Sobre o Estado Islâmico, eis o que publicou o vereador mais votado do PT

Por 24 anos, Eduardo Suplicy foi um dos três senadores de São Paulo. Até que perdeu a cadeira para José Serra. Dois anos de ostracismo depois, disputou uma vaga como vereador paulistano e findou como o mais votado do PT. Hoje, há quem o veja como único presidenciável da sigla, pois seria um raro exemplo a carecer de problemas com a Justiça.

Pois bem. Não há muito o que comentar. Só mostrar o que o “presidenciável” publicou sobre o Estado Islâmico, aquela facção terrorista que degola, escraviza, estupra e comete as piores barbáries possíveis por puro sadismo religioso.

Esse é o tipo de pensamento tosco e ingênuo que permite ao Estado Islâmico causar tantos danos ao Ocidente. Não há qualquer resquício de racionalidade na lógica do grupo terrorista. Esperar deste algum gesto de humanidade é demonstrar total desconhecimento da guerra em curso.

O Ocidente precisa se proteger. E esse discurso precisa sair do caminho.

No primeiro dia da gestão Trump, o Estado Islâmico sofreu 31 ataques aéreos dos EUA

Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos na tarde de 20 de janeiro de 2017. No discurso de posse, prometeu varrer o Estado Islâmico do mapa. Quando começaria os trabalhos? Era uma incógnita. Mas não demorou muito.

No dia seguinte, os terroristas do Estado Islâmico sofreram 31 ataques aéreos das forças armadas americanas. Deste total, 25 foram conduzidos na Síria, enquanto os outros 6 miravam o Iraque.

É um começo.

Na véspera do atentado à feira natalina, o Papa fez uma explícita defesa dos migrantes

A doutrina religiosa defende que o líder da igreja fundada por São Pedro e São Paulo não seja questionado. Mas, por mais que respeite o catolicismo, o Implicante precisa ler os movimentos do Papa Francisco do ponto de vista político. Ademais, a postura de Jorge Mario Bergoglio já vem sendo questionada por ferrenhos defensores do cristianismo, como o filósofo Olavo de Carvalho.

Dito isto, é preciso relembrar que o mais recente atentado terrorista a assustar o mundo mirou uma feira natalina em Berlim. E não foi por acaso: já havia uma orientação do Estado Islâmico para que alvos do tipo fosse explorados com a proximidade do natal.

Você, leitor do Implicante, que tanto vê o Papa Francisco se pronunciar sobre a eleição de Donald Trump, a situação de Cuba ou a crise dos imigrantes, viu alguma resposta dele a estas vítimas?

Pois é… Ela existiu. Mas de fato foi tímida. Um telegrama assinado Cardeal Secretário de Estado, no qual lamentou as mortes, disse-se de luto, pediu a Deus pela cura dos feridos, agradeceu as equipes de socorros e condenou o terrorismo.

No Twitter, a mensagem foi tão genérica que resta até mesmo a dúvida sobre se estava de fato remetendo-se ao atentado:

Na véspera do atentado, contudo, o Papa Francisco foi bem explícito ao defender o acolhimento de refugiados:

Parece pouco. Bem pouco. A guerra que está em curso é por demais grave. E Bergoglio não soa alguém que compreendeu isso.

A esquerda teme a islamofobia, mas vítimas do atentado estavam numa feira cristã

O mais recente atentado terrorista na Alemanha matou doze pessoas e deixou mais de 50 feridos. As vítimas estavam numa feira natalina na praça Breitscheidplatz, em Berlim. Não foi coincidência. O Estado Islâmico teria pedido ao seus seguidores que levassem o horror a eventos do tipo na Europa.

Mesmo com dezenas de vítimas cristãs, com uma dúzia delas vindo a óbito, a esquerda está nesse momento ocupando as redes sociais com discursos contra a islamofobia.

O Implicante acha que está mais do que na hora de se discutir a cristofobia. Resta evidente que ela não só existe, como mata. E que precisa ser combatida para que vidas inocentes não sejam levadas por preconceito religioso.

