A imprensa brasileira repete contra Jair Bolsonaro a mesma estratégia que deu errado com Donald Trump

No 17 de novembro de 2017, a IstoÉ surgiu com uma capa atacando frontalmente a candidatura de Jair Bolsonaro a presidente da República. Mas a atitude não era inédita. Um mês antes, a Veja emplacara capa semelhante.

Nas redes sociais, os leitores de imediato passaram a lembrar situações inversas, quando os semanários brasileiros se deram a endossar candidaturas de políticos corruptos. Tinham por ponto a ideia de que o jornalismo brasileiro mantém uma relação promíscua com o poder – no que estão plenamente corretos.

A ativismo da mídia brasileira, no entanto, lembra bastante o encampado por jornalistas de todo o mundo contra Donal Trump um ano antes. Nesse sentido, tornou-se símbolo um trio de capas da Time. Nelas, o suposto derretimento da candidatura do republicano. Até que a publicação se deu por vencida e o transformou em “pessoa do ano”.

Insistência no erro

A inclusão digital tem permitido ao cidadão duvidar de tudo e de todos. Principalmente das fontes oficiais, ou daqueles se fazem porta-vozes. Com as capas de Veja e IstoÉ, a imprensa brasileira demonstra ser “cabeça-dura”, como quem se recusa a aprender com erros do passado.

Se a intenção do jornalismo é derrotar Bolsonaro, será preciso se reinventar. Do contrário, é bom já ir se preparando.

Guerra assimétrica – à brasileira

Atento à imorredoura tradição de importar modismos e tendências com algum atraso, o Brasil está repetindo, com grande fidelidade, o script da eleição de Donald Trump: o candidato “massa de bolo” que, quanto mais apanha, mais cresce – embora essa irreversível tendência tenha sido escondida pela imprensa dedicada a eleger Hillary Clinton. Revelada apenas pela apuração dos votos, quando já não havia o que fazer, a vitória de Trump foi tratada como uma “zebra” incompreensível, desapercebida por todos – o que depois verificou-se ser apenas a boa e velha “narrativa”, pensada como o primeiro tijolo na construção que levaria ao impeachment (alguns exaltados falavam até em golpe militar e outras soluções menos heterodoxas) do milionário. Nosso Trump, hoje, é Jair Bolsonaro. Em comum com o americano não há muito: Bolsonaro é um militar aposentado com já alguma tradição política. Tendo exercido vários mandatos de deputado federal que obteve sucesso encaminhando seus três filhos para as urnas. De posses modestas e hábitos populares, o que Bolsonaro tem em comum com Trump é a percepção causada no público de franqueza e proximidade com os anseios do povo – o que não deixa de ser verdade no caso do presidente americano, apesar de ele ser multimilionário.

Mais do que fenômenos de comunicação ou de marketing político, outro fator que explica o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas (e também a vitória “imprevista” de Trump) é a identificação de ambos pelas “massas populares”, a “maioria silenciosa” – o povão, as pessoas comuns – como antípodas da condescendência e arrogância do “establishment” progressista, encastelado há décadas no poder. E, como a face mais visível e a voz mais audível deste establishment é a grande imprensa, é observando ela e suas atuais interações com o público que é possível vislumbrar como isso vem acontecendo.

Em primeiro lugar, o funcionamento da imprensa e seu papel na sociedade mudou radicalmente há algumas décadas – não a percepção que as pessoas tem dele, mas a função imaginada por seus próprios artífices, seus integrantes. A visão do apresentador de TV norte-americano da era pré teleprompter, Walter Cronkite, narrando uma notícia importante da maneira mais objetiva, fria e clínica possível se tornou definitivamente uma coisa do passado – uma lembrança de tempos ingênuos e pueris do “hard news” e do idealismo de profissionais que não perdiam tempo com maquinações teóricas sobre “a impossibilidade de ser neutro” e outras desculpas baratas para ser parcial. A abertura da série televisiva “Newsroom” retrata Cronkite e outros célebres jornalistas americanos, como Edward R. Murrow e David Brinkley, representantes de um jornalismo hoje ultrapassado cuja maior preocupação era narrar fatos da maneira mais fidedigna possível – deixando ao público a tarefa de fazer qualquer juízo de valor. A visão editorial – a opinião do âncora ou mesmo do proprietário do jornal – era sempre deixada claramente separada.

Mas o que mudou?

