Informações do Google sobre email podem complicar de vez as coisas para Dilma Rousseff

O momento mais delicado de Dilma Rousseff em meio a todas as investigações e denúncias da Lava Jato foi, sem dúvida alguma, o email que ela teria usado na Presidência da República. Isso porque, para além de mera acusação verbal, os marqueteiros João Santana e Monica Moura juntaram um documento.

Trata-se de uma Ata Notarial, autenticada em Cartório, confirmando a existência do email e também o conteúdo de uma mensagem salva no rascunho.

E por que isso é grave e sério? Porque, se realmente falam a verdade, o acesso à própria conta, por perícia relativamente simples, confirmará os IPs que a ela logaram – se aparecer algum do Palácio do Planalto, Dilma está em péssimos lençóis.

Agora, segundo informa o Expresso da Época, o Google está prestes a informar sobre isso (a conta é do Gmail, serviço da gigante da tecnologia), após pedido da PGR.

A situação é tão complicada que já circularam versões para “amenizar” as coisas – ela teria sim usado o email, mas não para alertar sobre a iminente prisão dos marqueteiros (se o tivesse feito, e de alguma forma ficasse comprovado, seria obstrução de justiça).

Aguardemos, portanto.

Humilhada por veículos menores, a grande imprensa pressiona o Facebook para que os censure

Ainda sem reconhecer o péssimo trabalho realizado na cobertura das eleições americanas, a imprensa segue tentando terceirizar a culpa. Já foi o sistema de votação, os eleitores que residem longe dos grandes centros, e agora é o Facebook. Mas, para entender o raciocínio dos jornalistas, é preciso voltar um pouco no tempo.

Em maio, descobriu-se que um time de editores da própria rede social boicotava notícias que beneficiavam Donald Trump e as excluíam da lista de assuntos mais quentes do momento. Como reagiu Mark Zuckerberg? Desfez o time e deixou tudo a cargo de um algoritmo, como deveria ser desde sempre.

Além de muitas verdades, esse algoritmo deu mais visibilidade a algumas informações falsas. E a imprensa, esquerdista como ela, diz que a culpa de o eleitorado não ter votado em Hillary Clinton como esperado seria dessas mentiras.

Ué? O algoritmo só impulsionava notícias falsas contra Clinton? Claro que não! Ele também fazia isso contra Trump e, se brincar, em volume muito maior, afinal, grande parte das inverdades contra o republicano foram endossadas por ninguém menos do que a… Imprensa! Sim! A mesma imprensa que agora acusa o Facebook de reverberar boatos.

Sob pressão, o CEO da rede mais valiosa do mundo diz que irá aprimorar as ferramentas para conter o avanço de inverdades. Parece uma boa ideia, afinal, ninguém quer que mentiras sejam propagadas, certo? Mas está muito claro que a imprensa só enxerga mentiras contra um lado. E talvez até caiba bastante discussão do que seja mentira mesmo ou não. Ou seja… São enormes as chances de isso desandar e funcionar como mais um instrumento de censura contra qualquer voz que ouse peitar o discurso esquerdista dos jornalistas.

O fato de o desejo censor partir da imprensa, que deveria ser a principal defensora da liberdade de expressão, é só um detalhe.

Mais um recorde de Dilma: empresas da Bovespa juntas valem menos que o Google

Às vezes, é preciso estabelecer esse tipo de comparativo para demonstrar o tamanho da queda da economia e do descalabro que é a gestão Dilma Rousseff. Simplesmente TODAS as companhias da Bovespa (a bolsa de valores do Brasil) valem JUNTAS menos do que o Google. A queda por aqui foi arrasadora: 42%.

O levantamento é da consultoria Economatica. De US$ 797,5 bilhões de dólares, a soma dos valores de mercado das empresas com ações na BOVESPA despencou para R$ U$ 463,7 bi. O Google, sozinho, vale U$ 528,4 bilhões. Com isso, dá para se ter uma ideia do quanto nossa economia caiu.

Dilma Rousseff - BOVESPA - Google

Obrigado, Dilma! Obrigado, PT!

Agente afirma que Abin usa o Google para investigações sigilosas

A informação é do jornalista Cláudio Humberto, e foi reproduzida na edição de hoje (28) da Gazeta de Alagoas:

ATÉ CRIANÇA FURA SISTEMA DE SEGURANÇA DA ABIN

Além de usarem o Google para investigações “sigilosas”, arapongas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) trabalham com níveis primitivos de segurança, vulneráveis até a internautas infantis, segundo revelou um experimentado agente. O espião William, que pode ser preso por “roubo de dados confidenciais”, não precisou quebrar a cabeça: os sistemas não detectam cópia de arquivo, só sua abertura.

