Estudo da FGV comprova que a segunda gestão Dilma ampliou a distância entre ricos e pobres

O índice de Gini é um indicador social pela FGV. Ele tenta medir a desigualdade do Brasil. Os resultados vão de zero a um, mas, quanto mais perto de um, melhor. E, pela primeira vez em 22 anos, observou que a distância entre os mais ricos e os mais pobres cresceu no país.

Em 2016, o Gini atingiu 0,5229, valor 1,6% maior que o medido em 2015. Com isso, toda a conquista social dos anos de 2014 e 2015 foi perdida.

Motivos alegados por Marcelo Neri, economista e diretor da FGV Social: desemprego e inflação. Ou seja… Os dois flagelos que tomaram o Brasil de assalto com o início do segundo e caótico mandato de Dilma Rousseff.

Em outras palavras, está comprovado que a segunda gestão Dilma deixou o brasileiro pobre ainda mais pobre.

Com larga folga, o Brasil findou 2016 com o pior PIB do G20

O gráfico acima foi preparado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Compara os PIBs dos países que compõem as vinte maiores economias do mundo, sempre confrontando os resultados dos quartos e terceiros trimestres de 2016. Por ele, é possível observar a disputa entre China e India como nações que mais crescem, a incrível recuperação da Austrália, que vinha de um resultado ruim, e a sensação geral de que foi um fim de ano tranquilo, com crescimento variando entre 0,5% e 1,5% na segunda metade.

Mas…

Há uma coisa muito feia acontecendo ali no final, na vigésima posição, no fundão da zona de rebaixamento, com aquela sensação de que já não há chances de manter-se na série A. O nome dessa coisa é Brazil, ou “Brasil” para os íntimos. São duas quedas consideráveis para período tão curto: 0,7% e 0,9%, o que faz do país o pior resultado do G20 – com larga folga.

Sim, ainda é herança maldita do governo Dilma, mas já são números da política econômica de Temer. Está mais do que na hora de este governo apresentar resultados.

Herança maldita: arruinado durante gestão Dilma, Correios precisarão fechar 250 agências

Em 2016, os Correios fecharam o ano com prejuízo de R$ 2 bilhões. Para tentar salvar a estatal, a empresa já iniciou um Programa de Demissão Voluntária com o objetivo de diminuir em 5 mil pessoas a quantidade de funcionários, dos quais 3 mil já toparam. Mas não é só.

O plano inclui agora o fechamento de 250 agências em todas as regiões do Brasil, desde que o município tenha mais de 50 mil habitantes.

Uma breve busca nos arquivos do Implicante lembrará ao leitor como a empresa foi explorada na gestão Dilma até mesmo para práticas bem semelhantes às de crimes eleitorais. O aparelhamento era evidente. E a ruína financeira, uma aposta de baixo risco.

Com o PT fora do poder, o problema ficou cada vez mais explícito no noticiário. No noticiário. Pois, na prestação de serviços, o cidadão brasileiro já o percebia há tempos.

Confirmado: o governo Dilma legou ao Brasil a pior recessão de sua história

Em 1930 e 1931, em decorrência da crise da bolsa de Nova Iorque, o Brasil enfrentou dois anos de profunda recessão, com o PIB caindo respectivamente 2,1% e 3,3%. Até 2016, essa havia sido a maior recessão da história do país. Mas havia uma Dilma Rousseff no meio do caminho.

Porque o governo Dilma já havia registrado em 2015 uma desastrosa queda de 3,8%. E tudo indicava que 2016 seria ainda pior. O impeachment já trouxe algum resultado econômico, mas não o suficiente para apresentar boas notícias. E a queda de 2016 ficou em 3,6%, confirmando esta como a pior recessão da história do Brasil.

A esquerda vai tentar jogar a culpa no brasileiro que pediu o impeachment da ex-presidente. Mas você, leitor do Implicante, não vai deixar. Se o PT continuasse no poder, o brasileiro estaria hoje sendo noticiado de uma tragédia de proporções venezuelanas.

Para história, ficará que Dilma Rousseff legou ao país recessão pior que a da quebra da bolsa em 1929. Qualquer coisa diferente disso será uma mentira política.

Herança de Lula e Dilma Rousseff: oito setores da indústria encolheram mais de 50% em 3 anos

Mesmo quando surgem boas notícias ou indícios na economia, o Implicante insiste num mantra: não será fácil sair do buraco em que nos deixaram os governos petistas. A herança maldita de Lula e Dilma Rousseff não foi nada singela.

Segundo reportagem do Valor Econômico (link no rodapé, porém conteúdo restrito a assinantes), oito segmentos da indústria encolheram mais de 50% em 3 anos (2014/2015/2016). Os dados são do IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), usando por base os números do IBGE.

Sim, perderam MAIS DA METADE do tamanho, em resumo. Uma calamidade.

