A imprensa brasileira repete contra Jair Bolsonaro a mesma estratégia que deu errado com Donald Trump

No 17 de novembro de 2017, a IstoÉ surgiu com uma capa atacando frontalmente a candidatura de Jair Bolsonaro a presidente da República. Mas a atitude não era inédita. Um mês antes, a Veja emplacara capa semelhante.

Nas redes sociais, os leitores de imediato passaram a lembrar situações inversas, quando os semanários brasileiros se deram a endossar candidaturas de políticos corruptos. Tinham por ponto a ideia de que o jornalismo brasileiro mantém uma relação promíscua com o poder – no que estão plenamente corretos.

A ativismo da mídia brasileira, no entanto, lembra bastante o encampado por jornalistas de todo o mundo contra Donal Trump um ano antes. Nesse sentido, tornou-se símbolo um trio de capas da Time. Nelas, o suposto derretimento da candidatura do republicano. Até que a publicação se deu por vencida e o transformou em “pessoa do ano”.

Insistência no erro

A inclusão digital tem permitido ao cidadão duvidar de tudo e de todos. Principalmente das fontes oficiais, ou daqueles se fazem porta-vozes. Com as capas de Veja e IstoÉ, a imprensa brasileira demonstra ser “cabeça-dura”, como quem se recusa a aprender com erros do passado.

Se a intenção do jornalismo é derrotar Bolsonaro, será preciso se reinventar. Do contrário, é bom já ir se preparando.

A esquerda americana tentou tirar votos de Trump, mas reduziu ainda mais os de Hillary

Desde a primeira quinzena de novembro, sabe-se que Donald Trump venceu Hillary Clinton por 306 colégios eleitorais a 232. Mas o sistema eleitoral americano é complexo de tal maneira que somente agora, com o ano já quase acabando, a vitória confirmada. Porque o resultado vem do voto indireto, confirmado pelos delegados escolhidos em cada colégio.

Numa jogada desesperada, e ainda em negação, a esquerda pressionou tais delegados a simplesmente traírem a confiança do eleitor americano e mudarem o voto. Sim, uma mudança desse tipo seria uma vergonha histórica. E de fato alguns votos mudaram, mas não o suficiente para alterar o resultado. Contudo, enquanto Trump perdeu dois de seus 306 colégios, Clinton perdeu nada menos do que cinco.

O placar final, portanto, ficou:

  1. Donald Trump (304)
  2. Hillary Clinton (227)
  3. Colin Powell (3)
  4. John Kasich (1)
  5. Ron Paul (1)
  6. Faith Spotted Eagle (1)
  7. Bernie Sanders (1)

Como confiar? O Facebook contará com jornalistas para escolher o que seria notícia falsa

O Facebook explicou como pretende separar o que seria notícia falsa das notícias verdadeiras. Mas a coisa soou ainda pior. Se antes havia a desconfiança de que o algoritmo responderia a marcações dos próprios usuários das redes, abrindo brechas para ações coordenada de militantes, agora há a certeza de que um pequeno número de editores será explorado.

Porque Mark Zuckerberg recorrerá a agências de notícias que se dizem especializadas em “fact checking”, um ramo do jornalismo que só escancara quão vai mal o setor, afinal, checar informações deveria ser condição primordial para que ela fosse publicada por qualquer veículo.

O problema? O risco de essa seleção atender a um viés político é ENORME. Afinal, em maio passado, o próprio Facebook foi acusado por ex-funcionários de ter editores boicotando notícias de interesse do conservadorismo americano.

E o que mudou de lá para cá? O conservadorismo venceu as eleições americanas. Com a própria imprensa sendo desmoralizada tamanha a quantidade de erros em sua cobertura.

Como ela foi punida? Ganhando do Facebook um instrumento para censurar quem ela acredita estar mentindo.

É inacreditável.

Pediram recontagem de votos contra Trump, fizeram, e ele findou com mais votos ainda

Recontagem de votos é instrumento democrático que findou queimado no Brasil graças à propaganda petista, que não queria uma recontagem de votos nas urnas eletrônicas encomendadas da Venezuela. Mas, em democracias sérias, é tão respeitado que chega a ser estabelecido em lei: a depender da diferenças de votos, o próprio estado pode refazer as contas.

Não era o caso do Wisconsin, que teve a recontagem de votos solicitada pelo Partido Verde, a linha auxiliar da esquerda americana. Na primeira apuração, Donald Trump venceu Hillary Clinton por 22 mil votos. Jill Stein, que ficou em quarto lugar na disputa, exigiu uma segunda. Ela veio e… Trump recebeu 162 votos a mais.

Acontece.

Quão irônico é a CIA reclamar que outro país interferiu no processo eleitoral dos EUA?

A notícia que animou a imprensa – com o perdão da redundância – esquerdista nos últimos dias mostrou a Rússia interferindo na eleição que findou em Donald Trump na Presidência dos Estados Unidos da América. Então vamos com calma.

Segundo dois jornais americanos, a CIA (e o FBI) estaria convicta de que hackers russos invadiram contas de emails de autoridades do governo americano. E repassaram tais informações ao WikiLeaks, que aterrorizou a campanha democrata com um bombardeio diário.

Nenhum julgamento de valor é feito a respeito do conteúdo dos emails. Mas isso nem vem ao caso.

É uma notícia engraçada por dois aspectos. Pois confessa uma incompetência do governo Obama em proteger informações privilegiadas de sua própria gestão. E porque se trata da mesma CIA que tantas vezes é acusada de interferir em eleições de outros países – inclusive no Brasil, onde teria resultado em um período ditatorial que durou 21 anos.

Ironia das ironias.

