A Venezuela tornou-se uma ditadura com ajuda – por vezes financeira – da esquerda brasileira

06.12.2015 - Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Ejemplo para definir el significado de Ineptocracia. Foto: Hugoshi

Algumas coisas precisam ficar muito claras para a opinião pública. Antes de mais nada, a Venezuela já é uma ditadura há muito tempo, mas agora chegou a um nível tão baixo que mesmo a imprensa, um setor altamente tomado por esquerdistas, aceita essa denominação.

Nicolás Maduro, o ditador que está destruindo o país, chegou ao comando como vice de Hugo Chávez, reeleito em 2012, mas morto no ano seguinte. E o petismo tem imensa participação nessa vitória, não só pelo apoio moral que dava à investida bolivariana no vizinho mais ao norte. O marketeiro da campanha vitoriosa era do PT. E João Santana foi pago por esquema investigado pela Lava Jato envolvendo a Odebrecht.

Mas não parou por aí: recursos do BNDES foram usados para impulsionar a empreiteira por lá.  E Marcelo Odebrecht já confessou ter sido o “otário” por se vir obrigado a investir em projetos nos quais não acreditava. O excedente – resultado do superfaturamento das obras em questão – era usado para viabilizar pagamentos no exterior. Tudo isso foi confessado em depoimento recente ao TSE.

Em outras palavras, a esquerda brasileira ajudou a construir uma ditadura na América do Sul. E, até o momento da redação deste texto, está fingindo que o problema não é com ela.

Sincericídio: esquerda agora ataca Trump comparando-o ao socialista Hugo Chávez

Não é a primeira vez em que esquerdistas comparam Donald Trum a um socialista, visto que já o relacionaram a Hitler, que era afinal de contas um nacional-socialista que pregava o controle autoritário de tudo pelo estado. Parece mesmo que no fundo eles gostam de Trump e querem que ele fique ao lado deles.

Foi o caso do cientista político, Christopher Sabatini, especialista em política internacional da Universidade de Columbia, em Nova York – berço do pensamento marxista norte-americano já que abrigou a escola de Frankfurt quando esta foi perseguida por Hitler – que comparou Donald Trump com Hugo Chávez.

OI?

Deu no G1 que para o cientista, o tom da oratória de Trump lembra muito a de Chávez: “Chávez cumpriu tudo o que disse quando chegou ao poder, ameaçou seus adversários e os eliminou”.

Mas olha…

Não há comida nem papel higiênico na Venezuela, mas tem holograma do Hugo Chavez “passeando”

A ditadura chavista vem destruindo a Venezuela há anos e anos, ainda assim recebendo apoio dos esquerdistas de todo o mundo, especialmente da América do Sul. O país atravessa momento de escassez de comida e até de papel higiênico. A miséria extrema em que fatalmente resulta qualquer forma de socialismo.

Pois o governo ainda assim não abre mão do “culto à imagem”, tão caro a esse tipo de regime opressor.

Agora, há hologramas de Hugo Chavez caminhando por Caracas. Isso mesmo: aquelas imagens em vídeo projetadas de forma a parecer que a pessoa ali está, no geral com resultado um tanto tosco.

Socialismo é isso: o enaltecimento do líder opressor vem antes da cesta básica ao povo.

Em mensagem, embaixador da Venezuela reporta que Lula lamentou-lhe a queda do Muro de Berlim

27.06.2008 - Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez. Foto: Marcello Casal Jr./Abr.

Poucos momentos políticos na história são mais deprimentes que a construção do Muro de Berlim, quando o lado socialista da Alemanha (então Oriental) quis aprisionar os cidadãos em suas fronteiras, separando famílias e amigos por concreto e guaritas recheadas de fuzis. Tanto que a queda de tal monstruosidade foi saudada com alegria por todo o mundo em 1989.

