Praticamente só nações socialistas não crescerão em 2018: Venezuela, Coreia do Norte e Cuba

30/07/2017 - Venezuela - O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em discurso.

Marcos Troyjo é diretor do Laboratório BRICs da Universidade de Columbia. O diplomata conversou com a CBN pouco antes de participar do Fórum Mundial de Davos. Na conversa, trouxe um dado curioso, mas nada surpreendente: as três nações com o socialismo mais escancarado do mundo são justamente as que não devem crescer em 2018.

Praticamente só três países não vão crescer: Venezuela, Coreia do Norte e Cuba. São essas as exceções. Desenvolvidos ou emergentes, todos terão expansão econômica este ano.”

No segundo mandato do governo Dilma Rousseff, como resultado de irresponsáveis pedaladas fiscais, o Brasil entrou para este trágico grupo. Sorte dos brasileiros que ainda havia tempo para recorrer ao que restava de instituições e tomar a caneta do grupo que até hoje segue aplaudindo o colapso venezuelano.

Há muito o que se criticar o governo Temer, e as mesmas instituições seguirão em risco caso o MDB consiga fazer um sucessor.  Mas ao menos a equipe econômica tem se focado no que precisa ser feito. Isso, por si só, faz valer a pena todo o desgaste com o processo de impeachment que destronou a petista.

Era isso ou seguir fazendo companhia a cubanos, norte-coreanos e venezuelanos na tragédia econômica.

O fim do comunismo resultou na queda de homicídios em massa de civis por seus governantes

O gráfico abaixo mostra a evolução dos assassinatos em massa de civis por seus próprios governos no período que vai de 1945 a 2013. Foi elaborado pela Human Progress. Em laranja, destaca a quantidade de tragédias do tipo. Em azul, a proporção de países que protagonizaram tais atos.

O que é possível ler destas linhas: o total de assassinatos em massa seguiu uma trajetória de crescimento entre 1945 e 1992. Não só isso, ficaram cada vez mais intensos. Só então iniciou um ciclo de declínio com apenas duas altas consideráveis: 2009 e 2013.

A Guerra Fria, aquela que colocou capitalismo contra socialismo, durou de 1945 a 1991, quando a União Soviética encontrou seu fim e deixou um rastro de instabilidade política no oriente Europeu. O que leva à conclusão óbvia: o fim do comunismo implicou numa necessária queda de tragédias do tipo.

Sobre as duas única altas observadas desde então, coincidência ou não, correspondem ao início dos dois mandatos de Barack Obama, talvez o maior esquerdista a presidir os Estados Unidos da América. E a própria esquerda defende que os atos de um gestor desse porte possuem consequências globais.

Talvez não seja mera coincidência. Mas só um olhar mais profundo sobre estes últimos assassinatos em massa podem responder.

Protestavam? Em foto do cortejo de Fidel Castro, cubanos aparecem de costas para o caixão

É estranho. Muito estranho. A imagem que ilustra esta postagem foi captada por Natacha Pisarenko em 04 de dezembro para a Associated Press. Mostra o cortejo com as cinzas de Fidel Castro. O ponto de vista escolhido evidencia a parte traseira do veículo. E o que há de estranho na imagem? As pessoas que surgem ao lado direito.

Elas estão de costas.

Estariam protestando contra o ditador que escravizou a ilha por quase seis décadas? Se sim, a imprensa não se interessou em destacar. Em alguns casos, chegou cortá-las da imagem, deixando apenas o trecho mais turvo.

Em vídeo publicado em O Globo, percebe-se que não são seguranças contendo populares. São populares que arbitrariamente estão de costas para os restos do comunista.

É estranho. E mais estranho ainda que a imprensa não procure explicar o que aconteceu.

Existe mesmo uma “terceira via”?

Em 218 a.C., Hannibal, o gênio militar cartaginês, atravessou os Alpes e surpreendeu as legiões romanas estacionadas às margens do Trebia, um dos afluentes do Pó. Mesmo Hannibal tendo perdido 3/4 de seus homens na travessia das montanhas em pleno solstício de inverno, as forças de ambos os lados eram aproximadamente equivalentes. A despeito disso, os romanos sofreram uma fragorosa derrota, tendo perdido uma legião e meia, e sendo obrigados a recuar para a região de Piacenza.

