Tiro pela culatra: CNN persegue e ameaça piadista anônimo, causando revolta na Internet

Breve recapitulação: três executivos da CNN pediram demissão após artigo ligando os EUA à Rússia, com foco em Donald Trump e o projeto “Veritas”, com câmeras escondidas, mostrou como funciona a cobertura da emissora quando se tratava desse mesmo tema. Basicamente, perseguem o tema porque dá audiência, mesmo não havendo qualquer evidência conclusiva.
Em meio a tudo isso, Donald Trump não perdeu a chance e postou um vídeo em seu perfil oficial:

Trata-se de uma montagem com um vídeo real, de quando participou do evento “Wrestlemania”.

Diante disso, o que faz a CNN? Pois é: PERSEGUIU O AUTOR DO VÍDEO. E a coisa foi tão surreal que a própria emissora divulgou tudo, dizendo que firmou um trato para que ele “não faça mais isso” e, assim, não revelaria o nome do camarada. Sim, isso mesmo, a emissora se VANGLORIOU de ir atrás de um piadista anônimo.

Reações

O Wikileaks foi direto e reto, tratando o episódio como extorsão, opinião compartilhada pelo senador Ted Cruz. Mesmo o NYT, francamente anti-Trump, não conseguiu defender plenamente a posição da CNN, ainda que trouxesse opiniões em defesa do jornalista. E Paul Joseph Watson resumiu da seguinte e acertada maneira (não sem impropérios): a CNN cometeu um erro ao se opor à internet.

E foi de fato o que a emissora vez, talvez sem perceber, de dentro da bolha, como funciona o mundo real – nem a própria internet, ao que parece.

Essas coisas, sejam em vídeo, gif animado ou montagens estáticas, fazem parte da essencia da web e a PIOR REAÇÃO POSSÍVEL é sempre a de tentar proibir ou perseguir autores. Primeiro, por ser algo até antidemocrático e, para além disso, porque é no geral inócuo. A emissora, no entanto, decidiu percorrer justamente esse caminho: o mais idiota do ponto de vista estratégico e também o mais autoritário.

Claro que nunca dará certo. No fim, a coisa se volta contra a própria emissora, que fica em péssima situação diante da opinião pública. Ao mesmo tempo, é visível o desespero dos grandes veículos diante da queda de audiência e alcance, enquanto iniciativas online – todas elas bem ‘menores’ – ganham mais e mais público.

Agora, além disso tudo, que aguentem também a “guerra de memes”.

CNN dá como “notícia” uma estátua que não se mexe, e Ana Paula “do vôlei” não perdoa…

Em tempos de “fake news”, com justamente a CNN entrando em polêmicas as mais variadas, sobretudo por conta de Donald Trump, é pelo menos divertido que a imobilidade de uma estátua seja algo digno de nota.

Mas foi o que fizeram, confiram a seguir:

Pois Ana Paula, que vez por outra citamos aqui no Implicante e recomendamos fortemente – mais uma vez – que todos sigam, cravou o seguinte:

Resumo: a CNN destacou o fato de a estátua não se mexer mesmo com a neve, mantendo-se encarando o touro de Wall Street. E Ana Paula, corretamente, não perdoou.

A coisa está de fato complicada na velha imprensa.

Donald Trump disse que não mais chama a CNN de “fake news”, mas de “very fake news”

A imprensa americana inventou a falácia das “fake news”, aquela que, sem nenhum estudo que corroborasse a tese, decidiu que Donald Trump foi eleito graças a notícias falsas. Queria com isso censurar sites alternativos que apresentam uma visão de mundo destoante do esquerdismo jornalístico. Na primeira oportunidade, contudo, o feitiço virou-se contra o feiticeiro. E Donald Trump chamou a CNN, uma das maiores redes a vender a tal narrativa, de “fake news”.

Na coletiva deste 16 de fevereiro, emissora e presidente americano novamente se encontraram. E a CNN novamente veio com a falácia sobre “fake news”. Mas Trump prometeu não mais chamar a CNN de assim. Quando o gesto parecia estar sendo aceito pelo jornalista, ele completou com o termo que passaria a usar: “very fake news”.

https://twitter.com/mafiasumers/status/832332605488058368

Claro, era uma piada. E das boas. Tanto que o repórter da CNN entregou-se aos risos, assim como os correspondentes dos demais veículos de comunicação.

Mas é bom a CNN se acostumar. Nada indica que o novo apelido não irá pegar.

Após errar previsões sobre Trump, imprensa diz que chances de morte por atentado são mínimas

Tão criticada por Donald Trump durante a campanha eleitoral, e mais ainda depois que foi confirmado como novo presidente dos Estados Unidos, a CNN passou a defender um argumento complicado. As chances de um americano morrer vítima de um ato terrorista protagonizado por refugiados seriam de 0,00003%, ou uma em 3,6 milhões.

É uma declaração irresponsável. Pois trata-se de uma nação com 318,9 milhões de habitantes. A CNN basicamente disse que 89 deles morrerão por causa da loucura de alguns refugiados e isso não deveria ser motivo para pânico.

