Ministério confirmou que gestões Lula e Dilma gastavam mais com empresas do que com o povo

Brasília – Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de posse dos novos ministros da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva; da Justiça, Eugênio Aragão; da Secretaria de Aviação Civil, Mauro Lopes e do Chefe de Gabinete Pessoal da Presidenta da República, Jaques Wagner

Em 2010, o governo Lula gastou R$ 23 bilhões com “subsídios implícitos”. Trata-se de uma modalidade que não necessita de autorização do Congresso, o que a blinda do controle das metas fiscais. Com Dilma Rousseff, a saída passou a ser cada vez mais explorada. Em 2016, quando a faixa presidencial cairia no colo de Michel Temer, a fatura fechou-se em R$ 78 bilhões, um valor 239% superior. A prática ajudou a pipocar a dívida bruta de 52% para 73%. E a conta foi arcada pela população, com juros básicos cada vez mais altos.

O Ministério da Fazenda confirmou que, durante a passagem do PT pela Presidência da República, os subsídios embutidos em operações de crédito e financeiras aproximaram-se do trilhão de reais, com R$ 420 bilhões focados no setor produtivo. Ou R$ 48 bilhões a mais que os R$ 372 bilhões destinados a programas sociais do Governo Federal, como o Minha Casa, Minha Vida, o Luz Para Todos e o FIES.

Em outras palavras, os governos Lula e Dilma Rousseff gastaram mais com empresários do que com a população mais carente do país.

É perceptível que a farra com tais subsídios se intensificou em 2011, primeiro ano do governo Dilma. A prática era pejorativamente tratada como “Bolsa Empresário”. Lula pode até tentar se livrar do tema lavando as mãos e terceirizando a culpa à sucessora. Mas vem sendo investigado, entre outras coisas, pelo lobby que teria feito justo neste período e em favor de tantos bilionários.

Até o momento da redação deste texto, conta já com uma condenação. Que tem tudo para ser apenas a ponta do iceberg.

A Venezuela tornou-se uma ditadura com ajuda – por vezes financeira – da esquerda brasileira

06.12.2015 - Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Ejemplo para definir el significado de Ineptocracia. Foto: Hugoshi

Algumas coisas precisam ficar muito claras para a opinião pública. Antes de mais nada, a Venezuela já é uma ditadura há muito tempo, mas agora chegou a um nível tão baixo que mesmo a imprensa, um setor altamente tomado por esquerdistas, aceita essa denominação.

Nicolás Maduro, o ditador que está destruindo o país, chegou ao comando como vice de Hugo Chávez, reeleito em 2012, mas morto no ano seguinte. E o petismo tem imensa participação nessa vitória, não só pelo apoio moral que dava à investida bolivariana no vizinho mais ao norte. O marketeiro da campanha vitoriosa era do PT. E João Santana foi pago por esquema investigado pela Lava Jato envolvendo a Odebrecht.

Mas não parou por aí: recursos do BNDES foram usados para impulsionar a empreiteira por lá.  E Marcelo Odebrecht já confessou ter sido o “otário” por se vir obrigado a investir em projetos nos quais não acreditava. O excedente – resultado do superfaturamento das obras em questão – era usado para viabilizar pagamentos no exterior. Tudo isso foi confessado em depoimento recente ao TSE.

Em outras palavras, a esquerda brasileira ajudou a construir uma ditadura na América do Sul. E, até o momento da redação deste texto, está fingindo que o problema não é com ela.

Sob ordem do governo Dilma, a Odebrecht anunciou numa “revista aí que é boa para o governo”

Jornais empilhados.

A estratégia da Lava Jato, copiada da Mãos Limpas, é muito boa, mas infelizmente não conseguirá atacar a corrupção em dois setores primordiais: na Justiça, e na imprensa.

No primeiro caso, pois só a cúpula da Justiça é capaz de combater a corrupção na Justiça. No segundo, porque a Lava Jato – ainda – precisa da imprensa para dialogar com a opinião pública.

Mas nada impede que vez em quando algo venha à tona, ainda que sem entrar em detalhes.