Os romanos então escolheram o ditador Quintus Maximus Fabius para enfrentar a iminente ameaça de obliteração da república. Sabendo-se em desvantagem numérica, Fabius percebeu que não teria chance alguma de vitória enfrentando Hannibal em campo aberto. Para piorar, cada nova derrota fazia com que os romanos perdessem o apoio de seus aliados da península, que ameaçavam bandear-se para o lado do africano. Logo, ao invés de dar batalha ao inimigo em campo aberto, onde a derrota era certa, Fabius criou o conceito de “guerra de atrito”: pequenas escaramuças localizadas, sem resultado definido, que desgastavam o adversário o cortavam sua moral e linhas de suprimento.

Essa estratégia, em que pese bem sucedida de início, enfrentou forte oposição política, na medida em que a presença impune dos exército de Hannibal na península representava uma enorme humilhação para o poder de Roma, que aparentava ser incapaz de proteger seus aliados. Fabius foi deposto pelo Senado, que em seu lugar elegeu Gaius Terentius Varro. Em 216 a.C. Varro reuniu 8 legiões para enfrentar Hannibal mais uma vez na Batalha de Canas, num total de mais de oitenta mil homens, contra cerca de 50 mil soldados ao lado de Hannibal. Em que pese a superioridade numérica, os romanos foram destroçados naquela que é a pior derrota da história de Roma, e a estratégia de Fabius foi reabilitada. A guerra eventualmente terminou num tratado de paz entre as duas potências, após 15 anos de conflitos.

20 séculos depois, a estratégia Fabiana foi retomada na arena política. Um 1884 um grupo de socialistas ingleses fundou a Sociedade Fabiana, sob a compreensão de que uma revolução socialista violenta, tal qual preconizada pelos marxistas, seria impossível no ocidente. A saída seria a “guerra de atrito”: desgastar o sistema capitalista por dentro através de pequenas “conquistas”, até o momento em que o socialismo fosse um fato consumado. Seu lema declarado era “promover maior igualdade de poder, riqueza e oportunidades; os valores da ação coletiva e do serviço público, uma democracia responsável, tolerante e ativa; cidadania, liberdade e direitos humanos; desenvolvimento sustentável; e cooperação internacional multilateral”.

Estão aí, numa declaração feita há 130 anos, todas as pautas ditas “modernas”: globalismo, redistributivismo, assembleísmo, direitos humanos, ambientalismo. O símbolo da organização era uma tartaruga, representando a transformação IMPERCEPTÍVEL, lenta, mas inexorável, da sociedade rumo ao socialismo. O brasão de armas escolhido era, literalmente, a representação de um lobo em pele de cordeiro. Foram os fabianos os primeiros a cunhar a expressão “justiça social”, bem como os primeiros a se considerar abertamente “progressistas” e socialmente liberais. Apoiavam abertamente a eugenia (uma pauta que ao longo do tempo foi-se transmudando no suporte ao aborto irrestrito), ajudaram a fundar o Partido Trabalhista em 1900, a criar o salário mínimo em 1906, um sistema público de saúde em 1911, e a abolir a aristocracia hereditária em 1917.

No período entre guerras o fabianismo tornou-se muito popular entre líderes do terceiro mundo. Jawaharlal Nehru, o primeiro premier da Índia independente, inspirado pela Sociedade Fabiana, adotou um modelo no qual o estado era dono, operava e controlava os meios de produção, particularmente a indústria pesada, telecomunicações, transportes, geração de energia, mineração e construção civil. Toda atividade privada, direitos de propriedade e empreendedorismo eram desencorajados através da exigência de alvarás; estatizações e altos impostos eram encorajados e as escolhas individuais controladas. Mesmo antes dele, Annie Besant, membro do Congresso Nacional Indiano e da Sociedade Fabiana, afirmou textualmente, parafraseando o próprio Marx, que “a ideia geral é que cada homem deva ter poder de acordo com seu conhecimento e capacidade (…) E o principal numa sociedade justa é: de cada homem de acordo com sua capacidade, para cada homem de acordo com suas necessidades. Um socialismo democrático, controlado pela maioria votante, guiado por números, está fadado ao fracasso; um socialismo verdadeiramente aristocrático, controlado pelo dever, guiado pela sabedoria, é o passo seguinte na evolução da civilização”.

