O Papa parece mais empenhado em combater o “católico hipócrita” do que o terrorismo islâmico

Em missa realizada nesse 23 de fevereiro, o Papa Francisco dedicou um improviso para criticar os próprios católicos. E deixou no ar que seria melhor ser ateu a ser um “católico hipócrita”, como sintetizou a imprensa brasileira.

Dias atrás, o mesmo Papa já havia sido notícia ao dizer que terrorismo islâmico não existe. E que nenhuma religião é terrorista, numa clara crítica a administração Trump.

Fica a sensação de que o Papa prefere combater o “católico hipócrita” do que o terrorismo islâmico, que existe e vitima aos milhares por ano, com ódio especial reservado aos cristãos que este papa deveria defender.

Ao que tudo indica, o Vaticano será a última nação do planeta a se livrar do bolivarianismo.

Odiada pela imprensa, Marine Le Pen recusou-se a usar véu em encontro com líder islâmico

Marine Le Pen vem liderando as pesquisas eleitorais na França. A imprensa adora chamá-la de “extrema-direita”. Por quê? Entre outras coisas, por não se dobrar ao politicamente correto pregado pelo jornalismo esquerdista.

Em encontro com líder islâmico no Líbano, recebeu um véu para cobrir a cabeça em “respeito” à autoridade que a receberia. A resposta foi dura: “A mais alta autoridade sunita do mundo não havia feito esta exigência, consequentemente não tenho nenhuma razão para… Mas não importa, transmita ao grande mufti minha consideração, mas não usarei um véu“.

E, com isso, a reunião foi cancelada.

Na França, por respeito à cultura local, proíbe-se que islâmicas usem burca, uma vestimenta agressiva imposta às mulheres pela Al Qaeda nos últimos. Seria natural, portanto, que ao visitar um país do outro lado, os hábitos locais também fossem respeitados. Mas Le Pen foi além.

Não está em jogo um respeito mútuo, mas a imposição de um estilo de vida sobre o outro.

E o Implicante, claro, sempre ficará ao lado do Ocidente.

Rosto de mulheres foi bizarramente escondido em anúncio de conferência islâmica na Austrália

Em março, ocorrerá na Austrália uma conferência de paz islâmica. Ou, com o nome original, a Australian Islamic Peace Conference. De acordo com o material de divulgação que chegou às redes sociais, haverá pelos menos 15 palestrantes, incluindo três mulheres. Mas os usuários do Facebook notaram algo estranho no flyer: justo as fotos das mulheres surgem ocultas.

A bizarrice é tamanha que os organizadores findaram jogando a culpa na direita, ou, como preferem usar, “extrema-direita”. Alegaram que, com a “onda conservadora” cada vez mais ativa, temiam ataques xenofóbicos justamente contra as três palestrantes.

Não. A desculpa dada não faz o menor sentido.

Usem outra desculpa: a história prova que as piores tragédias vieram das “minorias radicais”

O vídeo mais abaixo mostra uma resposta dada pela jornalista Brigitte Gabriel a uma muçulmana que a acusou de estar sendo preconceituosa com islamistas. O discurso rebate o argumento de que “apenas” uma minoria islâmica seria radical.

Bom… Quando se fala de um grupo que contempla 1,2 bilhão de pessoas, mesmo uma minoria pode ser maior que a população de todo os Estados Unidos. E isso é só uma das coisas explicadas por Gabriel. Porque, como ela bem exemplifica, há dois problemas graves em jogo: o radicalismo da minoria, e o silêncio da maioria.

https://twitter.com/GABRIELPlNHEIRO/status/826582658163564544

Mais do que ninguém, os islamitas moderados deveriam combater o radicalismo islâmico. Afinal, são esses as primeiras vítimas destes. No entanto, ouve-se apenas gritos contra o que chamam de xenofobia.

A maioria islâmica, aquela pacífica, precisa entrar nessa guerra. Mas também apontar seu alvo contra os radicais islâmicos. Ou de nada adiantará.

Antes de prometer emprego a refugiados, Starbucks chegou a impedir mulheres em loja árabe

Com o anúncio de que Donald Trump iria bloquear a entrada de imigrantes de sete nações – coincidentemente ou não – de maioria islâmica, a rede Starbucks emplacou uma pauta em que prometia criar dez mil empregos para refugiados. A reação imediata não foi boa, as ações da companhia passaram o dia seguinte em queda. E uma dúvida ficou no ar: o que teria levado a marca a entrar num jogo político tão arriscado?

