes relevantes em basicamente todos os estados, um parlamentar bem votado arrastaria outros nanicos para Brasília. E isso impediria a própria bancada de ser reduzida, a exemplo do que se observou em 2016 com o total de prefeitos.

Sim, é uma jogada que usa 2018 de olho em 2022, que pensa adiante, que não quer um resultado imediato. Algo bem diferente do que o PT vem fazendo nos últimos anos. Mas não é uma jogada inédita.

Políticos como Celso Russomanno, Tiririca e Enéas Carneiro já encarnaram estratégia semelhante para partidos menores no passado. Com votações gigantescas, garantiam para si uma mini bancada em Brasília.

Enfim… Lula não desistiu de lutar. Estava na hora de a direita acabar com rusgas internas e se tocar que o jogo segue sendo jogado.

A histeria da esquerda americana conseguiu reduzir a credibilidade do Oscar

Em 2016, com a ausência de atores negros concorrendo nas quatro categorias de atuação, a militância deitou e rolou alegando que a “academia”, uma associação que conta com mais de 5 mil membros, boa parte deles negros, seria racista. Um ano depois, o evento veio recheado do que a esquerda americana chama de “diversidade”. E vários “não-brancos” foram não só indicados, mas também premiados.

Ao Hollywood Reporter, o vencedor do prêmio de melhor ator coadjuvante disse torcer para ter sido indicado não por ser negro, mas por ter feito um bom trabalho. O pior é que a suspeita levantada por Mahershala Ali é a mesma de muitos que assistiram a Moonlight, vencedor de melhor filme. Porque a participação de Ali é de fato boa, mas curta, apenas no primeiro terço do trabalho. Não seria algo inédito na categoria, que já agraciou interpretações com menos de 8 minutos em tela. Mas o contexto conta contra.

Com isso, o esquerdismo conseguiu prejudicar mais uma marca. Pois o Oscar, que já significou a vitória dos melhores trabalhos de Hollywood, está cada vez mais com cara de um projeto que apenas busca fazer uma compensação social que não cabe ao cinema fazer.

Quanto às minorias americanas, continuam enfrentando os mesmos problemas, com ou sem Oscar.

Sinal de que estão com medo de Bolsonaro: a imprensa já trabalha pautas ridículas contra ele

Se você acompanha o Implicante, sabe que a imprensa, com raras exceções, foi tomada há tempos por militantes esquerdistas. Portanto, sempre que uma voz crítica à esquerda mostra algum “perigo”, vira alvo das pautas mais ridículas possíveis.

Num dos casos recentes, João Doria foi criticado por aparecer sem cinto de segurança num vídeo de 13 segundos quando partia para o trabalho. Mas agora a jogada foi ainda mais baixa.

O G1 dedicou toda uma matéria a uma pichação que surgiu na porta de vaso sanitário. Lá, estava escrito: “Gay não é gente fora do Mackenzie”. Mas logo abaixo, e o veículo fez questão de destacar a imagem em suas redes sociais: “Bolsonaro 2018”.

Tudo só fica ainda mais suspeito quando toda a denúncia parte de um grupo militante de esquerda que atua dentro da própria faculdade.

Esse tipo de jornalismo acha que você é idiota.

Mas você não é. E não vai cair nessa conversa fiada.

Entre o povo sofrendo com crimes, e bandidos sofrendo na prisão, o STF parece não ter dúvida

O colunismo político adiantou que já havia maioria no STF disposta a libertar Eduardo Cunha, mas a corte temia a reação da opinião pública. Resultado: por 8 a 1, mantiveram o ex-presidente da Câmara na cadeia.

Importante, contudo, é registrar que, sim, aparentemente a Suprema Corte importa-se com a opinião pública. Mas, também aparentemente, apenas em determinados assuntos.

Pois, no dia seguinte, o STF decidiu que presos em celas superlotadas devem receber indenização. Em outras palavras, a sociedade deve pagar pelo “desconforto” vivido pelo presidiário que só está lá preso por ter causado algum “desconforto” à… Sociedade!