No depoimento que Marcelo Odebrecht prestou ao TSE, o depoente entregou que o interlocutor era Guido Mantega. E que, certa vez, ouviu do ministro da Fazenda dos governos Lula e Dilma que deveria anunciar numa “revista aí que é boa pro governo. De onde saiu a verba? De uma conta corrente clandestina mantida para controle da propina que a empreiteira utilizava com a Presidência da República.

O nome do boi nem foi dado. Mas, convenhamos, nem precisava.

Em apenas 3 oportunidades o IDH do Brasil não cresceu, todas elas nos governos Lula e Dilma

O Índice de Desenvolvimento Humano é calculado pelas Organização das Nações Unidas desde 1990. O IDH funciona numa escala que vai de 0 a 1, de forma que, quanto mais próximo de 1, melhor.

Em 2014, último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff, o IDH brasileiro ficou em 0,754. No ano seguinte, já no início do segundo mandato da petista, o resultado se repetiu.

Desde que a ONU deu início ao levantamento, o Brasil vive seguidas e consistentes melhoras. Em apenas três momentos isso não foi observado: nos dois primeiros anos do governo Lula, no último ano medido do governo Dilma.

Ou seja… No intervalo de 25 anos, em apenas três oportunidades o IDH brasileiro não melhorou, todos eles com o Brasil sob os cuidados do PT.

Mas a informação não surpreende quem percebeu a tempo que o discurso do petismo era contabilidade criativa pura.

A transposição do São Francisco não é de Dilma, Lula ou Temer: é do povo brasileiro

O Brasil livrou-se da gestão Dilma Rousseff, mas não das bobagens que a ex-presidente teima em dizer. Em seu site, veio com todas as letras afirmar que “a integração do São Francisco é obra de Lula e Dilma“. O que, claro, só faz sentido na narrativas – eufemismo para “mentira” – contadas pelo petismo.

Qualquer pessoa que acompanha a história do Brasil sabe que obras de tamanha magnitude, pelo impacto ambiental, e mesmo pelos custos, chegam a consumir décadas até que encontrem uma conclusão. A transposição do São Francisco foi ainda pior, chegou a atravessar séculos.

As primeiras discussões datam de 1847, no Brasil Império, quando Dom Pedro II ainda reinava por aqui. E foram retomadas nos anos finais da ditadura Vargas. Contudo, o primeiro projeto só chegou ao papel no governo Figueiredo, o último da ditadura militar.

Desde então, vários presidentes dariam sua contribuição ao trabalho. Itamar Franco enviou o decreto ao Senado e iniciou os estudos que viabilizariam a obra, FHC caminhou com a burocracia necessária e criou os comitês que, com participação popular, descentralizaram a gestão dos recursos hídricos.

Lula deu um grande passo na briga com as licenças ambientais do Ibama, ainda que caibam justas questões sobre a dura atuação do ex-presidente contra o órgão. Tudo isso tornou possível ao exército iniciar a obra em 2007, com planos para conclusão cinco anos depois. Mas, em 2013, só a parte que cabia ao exército havia sido entregue.

Ou seja… O governo Dilma de fato trabalhou no projeto, mas o atrasou ao ponto de caber a Michel Temer, em 2017, já como presidente, inaugurar o eixo leste da transposição.

Mas a transposição do São Francisco não é de Temer, de Dilma, de Lula, de FHC, de Itamar, de Figueiredo, de Vargas ou de Dom Pedro. É do povo brasileiro, que com tanto suor bancou mais essa estrutura.

Romero Jucá: Se há governo, ele topa ser líder (foi assim com Lula, Dilma e Temer)

Michel Temer confirmou o nome do seu novo líder no Senado. E ele é… Romero Jucá! Sim, o mesmo Romero Jucá que já havia sido líder do Senado nos governos Dilma Rousseff e Lula.

Andreia Sadi, da GloboNews, relembrou no Twitter que, durante o governo FHC, Jucá havia sido vice-líder.

O movimento apenas confirma que Brasília não aprende nem com os próprios erros.

Se você, leitor, não lembra, Jucá já foi ministro do Planejamento de Temer. E um dos primeiros a cair.

