Fake News: Felipe Neto está certo no ataque ao Wall Street Journal

Felipe Neto, que faz muito sucesso especialmente entre os mais jovens, publicou um vídeo em que combate a recente campanha da grande imprensa contra veículos alternativos. E cita especificamente o caso de The Wall Street Journal, que teria até mesmo falsificado evidências para seguir adiante na cruzada.

Goste-se ou não do vlogueiro, ele tem razão nisso.

Sob o pretexto de “qualificar” conteúdo, e usando como exemplo casos extremos absolutamente raros e evidentemente errados, há um movimento pesado de grandes empresas de mídia contra os veículos e influenciadores de menor estrutura. E mais: com essa mesma desculpa, o caminho previsível para isso é asfixiar os produtores independentes.

Todo e qualquer vídeo evidentemente ofensivo é retirado de forma quase imediata pelo Youtube, tão logo seja avisado. Isso já acontece. Mas é preciso lançar mão de casos assim, extremos, para depois espalhar a prática aos demais.

O caminho encontrado foi cortar os anúncios, e isso se dá pela pressão dos veículos em cima de empresas. Estas, acuadas, acabam cedendo e retiram anúncios (que se dão por sistema automatizado, mediante preferências/hábitos da audiência). Com a adesão do próprio Youtube, os produtores não atrelados a grandes grupos já podem começar a criar novas formas de remuneração.

Claro que TODO movimento contra produções de fato agressivas e criminosas deve ser endossado. O problema é quando isso serve de mera desculpa para tolher os alternativos.

No mais, eis o vídeo:

Dilma Rousseff: falas “tão confusas” que Governo Temer desistiu de usá-las em propaganda

Eis um fato raro: governo usando a comunicação de maneira inteligente. E o alvo do Governo Temer será Lula.

Isso porque divulgarão falas do petista em favor da Reforma da Previdência. Pois é. Lula defendia porque sabia ser necessária. Todo mundo sabe que é algo necessário: ou isso, ou o colapso.

O ponto divertido, porém, diz respeito a Dilma Rousseff. Suas declarações também seriam usadas, mas eram “tão confusas” que foi melhor deixar pra lá.

De fato, comunicação inteligente. Dificilmente ficaria claro se ela era a favor, contra ou simplesmente homenagearia um tubérculo.

Quer entender a alta popularidade de João Doria? Basta ver esse vídeo

Uma das maiores imbecilidades da oposição a João Doria, diante de tudo que ele faz em São Paulo, é dizer que suas ações se resumem ao marketing. Isso porque, em primeiro lugar, não há publicidade que prospere sem que existe fato a corroborá-la, tanto mais na política.

Não adiantaria nada, por exemplo, fazer uma propaganda nacional exaustiva dizendo que TODOS TÊM EMPREGO, quando o desempregado vê aquilo e sabe que é lorota. Até tentaram e, bom, todos viram no que deu.

A popularidade de João Doria resulta da divulgação inteligente de fatos CONCRETOS, de realizações efetivas – e com conhecimento inédito do funcionamento das redes sociais por um mandatário.

O vídeo a seguir sintetiza isso:

Trata-se do Corujão da Saúde, projeto que muitos “especialistas” consideraram inviável, mas que na prática se mostrou um sucesso. Em pouco mais de dois meses, foram 250 mil exames, reduzindo a fila de forma expressiva.

Desse modo, e diante DESSE FATO CONCRETO, a divulgação se torna um êxito comunicativo.

Não adianta ver tal vídeo apenas como “peça de marketing”, pois o que o sustenta – fazendo com que seja um sucesso – é ser uma expressão real do que de fato acontece hoje em São Paulo.

Nas redes sociais, a “corrida presidencial” vem sendo liderada por Aécio e Bolsonaro

Não, rede social não garante vitória em nenhuma eleição. Ao menos era isso o que diziam os críticos de Donald Trump quando confrontados com o argumento de que o candidato republicano tinha uma alcance muito maior do que quaisquer de seus adversários. Preferiam acreditar no que diziam as pesquisas, que sempre apontavam vitória de Hillary Clinton com bastante facilidade.

