Um gráfico que desenha o desastre que o governo Dilma foi para a produção industrial

Após quase três anos, a produção industrial brasileira finalmente voltou a crescer. A notícia traz a esperança de que o Brasil caminhe para se livrar da maior recessão de sua história. Mas a esquerda quer jogar a culpa no brasileiro que foi às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff. O gráfico acima, contudo, mostra que os esquerdismo está apenas tentando quebrar o próprio recorde de cinismo.

A produção industrial brasileira começou a sofrer no final do verão de 2014. O que já é estranho, pois é justo nessa época que, historicamente, inicia-se uma retomada de crescimento que só se conclui no natal seguinte. Mas a coisa foi seguidamente piorando até o verão de 2016. Nesse meio tempo, Dilma Rousseff foi reeleita chamando de “pessimildo” qualquer crítico que denunciasse a real situação vivida pelo país.

A produção só ganhou um fôlego mínimo quando o impeachment começou a se encaminhar. E agora, um ano depois, chega finalmente ao seu primeiro resultado positivo.

Sim, ainda é pouco. Muita água precisa rolar. Mas é um primeiro passo.

Herança de Lula e Dilma Rousseff: oito setores da indústria encolheram mais de 50% em 3 anos

Mesmo quando surgem boas notícias ou indícios na economia, o Implicante insiste num mantra: não será fácil sair do buraco em que nos deixaram os governos petistas. A herança maldita de Lula e Dilma Rousseff não foi nada singela.

Segundo reportagem do Valor Econômico (link no rodapé, porém conteúdo restrito a assinantes), oito segmentos da indústria encolheram mais de 50% em 3 anos (2014/2015/2016). Os dados são do IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), usando por base os números do IBGE.

Sim, perderam MAIS DA METADE do tamanho, em resumo. Uma calamidade.

Desse modo, resta mais do que nunca urgente que sejam aprovadas todas as medidas saneadoras de nossa economia. As tempo urge para as reformas.

Em São Paulo, emprego na indústria cresceu pela primeira vez em quase dois anos

Em qualquer recessão, três grandes problemas costumam atormentar a população: inflação, desemprego e desabastecimento. Este último a Venezuela conhece melhor do que ninguém. Quanto aos dois primeiros, trata-se de uma realidade legada ao Brasil pelo governo Dilma Rousseff.

A boa notícia é que a equipe econômica do governo Temer, ainda que com algum atraso, aos poucos consegue entregar algum resultado. Em São Paulo, onde o emprego na indústria vinha desde abril de 2015 sem resultados positivos, finalmente conseguiu terminar com um saldo positivo de emprego.

Segundo Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, essa recessão já estaria no passado. Falta esses bons resultados chegarem ao povo brasileiro. Mas tudo leva a crer que agora é apenas uma questão de tempo.

Com Dilma, indústria eletroeletrônica regrediu 10 anos em 2 no Brasil

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A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abimee) divulgou os dados do primeiro trimestre no setor nesta sexta (06). Somente em 2016, as indústrias elétricas e eletrônicas perderam 54,6 mil trabalhadores devido à crise econômica. O total de empregos gerados voltou ao patamar de 2006, declínio que começou em 2015.

Representantes do setor afirmam ser impossível fazer uma projeção para o ano até que o novo governo assuma.

Setor automotivo fechou 108 mil vagas em 2015

Com uma queda de 26,5% nas vendas, a indústria automotiva fechou 108.643 postos de trabalho no ano passado. O número só não foi ainda maior porque o governo lançou o PPE (Programa de Proteção ao Emprego), em que os funcionários aceitam redução de jornada e salário para não serem demitidos.

Os mais “ecologicamente corretos” também não tem o que comemorar: a produção e venda de bicicletas também caiu 10% em 2015.

Neste ano, três montadoras já anunciaram demissões em massa. A previsão para 2016 é de queda de 7,5% nas vendas de veículos.
montadoras

Emprego na indústria despencou em 2015

Diante da produção fraca, por conta da crise econômica provocada por Dilma Rousseff e pelo PT na presidência, houve queda drástica de empregos na indústria. O corte foi de 6,2% e os dados são do IBGE (ou seja, do próprio governo). O resultado é o mais drástico de toda a história do índice PIMES (Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário) – apurado desde 2002. E a pesquisa foi descontinuada (alguém surpreso?).

Para 2016, as perspectivas são pessimistas, diante da continuidade da crise econômica.

Dilma - Venda de Automóveis

Com Dilma e com o PT, as perspectivas sempre são pessimistas.

Agradeçam mais essa a Dilma: produção industrial sofre maior queda da história

Ainda falta confirmar, mas o PIB brasileiro em 2015 caiu algo próximo de 4%. Na indústria, no entanto, a realidade foi bem mais dramática. De acordo com dados do próprio IBGE, a queda no setor acumulou trágicos 8,3%. É pior resultado da história deste levantamento.

Ao confrontarmos dezembro de 2015 com dezembro de 2014, o tombo é ainda maior: 11,9%. Isso deixa a entender que a crise ainda está piorando. E mesmo a época do ano em que a atividade econômica aquece com o pagamento dos décimo-terceiros salários não foi suficiente para reverter o estrago.

Dilma Rousseff - PAC da Construção Civil

 

 

Só em SP, serão mais de 220 mil trabalhadores demitidos das indústrias em 2015

Segundo a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), 19 mil tralhadores foram para a rua apenas em novembro e somente em SP. No ano, a expectativa da entidade é a de 220 a 230 mil demitidos. O diretor do departamento de economia da Federação, Paulo Francini, acrescenta que se trata de algo “pavoroso”.

Ele está certo. É mesmo pavoroso. E é preciso que isso se reverta. Por enquanto, a expectativa para o ano que vem é também tenebrosa. É preciso tomar medidas efetivas para evitar ainda mais desgraça.

Dilma Rousseff - inadimplencia

E a primeira delas é saída de Dilma Rousseff e do PT da Presidência da República.

Queda de 11% na produção industrial prenuncia um natal complicado em 2015

Foto: Jeff Weese

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a produção industrial brasileira despencou em setembro de 2015 nada menos que 10,9%. Trata-se da 19ª queda consecutiva quando compara-se o mês finalizado pelo IBGE com o ano anterior. André Macedo, economista do instituto, acendeu o alerta:

“Normalmente há uma trajetória positiva em setembro e outubro para atender às encomendas de fim de ano, mas não conseguimos enxergar isso este ano por conta da conjuntura ruim.”

Foto: Jeff Weese
Foto: Jeff Weese

O segundo semestre quase sempre é melhor que o primeiro para economia brasileira por causa das festas de fim de ano. A não ocorrência de curva ascendente já em agosto ou setembro serve de alerta a um natal aquém das expectativas do comércio, da indústria, do mercado como um todo e – por que não? – das famílias brasileiras. Com a sociedade altamente endividada, não será estranho caso o 13º sirva exclusivamente para a quitação de prestações em atraso.