Tomada pelo PCdoB, a Ancine pressionou atores a denunciarem “golpe”

O PT já tinha saído da Presidência da República, mas incontáveis espaços públicos seguiam atuando sob a influência do partido, se não com os soldados, também com as linhas auxiliares. Em meados de 2016, o jornalista Cláudio Humberto confirmou que o PCdoB, a mais antiga linha auxiliar do partido, continuava comandando a Agência Nacional de Cinema. E mais: a ANCINE teria pressionado os artistas brasileiros a protestarem na Europa contra o que a esquerda vinha chamando de golpe – o mesmo processo de impeachment que os esquerdistas pediram contra Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e FHC.

O Antagonista completou a informação: Manoel Rangel, do comitê central do PCdoB, presidia a Ancine havia 11 anos. E a comissária Rosana Alcântara era ligada à deputada federal Jandira Feghali, aquela mesma que arrancava risadas na comissão do impeachment quando defendia a honestidade de Dilma Rousseff.

A Ancine custa aos cofres públicos valores que superam o bilhão de reais por ano. O Brasil não deveria reservar qualquer centavo a gastos com cultura antes de resolver seus problemas mais básicos. Ainda mais se o órgão é utilizado para pregar mentiras até mesmo além das fronteiras do país.

Guerra assimétrica – à brasileira

Atento à imorredoura tradição de importar modismos e tendências com algum atraso, o Brasil está repetindo, com grande fidelidade, o script da eleição de Donald Trump: o candidato “massa de bolo” que, quanto mais apanha, mais cresce – embora essa irreversível tendência tenha sido escondida pela imprensa dedicada a eleger Hillary Clinton. Revelada apenas pela apuração dos votos, quando já não havia o que fazer, a vitória de Trump foi tratada como uma “zebra” incompreensível, desapercebida por todos – o que depois verificou-se ser apenas a boa e velha “narrativa”, pensada como o primeiro tijolo na construção que levaria ao impeachment (alguns exaltados falavam até em golpe militar e outras soluções menos heterodoxas) do milionário. Nosso Trump, hoje, é Jair Bolsonaro. Em comum com o americano não há muito: Bolsonaro é um militar aposentado com já alguma tradição política. Tendo exercido vários mandatos de deputado federal que obteve sucesso encaminhando seus três filhos para as urnas. De posses modestas e hábitos populares, o que Bolsonaro tem em comum com Trump é a percepção causada no público de franqueza e proximidade com os anseios do povo – o que não deixa de ser verdade no caso do presidente americano, apesar de ele ser multimilionário.

Mais do que fenômenos de comunicação ou de marketing político, outro fator que explica o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas (e também a vitória “imprevista” de Trump) é a identificação de ambos pelas “massas populares”, a “maioria silenciosa” – o povão, as pessoas comuns – como antípodas da condescendência e arrogância do “establishment” progressista, encastelado há décadas no poder. E, como a face mais visível e a voz mais audível deste establishment é a grande imprensa, é observando ela e suas atuais interações com o público que é possível vislumbrar como isso vem acontecendo.

Em primeiro lugar, o funcionamento da imprensa e seu papel na sociedade mudou radicalmente há algumas décadas – não a percepção que as pessoas tem dele, mas a função imaginada por seus próprios artífices, seus integrantes. A visão do apresentador de TV norte-americano da era pré teleprompter, Walter Cronkite, narrando uma notícia importante da maneira mais objetiva, fria e clínica possível se tornou definitivamente uma coisa do passado – uma lembrança de tempos ingênuos e pueris do “hard news” e do idealismo de profissionais que não perdiam tempo com maquinações teóricas sobre “a impossibilidade de ser neutro” e outras desculpas baratas para ser parcial. A abertura da série televisiva “Newsroom” retrata Cronkite e outros célebres jornalistas americanos, como Edward R. Murrow e David Brinkley, representantes de um jornalismo hoje ultrapassado cuja maior preocupação era narrar fatos da maneira mais fidedigna possível – deixando ao público a tarefa de fazer qualquer juízo de valor. A visão editorial – a opinião do âncora ou mesmo do proprietário do jornal – era sempre deixada claramente separada.