Se há uma discussão longe de acabar nos meios acadêmicos do Direito é aquela sobre o poder das cortes constitucionais. O que é a constituição? Tenha a certeza de que mais de um ministro do STF dorme convicto, todas as noites, de que a constituição é o que ele disser que é. Coisa parecida acontece na imprensa. Quem decide “o que é notícia”? A própria imprensa. E, a partir do momento em que ela toma essa decisão e faz uma escolha, desencadeia o processo de pautar (ou, pelo menos, tentar) o debate público. Os episódios da exposição “Queermuseu” e da performance “La Béte” são sintomáticos: quase todos os grandes jornais e telejornais, em suas versões tradicionais e na internet, retrataram a situação como “tentativa de censura” de manifestações artísticas legítimas, equiparando as pessoas comuns que discordaram da presença de crianças nas duas exibições aos censores ditatoriais, como se exercessem algum poder além da faculdade de reclamar. Os mesmos repórteres que, dias depois, indagavam se a comédia “Como ser o pior aluno da escola” ultrapassava “os limites do humor”, posavam há pouco de defensores da liberdade de expressão. Paula Lavigne, uma espécie de Jimmy Hoffa do establishment artístico, foi outra que se irrogou nesse papel – mesmo tendo recentemente liderado uma rumorosa campanha de censura às biografia não-autorizadas de artistas e celebridades. Essas e tantas outras gritantes contradições não mais escapam à percepção das pessoas comuns, as quais, além de percebê-las, possuem meios de interagir e se expressar que eram inimagináveis há coisa de vinte anos. Nada mais passa sem reposta, sem a formação de um coro de indignados em caixas de comentários e redes sociais – o que já foi objeto de reclamação e lamúrias por parte de dezenas de jornalistas profissionais que se utilizam das mesmas plataformas. “Discurso de ódio”, “onda de ignorância” e outras figuras de linguagem hiperbólicas foram cunhadas por âncoras e colunistas que não conseguem compreender como a choldra ousa deles discordar, rejeitando sua visão de mundo e o programa ideológico que lhe dá suporte.

Assim é que a imprensa vem colhendo os frutos de sua nova função: ao deixar de servir o público para atender agendas ideológicas e a elite cultural, criou-se uma justa revolta: afinal, atividade jornalística foi concebida como algo muito diferente do que se verifica atualmente. O jornalismo é uma atividade de enorme relevância cujos praticantes não poderiam, jamais, se confundir com “vendedores”. Um vendedor é um profissional cuja atuação já nasce de um “conflito de interesses”; seu papel é convencer o consumidor a adquirir determinado produto. No fundo, não importa que ele seja melhor ou pior que o da concorrência – o vendedor é pago para fazer vender o produto “X”, e sua lealdade é toda dele. Isso é tudo que o jornalismo não deveria ser, isto é, não deveria haver nenhum “conflito de interesse”, nenhuma lealdade preordenada, nenhum compromisso preexistente senão com a verdade e a informação – coisa que hoje soa ingênua e até um pouco ridícula, não sendo improvável que isso venha ser denominado “discurso de ódio” ou alguma outra buzzword do tipo dentro de pouco tempo.

Flávio Gordon, autor do excelente “A Corrupção da Inteligência”, lançado há pouco pela Editora Record, escreveu o seguinte (p. 151-152):

“A imaginação moral da ‘elite’ cultural brasileira estreitou-se de tal maneira que a medida última da justiça ou injustiça, de heroísmo ou covardia, de bem e de mal, de belo e de feio, passou a corresponder ao posicionamento adotado em face das fúteis polêmicas midiáticas do dia, as quais giram sempre em torno das mesmas temáticas artificialmente criadas pela mentalidade progressista, todas de uma banalidade acachapante, nas quais sentir-se bem é confundido com fazer o bem, e o gosto passa por senso de justiça”.

