Fernando Holiday acerta em pedir que a PF investigue suas contas

Recentemente, o vereador paulistano Fernando Holiday (DEM), famoso por fazer parte da liderança do MBL, foi acusado de fazer “caixa dois” em sua campanha. Motivo: algumas pessoas teriam entregue panfletos e isso não constaria da prestação de contas.

Sim, algo irrisório. Mas, independentemente disso, até porque o alarde foi presumivelmente desproporcional (não faltou gente que trata a Lava Jato inteira como bobagem fingindo indignação com tal panfletagem), ele acerta ao pedir a investigação – que agora está a cargo da PF.

Confiram o vídeo veiculado em seu perfil oficial, voltamos em seguida:

Deveria ser o padrão. Não importa o valor ou o tamanho do caso.

Os ataques racistas da esquerda contra Fernando Holiday, eleito vereador em São Paulo

A esquerda desenvolveu recentemente uma grande máxima, denominada “respeito ao local de fala”, segundo a qual somente a pessoa que integre determinado grupo oprimido teria direito de falar sobre as causas desse grupo. E isso, como em qualquer postulado canhoto, é visto como um dogma. Nem mesmo pode ser discutido.

Ok, ok. Mas são justamente eles que atropelam o conceito que criaram – sempre, claro, quando o suposto oprimido não faça parte da ideologia esquerdista.

É o que ocorre agora com Fernando Holiday. Recém-eleito vereador por São Paulo e um dos principais líderes do MBL, Holiday postou a seguinte imagem com algumas de suas diretrizes:

Os brancos de esquerda, é claro, partiram para o ataque. E “é claro” porque a coisa é contumaz. Quem não se lembra, por exemplo, dos ataques sofridos por Joaquim Barbosa? Guardadas as proporções, é o que ocorre agora com Fernando Holiday.

Quando um negro não concorda com a solução proposta pelos brancos de esquerda para combater o racismo, esse negro deixa de ser considerado como tal pela turma canhota e ele passa a ser hostilizado. O insulto racial mais comum é “capitão do mato”, mas há outros tantos – e não vamos aqui dar links ou audiência a esse tipo de descalabro, até porque a questão é importante demais para ser fulanizada.

Holiday, não que precisasse, ainda explicou seus pontos em um segundo post. A quem quiser, aqui está.

No mais, é por essas e outras que a esquerda cada vez mais perde simpatizantes. Abusam do “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa” na hora de passar por cima das regras que eles mesmos criam. E ainda usam o expediente para tratar da cor da pele de um adversário.

Deplorável.

Por não ser de esquerda, a imprensa ignora o racismo contra Holiday nas redes sociais

O racismo na esquerda se apresenta de uma forma muito nítida: ela não admite que, por exemplo, negros não estejam politicamente alinhados com ela. É o caso de Fernando Holiday, que foi o 13º vereador mais votado de São Paulo após muito criticar o esquerdismo.

Militante do Movimento Brasil Livre, o jovem é um ferrenho defensor do liberalismo tão atacado pelo PT e suas linhas auxiliares. E o discurso do partido finda amplamente ofendido, uma vez que o vereador é negro, homossexual assumido e originário da periferia, três minorias que o petismo alega defender, mas, na prática, não é bem assim.

Não faltam nas redes sociais exemplos de críticas racistas ao militante. E a coisa se ampliou após a eleição do garoto. Mas a imprensa não tem feito o costumeiro barulho pelo simples fato de ele não ser esquerdista. No caso mais recorrente, xingam Holiday de “capitão do mato”. Contudo, a mera certeza de que o liberal deveria manter-se preso a um cabresto ideológico já deveria ser motivo suficiente para indignação.

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Esse tipo de coisa é inaceitável. Que Holiday busque as autoridades competentes. E que a imprensa faça seu trabalho como deve ser feito.

Candidato do PSOL que censurou o MBL teve apenas 18% dos votos dados a Fernando Holiday

Apesar de trazer o termo “liberdade” no nome, o PSOL nunca escondeu a sua vocação censora, do contrário, jamais apoiaria o socialismo venezuelano. E partiu da sigla uma das iniciativas mais obscuras da campanha de São Paulo: o candidato a vereador Todd Tomorrow foi à Justiça pedir para que o MBL tirasse de seu site e redes sociais o apoio a Fernando Holiday, que concorria pelo DEM.

E a Justiça, como costuma fazer, ignorando a porção de grupos organizados que fazem campanha por candidatos esquerdistas, deu ganho de causa ao PSOL.

Como bom respeitador da lei, o MBL cumpriu a ordem.  Contudo, finalizada a apuração, Fernando Holiday  se elegeu com 48.055 voto. E o que aconteceu com Todd Tomorrow? Recebeu apenas 8.640 e ficou de fora.

O Implicante achou justo.

Vídeo: Membro do MBL tenta impedir que Câmara de São Paulo homenageie o ditador Fidel Castro

A Câmara dos Vereadores de São Paulo estava usando tempo e recursos públicos para homenagear o ditador Fidel Castro, que completou 90 anos no último fim de semana. É um absurdo daqueles que só republiquetas se permitem. Mas os tempos são outros. E esse tipo de coisa não passa mais impunemente. Fernando Holiday, do Movimento Brasil Livre, e candidato a vereador pelo Democratas, achou por bem interromper o ato para chamar o comunista pelo nome que ele merece: assassino.

Não há muita informação até o momento sobre o que aconteceu, pois a transmissão no site da Câmara foi interrompida. Mas as redes sociais do MBL informam que Holiday foi detido pela GCM, a mesma que recebe ordens de Fernando Haddad.

https://www.youtube.com/watch?v=1CHZCVwD_hM&feature=youtu.be&a

O Brasil precisa derrubar o Muro de Berlim. O quanto antes.