Mas as urnas provaram que as pesquisas não estavam entendendo bem a realidade.

O Implicante acredita que as redes sociais servem ao menos para mostrar qual político vem conseguindo conversar mais – ou melhor – com os eleitores. E isso, claro, faz um enorme diferencial em qualquer campanha, por vezes definindo o vencedor em disputas apertadas.

Com isto em mente, somou neste início de fevereiro a quantidade de seguidores dos principais presidenciáveis do Brasil nas duas principais redes. E chegou ao gráfico abaixo:

Ou seja… Se de fato rede social for um fator importante nas próximas eleições, e é claro que isso tende a fazer cada vez mais diferença, Aécio Neves e Jair Bolsonaro partiriam favoritos na disputa por uma vaga no segundo turno. Cabe menção, claro, a Marina Silva, a candidata que consegue dosar melhor a presença tanto no Twitter, como no Facebook. Lula e Serra chamam atenção no sentido oposto: enquanto estão muito presentes em uma rede, praticamente desaparecem na outra.

Fica a dúvida, contudo, se este fator será tão importante no Brasil de 2018 como foi nos Estados Unidos de 2016.

Redes sociais de políticos têm mais alcance e influência que muitos veículos tradicionais

Até bem pouco tempo atrás, os governantes, parlamentares e demais políticos dependiam da grande imprensa para suas divulgações. E também se sentiam extremamente ameaçados diante de eventuais campanhas que pudessem sofrer. Mas é razoável dizer que esse tempo, se ainda não acabou de vez, já começou a despedir-se da realidade dos fatos.

Talvez alguns pensem em Trump como o exemplo mais patente, já que ele se elegeu enfrentando ataques de praticamente todos os veículos; e agora tem simplesmente atropelado muitas redes grandes, numa postura de agressividade declarada. Em sua primeira entrevista depois de eleito, por exemplo, negou pergunta à CNN, atacando a emissora por conta do episódio do dossiê falso. Mas não é dele que falaremos.

Quem vem surpreendendo a todos é mesmo João Dória, que por sinal tem perfil conciliador, nunca respondendo aos veículos de forma agressiva, nem jamais os atacando. Talvez também por isso, suas redes particulares de veiculação cresceram de forma estrondosa e vem mostrando alcance e influência até então inéditos, superando muitos veículos tradicionais.

Um levantamento recente revelou que a busca por seu nome é hoje infinitamente maior do que fora aquela sobre seu antecessor petista. Em outra reportagem, de veículo diferente, constata-se que seus perfis “bombam” nas redes, com direito a alguns números impressionantes.

Mas a coisa ainda é maior.

Serve de exemplo este vídeo, com uma visita surpresa à AMA Butantã, ou seja, um negócio que definitivamente não atrairia a atenção de ninguém. Certo? Errado. Vejam só:

Até a feitura deste post, eram 4,2 milhões de visualizações. Sim, QUATRO MILHÕES E DUZENTAS MIL VIZUALIZAÇÕES. E ele foi compartilhado mais de 60 mil vezes, tendo 114 mil reações e 14 mil comentários. Tudo muito predominantemente positivíssimo. Tente achar alguma outra página do Brasil que tenha esses números em qualquer rede social… Aliás, tente achar mesmo um grande jornal que tenha “leitorado” tão ativo.

Ah, mas só foi uma vez, um caso isolado… Não. Confiram este outro post:

É um comunicado de remanejamento orçamentário, algo que ninguém suporia atrair tanta atenção. Pois atraiu. Foram mais de 58 mil compartilhamentos, 202 mil reações e 17 mil comentários. Novamente, praticamente tudo em tom positivo. São estatísticas que não se vê mesmo em páginas de veículos gigantes.