Mas é ainda mais curioso que este argumento venha da imprensa, um meio que chegou a noticiar as chances de Trump chegar à Casa Branca em no máximo 1%. E hoje o bilionário controla as ogivas nucleares mais potentes do planeta.

Simplesmente não dá para confiar.

CNN já disse uma grande verdade sobre o Brasil: a sede da Petrobras é muito feia!

 

Relembrar é viver, não é mesmo?

Em tempos de guerra com a progressista CNN, o Implicante relembra aqui um dos grandes favores que emissora já nos fez.

O pessoal que misteriosamente é mais apegado a Petrobras do que à própria família não vai gostar dessa verdade amarga: a atual inimiga de Donald Trump, CNN, elegeu há alguns anos o prédio sede da estatal petrolífera brasileira, na Avenida Chile, centro do Rio, como 10° mais feio do mundo. Junto com o Edise (chamado assim pelos funcionários, uma abreviação de Edifício Sede), figuram construções monstruosas como o Mausoléu de Ho Chi Mihn, no Vietnã.

A construção do Edise demorou 14 anos para ficar pronta, foi entregue em 1974 e também foi o resultado de um concurso do Instituto Brasileiro de Arquitetura.

Mais feio que o Edise só aquele hotel em formato fálico da Coreia do Norte, que desponta em primeiro lugar na lista da CNN, comprovando que comunismo e arquitetura é uma combinação triste!

 

 

Vídeo: sinal é cortado na CNN no exato momento em que adversário de Hillary cita o Wikileaks

O polêmico Donald Trump inspira defesas para lá de cautelosas, mas, mesmo que perca, e é este o cenário mais provável, ao menos ajudou a desmascarar muita hipocrisia que rolava no meio político americano. Uma delas, a tal imparcialidade, ou mesmo independência, da imprensa.

O republicano apelidou a CNN de Clinton News Network. E de fato a postura do canal deixa no ar severas dúvidas sobre a isenção da rede. Num vídeo que ganhou o YouTube, um congressista adversário de Hillary Clinton tocou num ponto que os jornalistas se esforçam para ignorar. Mas bastou falar o termo “WikiLeaks” para o sinal ser cortado ao vivo.

Coincidência? Se for, é das mais tristes.

Lorota desmentida: para imprensa internacional, impeachment NÃO é golpe

A militância esquerdista/governista passou a divulgar pelas redes que a imprensa internacional estaria denunciando um “golpe” no Brasil. Tais posts passaram a circular como se fosse verdade, mas era obviamente mentira, para variar. O truque: pegavam artigos e colunas, muitos assinados até mesmo por jornalistas convidados, e diziam ser A OPINIÃO DO JORNAL. Tática tão barata que chega a ser suja. Eles jogam assim.

Quem revelou esse expediente de forma muito bem explicada – e comprovada – foi o jornalista Pedro Dória. A seguir, trechos de seu artigo:

“Há uma imensa confusão rondando as redes sociais a respeito do que dizem ou não os jornais estrangeiros a respeito da crise brasileira. Tornou-se comum, por algum motivo misterioso, afirmar que lá fora há um movimento condenando o que a presidente Dilma Rousseff chama de “golpe”. Não é verdade (…) Um dos textos que mais vem circulando é The Real Reason Dilma Roussef’s Enemies Want Her Impeached, publicado pelo Guardian. É um artigo de opinião avulso, assinado por um cidadão brasileiro, David Miranda. Não é a opinião do jornal. É a opinião de um brasileiro.”

E ele continua:

“O Guardian manifestou sua opinião em editorial: A Tragedy and a Scandal. Nele, o jornal aponta aqueles que considera responsáveis pela crise em que nos encontramos: “transformações da economia global, a personalidade da presidente, o PT ter abraçado um sistema de financiamento partidário baseado em corrupção, o escândalo que estourou após as revelações e uma relação disfuncional entre Executivo e Legislativo”. Sem poupar a Câmara ou Eduardo Cunha, em nenhum momento o jornal britânico sequer cita o termo “Golpe”.”

Por fim, cita The Washington Post, The Economist, Le Monde e uma análise do jornal El País.

Comenta também que, no caso do Le Monde, ao contrário do que a militância governista disse por aqui (teriam revisado o que pensavam), na verdade a ‘contestação’ foi por meio de uma espécie de “ombudsman”, que traz ao jornal queixas/opiniões de leitores. E uma coincidência: a CNN, que NÃO MANIFESTA OPINIÕES, fez uma entrevista com jornalista americano residente no Brasil, Gleen Greenwald, marido justamente de David Miranda, autor do artigo no The Guardian – espalhado pelos militantes como “opinião do jornal”.

Vale acrescentar também o longo artigo publicado no Wall Street Journal, divulgado pelo jornalista Caio Blinder neste domingo, segundo o qual não há nada disso que os governistas alegam estar acontecendo.m resumo: a imprensa internacional NÃO CONSIDERA O IMPEACHMENTO UM GOLPE. É mentira da militância, pra variar. E as provas estão aí.