Mas o que mudou?

Se há uma discussão longe de acabar nos meios acadêmicos do Direito é aquela sobre o poder das cortes constitucionais. O que é a constituição? Tenha a certeza de que mais de um ministro do STF dorme convicto, todas as noites, de que a constituição é o que ele disser que é. Coisa parecida acontece na imprensa. Quem decide “o que é notícia”? A própria imprensa. E, a partir do momento em que ela toma essa decisão e faz uma escolha, desencadeia o processo de pautar (ou, pelo menos, tentar) o debate público. Os episódios da exposição “Queermuseu” e da performance “La Béte” são sintomáticos: quase todos os grandes jornais e telejornais, em suas versões tradicionais e na internet, retrataram a situação como “tentativa de censura” de manifestações artísticas legítimas, equiparando as pessoas comuns que discordaram da presença de crianças nas duas exibições aos censores ditatoriais, como se exercessem algum poder além da faculdade de reclamar. Os mesmos repórteres que, dias depois, indagavam se a comédia “Como ser o pior aluno da escola” ultrapassava “os limites do humor”, posavam há pouco de defensores da liberdade de expressão. Paula Lavigne, uma espécie de Jimmy Hoffa do establishment artístico, foi outra que se irrogou nesse papel – mesmo tendo recentemente liderado uma rumorosa campanha de censura às biografia não-autorizadas de artistas e celebridades. Essas e tantas outras gritantes contradições não mais escapam à percepção das pessoas comuns, as quais, além de percebê-las, possuem meios de interagir e se expressar que eram inimagináveis há coisa de vinte anos. Nada mais passa sem reposta, sem a formação de um coro de indignados em caixas de comentários e redes sociais – o que já foi objeto de reclamação e lamúrias por parte de dezenas de jornalistas profissionais que se utilizam das mesmas plataformas. “Discurso de ódio”, “onda de ignorância” e outras figuras de linguagem hiperbólicas foram cunhadas por âncoras e colunistas que não conseguem compreender como a choldra ousa deles discordar, rejeitando sua visão de mundo e o programa ideológico que lhe dá suporte.

Assim é que a imprensa vem colhendo os frutos de sua nova função: ao deixar de servir o público para atender agendas ideológicas e a elite cultural, criou-se uma justa revolta: afinal, atividade jornalística foi concebida como algo muito diferente do que se verifica atualmente. O jornalismo é uma atividade de enorme relevância cujos praticantes não poderiam, jamais, se confundir com “vendedores”. Um vendedor é um profissional cuja atuação já nasce de um “conflito de interesses”; seu papel é convencer o consumidor a adquirir determinado produto. No fundo, não importa que ele seja melhor ou pior que o da concorrência – o vendedor é pago para fazer vender o produto “X”, e sua lealdade é toda dele. Isso é tudo que o jornalismo não deveria ser, isto é, não deveria haver nenhum “conflito de interesse”, nenhuma lealdade preordenada, nenhum compromisso preexistente senão com a verdade e a informação – coisa que hoje soa ingênua e até um pouco ridícula, não sendo improvável que isso venha ser denominado “discurso de ódio” ou alguma outra buzzword do tipo dentro de pouco tempo.

Flávio Gordon, autor do excelente “A Corrupção da Inteligência”, lançado há pouco pela Editora Record, escreveu o seguinte (p. 151-152):

“A imaginação moral da ‘elite’ cultural brasileira estreitou-se de tal maneira que a medida última da justiça ou injustiça, de heroísmo ou covardia, de bem e de mal, de belo e de feio, passou a corresponder ao posicionamento adotado em face das fúteis polêmicas midiáticas do dia, as quais giram sempre em torno das mesmas temáticas artificialmente criadas pela mentalidade progressista, todas de uma banalidade acachapante, nas quais sentir-se bem é confundido com fazer o bem, e o gosto passa por senso de justiça”.

