Pelo desenvolvimento genético, qualquer aborto até a 6ª semana atinge apenas fetos femininos

Homens possuem cromossomos X e Y, enquanto mulheres possuem um par de cromossomos X. Disso você já sabe. Mas o professor Paulo Jubilut explica neste texto do Biologia Total que, durante as seis primeiras semanas do desenvolvimento do feto, todos os indivíduos possuem um par de cromossomos X. Ou seja… São todos mulheres.

O fenômeno explica, por exemplo, o porquê de homens terem mamilos, uma vez que são formados antes da ativação do gene SRY, que rende aos bebês características masculinas.

A informação acrescenta um dado curioso a toda a discussão sobre o aborto: se realizado até a sexta semana, atingirá exclusivamente fetos femininos.

Se isso soa apenas um detalhe técnico em meio a uma discussão política, serve ao menos para lembrar aos participantes do debate que em jogo não está uma disputa entre homens e mulheres, mas entre filhos e pais que os rejeitam ainda na fase embrionária.

Odiada pela imprensa, Marine Le Pen recusou-se a usar véu em encontro com líder islâmico

Marine Le Pen vem liderando as pesquisas eleitorais na França. A imprensa adora chamá-la de “extrema-direita”. Por quê? Entre outras coisas, por não se dobrar ao politicamente correto pregado pelo jornalismo esquerdista.

Em encontro com líder islâmico no Líbano, recebeu um véu para cobrir a cabeça em “respeito” à autoridade que a receberia. A resposta foi dura: “A mais alta autoridade sunita do mundo não havia feito esta exigência, consequentemente não tenho nenhuma razão para… Mas não importa, transmita ao grande mufti minha consideração, mas não usarei um véu“.

E, com isso, a reunião foi cancelada.

Na França, por respeito à cultura local, proíbe-se que islâmicas usem burca, uma vestimenta agressiva imposta às mulheres pela Al Qaeda nos últimos. Seria natural, portanto, que ao visitar um país do outro lado, os hábitos locais também fossem respeitados. Mas Le Pen foi além.

Não está em jogo um respeito mútuo, mas a imposição de um estilo de vida sobre o outro.

E o Implicante, claro, sempre ficará ao lado do Ocidente.

Sabe quem foi punido por não dar o devido espaço às mulheres? O Partido da Mulher Brasileira

O Implicante não concorda com a lei por entender que os partidos políticos devem ter liberdade para abordarem os temas que lhes interessarem. Qual lei? Uma que obriga as siglas a usarem 10% de sua propaganda para a divulgação da participação das mulheres na política. Se toda alegada minoria conquistasse privilégio semelhante, rapidamente atingiria-se os 100% e os programas políticos seriam inteiramente dedicados às militâncias mais aguerridas, ignorando por completo assuntos tão ou mais importantes para a nação.

Mas a lei existe e foi criada justamente por… Partidos políticos! Então, que as cumpram. Mas isso nem sempre vem acontecendo. E algumas siglas estão sendo punidas.

Chama atenção, contudo, condenação noticiada em Minas Gerais. Pois a cota feminina não foi cumprida justamente pelo Partido da Mulher Brasileira.

Pois é… Falar é fácil. Fazer é difícil.

Na maioria dos países desenvolvidos, homens e mulheres se aposentam com a mesma idade

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico possui dados sobre a idade de aposentadoria em 42 países no mundo. Não é muito, como se percebe, mas é o que de melhor há para se estudar o tema. Conforme checado pelo Aos Fatos, a OCDE encontra neste grupos 30 nações cujas idades de aposentadoria são iguais para homens e mulheres.

A ONU também possui dados a respeito. Pelas informações do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, 19 das 25 nações mais desenvolvidas do planeta adotam a mesma idade de aposentadoria para homens e mulheres.

Trata-se de uma proposta que vem sendo cogitada pelo governo Temer. E que está em dia com o discurso atual, que prega igualdade entre os gêneros. Afinal, uma aposentadoria precoce soa menos interessante ao mercado, o que dificulta a entrada feminina nas forças de trabalho.

