Vídeo: ex-guerrilheira confessa o real objetivo da esquerda durante o regime militar

Ao lidar com a história, é preciso ter olhar crítico para TODOS os lados, sempre. Não faz sentido, por exemplo, repudiar o período militar do Brasil das décadas de 60/70/80 e ao mesmo apoiar a ditadura de Getúlio Vargas. A esquerda faz isso. Além, claro, de apoiar ditaduras como a cubana e a venezuelana.

Mas sigamos.

Os movimentos de guerrilha urbana, por óbvio, não pretendiam depor o regime para implantar uma democracia. Isso é balela. A ideia sempre foi a de promover uma revolução em que se instituísse uma ditadura, como ocorreu em alguns países.

Nada melhor, portanto, do que a opinião de alguém que estava lá. Confiram:

Pois é. Trata-se de Vera Sílvia Magalhães e o vídeo na íntegra poder visto aqui.

Vídeo: esquerda bate recorde de fiasco e leva meia dúzia para a Praça dos Três Poderes

A esquerda já ‘dominou’ as ruas, e gabava-se disso havia décadas. Claro, era um domínio baseado na força e na estrutura de algumas entidades, mas enfim, eles conseguiam ao menos juntar centenas de pessoas, para garantir fotos relativamente satisfatórias em plano fechado.

Foi-se o tempo. Vez por outra abordamos os fiascos, como em Curitiba, ou mesmo as manifestações deste último domingo.

Agora, porém, chegou-se a um novo patamar. O vídeo a seguir, divulgado pela repórter Andréia Sadi, da Globonews, mostra a Praça dos Três Poderes no início da noite desta segunda-feira. Contem o número de pessoas:

Contamos sete, mas pode ter mais alguém no fundo.

Enfim, o povo não quer saber de manifestações em favor de partidos.

Integrantes de marcha esquerdista invadem churrascaria e agridem donos e funcionários

Oficialmente denominada “Marcha Antifascista”, a manifestação, por óbvio, é um evento de esquerdistas. A ideia de imputar “fascismo” aos adversários é tática narrativa pura e simples, que obviamente não pega, sobretudo quando se observa quais governos atualmente essa turma apoia.

Mas sigamos.

Ontem, houve uma dessas, no centro de São Paulo. Caminhada, gritos de guerra, e então vidraças foram quebradas. A PM, desse modo, precisou agir e então deu-se o pior. Quatro homens e um adolescente se envolveram em atos de vandalismo que culminaram na invasão de uma churrascaria.

Lá, segundo relata a Secretaria de Segurança Pública, os donos e funcionários foram agredidos. Os homens foram detidos e o adolescente, apreendido – eles estavam armados com pedaços de madeira, barras de ferro e facas.

Quem é mesmo fascista?

Pegadinha da hipocrisia: pessoas que acolheriam imigrantes mudam de ideia quando um aparece

Eis mais um formidável trabalho da turma dos Tradutores de Direita. Desta vez, as legendas vão para um vídeo que mostra a completa hipocrisia do pensamento esquerdista.

O repórter faz uma série de perguntas e as respostas são todas favoráveis à doutrina esquerdista acerca dos refugiados. Todos com corações puros e intenções nobres, a ponto de reconhecer que receberiam em sua própria casa.

Isso, claro, até aparecer o imigrante. E começa aquele festival de “opa, não é bem assim”, “veja bem”, “agora tá fica muito em cima”, entre outros.

Confiram, é imperdível:

Uma síntese do esquerdismo.

A Venezuela tornou-se uma ditadura com ajuda – por vezes financeira – da esquerda brasileira

06.12.2015 - Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Ejemplo para definir el significado de Ineptocracia. Foto: Hugoshi

Algumas coisas precisam ficar muito claras para a opinião pública. Antes de mais nada, a Venezuela já é uma ditadura há muito tempo, mas agora chegou a um nível tão baixo que mesmo a imprensa, um setor altamente tomado por esquerdistas, aceita essa denominação.

Nicolás Maduro, o ditador que está destruindo o país, chegou ao comando como vice de Hugo Chávez, reeleito em 2012, mas morto no ano seguinte. E o petismo tem imensa participação nessa vitória, não só pelo apoio moral que dava à investida bolivariana no vizinho mais ao norte. O marketeiro da campanha vitoriosa era do PT. E João Santana foi pago por esquema investigado pela Lava Jato envolvendo a Odebrecht.

Mas não parou por aí: recursos do BNDES foram usados para impulsionar a empreiteira por lá.  E Marcelo Odebrecht já confessou ter sido o “otário” por se vir obrigado a investir em projetos nos quais não acreditava. O excedente – resultado do superfaturamento das obras em questão – era usado para viabilizar pagamentos no exterior. Tudo isso foi confessado em depoimento recente ao TSE.

Em outras palavras, a esquerda brasileira ajudou a construir uma ditadura na América do Sul. E, até o momento da redação deste texto, está fingindo que o problema não é com ela.

A situação anda tão bizarra que há no Brasil um sindicato de funcionários de sindicatos

O Antagonista descobriu essa e merecidamente chamou de piada pronta. Há um número tão excessivo de sindicatos no Brasil – fala-se em mais de 15 mil – que os funcionários dessas entidades criaram sindicatos próprios. O paulista se chama Sindicato dos Empregados em Entidades Sindicais do Estado de São Paulo.