Legado do petismo: desempenho de estudantes do ensino médio está pior do que nos anos FHC

Educação

Coma base nos números do Sistema de Avaliação da Educação Básica, o MEC consegue descobrir a proficiência dos estudantes brasileiros. Em 2016, foi possível conhecer os dados de 2015, primeiro ano do segundo mandato de Dilma Rousseff.

Em Português, os alunos do ensino médio ficaram com 267,06 em média, um resultado pior que os 290 medidos em 1995, ainda no governo FHC. Em matemática, a média foi de 267, também abaixo dos 281,9 medidos vinte anos antes.

A situação é grave ao ponto de os alunos não obterem resultados aceitáveis nas quatro operações básicas: soma, subtração, multiplicação e divisão.

E pensar que a esquerda em peso pôs-se contra à reforma do ensino médio – já aprovada no governo Temer.

França suspeita que aliado de Cabral pagou propina milionária para o Rio virar sede olímpica

Em 29 de setembro de 2009, um milhão e meio de dólares foram transferidos para a empresa do filho de Lamine Diack, membro do COI e presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo. Neste mesmo dia, meio milhão de dólares foram transferidos para a conta de Papa Diack, consultor de marketing da mesma associação.

Toda essa grana saiu de uma empresa de Arthur Soares, que não só prestava serviços ao governo do Rio de Janeiro, como era grande amigo do governador, Sérgio Cabral.

Exatamente três dias depois, o Rio de Janeiro foi escolhido sede olímpica.

O Ministério Público francês viu na transação indícios concretos de que a escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica foi em algum nível contaminada pela corrupção.

Na época, o governador de Tóquio, Shintaro Ishihara, já havia alertado: “Eu ouvi dizer que o presidente brasileiro (Lula) veio fazer promessas ousadas aos representantes africanos.”

Sim, Lula e Sérgio Cabral eram aliados.

Pedido de demissão coletiva dos especialistas em penitenciárias é coisa do PT, diz jornal

Em um editorial o Estadão fala a verdade sobre o pedido de demissão coletiva de técnicos oriundos do governo de Dilma Roussef: o pedido é uma revelação da enorme hipocrisia desses especialistas e petistas, segundo o jornal que lembra também que nos 13 anos anos à frente do poder o PT, como de costume, não tratou a questão do sistema prisional do Brasil com atenção.

O resultado foi que apenas R$ 687 milhões, 14% da dotação de cerca de R$ 5 bilhões destinados ao Fundo Penitenciário (Funpen), foram de fato aplicados.

O jornal destaca ainda que os lulopetistas não deram a mínima para questão dos presídios porque não viam apelo eleitoral na questão.

Tá excelente o editorial, leia na íntegra.

Por que a violência cresceu no Brasil num período em que o PT alega ter reduzido a pobreza?

A pergunta do título, com leve variação, foi feita pelo Globo no levantamento sobre o aumento das taxas de homicídio em 20 de 26 estados brasileiros. E é por demais pertinente. Afinal, a esquerda alega que a ocorrência de tantos crimes nasceria da falta de oportunidades concedidas pela sociedade aos mais pobres. Contudo, passou anos propagando que, entre 2005 e 2015, período do levantamento, o petismo reduziu a pobreza no país. Assim sendo, deveria também ter diminuído a violência, mas findou justamente no contrário.

Ou o PT não reduziu a pobreza, ou a violência não está intimamente ligada à condição social do indivíduo.

Na dúvida, o Implicante aposta em ambos: nem o PT reduziu a pobreza, nem a violência está necessariamente ligada ao tamanho dela.

Porque os governos Lula e Dilma Rousseff usaram e abusaram do que eles mesmos batizaram de “contabilidade criativa”. Por vezes, reduzir a pobreza era simplesmente alterar a forma de cálculo, diminuindo o limite que separava os mais pobres da classe média.

E porque a violência é um problema por demais complexo para ser fruto de um único fator. A própria matéria do Globo enumera um punhado de explicações. E não chega a qualquer conclusão definitiva.

Na verdade, se alguém disser que entende o que está acontecendo no Brasil, está mentindo. Pois não há informação confiável o suficiente para se chegar a qualquer conclusão.