Cabe discussão, claro, se a jornada dupla – aquela em que a mulher seria também responsável pelo lar – justifica-se ainda hoje, ou se homens e mulheres já não estão compartilhando as responsabilidades dos afazeres domésticos.

Se não estão, ao menos deveriam.

A Playboy americana foi mais uma a aderir ao “marketing do lacre” e se dar mal

O que é “marketing do lacre”? O Implicante explica: é a tendência publicitária de enquadrar estratégias de mercado ao discurso esquerdista. O que não faz sentido, já que a esquerda odeia o mercado, o capitalismo, o ocidente como um todo. Enfim… É o hábito sem sentido de desagradar o público alvo agradando uma minoria que, na primeira oportunidade que tiver, irá destruir a vitrine de sua loja.

Em 2015, a Playboy americana tentou fazer a graça e, mesmo sendo um dos símbolos da liberdade de expressão e das mulheres no mundo, aboliu de suas páginas a nudez feminina. Hoje, Cooper Hefner, diretor criativo da marca, diz ser o primeiro a admitir que essa estratégia foi um erro:

“Serei o primeiro a admitir que a forma como a revista retratava a nudez estava ultrapassada, mas eliminá-la totalmente foi um erro. A nudez não era o problema, porque a nudez não é um problema. Hoje nós recuperamos nossa identidade e reivindicamos quem somos.”

O mundo precisa voltar à maioridade. E entender que o que é feito entre adultos e que conte com o consentimento de ambos não é errado. Certamente, essa decisão equivocada custou o emprego de muita gente, e o sustento de muita família. Que o movimento seja melhor calculado numa próxima.

Ao discordar dela, Jean Wyllys xingou deputada de “tacanha, limitada, burra”

11.08.2015 - Reunião da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher. Apresentação da pesquisa sobre violência doméstica e familiar contra a mulher. Em pronunciamento, deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado.

Cada vez mais, Jean Wyllys deixa claro que sua rigorosa defesa do que considera minoria só funciona bem quando a minoria concorda com ele. Alvo de um processo por quebra de decoro parlamentar ao direcionar uma cusparada ao deputado Jair Bolsonaro, o psolista não economizou nos adjetivos contra Sandra Faraj, deputada distrital que pedira “providência legais” contra um professor que abordava o tema “homofobia” na rede pública.

Nas palavras de Wyllys, a parlamentar seria “tacanha, limitada, burra”. E continuou explicando ao Correio Braziliense: “Ao agir assim, ela estimula parte do eleitorado dela a seguir da mesma maneira. Não promove o crescimento intelectual, espiritual, moral e ético dos eleitores dela. Ela só reforça preconceitos”.

Ao agir assim, Wyllys estimula parte do eleitorado dele a seguir da mesma maneira: xingando de “tacanho”, “limitado” e “burro” qualquer um de quem se discorde. Lamentável.

Rosto de mulheres foi bizarramente escondido em anúncio de conferência islâmica na Austrália

Em março, ocorrerá na Austrália uma conferência de paz islâmica. Ou, com o nome original, a Australian Islamic Peace Conference. De acordo com o material de divulgação que chegou às redes sociais, haverá pelos menos 15 palestrantes, incluindo três mulheres. Mas os usuários do Facebook notaram algo estranho no flyer: justo as fotos das mulheres surgem ocultas.

A bizarrice é tamanha que os organizadores findaram jogando a culpa na direita, ou, como preferem usar, “extrema-direita”. Alegaram que, com a “onda conservadora” cada vez mais ativa, temiam ataques xenofóbicos justamente contra as três palestrantes.

Não. A desculpa dada não faz o menor sentido.

Na prática, Paschoal defendeu que o armamento vire pauta feminista e, sim, faz sentido

Mais uma vez Janaina Paschoal usou o Twitter para posicionar-se sobre assuntos polêmicos. Por ocasião da onda de violência que atingiu o Espírito Santo, a criminalista trouxe ao centro do debate um tema bem complexo: o armamento de mulheres.