REFÉNS

A conclusão do agente é que não se sabe o que o hacker araponga copiou, se copiou, se vai usar ou não. O pânico na Abin é geral. (grifos nossos)

Link da notícia.

A ser verdade as informações acima, a Agência Brasileira de Inteligência só reproduz a técnica usada pelo governo Dilma na escolha de ministros.

Serviço de Utilidade Pública: Saiba como chegar à prefeitura de São Paulo de carro, ônibus ou a pé

Fernando Haddad não sabe aplicar uma prova. Também não sabe cuidar de um ministério. Mas o candidato do PT à prefeitura de São Paulo possui um outro não-conhecimento que chega a ser cômico: não sabe nem mesmo onde fica a Prefeitura. Assistam o vídeo (extraído da sabatina do SBT com Haddad ocorrida no dia 25/04), voltamos em seguida:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=o-gYT-qUjig[/youtube]

Vejam como ficou constrangido. Já pensou se perguntam como ser prefeito de uma grande cidade se não consegue aplicar o ENEM de forma adequada, sem que a prova vaze ou aconteça algum outro escândalo?

Maldades à parte, como este também é um site de utilidade pública, decidimos ajudar o candidato do partido que comanda o Governo Federal a encontrar a prefeitura que ambiciona gerir a partir do próximo ano. Se pelo voto está difícil – atualmente, Haddad conta com a preferência de 3% do eleitorado -, ao menos agora ele conseguirá chegar lá a pé, de carro ou usando o transporte coletivo:


Exibir mapa ampliado

Mesmo consultando o mapa, o candidato pode não se sentir muito seguro para transitar por São Paulo sozinho, já que reside oficialmente em Brasília há pelo menos 9 anos. Nesse caso, recomendamos que sua assessoria o presenteie com um bom GPS. (publicidade e conselho gratuitos)

Colunista diz que governo usa o Google durante o processo de seleção de ministros

Duas notas do jornalista de “Veja” Lauro Jardim revelam qual é o “controle de qualidade” do governo Dilma na seleção de ministros. De acordo com o colunista, os indicados seriam “investigados” através de pesquisa no Google, para só depois passarem pelo crivo da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O resultado, pelo visto, não é dos melhores.

Abaixo as notas:

O sistema de seleção do Planalto

Sempre que pinta a necessidade de escolher um novo ministro (algo recorrente nos últimos meses), o Planalto deflagra a mesma estratégia: um grupo de assessores vai para o Google digitar o nome do candidato entre aspas.

Aí, dependendo dos resultados, o futuro ministro de Dilma Rousseff cai ali mesmo, exatamente como aconteceu na escolha do último ministro do PMDB (leia mais em Dilma e o santo Google).

Aprovado no Google, o candidato a ministro vai então para as mãos da Abin, que puxa a ficha criminal. Fuça daqui, fuça dali, só depois disso é que sai a aprovação. Um interlocutor palaciano, no entanto, ironiza:

– Parece rígido, mas como falha esse sistema.

Link aqui.

Dilma e o santo Google

Manoel Junior, o escolhido de Henrique Eduardo Alves para o Turismo, perdeu a chance de virar ministro porque caiu em desgraça no Google. É isso mesmo. Pesquisa da vida pregressa de futuros ministros no Planalto também se dá no Google. E, no caso de Junior, as notícias de envolvimento com a pistolagem foram demais para Dilma Rousseff.

Gastão Vieira, por exemplo, só virou ministro porque não foi encontrado nada contra o nome “Gastão Vieira” – assim mesmo, entre aspas — nos resultados da pesquisa no site. Na situação de Dilma, que tinha de escolher o substituto de Pedro Novais entre 79 deputados do PMDB, não encontrar nada contra configurou imensa qualidade. Encontrar algo a favor, bem, aí já era pedir demais.

Link aqui.

Comentário:

Oficialmente, o governo diz analisar minuciosamente os currículos dos postulantes. A prática parece revelar o contrário. Tão logo o governo anunciou o nome do novo ministro das Cidades, nós do Implicante já havíamos detectado que o escolhido enfrentava problemas na justiça.