Desse modo, resta mais do que nunca urgente que sejam aprovadas todas as medidas saneadoras de nossa economia. As tempo urge para as reformas.

Mais legado de Dilma e do PT: rombo na previdência estadual e federal soma R$ 316,5 bilhões

Muito se fala em rombo da previdência, que ele seria assustador, mas os valores eram sempre nebulosos. Não são mais. O Ministério do Planejamento. Ao menos para a União e os Estados. E, sim, é mesmo horripilante: R$ 316,5 bilhões para o ano de 2016, um aumento de 44,4% em relação a 2015.

O crescimento vertiginoso explica-se pelo aumento do desemprego, pior legado de Dilma Rousseff ao Brasil. Com menos gente trabalhando, há menos gente ajudando a manter a previdência social.

Nesses âmbitos (federal e estadual), há um aposentado para cada trabalhador ativo, o que é péssimo. A previdência só respira nos municípios, onde há quatro trabalhadores para cada aposentado.

É uma situação gravíssima. Que precisa ser encarada por todos os brasileiros.

A herança mais maldita de Dilma Rousseff: PIB de 2016 foi desastroso como o do Plano Collor

Cédulas de reais. Foto: Pixabay.

O país só conhecerá o resultado consolidado do PIB para o ano de 2016 no próximo março. Mas o Banco Central já liberou uma prévia. E ela é horrorosa: -4,34%, ou seja, ainda pior que o de 2015, quando observou-se uma queda de -3,847%. Para efeito de comparação, em 1990, no primeiro ano do Plano Collor, com confisco de poupança e hiperinflação, o Produto Interno Bruto encolheu -4,35%.

É importante observar, contudo, que os últimos trimestres já apresentavam uma queda menos acentuada, o que pode ser lido como um sinal de que a economia se prepara para iniciar uma curva de crescimento. Mais ainda: que a troca da gestão do país, que se livrou de Dilma Rousseff em maio, foi benéfica.

Certamente 2017 será um ano melhor. Fica a dúvida, todavia, de quão melhor. O Implicante espera que essa temporada feche com algum resultado positivo, ainda que mínimo.

Valeu, Lula e Dilma! 70% dos estudantes de 15 anos não sabem o básico de matemática

Sempre alertamos por aqui que a Educação foi uma das áreas mais devastadas pelos governos anteriores, tanto ou mais que a economia. E a gravidade disso, por óbvio, é extrema.

E não se trata de chute ou exagero, mas fato apurado. Nosso país ficou entre os piores no ranking mundial da educação (e há quem se diga contra uma reforma no ensino).

O buraco é tão extremo que mais de 70% dos estudantes brasileiros com 15 anos não sabem o básico da matemática. O BÁSICO. Esse dado terrível foi apurado pelo PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, que abrange 72 países e é realizado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Uma vergonha completa e também um quadro desolador. Serão anos, anos e anos para recuperar a devastação causada, sem contar o impacto disso na vida dos estudantes, que são as grandes vítimas.

Ah, sim, e o pessoal que invade escola? Não vai fazer nada agora? Não vai protestar contra os responsáveis por essa herança maldita na Educação?

Claro que não. E sabemos o porquê. Eles não lutam por Educação, mas sim por partido político. E também sabemos por qual.

As riquezas dos brasileiros caminham para sofrer uma quarta queda consecutiva em 2017

Mais importante do que o PIB de uma nação é o seu PIB real, aquele em que se subtrai a diferença de inflação ano a ano. E mais importante ainda é o PIB per capita, pois este considera ainda a forma como esta riqueza se distribui com a população, uma vez que leva em conta também o crescimento populacional dentro daquela fronteira.

Dito isto, o Brasil não vai nada bem. E caminha para, pela primeira vez na história, ver as suas riquezas encolherem pelo quarto ano consecutivo. Ao menos esta é a previsão do Bradesco, que aguarda um crescimento minguado de ineficientes 0,3% para o PIB real de 2017, o que faria o PIB per capita cair 0,5%.

Sim, ainda é a herança maldita do desastroso governo Dilma Rousseff. Mas já é também a postura do governo Michel Temer, mais interessado em escapar da cadeia do que salvar a economia.

O desemprego em outubro segue inaceitável, mas ao menos parou de crescer

Para o trimestre que se encerrou em outubro, o desemprego no Brasil, segundo o IBGE, estaria em 11,8%. É, claro, muito ruim. A única leitura positiva do dado é que não houve um crescimento em relação à contagem encerrada em setembro, o que pode apontar o início de uma curva positiva. Mas é pouco para um ano que já se aproxima das festas de fim de ano, quando o mercado naturalmente aquece.

Um segundo ponto positivo diz respeito ao rendimento médio, que subiu 0,9% em relação ao trimestre anterior e chegou a R$ 2.025 por brasileiro. Contudo, isso mal deve cobrir a inflação do período, se é que cobre.

Já está passando da hora de o governo Temer mostrar um mínimo de resultado.