São diversas publicações e todas elas com números altíssimos, algumas – como visto – com estatísticas de fato inacreditáveis. Quem quiser ver todos os números, aqui está a página. Mas vale adiantar mais dois: até o momento, 1,4 milhões de curtidas e inacreditavelmente UM MILHÃO E MEIO de pessoas “falando sobre isso” – importante este último índice, pois há várias páginas com número alto de likes, mas pouca gente de fato interessada diariamente em seus conteúdos.

E não são posts promovidos, vale ressaltar.

Qual o segredo? Uma soma de fatores, que vão do contexto atual da nossa política, passando pelos efetivos acertos das medidas da nova gestão paulistana, bem como o trabalho absurdamente profissional de quem cuida da página. Mas isso é coisa para outro debate.

O fato aqui é o seguinte: hoje, é comprovadamente possível a um político que ele tenha meios próprios de comunicação independente que atinjam MAIS PESSOAS do que muitos veículos tradicionais.

Não há qualquer exagero em dizer que se trata de uma nova era para a comunicação.

Depois de 20 anos de prejuízo, jornal inglês abandona versão impressa e em 6 meses dá lucro

Tempos atrás, dizia-se que o futuro estava nos jornais virtuais, nos websites informativos, blogs políticos etc. Muitos ainda acham que isso é coisa do futuro, mas a realidade é outra. Trata-se de um fato presente.

O jornal britânico The Independent, que há seis meses abandonou a versão impressa e passou a existir apenas online, finalmente conseguiu ter lucro. Isso depois de VINTE ANOS de prejuízo.

Não se trata mais de uma tendência de futuro, mas um dado real.

Claro que essa notícia não será vista com muito destaque nos grandes veículos daqui, no máximo aparecerá em notinhas de menor alcance. Mas fica registrado o fato.

Para ler no original, via Financial Times, clique aqui (em inglês).

Governo Temer diz que herdou da gestão Dilma um prejuízo de pelo menos R$ 832 BILHÕES

Dilma Rousseff, Michel Temer e Marcela Temer

Ao lançar a campanha “Vamos tirar o Brasil do vermelho“, o governo Temer listou a desgraça econômica recebida do governo Dilma. Os números – sempre na casa dos bilhões – fazem referência a dívidas em aberto, obras superfaturadas e inacabadas, além de péssimos investimentos de interesse do petismo – e nenhum da população brasileiro.

O Implicante arriscou fazer uma conta rápida. E o resultado é assustador.

  • Despesas do PAC:
    R$ 54,3 bilhões
  • Tarifas bancárias atrasadas:
    R$ 2,6 bilhões
  • Contribuições e aportes atrasados:
    R$ 6 bilhões
  • Dívidas do Ministério da Saúde:
    R$ 3,5 bilhões
  • Fraudes no Seguro-defeso:
    R$ 1 bilhão
  • Fraudes em programas sociais:
    R$ 4 bilhões
  • Perdas nos Fundos de Pensão:
    R$ 113,5 bilhões
  • Prejuízo na Petrobras:
    R$ 56,4 bilhões
  • Prejuízo na Eletrobras:
    R$ 23,6 bilhões
  • Superfaturamento da Transposição do rio São Francisco:
    R$ 4,5 bilhões
  • Superfaturamento da pavimentação da BR-163:
    R$ 2,9 bilhões
  • Os gatos com a Comperj (a obra simplesmente está parada):
    R$ 27,71 bilhões
  • Valor necessário para concluir a ferrovia Transnordestina:
    R$ 5 bilhões
  • Verba do BNDES investida em outros países:
    R$ 27,05 bilhões
  • Saldo devedor do BNDES com o Tesouro Nacional:
    R$ 500 bilhões

Total da fatura? Respira fundo: R$ 832 bilhões.

Para falar numa moeda que esquerdistas entendem, essa quantia de dinheiro bancaria sozinha o Bolsa Família por três décadas.

Não à toa, é urgente tirar o Brasil do vermelho.