Mas não por Lula. Segundo relatório de Maximilien Arvelaiz, embaixador da Venezuela no Brasil, o ex-presidente lhe confidenciou ainda em 2011 que “uma derrota de Chávez em 2012 seria igual ou pior que a queda do muro do Berlim”. Claro, há uma comparação óbvia com a forma como aquele acontecimento enfraqueceu a esquerda no mundo. Ainda assim, pega muito mal ao petista que, em primeiro plano, surgisse os interesses do partido, deixando para traz as liberdades do povo alemão – ou simplesmente o conceito de liberdade.

A esquerda não é democrática. E é longe das câmeras que esse aspecto fica mais evidente.

Documentos mostram como Lula ajudou os homens que destruíram a Venezuela

30.09.2005 - Hugo Chávez e Lula. Foto: Agência Brasil.

Ter acabado com a economia brasileira já seria péssimo para o currículo da esquerda neste século. Mas o estrago na Venezuela foi muito maior. O país vive uma tragédia humanitária com direito a refugiados em fuga para o Brasil.

Documentos obtidos pela Veja mostram como Lula teve participação ativa na reeleição de Hugo Chávez, o presidente que legou o ditador Nicolás Maduro aos venezuelanos. Meses após a eleição de Dilma, o petista atuou junto ao embaixador venezuelano para encaixar João Santana, marketeiro do PT, na campanha que conseguiria mais um mandato para o chavismo.

Já há notícias de que OAS e Odebrecht arcaram clandestinamente com as despesas de campanha dos chavistas. Se um ponto estiver ligado ao outro, e Lula já é réu por lobby feito em benefício da segunda em Angola, a coisa só vai se complicar ainda mais para o lado dele.

As cenas dos próximos capítulos prometem.

Rebatendo os “cinco mitos” sobre a Venezuela publicados pela BBC

Venezuela - Cinco Mitos - Foto Meredith Kohut New York Times
Venezuelanos diante do racionamento de água. Foto: Meredith Kohut / New York Times

Na semana passada, muita gente compartilhou um texto da BBC que questionava as mazelas venezuelanas. Mais que isso: chamava-as de “mitos” e, por meio de explicações breves, contestava a veracidade de tudo.

Sabe-se por que razão, o conglomerado de empresas de comunicação deixou a tarefa a cargo de seu correspondente na África. Talvez o distanciamento tenha colaborado para que o texto saísse um pouco da realidade, enfim…

A seguir, todos os cinco ponto são rebatidos. Primeiro, em vermelho, o que eles alegaram; em seguida, o que de fato ocorre. E pedimos a vocês que compartilhem com TODOS que divulgaram o outro texto.

1 – Na Venezuela há Fome

Em algumas regiões da Venezuela se passa fome, mas não a maioria da população. 90% dos venezuelanos disse em 2015 ao levantamento Encovi que está comendo menos e com menor qualidade. De fato, a crise alimentar se aprofundou em 2016; se veem mais filas e são relatados mais casos de subnutrição, com mais pessoas que comem duas ou menos vezes por dia. Mas a situação não se enquadra no que o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas define como uma escassez generalizada de alimentos: que pelo menos 20% das famílias sofram escassez severa (…) E por mais caros que sejam, os venezuelanos têm frutas e verduras disponíveis em cada esquina. De acordo com a Fundación Bengoa, especialista nesta área, a desnutrição está entre 20% e 25%.

Parece até piada. Há uma diferença entre “há fome” e “todos passam fome e vão morrer amanhã mesmo”. A premissa do título, exatamente como elaborada pelo jornalista, é CONFIRMADA em seu texto. Se a desnutrição está entre 20 e 25% e há relatos de subnutrição, fim de papo, há sim fome. Não adianta recorrer a um índice elaborado pela ONU, tentar uma saída técnico-retórica, e depois confessar que o grau de desnutrição pode chegar a um quarto do povo. Na verdade, nove em cada dez venezuelanos simplesmente não tem dinheiro para comida.

