Sobre a Lava Jato, Lula cita frase do ditador Fidel Castro: “a história me absolverá”

O ditador Fidel Castro, que comandou o regime socialista opressor de Cuba por muitos anos, cunhou uma frase a um só tempo cínica e pra lá de equivocada. Disse, sobre si: “a história me absolverá”, apostando no fato de que, com o tempo, as pessoas saberiam “a verdade”.

Pois souberam, e tudo que surge sobre a ditadura cubana é aterrador, mostrando que a história jamais absolverá Fidel Castro.

Eis que Lula, num gesto de sabedoria estratégica, resolve usar a mesma frase de Fidel, de quem por acaso foi amigo. Justo Cuba, que, além de ser uma ditadura, representando tudo de mais antidemocrático possível, ainda por cima também está envolvida na Lava Jato.

Resta saber qual será a decisão da história com Lula.

Lula, sobre o ditador Fidel Castro: “o maior homem do Século XX”

Já seria suficientemente absurda a ida de Lula e Dilma Rousseff a Cuba, para prestar homenagens ao falecido ditador genocida Fidel Castro. Mas a coisa é ainda pior. O país em pandarecos, por conta da destruição da economia provocada pelos anos de negligência administrativa, e até mesmo o detalhe de uma tragédia que abalou o país, e nada disso os demoveu de visitar a ditadura socialista cubana.

Ok.

Mas aí Lula resolve passar da conta. Ele disse textualmente o seguinte sobre Fidel Castro:

“Fazia mais de 30 anos que éramos amigos, desde antes de eu ser presidente (…) Fazia muitos meses que eu queria vir a Cuba e ver Fidel, mas não foi possível. Quando soube da notícia, a maneira que encontrei de expressar meus pêsames foi escrever na parede ‘Viva Fidel’ (…) Estou triste, porque se foi o maior homem homem do século XX” (grifamos)

Sim, ele se refere ao ditador de um regime sob o qual estima-se terem sido assassinadas cerca de 100 mil pessoas.

O mais inacreditável é que nossa grande mídia não vê problema nesse tipo de coisa, tamanha a contaminação socialista.

Lula postou isso e MUITA gente deu sugestão quase idêntica à dupla; vejam qual foi

A bisonha ida de Lula e Dilma Rousseff para Cuba, para prestar homenagem ao ditador Fidel Castro, continua dando o que falar. Já comentamos aqui, por exemplo, a fala de Lula sobre o autoritário líder do regime cubano ter sido “o maior homem do século XX” (sim, ele disse isso).

Mas não para por aí. Bem antes, ele havia divulgado um post para enaltecer Fidel e aí a rapaziada não reagiu bem. Muitos rebateram de forma PESADÍSSIMA, e nem teríamos como colar os links aqui (de verdade). Porém, diversas pessoas responderam de maneira parecida, dando uma mesma sugestão.

Primeiro, o post de Lula:

Agora, a coincidência:

https://twitter.com/AlexMamed/status/805093416975605760

https://twitter.com/belpb__/status/804413524604809216

Parece até que combinaram. No mais, seguimos defendendo o debate nas redes, ainda que com contundência, mas sem ataques pesados.

Protestavam? Em foto do cortejo de Fidel Castro, cubanos aparecem de costas para o caixão

É estranho. Muito estranho. A imagem que ilustra esta postagem foi captada por Natacha Pisarenko em 04 de dezembro para a Associated Press. Mostra o cortejo com as cinzas de Fidel Castro. O ponto de vista escolhido evidencia a parte traseira do veículo. E o que há de estranho na imagem? As pessoas que surgem ao lado direito.

Elas estão de costas.

Estariam protestando contra o ditador que escravizou a ilha por quase seis décadas? Se sim, a imprensa não se interessou em destacar. Em alguns casos, chegou cortá-las da imagem, deixando apenas o trecho mais turvo.

Em vídeo publicado em O Globo, percebe-se que não são seguranças contendo populares. São populares que arbitrariamente estão de costas para os restos do comunista.

É estranho. E mais estranho ainda que a imprensa não procure explicar o que aconteceu.

Narloch fez a melhor comparação possível ao ditador Fidel Castro: “senhor de escravos”

O povo de Cuba é escravo da ditadura. Ponto. E não se trata de um exagero retórico, mas de um fato. Aliás, são prova disso os médicos que trabalham noutros países e têm seus salários apreendidos quase que integralmente pelo governo ditatorial.

