Recorde de cinismo: ditador que aprisiona o próprio povo em Cuba reclama de muro de Trump

Raúl Castro veio a público criticar as políticas comerciais e imigratórias de Donald Trump. Mas o Implicante vai refazer a frase em outros termos: o ditador da família cubana que há mais de meio século escraviza o próprio povo em uma ilha foi à imprensa reclamar que Donald Trump quer impedir a entrada de imigrantes ilegais nos Estados Unidos.

Ele disse:

“A nova agenda do governo dos EUA ameaça desencadear uma política comercial extrema e egoísta que vai afetar a competitividade do nosso comércio exterior, violar acordos ambientais e caçar e deportar imigrantes. Você não pode conter a pobreza, as catástrofes e os imigrantes com muros, mas sim com cooperação, compreensão e paz.”

Sim, é preciso ter um nível de cinismo fora do comum para, neste contexto, vir a público se pronunciar nestes termos. Algo parecido é preciso se falar sobre a imprensa, que noticia a fala acima sem em qualquer momento citar a palavra “ditadura”.

Não à toa, pessoas como Donald Trump chegam ao poder.

Se os países europeus fossem estados americanos, seriam os mais pobres dos Estados Unidos

A esquerda americana está com um discurso bobo e burro, para usar termos que não choquem nas primeiras horas da manhã. Qual? O de que os Estados Unidos devem se inspirar na política da social democracia europeia. Em artigo sobre o tema, o Foundation for Economic Education mostrou como não faz sentido levar essa ideia adiante. Por um motivo simples: mesmo os países mais ricos da Europa são mais pobres que dois terços dos estados americanos.

Para entender o raciocínio, usa-se o PIB per capita, aquele que divide as riquezas de um país por sua população. Mesmo a Alemanha, dona dos melhores resultados europeus, possui um PIB per capita menor que o do Missouri, o 38º de 50 estados americanos. O Reino Unido seria 47º estado. E nações como Itália e Espanha ficariam abaixo do Mississippi, proporcionalmente, o mais pobre dos Estados Unidos.

Com se vê na tabela acima, nem o Japão, lá no pacífico, ficaria bem na fita, com uma 49ª posição.

Sim, o modelo a ser seguido é o da liberdade americana, e não o da democracia-social europeia.

 

O Papa parece mais empenhado em combater o “católico hipócrita” do que o terrorismo islâmico

Em missa realizada nesse 23 de fevereiro, o Papa Francisco dedicou um improviso para criticar os próprios católicos. E deixou no ar que seria melhor ser ateu a ser um “católico hipócrita”, como sintetizou a imprensa brasileira.

Dias atrás, o mesmo Papa já havia sido notícia ao dizer que terrorismo islâmico não existe. E que nenhuma religião é terrorista, numa clara crítica a administração Trump.

Fica a sensação de que o Papa prefere combater o “católico hipócrita” do que o terrorismo islâmico, que existe e vitima aos milhares por ano, com ódio especial reservado aos cristãos que este papa deveria defender.

Ao que tudo indica, o Vaticano será a última nação do planeta a se livrar do bolivarianismo.

A esquerda americana já está exigindo o impeachment de Trump, a daqui vai dizer que é golpe?

Antes de chegar ao poder, a esquerda brasileira pediu o impeachment de todos os presidentes que ocuparam o Palácio do Planalto após a ditadura. Até o de Itamar Franco, que assumiu quando Fernando Collor foi cassado. Mas os jovens não devem lembrar, claro, pois o PT passou 13 anos no poder, ainda que para sair dele por intermédio de um impedimento.

Quando alvo de dispositivo semelhante, a esquerda brasileira se deu a chamá-lo de golpe. Até hoje, Dilma Rousseff insiste que foi vítima de um, que ainda não teria acabado e vai se concluir na prisão de Lula.

Claro que isso é conversa para esquerdista dormir sem culpa. O impeachment é legítimo, e adorado pela esquerda. Na dúvida, basta consultar a americana. Donald Trump assumiu a casa branca em 20 de janeiro de 2017. Um mês se passou, e a oposição já diz ter motivos em suficiência para exigir o impeachment do republicano.

A daqui vai dizer que é golpe?

Não. Não vai. Se brincar, corre até o risco de convocar protesto a favor da iniciativa.

Odiada pela imprensa, Marine Le Pen recusou-se a usar véu em encontro com líder islâmico

Marine Le Pen vem liderando as pesquisas eleitorais na França. A imprensa adora chamá-la de “extrema-direita”. Por quê? Entre outras coisas, por não se dobrar ao politicamente correto pregado pelo jornalismo esquerdista.

Em encontro com líder islâmico no Líbano, recebeu um véu para cobrir a cabeça em “respeito” à autoridade que a receberia. A resposta foi dura: “A mais alta autoridade sunita do mundo não havia feito esta exigência, consequentemente não tenho nenhuma razão para… Mas não importa, transmita ao grande mufti minha consideração, mas não usarei um véu“.

E, com isso, a reunião foi cancelada.