Assim é que, no dia em que uma professora de maternal morreu com o corpo queimado para salvar alguns de seus alunos de um assassino, a “elite intelectual” discutia arduamente seus próprios privilégios e importância – tudo diligentemente sendo amplificado e passado adiante por seus compadres em redações e ilhas de edição, numa ordem de prioridades absolutamente corrompida e pervertida, tão divorciada da realidade que um clima de antagonismo e enfrentamento entre a imprensa e o que deveria ser o seu público vem crescendo. Como a audiência da novela das nove não cai, isso é apressadamente interpretado como “fogo de palha”, algo tolo e passageiro – o que nos leva de volta a Jair Bolsonaro e sua transformação em símbolo de toda essa insatisfação, depositário da ira e do cansaço do cidadão comum. Ele aparece para dizer que sim, é um absurdo que crianças de tenra idade apalpem adultos pelados a pretexto de “arte”, mas que um problema ainda mais sério são os 60 mil homicídios por ano e a relativa moleza do sistema penal. Surpresa: a maioria das pessoas pensa o mesmo. As exposições de arte erótica voltadas para crianças, no final das contas, são apenas a face mais visível e imediata de um processo maior e cuja inércia irrefreável talvez não se meça pela audiência da novela. Outra surpresa: quanto mais a imprensa bate em Bolsonaro, mais as pessoas se irritam e mais ele cresce nas pesquisas, já que é percebido como um dos poucos políticos honestos em atividade, e toda a ladainha de que seria “misógino, racista, homofóbico, fascista” etc. só tem efeito entre convertidos, isto é, dentro do próprio campo militante progressista. O mesmo processo se repete, e quanto mais a imprensa tenta defender seus compadres frequentadores da Lei Rouanet e a importância de crianças alisarem adultos nus pelo bem da liberdade de expressão, mais as pessoas comuns se revoltam e expressam sua discordância – tendo cabido a uma inocente velhinha o papel de “mártir simbólica” do fuzilamento verbal e ocular de artistas indignados em um programa matutino da TV Globo. Outro tiro que saiu pela culatra: as pessoas comuns se compadeceram de Dona Regina, e os artistas só encontraram eco entre os seus.

“Guerra assimétrica” é uma expressão mais moderna para o que, no passado, se denominava apenas de “guerrilha” – um conflito entre forças de poderio muito desequilibrado que, pelo emprego de táticas diferentes, viabiliza o enfrentamento de um poderoso exército nacional por um pequeno grupo insurgente. A imprensa detém enorme poder e vastos recursos, mas encontrou no cidadão comum um tenaz oponente a seus planos hegemônicos – e o fez simplesmente lhe insultando a inteligência.

Mudanças na Rouanet: o evento fez uso da lei? Haverá um teto para o preço dos ingressos

Há muito tempo a lei Rouanet vem sendo criticada aqui no Implicante, principalmente sobre como usa recursos públicos para manter espetáculos caríssimos de interesse exclusivo de uma elite que já teria condições de pagar por ele. Mas aos poucos a coisa está mudando.

O Ministério da Cultura anunciou um pacote de mudanças: prestação de contas dos projetos em tempo real via Portal da Transparência; o preço médio dos ingressos vendidos não poderá superar os R$ 150,00 para eventos que façam uso da lei; nenhum projeto poderá passar de R$ 10 milhões, a não ser que seja realizado no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste, onde o limite será de R$ 15 milhões.

Este último caso é explicado de uma forma simples: hoje, 80% da verba da Rouanet é aplicada na região Sudeste, o que finda concentrando ainda mais renda.

O Implicante segue achando que país sério nem Ministério da Cultura possui. Mas recebe como boa a notícia de que as críticas estão fazendo o MinC se mexer.