2 – Venezuela é igual a Cuba

Em geral, três elementos permitem argumentar que “a Venezuela se cubanizou”, como alguns dizem: as filas para comprar produtos racionados, a dualidade da economia e da militarização do governo (onde a inteligência e o governo cubano têm influência). Mas essa comparação só pode ser feita até aí (…) A Venezuela é um país capitalista onde o setor privado tem certa atividade, apesar das restrições e expropriações do Estado – que adquire cada vez mais controle sobre a economia. Em Cuba, o setor privado é mínimo (…) Além disso, a Venezuela é um país produtor de petróleo, com enormes reservas, e não é uma ilha, dois elementos decisivos de sua condição, que por mais trágica que se torne, gerará situações que não podem acontecer em Cuba: por exemplo, o contrabando na fronteira.

É mole? Uma disputa para saber qual regime socialista é pior. Sim, não é preciso ir longe, Cuba ganha essa parada. Lá é bem pior. E vale agradecer pelo esclarecimento de que a Venezuela não seria uma ilha, algo totalmente cabível nesse tipo de comparação. Meu trecho favorito, porém, é o “setor privado tem certa atividade, apesar das restrições e expropriaçõe”. Maravilha.

3 – A Venezuela é uma ditadura

É um debate acadêmico que leva alguns anos: se na Venezuela há uma “ditadura moderna” ou um “regime híbrido”. Mas são poucos os especialistas, no país e no exterior, que falam de uma ditadura tradicional. Primeiro, eles dizem, porque há oposição, por mais que não tenha acesso a recursos que o partido governista tem – e apesar das prisões e restrições a que representantes seus tenham sido sujeitados. E há eleições, embora tenham removido alguns poderes da Assembleia Nacional – eleita com votos – quando ela passou a ser controlada pela oposição. Em segundo lugar, a imprensa independente na Venezuela, apesar dos problemas – falta de papel, pressão do governo e com muitos de seus jornalistas em julgamento ou na prisão…

Pois é, não está fácil. Como alguns heroicos venezuelanos consegue RESISTIR, então não poderia ser mesmo uma ditadura, não é? Aí entram os “apesares”, que envolvem falta de recursos, remoção de poderes, prisões etc. Mas, vejam só, há “eleições”. Até em Cuba e na Coreia do Norte há “eleições”, ué! Democracia é quando a disputa eleitoral acontece com igualdade de condições e ampla liberdade participativa. O contrário é ditadura, independentemente do grau de repressão (que, diga-se, é elevado na Venezuela).

4 – Todo mundo odeia Maduro

Muitos fora do país perguntam como é possível que Maduro ainda esteja no poder. De acordo com várias pesquisas, ele tem entre 20% e 30% de apoio. Há venezuelanos que se consideram chavistas, que dizem apoiar Maduro nas pesquisas, mas que, quando falam à imprensa, soltam uma série de insultos contra o presidente (…) Em todo o caso, o apoio de 30% é mais do que tem os presidentes de Chile e Colômbia. Alguns dizem que o chavismo é doente terminal, mas Chavez continua a registrar 60% de aprovação, por isso, é difícil pensar no fim do chavismo, por mais aguda que seja crise.

A premissa, por si, é inócua. Claro que não seria TODO MUNDO a odiar maduro. Todo regime autoritário busca algum tipo de respaldo e só em seu declínio que a desaprovação vai às maiorias. É histórico. Mas não deixa de ser curioso começar falando de Maduro, dissociando-o de Chávez, para depois falar apenas em chavismo.

5 – Você não pode sair de casa

A criminalidade desenfreada e o medo levou alguns a preferirem assistir a um filme em casa do que ir a um bar à noite. Mas ainda há muitos, não só em Caracas, mas em todo o país, que vão a discotecas, bares e restaurantes. Paradoxalmente, no lugar onde há mais assassinatos, nos bairros populares, a noite é tão ativa como em qualquer cidade, mas nas áreas de classe média e alta as ruas ficam desertas após as 21h (…) Apesar disso, os centros das cidades e vilarejos são durante o dia são tão ou mais agitados do que em qualquer outro lugar na América Latina.

