Em resposta à campanha de mau gosto da Amazon, Doria conseguiu que doassem 219.350 livros

Já no dia seguinte, em mais um vídeo publicado nas redes sociais, João Doria prestou contas da iniciativa tomada em resposta à campanha de péssimo gosto trazida a público pela Amazon, aquela em que agigante dos livros digitais parece fazer uma defesa das pichações que emporcalham os muros de São Paulo. O prefeito chamou a propaganda da empresa de “marketing oportunista”. E apresentou como alternativa o que chamou de “marketing do bem”, uma ação de doações encampadas por marcas como Saraiva, Kabum, Somos Educação, Comic Con Experience, Empiricus, Alphagraphics e Multilaser.

Ao todo, foram arrecadados 219.350 livros, 100 Tablets e 100 computadores. Tudo isso em menos de dois dias – o convite foi lançado na manha da terça-feira, as doações chegaram até a tarde da quarta.

Fica a lição ao mercado publicitário: entenda o público antes de tentar “lacrar”. E, na dúvida, não vista a sua marca com o discurso esquerdista, aquele que adora atacar qualquer corporação, inclusive a sua.

Segundo Credit Suisse, anúncio de contratação de refugiados prejudicou a marca Starbucks

Assim como na imprensa, as agências de publicidade são tomadas por esquerdistas. Porque o fenômeno não vem do jornalismo, mas das empresas de comunicação como um todo. Em decorrência disso, vem se tornando cada vez mais comum que marcas encampem discursos progressistas em suas campanhas. Mas, como o Implicante não se cansa de mostrar, a estratégia vem se provando uma roubada.

Porque tais empresas dependem do capitalismo para a própria sobrevivência, enquanto a esquerda quer destruir o sistema para implantar o socialismo. Isso, claro, não tem como dar certo. E a Starbucks caminha para ser mais uma case de insucesso.

Porque, em resposta à eleição de Donald Trump, a rede de fast food prometeu contratar 10 mil refugiados, notícia que foi comemorada pela imprensa em todo o mundo. E criticada por aqueles que temem o terrorismo – um grupo, convenhamos, muito maior.

Resultado? Segundo analistas do Credit Suisse, a marca sofreu uma queda repentina assim que o anúncio foi feito em 29 de janeiro. Vem se recuperando desde então, mas com uma notável volatilidade nas últimas semanas. E isso pode prejudicar as vendas da rede já em curto prazo.

Mas isso não chega a ser surpresa para ninguém.

Mais um programa da Globo “esquerdizou” e tem visto a audiência cair vertiginosamente

Como vem acontecendo com boa parte da grade da Rede Globo, o Tá No Ar, programa que tem em Marcelo Adnet a atração principal, resolveu politizar-se. As piadas, que antes tinham uma pegada non sense, agora buscam passar alguma mensagem política. Contudo, como costuma se dar em toda a classe artística, com um viés grosseiramente de esquerda.

O resultado? Como vem acontecendo com qualquer produto que adere ao “marketing do lacre”, a audiência correu do engodo. Na semana passada, já havia sido observada uma queda de 25%. Neste último 14 de fevereiro, o movimento foi ainda mais intenso.

O Big Brother Brasil concluiu a transmissão com 23.3 pontos na medição do Ibope. O programa seguinte veio recheado de críticas a Donald Trump, a João Doria e a Michel Temer. Quinze minutos após o início do Tá No Ar, a audiência da Globo já tinha caído à quase a metade, com 12.6 pontos, enquanto o SBT subiu de 9.1 para 11.5. Ao final da noite, o humorístico entregou para o Jornal da Globo uma audiência de apenas 11.6 pontos, uma queda de 50%.

Adequar-se às vontades do esquerdismo é mimar um público que execra a TV, execra a Globo e execra o próprio humor em si. Ao assumir tal discurso como norte, a emissora da família Marinho coloca em risco a própria sobrevivência. Que eles percebam o quanto antes a enrascada na qual se metem.

Um dia após prometer contratar 10 mil refugiados, Starbucks vê cair o preço de suas ações

Quando a esquerda americana marchou contra a posse de Donald Trump, black blocs direcionaram todo o ódio que sentem do ocidente a marcas símbolo do capitalismo. Por isso, um dos vídeos que mais viralizou naquele 20 de janeiro mostrava uma vitrine do Starbucks sendo destruída.

Dias depois, aderindo ao que o Implicante gosta de chamar de “marketing do lacre”, a rede de fast food anunciou que, em resposta ao bloqueio de visto para sete nações islâmicas ligadas ao terrorismo, pretendia contratar 10 mil refugiados.

Um dia depois, as ações da companhia enfrentaram um rotina de queda no mercado financeiro:

Nada que surpreenda os editores do Implicante. O “marketing do lacre” costuma se basear apenas no instinto dos autores da ideia. E busca agradar justo um público que odeia o capitalismo, ao ponto de estilhaçar vitrines de uma rede que vende cafés pelo mundo.

O mercado financeiro, contudo, sabe que isso costuma ser uma roubada. E foge correndo de enrascadas como essas.