Carne confiável tem nome? Segundo PF, frigoríficos da BRF e JBS vendiam carne vencida

A PF amanheceu o 17 de março pondo a Carne Fraca nas ruas, a maior operação da história da corporação, com mais de mil policiais em ação. Nela, investiga-se o envolvimento de fiscais em esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.

O mais chocante, contudo, é ouvir da PF que os investigados vendiam carne estragada tanto para o mercado nacional, quanto para o internacional. Peças com validade vencida, ou mesmo encharcadas por muitos produtos químicos, eram postas à venda. Num caso bizarro, até papelão teria sido inserido em lotes de frango.

O caso atingiu desde frigoríficos menores a marcas gigantescas, como a BRF e a JBS. Esta última, inclusive, ficou famosa no Brasil por encampar uma campanha calcada na confiança dos produtos vendidos. O slogan não deixava dúvidas: “carne confiável tem nome“.

Agora, a marca terá muito o que explicar ao consumidor.

É mole? Só a reforma do Teatro Nacional de Brasília está orçada em R$ 210 milhões

O Teatro Nacional de Brasília está fechado desde 2013. Mas o governo do Distrito Federal apresentou uma proposta de reforma ao Ministério da Cultura. O custo: R$ 210 milhões.

O Implicante vai escrever por extenso para que não restem dúvidas: duzentos e dez milhões de reais.

Sim, é muita grana. Há alguns anos, o Jornal de Fato calculou em R$ 62 milhões o investimento para levantar um hospital e mantê-lo em funcionamento por um ano atendendo 600 pacientes por dia.

Em outras palavras, apenas a reforma do teatro daria para levantar três estruturas hospitalares complexas, mantê-las em funcionamento por um ano e ainda sobrar R$ 24 milhões no caixa.

Há até “ocupante do Colégio Pedro II” assinando manifesto de “intelectuais” em prol de Lula

Com ar de festa, a imprensa que já nem consegue esconder o esquerdismo noticiou que mais de 400 intelectuais lançaram um manifesto para que Lula oficialize a pré-candidatura a presidente da República em 2018. Os críticos, contudo, veem no movimento apenas uma tentativa de construir um discurso para blindar o ex-presidente de uma eventual prisão pela operação Lava Jato. Se prendem o petista em meio à corrida presidencial, incendiarão as ruas dizendo que apenas tentam evitar que volte ao comando do país.

O Implicante, contudo, acha curioso como a esquerda chega à definição do que seria um “intelectual”. Na lista divulgada, constam 424 nomes, dos quais 37 seriam atores, 11 seriam músicos e 5 seriam simplesmente “artistas”. Há ainda 24 jornalistas, 6 estudantes, um ceramista, uma “dona de casa” e até um – acreditem – “Ocupante do Colégio Pedro II”.

Sim, há 146 professores, 18 mestres e 31 doutores ou doutorandos. Mas cabe ainda questionar o currículo de cada um dos envolvidos, afinal, a educação brasileira está longe de ser exemplar.

Há também 92 advogados, o que não deixa de ser curioso para quem vem tendo tantos problemas com a Justiça.

A histeria da esquerda americana conseguiu reduzir a credibilidade do Oscar

Em 2016, com a ausência de atores negros concorrendo nas quatro categorias de atuação, a militância deitou e rolou alegando que a “academia”, uma associação que conta com mais de 5 mil membros, boa parte deles negros, seria racista. Um ano depois, o evento veio recheado do que a esquerda americana chama de “diversidade”. E vários “não-brancos” foram não só indicados, mas também premiados.

Ao Hollywood Reporter, o vencedor do prêmio de melhor ator coadjuvante disse torcer para ter sido indicado não por ser negro, mas por ter feito um bom trabalho. O pior é que a suspeita levantada por Mahershala Ali é a mesma de muitos que assistiram a Moonlight, vencedor de melhor filme. Porque a participação de Ali é de fato boa, mas curta, apenas no primeiro terço do trabalho. Não seria algo inédito na categoria, que já agraciou interpretações com menos de 8 minutos em tela. Mas o contexto conta contra.