Outro espantalho. Claro que ninguém imagina a Venezuela como um país-fantasma, daqueles com bolinha de feno correndo por avenida abandonada com carros enferrujados. E pessoas podem muito bem ir às ruas, desde que não seja para fazer oposição ao governo, porque daí levam bala. E desde que não seja para comprar comida, simplesmente porque não tem. E também porque não eles não teriam mesmo dinheiro para comprar. Fora isso, dentro das condições admissíveis pelo contexto, dá sim para passear pela calçada. Mas é bom tomar cuidado.

***

Enfim, é isso. Basta um pouco de lógica e bom-senso. Provavelmente, o texto não teve má-fé em sua feitura, mas foi repassado como uma “verdade” já que saiu na BBC. E as coisas, sabemos, não são bem assim. De todo modo, sugerimos para uma próxima vez que eles convoquem um venezuelano para falar do próprio país.

A menos que tenham evitado isso por saber que ele pode ser morto pelo governo. Aquele governo que “não é uma ditadura”.

O que tem em comum os países que “não reconhecem” Temer? Obras financiadas em gestões petistas

Nicolas Maduro

Nada de novo sob o sol, não é mesmo? Alguns poucos países resolveram “não reconhecer” o governo de Michel Temer, demonstrando apoio a Dilma Rousseff. Sim, eles são do grupo chamado “bolivariano” (nome dado ao socialismo latino, uma versão tropical do totalitarismo de sempre). Mas há obviamente razões menos imateriais.

Todos eles – sim, todos – receberam obras que tiveram financiamento ou participação financeira de órgãos ligados ao governo federal. Geralmente o BNDES, mas há também participação da Eletrobras e nem se fale da Petrobras. No caso das obras, a metodologia usada não era do empréstimo ao país, mas sim às construtoras que construíam por lá – e ganha um doce quem adivinhar em qual Operação da PF essas mesmas construtoras estão enroladas…

Cuba, por exemplo, ganhou o Porto de Mariel – valendo também sempre destacar os bilhões que a ditadura embolsa com o programa “Mais Médicos”, com o qual escraviza profissionais e fica com a maior parte da grana que deveria ir para eles. Outro “bom” exemplo é a Bolivia, que tomou de assalto uma refinaria da Petrobras (e Lula não falou nada – ao contrário, noticia-se que ele DEU AVAL a isso).

E assim vão os demais: Venezuela, Equador, El Salvador etc. O “não reconhecimento” de Temer acontece entre países que apresentam esse CURIOSO padrão: tiveram obras financiadas pelo governo brasileiro nas gestões de Lula e Dilma. Viram que agora acabou isso e estão desesperados.

Pela lista, aliás, dá para ver que a gestão Temer está no caminho certo. É preciso buscar acordos comerciais que DE FATO beneficiem o setor produtivo de nosso país, deixando de lado as parcerias bolivarianas só beneficiam “poucos e bons”.

No mais, reiteramos nossos parabéns ao Ministério das Relações Exteriores pelas notas duras contra tais tiranetes. E que os povos desses países, certamente as maiores vítimas dos opressores que ali mandam, consigam retirá-los do poder o quanto antes. Toda nossa solidariedade aos que vivem sob esse jugo.

Venezuela: funcionários públicos só trabalharão às segundas e terças-feiras

O socialismo não é apenas um regime assassino (em alguns casos, genocida), mas também uma catástrofe econômica. Por conta do racionamento de energia, a Venezuela está tomando medidas drásticas cada vez mais absurdas.

A partir de agora, por exemplo, funcionários públicos apenas trabalharão dois dias por semana: segundas e terças-feiras. Às quartas e quintas, estão dispensados. E a sexta-feira? Bom, pra quem não sabe, o dia virou feriado faz tempo (pelas mesmas razões).

Em suma, o país está colapsando sob aplausos daquela militância que diz odiar ditaduras, mas defende regimes ditatoriais quando o líder usa camisa ou bandeira vermelha.