Governo Temer finalmente peita a esquerda com a campanha: “Vamos tirar o Brasil do vermelho”

Michel Temer e Alexandre de Moraes

Demorou. Em ambos os sentidos. Já deveria ter ocorrido bem antes, e de fato é uma boa iniciativa. O governo Temer lançou a campanha “Vamos tirar o Brasil do vermelho para voltar a crescer“. Nela, faz uma defesa do equilíbrio das contas públicas ao enumerar o estrago recebido da gestão Dilma Rousseff. E ainda deixa no ar que não há mais espaço para “esquerdices” na gestão pública.

Em dado momento, o texto diz: “Todo esse sofrimento teria sido evitado se as contas do passado estivessem equilibradas“. É basicamente tudo o que acredita o brasileiro que foi às ruas exigir o impeachment de Dilma Rousseff – e tudo o que renega o petismo completamente alheio à realidade.

"Vamos tirar o Brasil do vermelho para voltar a crescer"
“Vamos tirar o Brasil do vermelho para voltar a crescer”

E a campanha conclui:

“Equilibrar as contas públicas é mais do que necessário. É urgente. Para nunca mais ter pedaladas. Para nunca mais ter R$ 170 bilhões de contas públicas no vermelho. E para, definitivamente, nunca mais ter 12 milhões de desempregados. Porque quando um governo gasta mais do que arrecada, quem paga a conta é você.

O Implicante assina embaixo.

Governo Temer conclui o óbvio: precisa melhorar (muito) a comunicação nas redes sociais

Michel Temer e Alexandre de Moraes

Vale lembrar, antes de tudo, que não se trata de comunicação política ou eleitoral, mas sim daquela concernente ao governo, enquanto administração pública. Ainda assim, e por óbvio, há aspectos políticos que não podem ser desprezados, como a estratégia de neutralização das informações enviesadas que possam comprometer programas e ações públicas.

E a conclusão de que o atual governo precisa melhorar sua comunicação é um tanto óbvia.

Mais que isso, e agora a conclusão é da agência Isobar, também é fundamental que melhorem (muito) também nas redes sociais. Os governos petistas, goste-se ou não das peças elaboradas, sempre foi atuante nas redes e contou o tempo todo com estratégias e mesmo táticas eficientes.

Quem sabe agora, com pesquisa em mãos e dados concretos corroborando a obviedade, a gestão atual não resolva enfim atentar para isso.

Nos dias de hoje, para efeito de comunicação pública, isso pode significar muito – ou quase tudo.

Michel Temer telefonou para dar explicações a Faustão – no que fez muito bem

De todas as críticas feitas por Fausto Silva na mais recente edição de seu programa, uma de fato foi justa: o governo Temer enfrenta graves problemas de comunicação. As demais, contudo, soam fruto desse grave problema. Por isso, uma dia após o desabafo do apresentador da Globo, o presidente da República entrou em contato por telefone para explicar melhor o que está em jogo.

Conforme relatado por Josias de Souza, Temer esclareceu que a reforma no ensino médio proposta pelo Ministério da Educação está sendo debatida há anos, que educação física não será excluída do currículo, que a flexibilização deste currículo ainda será amplamente debatida em 2017 para definição da Base Nacional Curricular e que os resultados do IDEB mostraram um quadro péssimo justificando a urgência de uma medida provisória para a reforma.

Por mais que as críticas tenham partido de uma pessoa distante do assunto, Faustão é dono de uma das maiores audiências de uma das maiores emissoras do mundo. E fala diretamente para o público que mais pode ser manobrado pela máquina de propaganda esquerdista ainda tão empenhada em espalhar desinformação.

De quebra, o gesto de Temer soa de uma simpatia que faltava à antecessora.

O Implicante é extremamente a favor da reforma proposta. Mas ela só irá adiante se todo tipo de desinformação for combatida. Venha de onde vier.

https://www.youtube.com/watch?v=g9QjAr9eQeI

O desabafo do apresentador pode ser visto no vídeo acima.