Com isso, o esquerdismo conseguiu prejudicar mais uma marca. Pois o Oscar, que já significou a vitória dos melhores trabalhos de Hollywood, está cada vez mais com cara de um projeto que apenas busca fazer uma compensação social que não cabe ao cinema fazer.

Quanto às minorias americanas, continuam enfrentando os mesmos problemas, com ou sem Oscar.

Lembra o diretor que chamou de golpe o impeachment? O MPF abriu um inquérito contra ele

O nome dele é Kleber Mendonça Filho. Ele aparece na foto acima com óculos escuros. Está ao lado do elenco de Aquarius, quando passaram vergonha na Europa dizendo que o Brasil sofreu um golpe de estado – era o impeachment de Dilma Rousseff, o mesmo dispositivo sacado pelo PT quando derrubou Fernando Collor de Mello 23 anos antes.

Uma denúncia anônima acusou a produção de ter cometido irregularidades na captação de recursos dos filme. E levanta suspeitas sobre o direto ser, na época, o chefe de órgão ligado ao governo federal, o que demonstrava um certo conflito de interesses. Para apurar as informações, o MPF abriu um inquérito civil contra ele.

O projeto valeu-se de recursos captados via Lei do Audiovisual.

Grammy foi ofuscado por cantora negra vestindo projeto de gay imigrante apoiador de Trump

O Grammy é uma premiação tão esquerdista que vários integrantes do partido Democrata já foram agraciados com o prêmio, entre eles Jimmy Carter, Bill Clinton, Al Gore, Hillary Clinton e Barack Obama (duas vezes). Para a edição 2017, eram aguardados ainda mais atos políticos, uma vez que a classe artística americana está revoltada com a vitória de Donald Trump. Mas uma cantora desconhecida roubou a cena.

Trata-se de Joy Villa, uma cantora californiana de 25 anos cuja carreira começou há 15 anos. Ela apareceu no evento usando um vestido desenhado por Andre Soriano. Num primeiro momento, uma capa branca cobria toda a “obra”. Quando os cliques começaram, a artista revelou o que havia por baixo. E foi possível notar uma roupa com as cores dos Estados Unidos, e os dizeres: “Make America Great Again“, com o nome TRUMP na base da saia.

Villa já lançou oito álbuns e um livro de poemas. Mas é possível descrever a cena usando apenas rótulos que a esquerda adora explorar em seu discurso político: era uma mulher negra usando o trabalho de um gay imigrante filipino apoiador de Trump.

Um detalhe é sempre importante destacar: Soriano é um imigrante LEGAL. E é esse o ponto de toda a política imigratória do atual presidente americano.

Ator que já defendeu o fim da PM cancelou apresentação com a possibilidade de greve da… PM

Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar“. Gregório Duvivier surge em vídeo repetindo estes versos com a platéia que acompanha um de seus discursos (há uma fala mais completa aqui). O humorista nunca escondeu sua militância esquerdista e mergulhou de cabeça em várias campanhas políticas, ainda que para perder em boa parte delas.

Neste 10 de fevereiro, contudo, é noticiado que o grupo Porta dos Fundos cancelou uma apresentação no Rio de Janeiro por questões de segurança. O Implicante dará aspas ao motivo alegado:

“Algumas pessoas nos procuraram para saber se haveria espetáculo mesmo com a possibilidade de greve da PM no Rio. Diante da situação de insegurança, a produção decidiu cancelar as apresentações dos dias 11 e 12 de fevereiro.”

 

Segundo O Globo, o elenco da peça conta com João Vicente de Castro, Luis Lobianco, Gustavo Miranda, Andres Giraldo e, vejam só, Gregório Duvivier.

Pode acontecer.