Assim é que, no dia em que uma professora de maternal morreu com o corpo queimado para salvar alguns de seus alunos de um assassino, a “elite intelectual” discutia arduamente seus próprios privilégios e importância – tudo diligentemente sendo amplificado e passado adiante por seus compadres em redações e ilhas de edição, numa ordem de prioridades absolutamente corrompida e pervertida, tão divorciada da realidade que um clima de antagonismo e enfrentamento entre a imprensa e o que deveria ser o seu público vem crescendo. Como a audiência da novela das nove não cai, isso é apressadamente interpretado como “fogo de palha”, algo tolo e passageiro – o que nos leva de volta a Jair Bolsonaro e sua transformação em símbolo de toda essa insatisfação, depositário da ira e do cansaço do cidadão comum. Ele aparece para dizer que sim, é um absurdo que crianças de tenra idade apalpem adultos pelados a pretexto de “arte”, mas que um problema ainda mais sério são os 60 mil homicídios por ano e a relativa moleza do sistema penal. Surpresa: a maioria das pessoas pensa o mesmo. As exposições de arte erótica voltadas para crianças, no final das contas, são apenas a face mais visível e imediata de um processo maior e cuja inércia irrefreável talvez não se meça pela audiência da novela. Outra surpresa: quanto mais a imprensa bate em Bolsonaro, mais as pessoas se irritam e mais ele cresce nas pesquisas, já que é percebido como um dos poucos políticos honestos em atividade, e toda a ladainha de que seria “misógino, racista, homofóbico, fascista” etc. só tem efeito entre convertidos, isto é, dentro do próprio campo militante progressista. O mesmo processo se repete, e quanto mais a imprensa tenta defender seus compadres frequentadores da Lei Rouanet e a importância de crianças alisarem adultos nus pelo bem da liberdade de expressão, mais as pessoas comuns se revoltam e expressam sua discordância – tendo cabido a uma inocente velhinha o papel de “mártir simbólica” do fuzilamento verbal e ocular de artistas indignados em um programa matutino da TV Globo. Outro tiro que saiu pela culatra: as pessoas comuns se compadeceram de Dona Regina, e os artistas só encontraram eco entre os seus.

“Guerra assimétrica” é uma expressão mais moderna para o que, no passado, se denominava apenas de “guerrilha” – um conflito entre forças de poderio muito desequilibrado que, pelo emprego de táticas diferentes, viabiliza o enfrentamento de um poderoso exército nacional por um pequeno grupo insurgente. A imprensa detém enorme poder e vastos recursos, mas encontrou no cidadão comum um tenaz oponente a seus planos hegemônicos – e o fez simplesmente lhe insultando a inteligência.

Tiro pela culatra: CNN persegue e ameaça piadista anônimo, causando revolta na Internet

Breve recapitulação: três executivos da CNN pediram demissão após artigo ligando os EUA à Rússia, com foco em Donald Trump e o projeto “Veritas”, com câmeras escondidas, mostrou como funciona a cobertura da emissora quando se tratava desse mesmo tema. Basicamente, perseguem o tema porque dá audiência, mesmo não havendo qualquer evidência conclusiva.
Em meio a tudo isso, Donald Trump não perdeu a chance e postou um vídeo em seu perfil oficial:

Trata-se de uma montagem com um vídeo real, de quando participou do evento “Wrestlemania”.

Diante disso, o que faz a CNN? Pois é: PERSEGUIU O AUTOR DO VÍDEO. E a coisa foi tão surreal que a própria emissora divulgou tudo, dizendo que firmou um trato para que ele “não faça mais isso” e, assim, não revelaria o nome do camarada. Sim, isso mesmo, a emissora se VANGLORIOU de ir atrás de um piadista anônimo.

Reações

O Wikileaks foi direto e reto, tratando o episódio como extorsão, opinião compartilhada pelo senador Ted Cruz. Mesmo o NYT, francamente anti-Trump, não conseguiu defender plenamente a posição da CNN, ainda que trouxesse opiniões em defesa do jornalista. E Paul Joseph Watson resumiu da seguinte e acertada maneira (não sem impropérios): a CNN cometeu um erro ao se opor à internet.

E foi de fato o que a emissora vez, talvez sem perceber, de dentro da bolha, como funciona o mundo real – nem a própria internet, ao que parece.

Essas coisas, sejam em vídeo, gif animado ou montagens estáticas, fazem parte da essencia da web e a PIOR REAÇÃO POSSÍVEL é sempre a de tentar proibir ou perseguir autores. Primeiro, por ser algo até antidemocrático e, para além disso, porque é no geral inócuo. A emissora, no entanto, decidiu percorrer justamente esse caminho: o mais idiota do ponto de vista estratégico e também o mais autoritário.

Claro que nunca dará certo. No fim, a coisa se volta contra a própria emissora, que fica em péssima situação diante da opinião pública. Ao mesmo tempo, é visível o desespero dos grandes veículos diante da queda de audiência e alcance, enquanto iniciativas online – todas elas bem ‘menores’ – ganham mais e mais público.

Agora, além disso tudo, que aguentem também a “guerra de memes”.

Pecuaristas dos EUA mandam carta a Donald Trump pedindo investigação da JBS/Friboi

falamos por aqui que talvez a JBS/Friboi, apesar dos acordos realizados no Brasil, talvez enfrente problemas bem complicados nos EUA. E a coisa já começou, de uma maneira não exatamente surpreendente, mas com resultados que podem ser complicados.