A decisão está em perfeita sintonia com o que vários membros da Suprema Corte já dizem há tempos. Se dependesse deles, a superlotação seria resolvida retirando criminosos da cadeia. Isso tantas vezes implica em devolver às ruas meliantes que, na primeira oportunidade, farão algo que justifique uma volta imediata à prisão.

Entre uma sociedade aterrorizada por ondas e ondas de crimes, e criminosos aterrorizados pela superpopulação, o STF fez a escolha dele. E a conta será paga – por vezes com sangue – justamente por quem menos pode se proteger destes bandidos. Sim, os mais humildes.

Para atingir João Doria, imprensa chama fotógrafo de “personal paparazzi”

João Doria sabia que, na condição de tucano comandando a maior cidade do Brasil, não teria conversa fácil com a imprensa, ainda majoritariamente tomada por militantes esquerdistas. Contra isso, vem fazendo um trabalho exemplar nas redes sociais, onde diariamente, e em várias oportunidades, conversa diretamente com a população, ignorando a má fé jornalística.

Claro, tudo é feito com assessoria profissional. No caso de Doria, três assessores revezam-se na função, toda bancada com verba pessoal do prefeito.

Na política, isso não é novidade, pois qualquer político possui um assessor de comunicação ou fotógrafo oficial. Mas a imprensa quer jogar a opinião pública contra o tucano. E o que faz? Chama o fotógrafo de “personal paparazzi”.

Está cada dia mais feia essa perseguição. Não à toa, a credibilidade da imprensa segue batendo recordes negativos.

Em apenas 5 horas, a Justiça brasileira tomou 3 decisões bizarras tumultuando todo o país

A primeira foi conhecida no início da tarde, quando a Justiça de São Paulo proibiu João Doria de limpar a sujeira feita nos muros de São Paulo sem pedir permissão antes. Pior: estipulou multa de meio milhão de reais caso a decisão seja ignorada.

A segunda veio da Justiça de Minas Gerais, que viu vínculo empregatício entre o UBER e os motoristas que fazem uso do aplicativo. Com isso, está aberta a porteira para brasileiros reclamarem de vínculo empregatício em qualquer serviço que lhe renda algum trocado, o que fará com que empresas de tecnologia pensem duas vezes antes de aceitarem cadastros no Brasil.

Ao final da tarde, a mais polêmica de todas: em Brasília, o STF ignorou a decisão que afastou Lula da Casa Civil e liberou Moreira Franco para que se torne ministro do governo Temer, inclusive com foro privilegiado. Com isso, e com certa razão, o petista já está correndo atrás de regalia semelhante.

O problema brasileiro não restringe-se a um único poder. O mal a ser combatido está nos três. E essa será uma longa guerra.

Bizarrices da Justiça: quer que Doria peça permissão para limpar grafite feito sem permissão

O juiz Adriano Marcos Laroca, da 12ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo, determinou que a gestão Doria só poderá limpar os muros da cidade se antes pedir permissão ao Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade. Se a decisão for ignorada, a multa diária chegará a meio milhão de reais.

O Implicante vai colocar a decisão em outros termos: a prefeitura de São Paulo só está autorizada a limpar grafites feitos sem permissão se antes pedir permissão ao Conpresp. Faz algum sentido?

Mais uma vez, o judiciário agiu em consonância com os interesses daqueles que prejudicam a sociedade. É lamentável.

A lição dos desenhos animados aos que querem censurar as marchinhas de carnaval

A Era de Ouro da animação americana começou em 1928, quando os desenhos animados passaram a ter som, e durou até meados dos anos 1960, com a popularidade maior da TV. A Looney Tunes brilhou nesse longo intervalo como um série de curta-metragens distribuídos pela Warner Bros. O próprio nome da série (algo como “Músicas Loucas”) era uma provocação ao “Sinfonias Ingênuas”, produto concorrente da marca Disney, que sempre primou por valorizar o politicamente correto. Personagens como Pernalonga, Patolino e Frajola são talvez os nomes mais conhecidos desse trabalho.