Estão aí também lançadas as sementes para a ideia de uma “elite esclarecida” que guia a massa ignara rumo a um futuro melhor. No século XVIII, Godwin, que Thomas Sowell elenca como o precursor da visão “irrestrita” de mundo, declarou que “o camponês passa pela vida com algo da insensibilidade desprezível de uma ostra”. Rousseau comparava as massas a um “inválido estúpido, pusilânime”. Para Condorcet, a “raça humana ainda revolta o filósofo que contempla a sua história”. George Bernard Shaw (um socialista fabiano convicto) incluía a classe operária entre as pessoas “detestáveis” que “não tem o direito de viver”. Dizia ainda que “ficaria desesperado se não soubesse que eles vão todos morrer logo e não há necessidade alguma de que sejam substituídos por pessoas como eles”.

Está aí o componente truculento, autoritário, que grassa por todas as esquerdas: a crença na viabilidade do planejamento central e da ordenação social implica mais do que a vontade, mas a necessidade de se impor uma ditadura “em nome do bem comum”. Uma justificação dessa linha de pensamento se viu recentemente nas redes sociais quando da morte do ditador Fidel Castro, com pessoas se saindo com coisas como “Fidel realmente fuzilou milhares, mas o importante é que ninguém morre de fome em Cuba”. E nem tente argumentar em contrário.

Keynes, que não era um Fabiano mas acreditava sinceramente na capacidade e no dever do Estado de (re)ordenar e dirigir a atividade econômica, escreveu no prefácio da edição alemã de seu Teoria Geral que “a teoria da produção como um todo, que é o que esse livro tenciona oferecer, se adapta muito mais facilmente às condições de um estado totalitário, e não às condições de livre concorrência e uma grande medida de laissez-faire” (Pascal Bernardin chama a atenção para a utilização do termo “liderança esclarecida” em diversos textos da ONU, particularmente em Our Global Neighborhood, documento de 1995 da lavra da Comissão de Governança Global, em que se lê que “no capítulo final deste relatório, chamamos a atenção para aquilo que constitui uma das principais preocupações da Comissão: necessidade que o mundo tem de uma liderança esclarecida, que possa inspirar as pessoas a reconhecer suas responsabilidades uns para com os outros e para com as gerações futuras”. Qual seria a diferença, na prática, de uma “liderança esclarecida” para um ditador de facto?)

O quadro se completa com o advento da Escola de Frankfurt e o seu marxismo cultural: se os fabianos criaram as condições e as ferramentas para a destruição econômica do sistema capitalista de produção, Marcuse, Adorno e Horkheimer fizeram o mesmo no campo cultural. Estavam lançadas as bases para o ataque à família (uma “invenção burguesa”), à moral judaico-cristã e a tudo o que fundamentasse o próprio ideal de civilização ocidental liberal, tudo, nas palavras de Andrew Breitbart, embalado em palavras açucaradas que ninguém conseguia honestamente refutar, como “tolerância” e “multiculturalismo”.

Desse substrato ideológico é que surge, mormente no pós-guerra, um conjunto de mecanismos tanto concentrados quanto difusos tendentes a ordenar e a controlar a atividade econômica e a iniciativa individuais: o “estado de bem estar social”, o politicamente correto e o globalismo. Sob a justificativa de, por um lado, “corrigir” o capitalismo, e por outro socializar o bem-estar, passou-se a defender cada vez mais o agigantamento do Estado, tanto para prover “direitos” básicos (saúde, educação, transporte etc.) quanto para promover regulações que nos protegessem dos capitalistas maus.

Por trás dessas boas intenções esconde-se o que hoje é chamado de “”Estratégia de Cloward-Piven”, que consiste em sobrecarregar o estado de bem estar social com demandas individualmente consideradas justas, até que a sociedade não tenha outra escolha que não socializar irrestritamente os ganhos através de uma renda mínima garantida, dissociada de qualquer fator de produtividade. Ou seja, o objetivo declarado da expansão do estado de bem estar social é quebrar o estado burguês e implantar o estado proletário. Ponto.

