O socialismo fez da pobreza a realidade em 4 de cada 5 lares na Venezuela

Margaret Thatcher dizia que, se dependesse da esquerda, desde que o rico ficasse menos rico, o pobre poderia ficar mais pobre. E que essa era a realidade socialista, que ainda existia do outro lado da Cortina de Ferro nos anos 1980. O Muro de Berlim caiu, mas Hugo Chávez não aprendeu a lição. Contra a lógica, levou o socialismo para a Venezuela. E o resultado é lastimável.

Doze anos depois, a pobreza atinge 81,8% dos lares venezuelanos. Metade da população não só está pobre, como está na pobreza extrema, ou seja, vive com menos de um dólar por dia.

E a esquerda brasileira tem culpa nisso, afinal, apoiou a implantação deste suicídio coletivo.

O socialismo só precisou de 12 anos para destruir a Venezuela

“Socialismo do Século XXI” é um termo cunhado em 1996 por Heinz Dieterich, um sociólogo alemão, mas se tornaria slogan do bolivarianismo em 2005, quando Hugo Chávez o defenderia no Fórum Social Mundial. Para tanto, o presidente venezuelano precisou ignorar todos os trágicos experimentos que arruinaram um terço do mundo no século anterior.

O gráfico acima, publicado na Economist, desenha bem o estrago feito pelo socialismo na Venezuela. Em azul, o PIB do país; em vermelho, a inflação. Uma primeira queda brusca já se observa justo em 2005, mas era difícil reclamar de um Produto Interno Bruto que crescia na casa dos 10%. Contudo, nenhum alerta foi acionado, mesmo na recessão visível em 2009 e 2010, afinal, tudo era culpa da crise americana. Todavia, salvo essa anomalia, a curva parece bem desenhado. E, doze anos depois, o que era um crescimento acima dos 15% virou uma ruína de igual proporção, com o adendo da hiperinflação, próxima dos 800%.

Não foi por falta de aviso. Desde início, críticos apontavam o destino nebuloso que se avizinhava na Venezuela. Entusiastas, contudo, rechaçavam. E hoje calam-se. Vergonhosamente.

 

A imprensa deu tiro no pé: a falácia das “fake news” foi usada para banir a CNN da Venezuela

Quando Donald Trump surgiu vencedor das eleições americanas, sem qualquer estudo que desse suporte à teoria, a imprensa do mundo todo se deu a repetir que o republicano só logrou êxito em decorrência de notícias falsas, ou as “fake news”. Tudo isso, contudo, era um enorme falácia para forçar as empresas de tecnologia a censurarem sites alternativos que, por não rezarem pela cartilha esquerdista do jornalismo, estavam atraindo mais atenção na internet.

Contudo, o feitiço voltou-se contra o feiticeiro. E tem se tornado comum o uso do argumento “fake news” para rebater bombas plantadas no noticiário pela mídia mais velha. Ao ponto de a primeira grande vítima ser justamente uma das entusiastas do termo: a CNN, que foi banida pela ditadura venezuelana sob o argumento de estar popularizando notícias falsas no país.

O mais irônico? Agora a CNN em espanhol está precisando se valer de um meio alternativo para manter-se no ar. E vem explorando um canal de YouTube para isso.

Como se diz “karma is a bitch” em espanhol?

Ditadura até demais: Venezuela prendeu jornalistas brasileiros que investigavam a Odebrecht

Aqui e ali ainda é possível encontrar esquerdistas que, no Brasil, reneguem o status de ditadura à Venezuela. O fato que fechou a semana passada, contudo, foi emblemático demais, para não deixar dúvidas.

Leandro Stoliar e Gilson Souza, repórteres da TV Record, foram à nação bolivariana para investigar denúncias de corrupção envolvendo a Odebrecht e autoridades locais. Mas, no sábado, foram presos pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin). Um dia depois, graças a esforços diplomáticos do governo Temer, foram soltos e enviados de volta ao Brasil. Mas todo o equipamento e o material produzido pela equipe ficaram detidos na Venezuela.

O nome disso, não tenham dúvida, é censura. E praticado pela forma mais clássica de ditadura. Algo típico do socialismo que Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram emular. E que ainda é tão defendido por “intelectuais” brasileiros.

Socialismo real: venezuelanos estão comendo flamingos, tamanduás, cães, gatos, pombos…

Desta vez, a seção Mundo Louco não trará qualquer viés cômico. Bem ao contrário: é trágico por demais.

Enfim, segundo o jornal Miami Herald, a coisa chegou a um ponto alarmante, já que os venezuelanos estariam matando flamingos e até tamanduás para terem algo a comer. Luis Sibira, estudante de biologia, relatou ter encontrado oito carcaças de flamingo em novembro do ano passado, e soube de outros vinte casos similares na mesma região.