Talvez a necessidade de limpar a própria imagem, uma vez que, há um ano, o Starbucks se viu em polêmica que viralizou nas redes sociais. Uma de suas lojas na Arábia Saudita, mais especificamente em Riyadh, passou a estampar um cartaz impedindo a entrada de mulheres no recinto.

https://twitter.com/manarn8/status/694184934441930752?ref_src=twsrc%5Etfw

O cartaz dizia em inglês nada culto:

“PLEASE NO ENTRY FOR LADIES ONLY SEND YOUR DRIVER TO ORDER THANK YOU”

(Algo como: “Por favor, sem acesso de mulheres. Apenas mande o seu motorista fazer o pedido. Obrigado.”)

A explicação não ajudava. Havia na loja um muro para dividir o espaço entre famílias e pessoas solteiras. Contudo, esse muro caiu. A solução encontrada para resolver o impasse teria sido o impedimento de mulheres no ambiente – temporariamente, claro.

A marca defendeu-se com o seguinte pronunciamento:

“No Starbucks, aderimos aos costumes locais da Arábia Saudita oferecendo entradas distintas para famílias e pessoas solteiras. Além do mais, todas as nossas lojas oferecem as mesmas vantagens, serviço, menu e assentos para homens, mulheres e famílias.”

Mas a desculpa não convencia. E seguiu-se uma sequência de anúncios bem documentados pela CNN. Apenas uma semana depois, o problema estava sanado, sempre buscando respeitar as leis locais, que privilegiam homens em detrimento a mulheres.

Qual a solução? Vejam que ironia: a construção de um muro. De um lado, homens solteiros entravam. Do outro, famílias e mulheres.

Afinal, o que é verdade e o que é mentira nessa história de Trump “banir o islã”?

É um tema para lá de delicado, e Donald Trump pecou por dar início à investida sem o devido diálogo com a opinião pública. Resultado? A esquerda, em especial aquela que atua na imprensa, com o apoio da classe artística, deitou e rolou alimentando toda uma histeria nos Estados Unidos – e no resto do mundo.

Mas, afinal, o que aconteceu?

Paul Joseph Watson, um dos editores do Infowars, rebateu em vídeo muito do que foi gritado nos últimos dias. E o Implicante toma a liberdade de resumir alguns dos argumentos:

Donald Trump baniu o islamismo dos Estados Unidos, como tantos gritam por aí?

Não. Claro que não. Ele interrompeu por pelo menos três meses a entrada de imigrantes de sete nações, todas elas ligadas a atos terroristas. Coincidentemente (ou não), sete nações de maioria islâmica. Mas há muito mais países islâmicos no mundo. O próprio Trump considera que há quarenta governos no planeta com este norte moral.

E quem fez a lista de países que teriam ligação com terrorismo?

Essa é a parte que a esquerda finge não ser com ela. A lista foi herdada da administração Obama. Sim, foi Barack Obama.

Trump podia fazer isso?

Não só podia, como seguiu os passos de – novamente – Barack Obama. Em 2011, também para entender melhor as ameaças terroristas que rondavam os Estados Unidos, o ex-presidente impediu a entrada de iraquianos no país. Com um agravante: por seis meses, o dobro do que foi definido por Trump.

Não foi o único ato do tipo. Obama ainda repetiria a dose outras cinco vezes.

Mas por que tudo foi feito tão às pressas?

Essa foi explicada pelo próprio Trump em sua conta pessoal no Twitter. Se houvesse uma espécie de aviso prévio, justo os terroristas mais perigosos iniciariam uma corrida para acelerar seus planos contra o povo americano. Ou agiam de imediato, ou de nada serviria a iniciativa.

Mas mesmo quem tinha visto não podia mais entrar nos Estados Unidos?

Esse é o trecho que gera mais confusão. Porque o decreto permite a entrada. Mas exige que cada caso seja previamente avaliado antes de autorizado. Isso gerou uma espera incômoda no retorno de alguns imigrantes legais. Mais ou menos como sofrem os brasileiros ao tentar visitar algumas nações europeias.