A Inglaterra foi o primeiro país a realmente implantar um sistema de bem estar. A contrapartida desse sistema de bem estar foi o aumento exponencial do confisco do trabalho dos indivíduos. As taxações eram agressivamente progressivas quanto aos ganhos e no tempo, o que fazia com que os indivíduos mais ricos (incluindo, num caso famoso, os Rolling Stones) fossem obrigados a alterar seu domicílio fiscal e a residir durante certo período em outro país para evitar a tributação semi-expropriatória. Esse sistema literalmente quebrou o país em 1976, quando o Reino Unido foi obrigado a tomar o maior empréstimo do FMI até aquela data. Ironicamente, se aquele país ainda dispõe de uma rede de proteção social nos dias de hoje, o deve às reformas liberalizantes de Margaret Thatcher.

A Suécia é outro exemplo comumente citado de sucesso da social democracia. Na verdade, até Bernie Sanders, o “democratic socialist” (um conceito cabeça de bacalhau, nunca ninguém viu ao certo) dizia se inspirar no modelo nórdico. O que nunca é dito é que a Suécia foi o país que mais cresceu NO MUNDO entre 1850 e 1940. Ao tempo em que políticas redistributivistas foram implantadas por lá, os suecos já eram imensamente ricos, e a partir daí só empobreceram. Os suecos tiveram suas “décadas perdidas” entre 1970 e 1990 (período em que chegou a ostentar alíquotas de imposto de renda de até 85%), e quase quebrou em 1991, momento a partir do qual reformas liberalizantes foram implantadas, inclusive com o desmonte de grande parte da estrutura de “bem estar”.

A França, cujo sistema de saúde é um dos queridinhos da OMS, chegou a ser um os únicos países da OCDE a instituir um imposto sobre grandes fortunas, sob a presidência do socialista François Hollande. Com seu sistema de “entitlements” extremamente generoso, inclusive para imigrantes, o país decretou estado de emergência econômica no começo de 2016. Em outras palavras, quebrou.

A Alemanha, que é alardeada como um exemplo de sucesso do que ora se critica, experimentou uma década de estagnação econômica nos anos 90. Uma reforma da legislação trabalhista flexibilizou os contratos, e uma reforma previdenciária vem aumentando progressivamente a idade mínima para aposentadoria, que deve chegar a 67 anos até 2035. As universidades alemãs também já começam a cobrar mensalidades de seus alunos.

Esses exemplos demonstram que todo sistema de bem estar social tem dois destinos possíveis: a falência ou o totalitarismo consistente no confisco de todo trabalho para prover todo “direito” (esse tem sido evitado, até aqui, pela implantação de reformas paliativas). Todos nós podemos de início concordar com a premissa de que o estado deve fornecer ALGUM sistema de saúde, um sistema mínimo que atenda ao menos os mais necessitados. Mas ainda que consigamos chegar num acordo sobre o que seria o “mínimo” e o que seria “necessitado” (o que é altamente improvável), logo outros grupos começarão a pressionar pela sua inclusão nesse sistema de proteção, e todas as demandas deles parecerão JUSTAS. O mesmo se diz quanto a um sistema educacional, ou quanto a moradia, ou quanto a previdência. Um estado que pretenda fornecer esses bens a algumas pessoas estará constantemente premido a atender um número cada vez maior de pessoas, e só poderá fazer isso confiscando cada vez mais o trabalho dessas pessoas, ou através de impostos, ou através de endividamento, ou através de um processo inflacionário. Todos esses 3 meios conduzem a um empobrecimento generalizado, e cada grupo social contemplado pelo estado de bem estar reduz a liberdade de cada indivíduo, até o ponto em que todos nós somos reduzidos a escravos.

Haverá uma constante pressão pra que o sistema se expanda de maneira a atender TODAS as necessidades de TODOS, e rapidamente nos veremos inseridos num estado TOTALITÁRIO, em que aceitamos de bom grado trocar nossa possibilidade de fazer escolhas (com os inerentes riscos do fracasso na hipótese de fazermos más escolhas) pela segurança proporcionada por um poder central, que necessariamente deverá dispor de poderes ilimitados.

O risco da social democracia ou do socialismo fabiano reside justamente no fato de que a liberdade individual é tolhida gradativamente, oferecendo algum bem da vida em troca, o que no curto prazo faz com que a transação pareça inofensiva. Isso rompe com a tradição violenta das revoluções, geralmente repelidas pela maior parte das pessoas.