 

Graças à burocracia, Alemanha concede asilo até mesmo a “refugiados” de nações sem conflito

Picture taken during Wikipedia Bundestag project 2014. Angela Merkel. 10 September 2014

O jornalista Jean-Philip Struck conhece bem a Alemanha e usou sua conta no Twitter para explicar um dos aspectos mais estranhos desse atentado terrorista que vitimou ao menos 12 pessoas numa feira natalina em Berlim. Porque autoridades alemãs confirmaram que o motorista do caminhão era um refugiado paquistanês. O que não faz sentido, uma vez que o Paquistão não está em guerra.

Struck explicou que o sistema de asilo alemão é bem “caótico”. E que recebe pedidos de asilo até mesmo de supostos refugiados de nações que nem em conflito se encontram. Mas que cada caso enfrenta uma boa burocracia até ser analisado. Nesse intervalo, o solicitante segue residindo no país.

“O sistema de asilo na Alemanha é bem caótico. Um cidadão de um país que não está em guerra pode tentar ganhar status de refugiado. Na maioria das vezes, eles são rejeitados. Mas, até que o caso seja analisado, eles podem ficar no país. Alguns ficam até depois da rejeição. Ficam até que sejam feitos preparativos para seu retorno. Os que estão esperando pelo status, ou caíram na fila dos “tolerados”, contam naquela grande soma de chegadas de 2015/16 ao país. Alguns veículos dizem que o sujeito chegou em fev. de 2016. Se for o caso, é provável que o pedido dele ainda estivesse sendo analisado. Nesse caso, ele podia ficar andando livremente pela Alemanha.”

Contudo, no momento da redação deste texto, a polícia alemã cogita a possibilidade de o verdadeiro terrorista ainda estar solto nas ruas da Alemanha.

O dia em que a imprensa noticiou terroristas islâmicos como “atirador” e “caminhão”

De frente para as câmeras, um terrorista dispara o que possui de balas contra um embaixador russo. Ele faz o gesto terrorista. Ele grita lemas do terrorismo islâmico. Ele aguarda a morte da mesma forma como tantos outros terroristas islâmicos aguardam. Estava na cara que era mais um capítulo dessa trágica história recente. Mas a imprensa o chama, até o momento da redação deste texto, de “atirador”.

Horas depois, um atentado muito semelhante ao de 14 de julho de 2016 ocorre, mas não em Nice, e sim em Berlim. Um caminhão avança sobre uma feira natalina. Até a redação deste texto, doze pessoas morreram. Tem toda a estrutura já tão conhecida do terrorismo islâmico. Todas as confirmações que surgem apontam na mesma direção da tragédia anterior. Mas o terrorista vai para a manchete como “caminhão”.

Quanto à suspeita de terrorismo, é reduzida à letra miúda do subtítulo.

Essa é a mesma imprensa que não compreende o descrédito no qual vive hoje. Que enfrenta demissões em massa quinzenalmente. Que perde cada vez mais espaço. E que tenta se salvar pressionando empresas de tecnologia para que boicotem sites alternativos sob a desculpa de que estariam propagando notícias falsas.

Vídeo: senador Magno Malta compara a tática da esquerda estudantil à do Estado Islâmico

Magno Malta. Screenshot: Twitter.

Magno Malta usou o Twitter para se colocar contra as invasões das escolas pelos esquerdistas. E comparou a tática dos militantes com a do Estado Islâmico, que recruta seus soldados ainda na adolescência, quando estão suscetíveis até mesmo às influências mais bizarras.

O senador se pronunciou com as seguintes palavras:

Estão fazendo igual ao Estado Islâmico. O Estado Islâmico pega adolescente e faz a cabeça dos meninos para depois virar terrorista. Vocês estão fazendo deles terroristas. Por que vocês não têm coragem de contar a verdade para eles, esquerdopatas derrotados que o povo brasileiro derrotou nas eleições? Digam a eles que o Brasil tem quase 15 milhões de desempregados e que foram vocês que provocaram isso. Digam a eles que Dilma cortou R$ 15 bilhões da educação. Digam a eles que Dilma cortou R$ 10 bilhões da saúde.”

