Palco da última onda de violência, o ES gasta 5 vezes mais com presos do que com estudantes

Foto: Rennett Stowe

No Espírito Santo, cada estudante da rede pública custa, em média, R$ 375,00 ao Estado. Contudo, cada presidiário consome cinco vezes mais recursos, atingido R$ 1.750,00 por mês.

Segundo a Gazeta Online, o que se investe hoje nos 19.950 detentos capixabas poderia acrescer 93 mil novos estudantes aos 256 mil que já cursam o ensino médio por lá.

A conclusão óbvia: um presidiário é muito caro. E isso, claro, precisa ser melhor explicado pelas autoridades.

Não seria estranho se grande parte dessa verba estiver sendo desviada por corruptos.

Bastou tirar a PM das ruas como quer a esquerda para os homicídios multiplicarem por 6 no ES

A esquerda é muita clara quando canta em seus protestos: “Tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar“. Pois bem… Sem a PM nas ruas do Espírito Santo, o estado viu 62 homicídios em apenas três dias. Mas é um número que não para de crescer. Na contagem mais recente, chegou a 75.

Quão pior é isso? Baseado apenas no dado já defasado, o Sindicato de Policiais Civis do Espírito Santo descobriu que, em relação ao mesmo período de 2016, houve 6,41 vezes mais mortes violentas.

Sim, o preço de tirar a PM das ruas do Brasil é contabilizar o óbito de muitos brasileiros, possivelmente os mais pobres.

E a esquerda cantando que “tem que acabar“.

Para desespero da esquerda, as forças armadas foram ovacionadas nas ruas do Espírito Santo

Em seus atos políticos, a esquerda vem se acostumando a cantar que quer “o fim da polícia militar“. Infelizmente, no último 6 de fevereiro, o Espírito Santo experimentou na pele essa ideia estúpida. E pagou caro – com muito sangue – a ausência da PM em suas ruas. Saques, arrastões, assaltos, assassinatos e até mesmo execuções de inocentes, todo esse caos foi filmado e jogado nas redes sociais.

O socorro federal foi requisitado para conter a onde de violência. Foi quando as forças armadas entraram em campo. E, para desespero dos esquerdistas, os soldados foram ovacionados pela população local.

https://twitter.com/carlosjansenc/status/828720882474446852

Infelizmente, percebe-se pelas imagens, tratava-se de um efetivo pequeno. Espera-se, contudo, que já seja o suficiente para impôr alguma ordem ao caos instaurado.

O Implicante sinceramente torce para que outras medidas do tipo não precisem ser tomadas nos demais estados.

A esquerda adora pedir “o fim da Polícia Militar”; caos capixaba prova que isso daria errado

Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da polícia militar!” Você já deve ter ouvido esses versos por aí. Porque o jornalismo brasileiro adora filmá-los na boca de alguns manifestantes esquerdistas. Normalmente, são gritados de frente para as forças policiais que a fazem a segurança do próprio evento. Em alguns casos, a provocação surte efeito e tudo termina na confusão desejada pelo esquerdismo.

Mas como se daria o “fim da polícia militar” na prática?

Os versos não explicam. Mas o Espírito Santo vem vivendo uma tragédia que mostra como a Polícia Militar faz falta.

Em janeiro, Vitória teve quatro assassinatos. Mas, no último sábado, contudo, a PM iniciou uma paralisação. Até a redação deste texto, 51 mortos foram encontrados nas ruas da capital no intervalo de apenas dois dias. O caos ainda conta com saques, arrastões, assaltos a mão armada e brigas de rua.

Não, a Polícia Militar não é uma instituição perfeita, ou nem teria se dado a uma paralisação. Sim, ela precisa melhorar muito. Mas essa melhoria só virá com o apoio da população, e não com as provocações esquerdistas.