O jornalista e escritor Leandro Narloch, velho conhecido do Implicante, mais uma vez foi certeiro. Fez um comparativo pormenorizado de Fidel Castro e um senhor escravista. Aí vão alguns trechos de seu artigo:

Fidel Castro, senhor de escravos (…) É duvidosa a ideia de que Fidel Castro criou avanços sociais em Cuba, como as tão repetidas “saúde e educação de qualidade”. Não é de qualidade um hospital sem sabonetes ou energia elétrica. Ou uma escola a ensinar que “amor é o que Fidel sente pelo povo”, como aconteceu com a filha de jornalista John Lee Anderson, o biógrafo de Che Guevara (…) Como os escravos do século 19, os cubanos recebem uma ração de comida suficiente apenas para sobreviverem. Como escravos, até 2013 não tinham liberdade para sair da fazenda, ou melhor, do país sem autorização (…) Como um barão do café, Fidel foi o dono de Cuba, e não um político sujeito à avaliação dos cidadãos. Com sua morte, a posse da fazenda passará para seu irmão mais novo. Cuba é uma capitania hereditária do século 21. Como um senhor escravista, Fidel reprimiu revoltas e perseguiu dissidentes. Há 9.200 mil casos documentados de mortos por sua ditadura. O número equivale a mais de 20 vezes o número de desaparecidos políticos da ditadura brasileira. Pesquisadores estimam que os casos documentados podem ser apenas 10% do total…” (grifamos)

Confira a íntegra na Folha. E não deixe de ler a série de livros “Guia Politicamente Incorreto…” de Leandro Narloch.

Lula pediu a Sérgio Moro para viajar a Cuba em homenagem ao ditador Fidel Castro

Pela lei, por ser réu em algumas ações penais, Lula precisa notificar as autoridades caso se ausente do país por mais de uma semana. Nem é o caso agora, já que pretende ir a Cuba homenagear Fidel Castro, participando da cerimônia fúnebre do ditador. Mesmo assim, a defesa do ex-presidente pediu autorização a Sérgio Moro e aguarda dele um sinal positivo.

É um movimento curioso. Pois a postura dos advogados de Lula é combativa, de enfrentamento ao trabalho da Lava Jato. Trata-se de uma estratégia que deu bastante errado com a Odebrecht, mas, de alguma forma, o petista achou interessante tocar adiante. O mais natural, portanto, seria viajar sem prestar contas, uma vez que a lei não o impede de fazer isso em período tão curto.

Ou Lula só quer peitar Moro diante das câmeras forjando mais uma narrativa na qual se safa ao final?

O ditador socialista Fidel Castro usava roupas da Adidas por um motivo bem simples

Embora para alguns seja obviedade, muita gente ainda pergunta o motivo pelo qual Fidel Castro usava roupas da Adidas. Já houve quem especulasse um contrato da marca com o ditador, ou visse nisso uma “contradição” com o socialismo.

Vamos por partes. Em primeiro lugar, claro que isso é um detalhe até meio besta na vida do homem que liderou o regime responsável por centenas de milhares de mortes. Mas vale pela curiosidade.

Enfim, ele usava tal marca porque ela fazia os uniformes da equipe olímpica de Cuba. Simples assim. A companhia, contudo, alega que nunca teve contrato com o próprio Fidel, mas sim com o time de seu país; vínculo expirado em 2012. Olha aí uma camisa antiga do time de futebol cubano:

cuba-futebol-camisa

A “propaganda”, pelo visto, saía de graça. Mas, como não existe almoço grátis, as especulações nunca pararam. Justiça seja feita, ele também usava outras marcas, como Puma, Nike etc.

Aliás, em reportagem falando de tal “mistério”, o jornal O Globo lembrou que a empresa também fazia roupas para os nazistas, tendo sido seu fundador um membro do partido de Hitler.

Passada a trivialidade, que a história se encarregue de marcá-lo como merece e como o que de fato foi: um ditador facínora. Nada menos.

Herança de Fidel Castro bancaria sozinha 3 meses de salários para TODOS os cubanos

Estima-se que a herança de Fidel Castro some, por baixo, US$ 900 milhões. Atenção: de dólares. O cálculo e da Forbes e, claro, negado pelos comunistas que ainda mandam em Cuba.

