Lula ministro? Será a desmoralização total do governo Dilma!

O governo de Dilma Rousseff já é desmoralizado, todos sabemos. Lá em 2011, ainda sob a patetice de alguém acreditar que ela seria uma boa gestora (ou mesmo uma gestora mediana, e não péssima como de fato foi/é), tentou-se emplacar o mito da “FAXINEIRA”. Tal faxina consistia em afastar figuras nomeadas por ela própria assim que fossem descobertas em algum escândalo. Ou seja, era outro mito.

Com o tempo, claro, isso ruiu e a coisa foi ficando mais escancarada. Mais e mais. Até chegar ao ponto atual, de total desfaçatez.

Pois bem: parece que até mesmo esse recorde o governo vai bater. Segundo informado pela imprensa, a presidente ofereceu ministério para Lula com o objetivo de evitar sua prisão na Lava Jato. Tornando-se ministro, ele passaria a ter foro privilegiado e seria julgado pelo STF.

Dado curioso: é ele quem resiste à nomeação! Se a história for confirmada, enfim, essa será a gota d’água na desmoralização total, completa e definitiva de Dilma e seu governo.

Dilma Rousseff - Lula - Ministério

E aí o impeachment passa a ser ainda mais urgente e obrigatório.

Se Lula virar ministro, não poderá ser julgado por Sérgio Moro

Lula STF

A história começou como boato, mas logo passou a circular em colunas sérias. Segundo Gerson Camarotti, a nomeação seria para “estancar a crise” e o próprio Lula estaria resistindo à ideia. Bobagem. A crise não seria estancada, talvez até piorasse (do ponto de vista político), mas a nomeação garante foro privilegiado. Além do G1, o Estadão também passou essa notícia de bastidor.

Essa nomeação, caso realmente aconteça, será o gesto final de desespero do governo Dilma, com pitadas de escárnio.

E é bom lembrar que o foro privilegiado dos ministros, por óbvio, só existe enquanto eles estão no ministério. Em caso de impeachment, e consequente troca ministerial, o privilégio de julgamento pelo STF também cai.

Nomear Lula, portanto, teria de prático apenas o adiamento, mas não seria uma solução definitiva para nada. Seria, ao fim e ao cabo, uma medida burra. O problema é que já nos acostumamos a sempre esperar o pior (e medidas burras) da gestão Dilma.