* * *

Apesar de torcer pelo sucesso da atual gestão, o Implicante lamenta que o governo Trump esteja pecando justo naquilo que ele parecia ser mestre: a comunicação. Um ato dessa magnitude não poderia vir ao mundo sem o próprio presidente explicar em primeira pessoa as motivações por trás do gesto. Deixar essa missão para a imprensa é deixar na mão da esquerda. E a esquerda quer o caos – ou não conseguirá voltar ao poder.

Fato é que o novo presidente dos Estados Unidos precisa melhorar muito para fazer valer os votos recebidos.

Durante o governo Dilma, as exportações de armas para a Arábia Saudita cresceram 235 vezes

O Brasil armou e muito a Arábia Saudita – aquele país em que mulheres não podem dirigir – para a guerra civil com o Iêmen durante a gestão presidencial de Dilma Roussef.

De acordo com a Revista Época, nos últimos cinco anos, as vendas de armas leves aumentaram cerca de 235 vezes nos últimos cinco anos, passaram de US$ 462 mil a US$ 109,6 milhões.

A Arábia Saudita está sendo acusada por organizações internacionais de crimes de guerra e esse comércio de armamento é considerado antiético nesse cenário.

A ONG Anistia Internacional, por exemplo, já denunciou o uso de bombas cluster brasileiras por tropas sauditas no país.

A Época aponta ainda que o Brasil passou a vender mais armamento, desde 2010, para outros países do Oriente Médio e Norte da África de maioria islâmica.

Horas antes de deixar a Casa Branca, Obama deu US$ 221 milhões para a Autoridade Palestina

Tudo foi feito da maneira mais silenciosa possível. Tanto que poucos sites estão reverberando. Mas a ABC News confirmou: Barack Obama de fato aproveitou suas últimas horas como presidente dos Estados Unidos para enviar US$ 221 milhões para a Autoridade Palestina. Segundo a rede de notícias, os auxiliares envolvidos na manobra não foram autorizados a comentar o assunto, pois foi feito sob sigilo.

É o tipo de movimento que não cheira nada bem. Pelo momento em que foi feito. Pelos personagens envolvidos. Pelo anonimato. Porque as relações dos Estados Unidos com Israel nunca foram tão ruins.

De acordo com a imprensa, Barack Obama deixou o cargo como um dos melhores presidentes que já comandaram o país. Isso, claro, é delírio de uma militância que parasita as redações do mundo todo.

O tempo há de passar toda essa sujeira a limpo.

Paulo Coelho: defendeu o Alcorão, teve livro confiscado por supostamente contrariar o Islã

Em agosto de 2015, Paulo Coelho foi notícia no Oriente Médio por defender o Alcorão. O caso foi registrado em um dos blogs da Folha. O escritor havia homenageado o livro sagrado do islamismo como um trabalho que havia “mudado o mundo”. Uma fã não se aguentou e achou aquilo um absurdo, reclamando que tais textos estavam na origem de muita violência e assassinatos.

O autor de O Alquimista respondeu nestes termos:

“Não é verdade. Sou cristão, e por séculos nós tentamos impôr nossa religião pela força da espada – confira ‘cruzadas’ no dicionário. Matamos mulheres – chamando elas de bruxas, e tentamos parar a ciência – como no caso de Galileu Galilei. Então não é culpa da religião, mas de como as pessoas manipularam ela.”

Um ano e meio depois, Paulo Coelho usou as redes sociais para reclamar que seus livros estavam sendo confiscados. O caso ocorreu na Líbia. Motivo: as autoridades locais consideraram que os trabalhos do “mago”, e de mais alguns autores, eram eróticos ou iam de encontro ao Islã.

Fica ao menos o aprendizado.

Apenas nos 13 primeiros dias, janeiro de 2017 teve 48 atentados terroristas

Sim, o número de atentados terroristas nunca foi tão grande. Mas a situação é bem pior do que se percebe. Porque apenas uma fração deles ganha o devido destaque no noticiário internacional.

A Wikipedia vem mantendo em inglês um acompanhando bem completo da situação. Para se ter uma ideia, apenas nos 13 primeiros dias de janeiro, ocorreram 48 atentados terroristas.

O mais fatal se deu na Síria, com 60 mortos pela explosão de um carro bomba. O mais sangrento ocorreu no Iraque, com 122 feridos, também por um carro bomba.

No geral, as vítimas estão na África ou no Oriente Médio. Mas há também casos registrados no Chile, Turquia, Índia e Filipinas.

Esse é o legado da desastrosa política internacional do governo Obama.