Assim chegamos à nossa conclusão: não existe “terceira via”. Não existe um compromisso entre livre mercado e socialismo, não existe um meio termo entre liberdade individual e justiça social. A razão é uma regra básica da economia: as demandas são virtualmente infinitas, ao passo que a oferta é sempre escassa. A economia de mercado media essa tensão através de mecanismos difusos como preço, concorrência e otimização da alocação do capital através da livre iniciativa, mas sempre serão produzidas “injustiças” consistentes em desigualdade de renda e de oportunidades. Só que a partir do momento em que o Estado toma pra si a correção dessas injustiças, simplesmente não há como parar, e o fim é ou a quebra do próprio estado ou o seu agigantamento numa ditadura totalitária.

Rafael Rosset é advogado há 15 anos, especialista em Direito Ambiental, palestrante e articulista; perfil no Twitter; e no Facebook. Escreve no Implicante às quartas-feiras.

Papa Francisco: diz que Donald Trump não é cristão, diz que comunistas pensam como cristãos

Escolhido Papa quando Cristina Kirchner ainda fazia da Argentina uma nação bolivariana, Jorge Bergoglio sempre levantou questões a respeito de suas afinidades com os ideais comunistas. Uma breve olhada na sua agenda nestes três anos levavam a crer que, sim, ele tinha algum norte socialista e levou isso ao Vaticano. Agora, o Papa Francisco achou por bem não deixar mais dúvidas a respeito.

Ao responder se gostaria de uma sociedade de inspiração marxista, respondeu com estas palavras:

São os comunistas os que pensam como os cristãos. Cristo falou de uma sociedade onde os pobres, os frágeis e os excluídos sejam os que decidam. Não os demagogos, mas o povo, os pobres, os que têm fé em Deus ou não, mas são eles a quem temos que ajudar a obter a igualdade e a liberdade.”

É curioso esse tipo de posicionamento quando críticas semelhantes são desferidas contra o presidente eleito dos Estados Unidos. O Papa não quis se pronunciar sobre a eleição dele, mas, em fevereiro, disse que Donald Trump não era cristão:

“Uma pessoa que pensa apenas em construir muros, onde quer que seja, e não em construir pontes, não é um cristão.”

A resposta de Trump foi bem ao estilo dele:

Se e quando o Vaticano for atacado pelo Estado Islâmico, o que todo mundo sabe que seria o seu troféu final, prometo a vocês que o Papa desejaria e rezaria para que Donald Trump fosse presidente, porque isso não aconteceria. O Estado Islâmico seria erradicado ao contrário do que está acontecendo agora com nossa conversa, nenhuma ação política”

Será que o Papa Francisco rezou muito por isso?

A internet do país mais socialista do mundo tem apenas 28 sites

Não há no mundo país mais socialista do que a Coreia do Norte. Em outras palavras, não há povo que tenha as liberdades mais tolhidas do que o norte-coreano. Do pouco que se sabe do cotidiano na ditadura, o horror salta aos olhos. Um detalhe recente, contudo, simboliza bem o atraso no qual está mergulhada a nação.

Uma falha de segurança permitiu ao ocidente conhecer a internet frequentada na Coreia do Norte. Em pouco foi tempo foi possível visitar todos os sites acessíveis à população. Por um simples motivo: eram poucoss. Apenas 28.

Sim, apenas 28 sites.

Além de um noticiário estatal, e serviços de empresas estatais, é possível ter acesso a páginas de culinária, educação, esportes e uma rede social aparentemente desativada. E mesmo o acesso a esse pequeno conteúdo é luxo de alguns poucos, pois o país é pobre de tal maneira que a população não consegue ter acesso a computadores.

O socialismo não dá certo. Simples assim.

A esquerda caiu com (bem) mais dignidade quando o Muro de Berlim foi ao chão

Essa não é a primeira vez que a esquerda é encurralada no Brasil por sua própria lógica. No último século, para o bem, ou para o mal, cada geração viu o esquerdismo falhar miseravelmente ao menos uma vez em seus objetivos. Mas o Implicante pergunta: você já parou para pensar no que fez o eleitor, em 1989, preferir Fernando Collor de Mello a Lula?