Em resumo, Paschoal acredita que, se a liberação de porte de armas é complicada por causa da imprudência masculina, ela deveria ser repensada para as mulheres, donas de um senso de responsabilidade mais apurado. Eis alguns dos tweets da autora do impeachment de Dilma Rousseff:

Sabe o pior? Faz sentido. Na história da humanidade, as armas serviram para que pessoas justas contivessem a sede dos injustos. Basta imaginar que, sem armas para se defenderem, uma nação minúscula como Israel já teria sido vítima do genocídio tão desejado por seus vizinhos.

Hoje, características físicas fazem com que homens possam, mesmo desarmados, serem ameaças às vidas de mulheres inocentes. No noticiário policial, não faltam histórias de mulheres que foram vítimas de estupro ou assassinato da parte de criminosos que tinham por armamento apenas o porte físico.

O mesmo não aconteceria se estas vítimas estivessem armadas e pudessem conter a insanidade dos assassinos e estupradores. E, ainda que você tenha algum problema com pólvora e tema que o uso de uma pistola possa fazer com que o tiro saia pela culatra, saiba que não são as únicas armas em questão: a lei brasileira vem dificultando o acesso até mesmo a armas de incapacitação, como spray de pimenta e armas de choque, como tasers.

Se o feminismo de fato se interessa pela defesa das mulheres, passará a debater com mais calma o assunto. É uma opção a se cogitar e, se for o caso, lutar por ela.

Em vídeo, apoiadora de Donald Trump é covardemente agredida por black blocs esquerdistas

Se você ainda não compreendeu o grau de violência da esquerda americana contra Donald Trump, o vídeo abaixo serve como uma amostra. Nele, vê-se um dos ataques feitos por black blocs contra simpatizantes do presidente dos Estados Unidos. Ocorreu na UC Berkeley, uma das mais renomadas universidades do mundo. Motivo: Milo Yiannopoulos, um dos mais influentes críticos da esquerda na web, estava palestrando no campus.

Nas imagens, uma garota é covardemente agredida ao ponto de cair no chão e ser completamente ignorada pelos mascarados esquerdistas.

Eles se dizem antifascistas, ou simplesmente “antifas”. Confira as imagens acima e responda: quem sãos os verdadeiros fascistas?

Aliada de Trump no Reino Unido, Theresa May deu resposta matadora a opositor esquerdista

Theresa May é uma das mulheres mais poderosas do mundo. Afinal, após o Brexit, tornou-se primeira-ministra do Reino Unido, ocupando uma posição que no passado já pertenceu a ninguém menos do que Margaret Thatcher. Mas você não está vendo nenhum militante pelos direitos das mulheres celebrando os feitos da britânica, está? Não está. Sabe por quê? Porque ela é conservadora. E, como boa conservadora, sabe matar no peito toda a choradeira esquerdista.

No vídeo mais abaixo, um líder da oposição tenta emparedá-la jogando na cara algumas assinaturas recolhidas por um movimento esquerdista. A resposta de May? Ela não lidera um movimento, ela lidera um país. Lá em cima, a coisa é bem mais séria.

O vídeo a seguir pode parecer como apenas mais uma boa resposta que uma conservadora dá à choradeira ditatorial esquerdista. Ele realmente é uma ótima resposta, algo que pode inclusive inspirar muita gente a enfrentar a esquerda mais escandalosa. Ele também mostra outra coisa muito interessante, como responder a altura, quando é o conservador que está no poder. Esta parece ser uma posição delicada, pois estando no poder, a tendência é que o alvo das críticas seja você mesmo, são suas políticas que ficam em evidência. Então, como a conservadora Theresa May consegue responder ao líder do partido trabalhista? Ela mostra como seria se fossem implementadas todas as propostas do adversário, e por que ela é de fato uma líder governamental, enquanto que ele merece apenas fazer birra na oposição.

Tradução: Pedro Henrique
Revisão: Felipe Galves Duarte

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Publicado por Tradutores de Direita em Quarta, 1 de fevereiro de 2017

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