 

 

Você é contra todas as ditaduras ou somente algumas?

ditadores

A internet está em polvorosa. COMO PODE ALGUÉM DEFENDER O REGIME MILITAR? Como defendem um regime autoritário? Como diabos enaltecem UMA DITADURA?

Sim, o ponto é importante. Mas a indignação só pode partir de quem não defende NENHUMA ditadura. Todas elas são deploráveis, todas elas são repugnantes, todas elas são vergonhosas. Ponto.

Reclamar de uma e bater palma para outra é coisa de quem não liga para assassinatos, violência, tortura e prisões arbitrárias. Apenas acha ruim quando quem faz isso não é de determinada ideologia.

A seguir, algumas das figuras enaltecidas por boa parte dos esquerdistas brasileiros e com frequência também citados em passeatas, eventos, discursos e demais homenagens – sem a indignação de muitos que agora parecem exaltados.

Vamos lá:

Fidel Castro

Fidel-Castro

Ninguém sabe ao certo o número de mortos em Cuba, mas chega-se à casa dos cem mil. Pelo número de pessoas que habitam/habitavam a ilha, é proporcionalmente um massacre extremo. Ainda assim, Fidel Castro é defendido, enaltecido, elogiado e aplaudido por muitos militantes – e líderes de partido – sem que a esquerda torça o nariz a isso. Ao contrário: relativizam ou mesmo defendem (e tudo aqui vale para seu irmão, Raul, atual ditador de Cuba).

Che Guevara

Che-Guevara

Além de um dos líderes do regime cubano, também era ele próprio um homicida e não propriamente simpatizante da causa gay. Tudo isso vira bobagem para os esquerdistas que o tratam como herói – alguns, que alegam defender determinadas causas, chegam a colocar fantasias imitando esse facínora.

Stálin

Stalin

Alguns falam em 60 milhões de mortos, mas os cálculos mais “ponderados” apontam 20 milhões. Sim, milhões. Foram vários episódios terríveis, como a “Fome Genocídio” (Holodomor). Um stalinista deveria ser tratado como um hitlerista, certo? Não para a esquerda, já que o primeiro tem assento nos debates da causa.

Mao Tsé Tung

Mao-Tse-Tung

Esse é ainda pior, já que foi responsável por 45 milhões de mortos – e esse já é o número “ponderado”. Um absurdo. Sim, ele tem seus defensores ideológicos. Procure por “esquerda maoísta” e descubra você mesmo.

Chávez

Hugo-Chavez

Há vários outros a citar, de Pol Pot a Josip Tito, passando por Ceausescu e tantos outros. Mas fica como última menção Hugo Chávez, caso recente, já na era da documentação farta e dos registros inequívocos. E ele é defendido, aplaudido e enaltecido, mesmo com os mortos da Venezuela, mesmo com as prisões, as agressões, e tudo que lá ocorre.

***

Portanto

O problema de certa militância não é com ditadores ou ditaduras, mas sim com quem mata e tortura sem ser esquerdista. Quando o facínora usa uma bandeirinha vermelha, eles não apenas fazem vista grossa como ainda por cima aplaudem, relativizam e até defendem.

“Democracia socialista”: Maduro perde eleições legislativas e cria OUTRO legislativo

O regime ditatorial da Venezuela, a comando do socialista “bolivariano-chavista” Nicolas Maduro, deu mais uma mostra de que estaria muito longe de ser até mesmo uma proto-democracia. Com a derrota do grupo governista nas eleições legislativas, grande o bastante para não permitir nem mesmo fraudes grosseiras, a ditadura precisou criar uma estrovenga amalucada, própria desse tipo de sistema.

Maduro tirou da cartola um “legislativo paralelo” e, claro, dará a ele “todo poder”. Isso mesmo: um golpe dentro do próprio golpe. Esse é o regime apoiado e aplaudido pela esquerda brasileira. É o que eles, sem mesmo esconder muito, querem no Brasil.

Nicolas Maduro - Hugo Chavez - Dilma Rousseff

O pior é que não estamos tão longe disso.