Acredite se quiser: a nova moda da esquerda descolada é xingar a “direita sertaneja”

A esquerda é uma farsa, isso todos sabemos (uns apenas fingem não saber). Mas essa ideologia farsesca precisa de uma série de mitos e crendices para que a narrativa toda funcione. Um item fundamental é a ideia (falsa, novamente) de que o esquerdismo seria algo MODERNO, ILUMINADO, NOVO, FUTURISTA. E, claro, cosmopolita.

Desse modo, ainda nesse raciocínio bizarro, a direita seria algo ATRASADO, OBSCURO, VELHO, ULTRAPASSADO. E, claro, provinciano.

É nesse contexto amalucado que surge a mais nova ofensa elaborada pelos esquerdistas: chamar os adversários de “DIREITA SERTANEJA”. Ou seja, caipira, do interior, simples, rústica – e eles consideram tudo isso “cafona”.

Mas vamos lá. Há dois aspectos fundamentais nisso. O primeiro, claro, é o fato de a palavra não ser nem minimamente ofensiva, por si. É como “coxinha”, que caiu em desuso porque no fim das contas é um acepipe pra lá de gostoso. Usar como insulto é bocó logo de saída.

O pior, porém, vem agora: é SINTOMÁTICO que a turma da bolha esquerdista veja como defeito o que a grande maioria vê como virtude. Como quando imputam a religiosidade como algo ruim ou acham um absurdo quem seja contra o bandido, não a polícia.

É mais um caso desses.

O povo simples é a maioria. O que eles consideram “caipira” é aquilo representado por 90% da população (não, não é “sertanejo” de gênero musical, mas sim da simplicidade rústica que estaria contraposta ao “avanço urbano” do esquerdismo).

Enfim, mais um tiro no pé. E, como sói, atiram em si próprios como se atingissem o outro lado. Quando forem perceber, já será tarde demais. Como tem acontecido há anos.

No fim das contas, melhor assim.