Segundo informa a Folha de SP, o R-CALF United Stockgrowers of America (sindicato de pecuaristas norte-ameircanos) enviou carta ao presidente Donald Trump pedindo que o grupo brasileiro seja investigado. Até aí, nada de novo, certo? Nem tanto.

Isso porque o grande pilar da campanha e também do governo de Trump consiste no fortalecimento dos mercados nacionais. Evidentemente, esta é uma chance de ouro que ele terá para fazer valer tais princípios e, mais ainda, garantir pontos com os cidadãos de seu país.

Entenda por que, ao contrário do que fez com Trump, a imprensa silenciará diante desta foto

O rapaz sorridente da imagem acima é Justin Trudeau, Primeiro Ministro do Canadá e badaladíssimo pela imprensa. Por quê? Porque é esquerdista e, mais que isso, tem todo aquele discurso da militância classe-média-redes-sociais. Aí não tem jeito, vira herói.

Mas vamos recapitular.

Há alguns dias, Donald Trump tirou uma foto com o Papa, na qual o Sumo Pontífice estava com o semblante fechado e o Presidente dos EUA abria um sorriso. Sim, todos viram. E todos também sabem que aquilo foi usado como peça de comunicação, como comentamos aqui.

Claro que houve diversas outras fotos, mas aquela fração de segundo serviu como luva para a narrativa, passando a simbolizar um “clima” que obviamente não preponderou na reunião.

E agora Trudeau, o queridinho da esquerda, se vê na mesma situação. Um infortúnio evidentemente boboca, normal em qualquer sessão de fotos e que, por óbvio, não ganhará destaque algum.

Bobagens como essas no fim são importantes para entender o jogo feito pela imprensa.

Em tempo: Melania Trump também foi alvo de críticas por sua roupa preta que lembraria vestuário de funeral. Também sobre isso, é claro, nada será dito agora.

Pós-verdade: foto de Trump com o Papa obviamente não representa o “clima” de todo o encontro

Embora esteja na moda, a expressão “pós-verdade” costuma ser equivocadamente conceituada. Ao contrário do que alguns dizem, não se trata meramente de “mentiras espalhadas”, mas sim de ambientes em que determinadas versões valem mais do que os fatos. Exemplo clássico: torcida de futebol. Pouco importa se foi gol ou não, o que importa é a versão melhor para o time.

Em síntese, é isso.

E Donald Trump, há tempos, é o principal alvo – e às vezes sujeito – desse tipo de procedimento. Recentemente, em sua visita ao Vaticano, houve episódio desse tipo. Desta vez, por conta de uma foto com o Papa Francisco (acima, ilustrando o post).

A ideia não seria apenas mostrar o desconforto do Papa, mas sim a oposição de figuras de acordo com o julgamento da imprensa: uma ruim, uma boa; e a parte benevolente mostrando-se contrariada pelo protocolo. Para além disso, também há a intenção de deixar esse clique como MARCA e, assim, todo o encontro seria imaginado dessa forma.

Mentira, claro.

O Papa, evidentemente, riu diversas vezes. Trump também chegou a ficar sério. Porque isso é o NORMAL. O clique “famoso”, que mostra uma fração de segundo, tem puro e simples objetivo de atuar na “guerra de informação”, sendo propagado nas bolhas pós-verdadeiras em que isso é interessante.

Como a web é plural, por assim dizer, não faltou quem juntasse outras fotos – que, é bem verdade, não ganharão a mesma fama. Mas aí estão:

E houve até quem lembrasse do ex-Presidente Barack Obama:

Pois é.

Uso de véu: internautas notam a diferença de Melania Trump no Vaticano e na Arábia Saudita

Na Internet, vem sendo comentada a diferença no vestuário adotado por Melania Trump nas visitas ao Vaticano e à Arábia Saudita. O post a seguir, de Gabriel Vince, foi um dos mais compartilhados nesse sentido:

Há quem veja “derespeito” no fato de não usar véus na Arábia Saudita, pois isso fere o costume local. Pois bem, esse argumento pode ser admitido na hipótese de seu defensor TAMBÉM achar desrespeitoso o uso de véu num país não-islâmico. Pois é.

Melania Trump não agiu errado. O Vaticano, embora país com soberania, é também uma sede religiosa. A Arábia Saudita não é toda ela uma mesquita, e sim um país e, desse modo, lá deveriam prevalecer as regras civis da humanidade secular, sobretudo à esposa do Presidente de um país aliado.