A coisa vai ficando mais e mais tétrica, quando citam a descoberta de restos de tamanduás, cães, gatos, pombos, cavalos, burros…

É pra lá de desesperadora a situação da Venezuela, que vive sob uma ditadura socialista. E o mais bizarro disso tudo é que nossa esquerda apoia tal regime.

Video: estudante diz a Maduro, em programa ao vivo, que alunos desmaiam de fome na Venezuela

Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, passou por um aperto recentemente. Em um de seus programas em geral carregados de elogios, uma estudante tomou a palavra e o que disse não foi exatamente louvável.

Segundo a jovem, estudantes chegam a desmaiar de fome dentro da escola. O vídeo pode ser conferido a seguir:

https://www.youtube.com/watch?v=Rfxz_pyZOzs

Pois é. Isso é o socialismo. Isso é o resultado de um regime opressor, que tolhe liberdades e mata pessoas. Eis um retrato real do que ocorre naquele país, do quanto o povo venezuelano sofre diante do socialismo.

E é esse o modelo ideal para a esquerda.

Papa: quer distância da politicagem do Brasil, mas recebeu o ditador Maduro no Vaticano

O Brasil comemorará agora em 2017 os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira da nação. Como maior país católico, seria mais do que natural a presença do Papa em data tão importante. Mas ele cancelou a vinda. E a desculpa dada é bem ruim de engolir.

Segundo publicou Gerson Camarotti, o Papa Francisco evita “viagens a países que enfrentam um momento político mais delicado para não ser usado por nenhuma das partes envolvidas no debate“. Mas ele não nega visitas a Cuba, nações bolivarianas, ou mesmo receber no Vaticano um ditador como Nicolás Maduro. Isso em 2016, com a Venezuela ruindo de fome por mais um experimento desastroso do socialismo.

Ou Jorge Mario Bergoglio não seria contra que Maduro usasse as palavras do líder católico em benefício próprio?

Com fronteira fechada, grupo de onze brasileiros teve que fugir da Venezuela pela mata

06.12.2015 - Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Ejemplo para definir el significado de Ineptocracia. Foto: Hugoshi

O relato publicado na Folha é assustador. Um grupo de dez brasileiros adentrou a Venezuela para subir o monte Roraima. Na volta, descobriu que o governo bolivariano de Nicolás Maduro havia fechado a fronteira e só a reabriria em 02 de janeiro de 2017. Pior: a cidade onde se encontravam já não tinha energia ou comida. A situação descrita é de caos, com pessoas armadas de taco de beisebol e barras de ferro para saquearem – ou defenderem – o que fosse necessário.

A solução era aguardar no hotel com recursos para poucos dias, ou arriscar uma travessia pelo meio da mata. Esse grupo se juntou a uma 11ª brasileira que também queria voltar para casa, num único carro, rumaram em direção ao Brasil. No trecho que precisavam atravessar a pé, a lama atingia o joelho e assim tinham que caminhar por mais de um quilômetro.

No final, tudo terminou bem, pois soldados brasileiros já aguardavam do outro lado.

Mas é por demais assustador constatar que a América Latina ainda vive absurdos assim em pleno século XXI. Principalmente quando já se sabe que o socialismo só resultado em caos do tipo.

Mais um feito negativo de Nicolás Maduro: consegue ser mais rejeitado do que Dilma Rousseff

Outrora celebrado pela esquerda sul-americana em decorrência de uma alegada popularidade, o bolivarianismo está sendo rejeitado por praticamente 9 em cada 10 venezuelanos. Um levantamento feito pela Hercon Consultores descobriu que 87% da população desaprovam Nicolás Maduro, o projeto de ditador que arruinou o país com o malfadado socialismo do século XXI.

Mais: 83% não possuem qualquer perspectiva de melhora.

A Venezuela foi tomada pela hiperinflação e pelo desabastecimento, duas pragas que o Brasil chegou a experimentar décadas atrás quando colocou em práticas medidas bizarras como o congelamento de preços do governo Sarney.

Por rejeição bem menor, na casa dos 70%, Dilma Rousseff caiu.

A empresa que transportava a Chapecoense nasceu de acordo obscuro com o governo da Venezuela

LaMia era o nome da empresa que transportava a Chapecoense no fatídico acidente que levou a vida de mais de 70 passageiros. Apesar de atuar na Bolívia, a marca nasceu em 2010, na Venezuela. E a citação a duas das nações mais bolivarianas não é coincidência: Ricardo Albacete Vidal fundou a companhia após um acordo com o governo de Hugo Chávez.

E, claro, esse acordo é bem questionável. Pois a LaMia foi registrada como uma empresa de “ciência e tecnologia” mirando um fundo de investimento chinês no país.

Como se sabe, hoje a Venezuela é um caos socialista. Restando à LaMia migrar de vez para a Bolívia, onde vinha atuando desde 2015 associada a Miguel Quiroga, o mesmo piloto que conduzia a aeronave que caiu com o time de futebol.