Na França, por respeito à cultura local, proíbe-se que islâmicas usem burca, uma vestimenta agressiva imposta às mulheres pela Al Qaeda nos últimos. Seria natural, portanto, que ao visitar um país do outro lado, os hábitos locais também fossem respeitados. Mas Le Pen foi além.

Não está em jogo um respeito mútuo, mas a imposição de um estilo de vida sobre o outro.

E o Implicante, claro, sempre ficará ao lado do Ocidente.

Mais uma rede social estaria censurando conteúdo conservador: o Reddit

Não é tão fácil para o brasileiro entender a gravidade do assunto porque se trata de uma rede pouco popular no país. O Reddit permite que usuários publiquem conteúdo para a avaliação dos demais integrantes da comunidade. Caso o material receba avaliações positivas, sobe no ranking, do contrário, desce.

Em outras palavras, os próprios usuários funcionam como curadores do que seria o material de melhor qualidade. E o segredo da ferramenta estava nessa dinâmica.

Mas, desde a eleição de Donald Trump, o mecanismo parece estar sendo deturpado. E grande parte do material de apoio ao presidente estaria sendo boicotado. Ao menos é isso o que denuncia o Infowars, que já observou manobra semelhante no Facebook e Twitter.

A liberdade de expressão está em crise no mundo todo. E é triste notar que isso só é possível graças à cegueira de empresas de tecnologia, justo as que cresceram explorando a liberdade de expressão.

Vídeo legendado: o merecido puxão de orelha que a embaixadora de Trump deu na ONU

Organização das Nações Unidas. O nome é lindo. E a opinião pública compra a ideia, blindando a entidade de qualquer crítica mas severa. Mas, aos mais atentos, a ONU não passa no teste. Basta um olhar mais aprofundado para perceber o esquerdismo aparelhando a imensa maioria de seus órgãos.

Tudo vinha sendo tolerado pelos presidente americanos até a Casa Branca passar aos cuidados de Donald Trump. E o republicado indicar Nikki Haley para representar os interesse americanos junto à organização.

O vídeo acima lava a alma. Mostra a embaixadora passando a limpo todo o cinismo defensor das mais problemáticas nações do mundo. Haley deixa claro que agora a conversa é outra. Estados Unidos e Israel estão mais unidos do que nunca.

Treze refugiados foram deportados dos Estados Unidos, mas não houve histeria (eram cubanos)

Um total de 13 refugiados tentando fugir de uma ditadura chegaram aos Estados Unidos, mas foram barrados e mandados de volta ao país de origem. Foi na última sexta-feira. Contudo, você não viu nenhuma histeria da imprensa, ou dos artistas de Hollywood contra a deportação. Como isso foi possível em plena era Trump?

Bom. Há dois motivos. O primeiro: os deportados eram cubanos enviados de volta à ditadura comunista, ainda venerada pelo esquerdismo que domina o jornalismo e a classe artística. O segundo, e talvez principal: a deportação só foi possível graças a revogação de lei feita por Barack Obama em seus últimos dias à frente da Presidência dos Estados Unidos.

Sim, a hipocrisia atinge esse nível.

O socialismo só precisou de 12 anos para destruir a Venezuela

“Socialismo do Século XXI” é um termo cunhado em 1996 por Heinz Dieterich, um sociólogo alemão, mas se tornaria slogan do bolivarianismo em 2005, quando Hugo Chávez o defenderia no Fórum Social Mundial. Para tanto, o presidente venezuelano precisou ignorar todos os trágicos experimentos que arruinaram um terço do mundo no século anterior.

O gráfico acima, publicado na Economist, desenha bem o estrago feito pelo socialismo na Venezuela. Em azul, o PIB do país; em vermelho, a inflação. Uma primeira queda brusca já se observa justo em 2005, mas era difícil reclamar de um Produto Interno Bruto que crescia na casa dos 10%. Contudo, nenhum alerta foi acionado, mesmo na recessão visível em 2009 e 2010, afinal, tudo era culpa da crise americana. Todavia, salvo essa anomalia, a curva parece bem desenhado. E, doze anos depois, o que era um crescimento acima dos 15% virou uma ruína de igual proporção, com o adendo da hiperinflação, próxima dos 800%.

Não foi por falta de aviso. Desde início, críticos apontavam o destino nebuloso que se avizinhava na Venezuela. Entusiastas, contudo, rechaçavam. E hoje calam-se. Vergonhosamente.

 

Apesar do terrorismo da imprensa, era Trump começou com aumento de emprego além do esperado

A imprensa está histérica, e não é de hoje que o Implicante aponta o problema. O motivo é bem claro: o aparelhamento esquerdista das redações está desesperado com tantas vitórias conservadoras nos últimos ano. E a de Donald Trump foi a maior delas.

Contudo, tanta histeria pode resultar apenas em gritaria. Economistas previam para janeiro a criação de 175 mil postos de trabalho. Os pessimistas, contudo, imaginavam que a posse do republicano assustaria investidores, o que seria péssimo para os Estados Unidos. Mas Obama se foi e surgiram 227 mil novas vagas, superando as expectativas em 30%.

Os bons números vieram justamente do setor de origem de Trump: empresas de construção e varejistas.

O Implicante torce muito para que notícias do tipo sejam uma constante nos próximos anos.