Erdogan diz que turcos são o “futuro da Europa” e pede que tenham muitos filhos por lá

Muito se fala na “islamização da Europa” e, recentemente, tal debate ganhou cores mais fortes. Além dos incidentes que ocorrem no velho continente, a tensão entre Holanda e Turquia tem levado o tema para além dos patamares mais razoáveis.

Desta vez foi o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, que emitiu declarações não exatamente pacificadoras, tais como a seguinte, dirigida a seu próprio povo:

“Não tenham três, mas cinco filhos! Porque vocês são o futuro da Europa! E essa será a melhor resposta para as injustiças cometidas contra vocês”

O dado curioso é que realmente a curva populacional tem diminuído em vários países europeus.

As palavras do presidente turco estão longe de configurar profecia amalucada, e bem próximas de um cálculo bem razoável considerando os dados atuais.

Se os países europeus fossem estados americanos, seriam os mais pobres dos Estados Unidos

A esquerda americana está com um discurso bobo e burro, para usar termos que não choquem nas primeiras horas da manhã. Qual? O de que os Estados Unidos devem se inspirar na política da social democracia europeia. Em artigo sobre o tema, o Foundation for Economic Education mostrou como não faz sentido levar essa ideia adiante. Por um motivo simples: mesmo os países mais ricos da Europa são mais pobres que dois terços dos estados americanos.

Para entender o raciocínio, usa-se o PIB per capita, aquele que divide as riquezas de um país por sua população. Mesmo a Alemanha, dona dos melhores resultados europeus, possui um PIB per capita menor que o do Missouri, o 38º de 50 estados americanos. O Reino Unido seria 47º estado. E nações como Itália e Espanha ficariam abaixo do Mississippi, proporcionalmente, o mais pobre dos Estados Unidos.

Com se vê na tabela acima, nem o Japão, lá no pacífico, ficaria bem na fita, com uma 49ª posição.

Sim, o modelo a ser seguido é o da liberdade americana, e não o da democracia-social europeia.

 

A Europa está tão embriagada do politicamente correto que fez Putin soar um líder sensato

O caso aconteceu em outubro, na Áustria. Um refugiado havia estuprado uma criança, mas a Justiça o liberou com uma alegação inaceitável: por não entender a língua local, o imigrante iraquiano não teria compreendido que a vítima não queria ser estuprada.

É bizarro que a Europa esteja se entregando a esse nível de distopia esquerdista, onde o politicamente correto passa a mão na cabeça até mesmo de estupradores de crianças. O caso é bizarro de tal forma que fez Vladimir Putin soar um líder sensato.

Ele comentou a bizarrice da decisão com os seguintes termos:

Um refugiado estuprou uma criança num dos países europeus. O tribunal o deixou livre por dois motivos: ele não fala a língua do país; ele não sabia que o garoto não queria ser estuprado. É difícil entender o que os europeus estão fazendo. É esse o resultado da erosão do sentimento nacionalista? Eu nem sei como explicar. Talvez eles se sintam culpados pela crise dos refugiados? O que está acontecendo? Eu não entendo. Mas uma sociedade que não consegue proteger as suas crianças não tem futuro.

Mesmo sendo Vladimir Putin, ele está certíssimo.

Ao contrário dos bolivarianos, Europa e Estados Unidos reconhecem impeachment como democrático

Os “democráticos” países bolivarianos não reconheceram o impeachment de Dilma Rousseff. Soltaram as bravatas de sempre, com aquela patacoada de chamar embaixador, corta relações etc. Já explicamos aqui: esses países tem em comum (além da falta de democracia) o fato de que foram financiados pelo governo brasileiro nas gestões petistas.

Não existe bolivarianismo grátis, não é?

A parte mais divertida é que tanto União Europeia quanto os EUA, apesar das pressões ideológicas daquele-pessoal-de-sempre, obviamente reconheceram como legítimo e democrático o processo de impeachment.

Quem entende mais de democracia: União Europeia e EUA ou Venezuela, Bolívia e Equador?

Pois é.