É mole? Editora pediu para autora mudar romance sobre Israel e incluir críticas ao país

A escritora Sabrina Abreu finalizou o romance “O Último Kibutz”, sobre as referidas comunidades-cooperativas de Israel e, uma vez enviado o manuscrito, recebeu da editora um email pedindo que alterasse a obra, para incluir críticas a Israel ao país onde se passa a trama.

É o que revela reportagem da Folha de SP, na qual o representante da editora inVersus reconhece ter solicitado as mudanças, afirmando também que a autora concordou com as alterações.

Porém, o caso continuou de forma diversa: ela trocou de editora e lançará o livro pela Simonsen, que o publicará sem as sugeridas críticas a Israel. Sim, é um romance. Sim, é uma obra que deveria estar sob total liberdade do artista.

Vale lembrar que a esquerda trata Israel como como inimigo, tanto pela ligação com os EUA como também por ser adversária de aliados históricos do esquerdismo no Oriente Médio.

Tempos difíceis na literatura

No último tomingo, também a Folha de SP revelou que algumas editoras estavam contratando “leitores sensíveis” para verificar se alguma minoria teria sido inadvertidamente ofendida na obra. Agora, mais essa.

A esquerda não acredita numa arte livre, mas sim apenas naquela submetida a suas bandeiras. Por essas e outras, o esquerdismo afunda mais e mais, apesar do receio de algumas empresas em ferir as bandeiras canhotas.

As vendas de livros despencaram 16% em 2016

Educação. Foto: Michal Jarmoluk

Mesmo um dos segmentos menos dependentes da saúde econômica do país, uma vez que anualmente há todo um exército estudantil precisando consumir literatura, sofreu com a recessão ocasionada pela gestão Dilma Rousseff. Segundo um levantamento feito pela Nielsen, a venda de livros caiu 16,3% no primeiro semestre de 2016.

O faturamento, claro, foi na mesma onda. Sem descontar a inflação, a queda foi de 6,94%. Ao se considerar a inflação do período, o prejuízo chega a 15,61%.

É a educação do país em jogo. Sim, ela também foi muito prejudicada pelo PT.