Sabe o Bessias, citado em grampo de Dilma e Lula? Receberá salário integral por mais 6 meses

O nome da presepada: quarentena. Se não é uma doença para as dezenas de ministros nomeados por Dilma Rousseff, é para o bolso do contribuinte que continuará pagando os salários de quase metade deles. Nada menos do que 17 ex-ministros conseguiram o benefício sob justificativa de não poderem assumir cargos por um semestre ou correriam o risco levar informações privilegiadas ao novo emprego.

Quinze desses estiveram com Dilma até o dia em que foi afastada do cargo. Assim como os outros dois, receberão R$ 30,9 mil mensais por todo um semestre. Entre os agraciados com a verba, estão Aloizio Mercadante, Jaques Wagner, José Eduardo Cardozo e Nelson Barbosa. Mesmo o Bessias, que entregou o “papel” a Lula, em conversa flagrada em grampo da Lava Jato, será beneficiado.

Até Kátia Abreu, que possui mandato no Senado, buscou a graça. Mas algum raro senso do ridículo a impediu disso.

Ao todo, 74 pedidos do tipo de um total de 2013 foram aceitos em decorrência do impeachment de Dilma. Mas restam ainda a análise de outros 32.

Dilma afirma que Delcídio tem a “prática de mentir”

10.11.2015 - Plenário do Senado durante sessão deliberativa ordinária. Em pronunciamento, senador Delcidio do Amaral (PT-MS). Foto: Pedro França/Agência Senado

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Em uma patética tentativa de desmoralizar a delação de Delcídio do Amaral, a ainda presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista nesta quarta (04) que o senador tem a “prática de mentir”. Ou seja, era o homem certo para representar o governo Dilma como seu líder no Senado.

Dilma não vai conseguir se safar do impeachment afirmando obviedades: todos sabemos que tal prática é pré-requisito, qualidade indispensável, para ingressar no Partido dos Trabalhadores.

Advogado pede afastamento de Dilma por estar “mentalmente enferma”

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Um advogado paulista entrou com representação na Procuradoria Geral da República pedindo o afastamento imediato de Dilma Rousseff da Presidência, alegando que ela está “mentalmente enferma”. A ação cita o uso de medicamentos de uso controlado para distúrbios mentais, amplamente divulgado pela imprensa, e justifica lembrando algumas decisões polêmicas de Dilma, como a intenção de dar indulto a 38 mil presas no Dia das Mães, para provar que a ainda presidente “não está no pleno gozo das faculdades mentais”.

Nossa dúvida é se algum dia ela já esteve.

Que fase! Até petistas atacam proposta das “novas eleições” de Dilma

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Após os boatos de que Dilma estaria disposta a renunciar para tentar forçar o vice Michel Temer a fazer o mesmo, após enviar ao Congresso uma lei que convocasse novas eleições, a imprensa procurou ouvir políticos sobre o tema. Naturalmente, oposicionistas e aliados de Temer criticaram a ideia. Dilma está tão desmoralizada que até mesmo um petista, o deputado Vicente Cândido (SP), apareceu para lembrar a inconstitucionalidade da proposta, uma vez que o vice já afirmou não estar disposto a abrir mão de seu mandato.

A menos que o PT consiga convencer Temer a renunciar, ele assumirá a Presidência na semana que vem.

 

Saideira: Dilma libera verbas para parlamentares a alguns dias da votação do impeachment no Senado

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Às vésperas da votação que pode determinar seu afastamento pelo Senado, a ainda presidente Dilma Rousseff liberou R$ 55,7 milhões em emendas parlamentares.  O valor total aprovado neste ano até então era de apenas R$ 8,3 milhões. Entre os agraciados, havia diversos projetos de interesse de deputados que votaram contra o impeachment, mas mesmo alguns “traidores” foram contemplados.

As emendas parlamentares são tradicional instrumento de negociação entre Executivo e Legislativo. Como até mesmo os “estrategistas” do Planalto já não acreditam mais na possibilidade de evitar o impeachment,  essa liberação atípica de verbas de interesse de deputados e senadores, além da retribuição aos que votaram contra na Câmara, parece ser mais uma manobra para engessar o Orçamento que o vice Michel Temer (PMDB-SP) terá de gerenciar.