São termos fortes de uma declaração forte, mas, guardadas as devidas proporções, há sentido na comparação. Acuada, a esquerda abre mão de qualquer escrúpulo e tenta se refundar dominando o discurso já desde a adolescência ou até mesmo infância, vide as tentativas de inserir suas pautas já na educação infantil.

Mais do que nunca, a esquerda se assume como um mal a ser combatido.

Relativizar tragédias é uma forma que a esquerda encontrou para mascarar apoio ao terrorismo

A esquerda encontrou sua força política na negação dos valores ocidentais. Por isso, tende a nutrir simpatia por qualquer ato ou ator que se volte contra o Ocidente. Mesmo que estes atos ou atores protagonizem absurdos dos mais sangrentos. Nestes casos, contudo, a dissimulação é o meio. Pois mesmo a inconsequência esquerdista sabe que declarar apoio aberto ao terrorismo seria um tiro no pé irremediável.

Quase um ano depois dos ataques de novembro de 2015, a esquerda brasileira ainda busca brechas no noticiário para relativizar a ação terrorista em Paris. Dessa vez, o pretexto foram as centenas de mortes ocasionadas por um furacão na América Central.

Um dos sites que mais reverberam esse tipo de ideal no Brasil publicou em suas redes sociais: “É claro que não dá para mensurar o valor de uma vida: toda vida importa. Mas os 180 mortos no atentado de Paris, em novembro de 2015, comoveram muito mais que os quase mil do Haiti. POR QUÊ?“.

Ora… Apesar do gigantesco número de vidas perdidas em ambos os casos, foram duas tragédias bem distintas. No Haiti, o resultado de um fenômeno da natureza. Na França, da maldade humana. Mas, mais do que isso, o terror em Paris mirava frontalmente os ideais defendidos por quase todos os povos ocidentais, o que gerou um alerta em toda a metade oeste do planeta.

Chama mais atenção, contudo, o incômodo esquerdista com a comoção gerada em novembro de 2015. Já na época, as mortes foram relativizadas, e a retórica nem era novidade, uma vez que havia sido explorada no atentando contra o Charlie Hebdo, e nas bombas explodidas na maratona de Boston. Os mais velhos devem lembra que nem mesmo o 11 de setembro foi poupado da relativização.

No fundo, o que está em jogo é um apoio velado a qualquer coisa que enfraqueça o Ocidente. Nem que este apoio implique no derramamento de muito sangue inocente.

Em áudio, terroristas islâmicos planejavam ataque na última semana da Rio 2016

A Operação Hashatg foi deflagrada em 21 de julho tendo como alvos 12 seguidores do Estado Islâmico que planejam ataques terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Na ocasião, foram todos detidos. Numa segunda fase, outros dois foram somados ao grupo. No último dia 16, oito deles viraram réus.

Um áudio publicado pela revista Veja data de quatro dias antes, no caso, de 17 de julho. Nele, Abu Khaled (codinome de Leonid El Kadre de Melo) ordena aos demais integrantes que fingissem desinteresse no islamismo. E sugere que parem de frequentar mesquitas ou que até mesmo cortem as barbas. Motivo: em 30 dias – ou seja, por volta de 17 de agosto – atacariam independente da quantidade de participantes.

A Rio 2016 aconteceu entre os dias 5 e 21 de agosto.

Quando da deflagração da operação, a esquerda criticou o governo Temer tachando a ação de injustificada. Mas um dos maiores especialistas em Estado Islâmico concordou com as prisões do Brasil.

Para ouvir o áudio, basta acionar o player acima.

O Estado Islâmico planejava explodir a torre de Pisa, mas a Itália agiu a tempo de impedir

O governo italiano deportou um tunisiano suspeito de planejar um ataque com bombas à Torre de Pisa. O nome do jihadista era Bilel Chiahoui, tinha 26 anos e listava no Facebook fotos do que chamava de “mártires” islâmicos. Ele também não escondia o desejo de morrer como seus heróis.

Segundo as autoridades italianas, havia razões para acreditar que o terrorista planejava um ataque ao ponto turístico, mas também cogitava como alvos alguns aeroportos ou mesmo estações de trem. No dia 11 de agosto, ele chegou a viajar de Turim para Pisa, mas foi detido antes que pudesse fazer algum mal.