A incorreção do roteiros seguia a lógica do período. E não é raro encontrar piadas que atinjam negros, povo indígenas, asiáticos e até europeus (como os alemães da época do nazismo).

Ligeirinho, que fazia graça com mexicanos, chegou a ser proibido no Cartoon Network em 1999, mas voltou após protestos dos próprios latinos, que viam na caricatura uma homenagem ao próprio passado.

Em 2005, uma coleção com o melhor dessa produção foi lançada. Os vídeos, contudo, traziam um texto introdutório que servem de lição a todo o discurso que tenta censurar marchinhas de carnaval no Brasil. Vale lembrar:

“As animações que você está prestes a ver são produções de uma outra época. Elas podem apresenta alguns dos preconceitos étnicos e raciais que eram comuns à sociedade americana. Essas representações estavam erradas e estão erradas hoje. Independente de isso não representar a visão da Warner Bros. da sociedade de hoje, estes desenhos estão sendo apresentados como eles foram originalmente criados, porque fazer o contrário seria o mesmo que alegar que esses preconceitos nunca existiram.”

Uma das funções mais nobres da arte é registrar à sua maneira períodos históricos. Sim, eles aconteceram. E não se pode simplesmente passar uma borracha nisso.

Imprensa fez pouco caso de ator que virou vendedor de pastel, mas as redes sociais reagiram

Uma das faces mais tragicômicas do discurso esquerdista é que ele não se sustenta mesmo diante dos testes mais frágeis. E nem a imprensa escapa desta incoerência. Vejam, por exemplo, o caso do Estadão, que transformou em manchete o fato Maxwell Nascimento, um ex-ator da Globo, viver hoje vendendo pastéis em feiras, um negócio de família herdado após a morte da mãe por câncer.

Sim, certamente há mais glamour atuando na Rede Globo, mas não há nada de indigno em trabalhar com comércio nas feiras da cidade. As redes sociais perceberam o drama em excesso no texto do jornal e reagiram condenando o discurso.

https://twitter.com/evaristo_neto/status/831169675073568768

https://twitter.com/NandoMorais3110/status/831167790488965121

Perceberam que quem reclama de emprego não é o povo?

Se usar turbante for “apropriação cultural”, fumar maconha é mais ainda

“Apropriação cultural” é um argumento que a esquerda já vem ensaiando há alguns anos. Daquele jeito que só a esquerda sabe fazer: solta a ideia no ar em veículos pouco confiáveis, gera debates sem sentido, vez em quando pinta com um estudo enviesado de uma ONG obscura corroborando a tese, até que um dia partem para transformar em política pública. O que conseguiriam com isso? Alimentar o orgulho de minorias amarrando votos ao próprio discurso. Não seria a primeira vez. Nem a última.

Mas tinha uma pedra no meio do caminho. Na verdade, uma vítima de câncer, que foi repreendida por usar turbante sob o argumento de que aquilo era apropriação da cultura alheia. Se a história relatada é de discutível veracidade, os comentários recebidos pela autora são indiscutivelmente reais. E não faltou quem alegasse que a dor enfrentada por ela perante tão cruel doença de nada valeria contra o argumento.

O Implicante pergunta: será que esses militantes calculam que o hábito de fumar maconha seria uma apropriação cultural? A erva era consumida originalmente na Ásia. O fumo, contudo, seria um hábito dos povos nativos da América Central. Já o cigarro, como se conhece hoje, é obra da Europa. Enfim… O cigarro de maconha é talvez um dos maiores exemplos de apropriação da cultura alheia.

Possivelmente não calcularam. Ou calcularam e não se importaram com a falta de lógica. Pois não é de hoje que a esquerda é incoerente. E, pelo visto, não deixará de ser tão cedo.