É muita grana para quem alega ter reduzido a desigualdade na ilha caribenha.

Para se ter uma noção, oficialmente, cada cubano recebe um salário de 25 dólares. E há 11.167.325 habitantes na ditadura.

Contas feitas, a herança do ditador bancaria sozinha três meses de salários de toda a população, esteja ela ativa, aposentada, ou seja meramente um bebê de colo.

E há quem defenda o comunismo até hoje no Brasil.

Fidel sobre os gays: um “desvio dessa natureza” contrário ao conceito de militante comunista

Quando o esquerdismo se apossa de uma bandeira, seu principal objetivo é usar a causa para disseminar as pautas da própria esquerda, usando os integrantes como pura massa de manobra. Para isso, vale até mesmo mudar a história – ou, quando é impossível, fazer de conta que ela não aconteceu.

O histórico de perseguição a gays pela ditadura cubana, com direito até mesmo a campos de concentração, serve de exemplo.

Até bem pouco tempo atrás, a homossexualidade era reprimida e perseguida na ilha. Sempre foi MUITO pior ser um gay em Cuba do que em qualquer país capitalista. Já mostramos aqui uma entrevista em que Caetano Veloso reafirma o quanto os socialistas perseguiam gays.

E Fidel Castro, quanto a isso, não tinha meias palavras. Segue sua fala emblemática:

“Não acreditamos que um homossexual possa reunir as condições e requisitos de conduta que permitam considerá-lo um verdadeiro revolucionário, um verdadeiro militante comunista. Um desvio dessa natureza confronta nosso conceito sobre como deveria ser um militante comunista” (grifamos)

Nos últimos tempos, porém, a ditadura cubana adotou a postura estratégica de aderir à causa gay, pois quase todo o apoio ao regime castrista vinha de partidos de esquerda de outros países que não podiam abrir mão da militância LGBTT. Puro oportunismo dos ditadores, é claro. O registro histórico é esse: gays massacrados, perseguidos, jogados em campos de concentração.

E há movimentos LGBTT que apoiam Cuba, mas ficam enfurecidos com inócuas piadinhas de humoristas. Isso resume o quanto usam uma causa para atacar adversários da esquerda, não da bandeira que fingem defender.

Quanto ao mais, é fundamental também saber como a ditadura cubana tratava os movimentos negros.

Desmascaramos uma pegadinha esquerdista (bem bocó) que está circulando na rede

Quando se trata de esquerda, há sempre aquela dúvida quando aparece alguma nova polêmica: seria burrice ou má-fé? Talvez uma mistura de ambos? Nem sempre conseguimos decifrar. E a estupidez de alguns “dilemas” propostos, somada à simplicidade até rasteira com que são explicados, deixa claro o porquê de o esquerdismo estar cada dia perdendo mais adeptos.

Falamos dias atrás sobre as pessoas que são contrárias ao aborto mas favoráveis à pena de morte, e de como isso NÃO é um dilema lógico ou moral. Agora, a tarefa é ainda mais simples, já que o esquerdismo sempre baixa um pouco mais seu nível ao longo dos tempos.

Vejam a imagem abaixo, e em seguida a comentamos:

desmascarando-falso-dilema

Pois é. Que coisa, não? Vamos por partes.

Em primeiro lugar, como sói, as premissas foram trocadas por outras frases, a fim de a coisa dar certo no raciocínio esquerdista. Vamos à correção, portanto.

Botão da esquerda: Fidel assassinou inocentes em Cuba

Botão da direita: A bandeira dos “direitos humanos” é usada por esquerdistas para defender bandidos (entre eles até os ditadores como Fidel), em vez de zelar pela vida das vítimas

Qual o dilema? Nenhum. Porque é bem isso. A ditadura genocida de Fidel Castro não pode ser resumida de forma genérica à violação de direitos humanos, mas sobretudo ao EXTERMÍNIO DE INOCENTES. Assim como também são inocentes aqueles vitimados por criminosos em qualquer lugar do mundo (Cuba, Brasil etc.)..

Há ao menos uma coerência aí: nos dois casos, a esquerda fica do mesmo lado. E não é o das vítimas.

Ao igualar as vítimas do genocídio cubano aos BANDIDOS que matam pessoas no Brasil, a esquerda revela sua cara. E isso ajuda a explicar o porquê de ser repudiada pelo povo (este sim, VÍTIMA da violência).