Fake news?! Que nada! Vitória de Trump teria vindo de notícia REAL reverberada na imprensa

Nate Silver ganhou o respeito da esquerda – e de todo o resto, na verdade – porque previu milimetricamente as vitórias de Barack Obama em 2008 e 2012. E teve grande culpa na crença cega de que Hillary Clinton venceria fácil agora em 2016, uma vez que previu 81% de chances para ela.

Mas deu Donald Trump. E Silver, como o resto do mundo, tenta até hoje entender o que aconteceu.

Enquanto a imprensa passa vergonha tentando censurar sites alternativos, acusando-os de espalhar boatos que teriam custado a vitória democrata, chegando ao cúmulo de apontar uma cidade minúscula da Macedônia – onde uns blogueiros faziam troco com anúncios – como a responsável pelo resultado da eleição presidencial na maior democracia do mundo, o pesquisador encontra outra justificativa. Ironicamente, uma notícia real que foi reverberada por toda essa patética imprensa.

Trata-se da reabertura da investigação sobre os emails sumidos de Clinton. Segundo Silver, até 27 de outubro, a vitória da democrata estava garantida. Mas os votos começaram a virar com o FBI entrando em campo.

Mesmo a prematura saída dos investigadores pode ter rendido ainda mais desconfianças.

Faz muito mais sentido do que achar que a maior potência do planeta teria se rendido a boatos de blogueiros.

Ainda sobre “fake” news: se uma notícia é falsa, você não a censura, você a desmente

Continua crescendo na imprensa a vontade de censurar veículos alternativos que tiram-lhe o protagonismo, afinal, possuem estes mais liberdades para cobrir a realidade como ela merece ser coberta. Para tanto, a “velha mídia” insiste que tais publicações focam-se em notícias falsas, e pressionam empresas de tecnologia para que as boicotem em seus algoritmos. É um absurdo! E um tiro no pé.

Porque, diante de uma notícia falsa, você não a censura, você simplesmente a desmente. É, por exemplo, o que o Implicante não se cansa de fazer aqui neste espaço. Do contrário, restará a sensação de que o censurado não dizia mentiras, mas verdades que incomodavam forças ocultas – ou nem tão ocultas assim.

No novo capítulo dessa guerra, a imprensa internacional explica que mais pizzarias passaram a ser alvo do “PizzaGate”, um denúncia que ganhou corpo nas redes sociais colocando membros da campanha de Hillary Clinton como líderes de uma rede de pedofilia e satanismo. Todo o boato teria sido evitado se, desde o início, imprensa e pessoas envolvidas tivessem de imediato desmentido qualquer rumor e esclarecido a confusão armada com fotos em redes sociais, comentários dúbios e emails vazados. Mas o comprometimento com o partido democrata era tamanho que não se permitiram sequer tocar no assunto. O resultado? Ele cresceu e fugiu do controle.

Agora, usam uma descarada censura para conterem danos e até mesmo sobreviverem como marcas de informações confiáveis.

Não irão obter sucesso na investida. A opinião pública sempre toma as dores do censurado.

Fake news?! O fracasso da imprensa em 3 capas da Time sobre Donald Trump

Em 22 de agosto de 2016, a revista Time colocou uma ilustração de Donald Trump em sua capa. Nela, o candidato republicano aparecia derretendo. Dois meses depois, a ilustração seria reprisada, mas ainda mais transfigurada. Ao lado, o destaque: derretimento completo.

Na capa mais recente da revista, já eleito presidente dos Estados Unidos, Donald Trump surge como “Pessoa do Ano de 2016”.

O feito dele? Além de conquistar a Casa Branca, derrotou uma imprensa tendenciosa, manipuladora e completamente descolada da realidade. E que agora tenta censurar veículos alternativos acusando-os de ganhar dinheiro com notícias falsas.

Fica no ar a questão: aquelas duas primeiras capas eram “fake news”?

Time elege Donald Trump a “Pessoa do Ano” em 2016

E Donald Trump foi eleito a Pessoa do Ano pela Time, que promove essa edição especial desde 1927. Quem entende a lógica do prêmio não se assusta com a escolha. Desde 1932, cada presidente americano foi escolhido ao menos uma vez. Mais recentemente, a simples conquista da Casa Branca vem sendo destacada.

Há também o fato de que o prêmio não é necessariamente uma honraria, ainda que a maioria dos celebrados sejam personalidades de bom caráter. A revista dedica suas capas especiais às personalidades que mais se destacaram no ano que se finda, e isso vale para o bem, ou para o mal. Tanto que tiranos como Adolf Hitler e Josef Stalin já foram premiados.

Se Donald Trump será herói ou vilão? Só o tempo, e não a imprensa, dirá.

Ninguém reclamará de “discurso de ódio”: Axl Rose pede a fãs para espancarem boneco de Trump

Não é só no Brasil que a classe artística vive de puxar o saco de políticos esquerdistas. Nos Estados Unidos, após um hiato de 8 anos em que praticamente nenhum artista relevante protagonizou atos de protesto contra Barack Obama, começam a reaparecer cenas que ridicularizam o presidente da República. No caso, o presidente eleito, já que Donald Trump ainda não assumiu.

No vídeo acima, Axl Rose leva um boneco do republicano para o palco de uma apresentação realizada no México. E pede aos fãs para espancarem a caricatura com cassetetes, em especial, na cabeça. É tarantinesco, violento e engraçado, principalmente por estar ao sul da fronteira sul americana, alvo de muita controvérsia na campanha.

O Implicante não repudia a manifestação pois entende que tudo não passou de uma brincadeira, que desagradará a alguns e agradará a outros como é natural de qualquer piada. Mas não pode deixar de notar que, neste caso especificamente, ninguém reclamará de “discurso de ódio”, uma desculpa esfarrapada usada pela esquerda para calar seus adversários.