O primeiro turno daquela eleição se deu em 15 de novembro. Era uma semana histórica não só para o Brasil, que pela primeira vez votava para presidente após décadas, mas para o planeta: seis dias antes, o Muro de Berlim foi ao chão. Em outras palavras, o projeto que a esquerda sugeriu ao mundo tinha acabado de fracassar.

Nos debates, Collor não se cansava de apontar que Lula era o candidato dos comunistas, que o comunismo destruiu nações e gerações inteiras, e que o país não poderia cometer o mesmo erro. Quanto ao petista, calava-se até mesmo diante das acusações de que as reuniões do seu partido ignoravam o hino nacional e se encerravam ao som da Internacional Comunista.

Dois anos depois, a União Soviética também chegaria ao fim, acabando de vez com o Bloco Soviético. E como a esquerda reagiu? Dando um passo atrás, resgatando a “social democracia” e assumindo que o projeto comunista falhou onde foi implementado – ainda que com a cretina ressalva de que o socialismo real jamais fora posto em prático.

Como reage à esquerda ao fato de que quebrou o Brasil batendo todos os recordes negativos sob os cuidados de uma gestão corrupta e fraudulenta? Nega e renega. Não assume qualquer erro, não faz qualquer mea culpa, inventa mentiras, propaga desinformação, vandaliza, agride, ataca e passa vergonha.

Mesmo para os padrões brasileiros, o esquerdismo nunca viveu momento tão baixo.

Vídeo: refugiada cubana diz que, sem papel higiênico, usam jornal e livros marxistas em Cuba

Já tem quase um ano que Zoe María Martínez fez um bom barulho na internet brasileira ao dar depoimentos em português sobre a realidade que vivera em Cuba. Então com 16 anos, fugiu para o Brasil aos 12, quando finalmente conseguiu conhecer seu pai, que viera refugiado ao país com a esposa ainda grávida.

Com uma boa frequência de atualizações, ela mantém no Facebook a página Disquisições da Zoe. Por trazer a verdade sobre as barbaridades da ditadura comunista, vem sendo criticada pela esquerda brasileira, que se nega a aceitá-la.

Os vídeos em sua página abordam vários aspectos da ilha comandada pelos irmãos Castro. Abaixo, o Implicante destaca os dois minutos em que Zoe detalhou como se dá a distribuição de alimentos. Um trecho, contudo, se sobressai: trata-se do luxo que é usar papel higiênico por lá. A alternativa que resta à população é recorrer a jornais ou livros marxistas.

Para conferir o depoimento de Zoe, basta acionar o player acima.

O socialismo é tão cruel que venezuelanos abandonam animais de estimação por falta de comida

A imagem destacada neste texto foi feita por Carlos Garcia Rawlins. O fotógrafo tem registrado com sua câmera os animais de estimação que foram abandonados pelas famílias venezuelanas em decorrência da escassez de comida.

Sim, o socialismo dá errado, sempre, e não só para os seres humanos. O Implicante mesmo já noticiou que cerca de 50 animais morreram de fome em zoológico na Venezuela. Agora, descobre que nem mesmo os cidadãos venezuelanos que possuem laços com seus animais de estimação conseguem mantê-los seguros do desastre comunista.

Sorte que, agora, o governo brasileiro é outro. E a diplomacia nacional não mais tolera esses absurdos.

Vídeo: Membro do MBL tenta impedir que Câmara de São Paulo homenageie o ditador Fidel Castro

A Câmara dos Vereadores de São Paulo estava usando tempo e recursos públicos para homenagear o ditador Fidel Castro, que completou 90 anos no último fim de semana. É um absurdo daqueles que só republiquetas se permitem. Mas os tempos são outros. E esse tipo de coisa não passa mais impunemente. Fernando Holiday, do Movimento Brasil Livre, e candidato a vereador pelo Democratas, achou por bem interromper o ato para chamar o comunista pelo nome que ele merece: assassino.

Não há muita informação até o momento sobre o que aconteceu, pois a transmissão no site da Câmara foi interrompida. Mas as redes sociais do MBL informam que Holiday foi detido pela GCM, a mesma que recebe ordens de Fernando Haddad.

https://www.youtube.com/watch?v=1CHZCVwD_hM&feature=youtu.be&a

O Brasil precisa derrubar o Muro de Berlim. O quanto antes.