Essas organizações vivem do imposto sindical, por isso discute-se muito o fim dessa farra com o dinheiro do trabalhador brasileiro. Há um projeto a ser discutido no governo Temer, mas tudo indica que será usado apenas para compra de apoio à reforma previdenciária – um problema muito mais sério, convenhamos.

De qualquer forma, já é um avanço debater o tema. Em outras épocas, e não faz muito tempo, a mera menção à ideia renderia o linchamento público de quem a defendesse.

Oficializaram: São Paulo superou a crise hídrica e com lucro recorde para a Sabesp

Ainda sob os desmandos do governo Dilma, o drama paulista foi reverberado para todo o país como forma não só de atingir Geraldo Alckmin, que governava São Paulo, mas também Aécio Neves, que disputava com Rousseff a Presidência da República. Pelo discurso do petismo, São Paulo tinha ficado sem água em decorrência de uma péssima administração tucana. E só o PT seria capaz de evitar uma tragédia que superaria décadas.

Mesmo em 2015, o tema foi explorado sempre que a população ia às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff. Enfim… Politizaram a crise hídrica, tudo com a devida conivência da imprensa, que adorava pautar o tema e praticamente comemorar cada baixa no sistema Cantareira.

No momento da redação deste texto, pelo índice historicamente divulgado, o Canteira encontra-se com 95% de sua capacidade. Tudo isso apenas dois anos e meio após aquela disputa. Em outras palavras, o eleitor de São Paulo fez a opção certa ao reeleger Alckmin como a pessoa mais preparada para gerenciar a crise.

Agora, a Sabesp decretou que o problema está superado. E com lucro para a empresa, que fechou 2016 com saldo positivo de R$ 2,9 bilhões, um recorde histórico. A saúde financeira da estatal era outra preocupação.

A companhia aproveitou para informar que 75% deste lucro será reinvestido em saneamento em todo o estado de São Paulo. Melhor assim.

Na semana em que surgiu na nova lista de Janot, a esquerda montou dois palanques para Lula

Primeiro, foi a “greve geral” que não era greve geral, mas um protesto esquerdista que tumultuou o meio de semana do brasileiro. Depois, a inauguração da transposição do Rio São Francisco que não era inauguração, pois já havia sido inaugurada dias antes por Michel Temer. Com isso, Lula ganhou da esquerda dois palanques para discursar na semana em que despontou na segunda lista de Janot. Tudo isso sem disfarçar que está em campanha – antecipada! – de olho em 2018. Tudo isso com a devida cobertura cínica da imprensa, que deu mais atenção ao circo montado pelo PT do que ao evento oficial.

Em outras palavras, a esquerda segue peitando a Justiça.

É claro que essa iniciativa será merecidamente revisitada nas eleições do ano que vem. Não adianta depois reclamar do resultado das urnas.

A opinião pública segue atenta. E, caso se distraia, o Implicante faz questão de chamar-lhe a atenção.

Basta checar a “cor” do ato para confirmar que não era o Brasil, eram os partidos vermelhos

O Brasil amanheceu o 15 de março de 2017 com a imprensa fazendo uma “cobertura de guerra”. Em qualquer canal que ligasse, em qualquer jornal que abrisse, o brasileiro veria repórteres narrando o que seria um acontecimento político histórico, uma – nas palavras deles – “greve geral”. Mas as próprias imagens os desmentiam: apenas um punhado de militantes tumultuavam o trânsito e tentavam causar algum transtorno ao cotidiano do cidadão.

Ao final do dia, ficou mais claro o que estava acontecendo. Para tanto, basta conferir a imagem mais acima. Estavam lá as mesmas camisas, bonés e balões vermelhos de sempre. E um palanque montado para receber Lula. Não era greve geral, era só um protesto esquerdista tentando salvar Lula dos problemas que vem enfrentando com a Justiça. Tudo com a devida conivência de uma imprensa aparelhada por militantes esquerdistas.

Na dúvida, basta contar as bandeiras brasileiras que surgem na imagem. Você encontra alguma?

Greve geral?! Não! Greve de setores tomados pelo esquerdismo parasitário

Mais uma vez, a imprensa está toda serelepe cobrindo o que ela própria está chamando de “greve geral”, uma porção de protestos que estariam ocorrendo no Brasil contra a reforma na previdência. Mas basta ligar a TV, ou mesmo ler o noticiário, para confirmar que se trata da mesma e cansativa lorota de sempre: o esquerdismo está nas ruas tentando causar transtornos e enfraquecer aqueles que ficaram no poder.

Contudo, e ao mesmo tempo, fazem um favor ao país. Pois entregam os setores ainda tomados pela esquerda. Se havia alguma dúvida das entidades que seguem aparelhadas por partidos vermelhos, já não há mais. A greve não é geral, é partidária, é esquerdista.

Pois a esquerda não é o povo. Na dúvida, basta consulta o resultado das últimas eleições. Quanto ao povo, está na parada de ônibus buscando uma forma de chegar ao trabalho. O povo está trabalhando de casa. O povo está caminhando a pé.

O povo não foi convocado para este ato, somente os militantes. Do contrário, não estaria sofrendo com o transtorno causado, mas comemorando-o.