A menos, claro, que alguém defenda a aplicação de regras e leis religiosas a todo um território nacional. Será? Talvez a esquerda pense assim; a mesma esquerda que considera o cristianismo uma das piores coisas do mundo.

A imprensa tentou atacar Trump, mas apenas descobriu que ele pagou mais imposto do que Obama

No início da semana, Rachel Maddow anunciou no Twitter que tinha conseguido informações sobre os impostos pagos por Donald Trump. Com isso, a internet preparou-se para mais um duro golpe na reputação do presidente dos Estados Unidos, vítima de especulações do NY Times, que noticiara a suspeita de que o republicano não recolhia impostos há 18 anos.

E o que a âncora da MSNBC conseguiu? Apenas mostrar que Trump arrecadava mais impostos (25%) do que Barack Obama (19%), ou mesmo que a empresa que a contratou (24%). Assim, quase instantaneamente, virou piada nas redes sociais.

O vídeo mais acima, legendado pela Embaixada da Resistência, detalha melhor o ocorrido.

México: reclama do muro de Donald Trump, mas deportou quase 50 refugiados cubanos

O México não quis conversa: encontrou 49 cubanos em situação irregular dentro de suas fronteiras, jogou-os dentro de um avião e mandou-os de volta a Cuba. A situação já seria por demais irônica, uma vez que o governo mexicano reclama da política migratória de Donald Trump, que pretende fazer o mesmo com os 11 milhões de imigrantes ilegais que consomem recursos públicos nos Estados Unidos (estima-se que a metade deles seja de mexicanos). Mas a situação é ainda mais complicada na América Central.

Porque Cuba ainda é uma ditadura. Deportar cubanos à ilha socialista é devolver refugiados a uma tirania da qual fugiam. Lá, serão perseguidos políticos. E não será possível confiar nas informações a respeito da situação deles, uma vez que a imprensa é censurada.

Enfim… Ainda que em menor número, o gesto mexicano é muito mais repugnante. Mas a imprensa não desenhará bigodes de Hitler na face do presidente do México.

Listamos as cinco acusações mais ridículas da imprensa contra Donald Trump

A esta altura, todos já sabemos o quanto boa parte da imprensa faz de tudo para ridicularizar ou atacar Donald Trump das mais variadas – e inusitadas – formas. Algumas dessas acusações chegam a surpreender mesmo quem já julgava ter “visto de tudo” por parte da mídia.

Resolvemos, desse modo, listar as seis mais SÉRIAS. Acompanhem.

Gravata Colada

Primeiro foi a revista TIME, que mostrou a reação da internet diante desse grave delito. E não parou por aí, já que o fato é relembrado vez por outra. Um absurdo, não é mesmo? Impossível tolerar algo do tipo.

Assinatura

Na hora do apelo, vale qualquer coisa, até mesmo recorrer a especialistas em assinaturas e escritas manuais. Desse modo, como presumível, as coisas não vão bem para o homem mais poderoso do mundo livre. Quem diz isso é a turma que julga toda a essência de uma pessoa pela forma como ela escreve determinada letra ou exprime certo garrancho. Pura ciência.

Aperto de Mâo

Sim, é sério. Nada menos que o APERTO DE MÃO do Presidente dos Estados Unidos da América entrou em debate. E, assim como a assinatura, há algo a dizer sobre a pessoa diante da maneira como ela aperta a mão alheia. Sim, claro que isso é inédito, mas como é com Donald Trump, vale tudo. Em tempo: seu estilo lembra o da molecada da infância quando cumprimentava um amigo-de-verdade, meio que numa brincadeira. Mas dane-se tudo, o que vale é traçar um perfil (negativo, obviamente) a partir disso.

Sobrancelhas

Não é mentira, realmente analisaram as sobrancelhas de Trump. O diagnóstico: ele é arrogante.

Pé no Sofá

O já famoso “Pé-no-sofá Gate” veio à tona quando mostraram uma assessora de Trump cometendo o gravíssimo delito de colocar os pés sobre o estofado de um móvel. Absurdo. Inaceitável. Até que surgiram fotos de Obama com o pé na Mesa Resolute, a histórica escrivaninha dada de presente pela Rainha Vitória aos EUA, feita com madeira de navio inglês, e então o assunto desapareceu.

Pois é

Tem de renunciar. É preciso que peçam seu impeachment. Não importa que o mercado de capitais dos EUA tenha subido vertiginosamente, pois isso se esvai diante da gravidade do pé-no-sofá, do aperto de mão, da assinatura, sem contar a sobrancelha e, é claro, a gravata colada.

Fora, Trump.