Petistas comissionados – e a própria Dilma – já estão esvaziando as gavetas

Dilma Rousseff - fim de expediente - Foto Ueslei Marcelino Reuters

O quadro, segundo o relato, é de “fim de expediente”. Funcionários comissionados, de indicação do PT, estão atrás de vagas em administrações regionais (estados de municípios) geridas pelo partido. O problema vai ser arrumar cargos para todos eles, já que são mais de 22 mil indicados.

Já a própria Dilma Rousseff, segundo o relato, mandou limparem as gavetas do Planalto e enviarem tudo para o Alvorada, onde montará um “bunker”. Vale lembrar que seu histórico de “bunkers” não é muito louvável. Para piorar, segundo o Estadão, ela montará o tal “governo paralelo” num diretório do PT, ensejando a questão: tais documentos também iriam para lá?

No mais, esse clima de final de expediente, com ares melancólicos para os integrantes do governo, é na verdade um ótimo recomeço ao país. E com ares de otimismo para a população.

A proposta de Dilma para a economia caso não sofra impeachment? Aumentar mais impostos.

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Dilma concedeu uma entrevista a onze jornalistas nesta quarta (13) para vociferar novamente contra o “golpe” e, segundo o Estadão, esbanjar “tranquilidade e bom humor”. Perguntada sobre os planos de seu governo para a economia caso sobreviva ao processo de impeachment, a presidente acenou com mais aumentos de impostos, afirmando que precisará de “mais do que a CPMF”.

Sem João Santana, restou a Dilma apelar à surrada ideia de “pacto” pela governabilidade para para o país superar a crise. Em junho de 2013, após as manifestações, ela chegou a propor cinco pactos de uma vez. Nenhum saiu do papel até agora.

Até o Banco Central desmente defesa de Dilma sobre “pedaladas”

A reportagem de capa da Folha de S. Paulo desta quarta (06) traz dados do próprio Banco Central que desmentem a defesa de Dilma sobre as chamadas “pedaladas fiscais”. Entre 2001 e 2008, as dívidas do governo com bancos públicos e FGTS dificilmente ultrapassava 0,1% do PIB. Ao final do governo Lula, o número estava em 0,2% e com Dilma chegou a quase 1% do PIB.

O gráfico do jornal demonstra claramente como a prática começou no final do segundo mandato de Lula, quando começaram os esforços para eleger Dilma, e alcançaram níveis estratosféricos durante o governo Dilma:

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Dilma negocia cargos por votos, mas diz que só vai entregar após a votação do impeachment

Com medo de “pagar e não levar” na negociação de cargos com o baixo clero da Câmara, o governo passou a condicionar todas as nomeações que tem negociado à vitória na votação do impeachment. Nesta terça (05), a presidente afirmou abertamente em coletiva:

“O Palácio do Planalto não está pretendendo transformar qualquer reestruturação ministerial antes de qualquer processo de votação na Câmara. Nós não iremos mexer em nada atualmente”

Trata-se de um recado aos parlamentares que pretendem aceitar os benefícios oferecidos por Lula mas não cumprir o prometido no dia da votação. Toma-lá-dá-cá a céu aberto.

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Revista americana abre votação para “pior líder do mundo”. Adivinha quem está liderando com folga?

A revista Fortune está com uma enquete em seu site para saber quem é o pior líder mundial da atualidade. Sem surpresa, Dilma Rousseff lidera a votação até agora com mais de 44 mil votos, uma vantagem avassaladora de quase 40 mil sobre o segundo colocado, o governador do estado americano de Michigan considerado responsável pela contaminação da água que abastece uma área urbana com população de cerca de 100 mil pessoas.

Na lista também figuram os cartolas da FIFA (em terceiro lugar, com cerca de 2 mil votos), outros políticos americanos e CEOs de grandes corporações. Para haver uma competição de verdade, a revista deveria ter listado Dilma entre os grandes escândalos de corrupção na história (apesar de o Petrolão ter suplantado todos os outros) ou mesmo entre desastres naturais.

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