Os venezuelanos não fugiram de uma crise, fugiram de uma tirania

18/03/2016 - Raúl Castro recebe o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

O UOL chama de “crise venezuelana“. É a expressão também sacada pelo Globo quando não vai de “crise humanitária“. O G1 atribui a fuga à fome. A Folha, por sua vez, escolheu “êxodo venezuelano“.

São expressões covardes que minimizam o que de fato ocorre: a população de uma nação bolivariana foge da tirania nascida de mais um experimento socialista. Que, como todo experimento socialista, e conforme tanto alertaram os críticos diante de uma gritante leniência da imprensa, terminaria em colapso.

Uma tragédia que despontava no horizonte dos temores dos milhões que foram às ruas exigir o impeachment de Dilma Rousseff. Pois esta comandava um governo aliado do ditador que condena o futuro e o presente do vizinho ao norte. E pertence a um partido – ou mesmo a um grupo ideológico – que não só usou dinheiro do povo brasileiro para financiar tamanho absurdo, como segue apoiando tal iniciativa até a redação deste texto.

Crise? Isso não é crise. Pois o termo passa a sensação de mal súbito que logo há de ser contornado. Mas este é um problema reclamado há mais de década. No caso específico dos refugiados em Roraima, é possível observar anomalias ainda no governo Dilma.

Mas, se a imprensa não se dá a proteger nem os seus, por que haveria de defender o interesse da opinião pública?

Grammy foi ofuscado por cantora negra vestindo projeto de gay imigrante apoiador de Trump

O Grammy é uma premiação tão esquerdista que vários integrantes do partido Democrata já foram agraciados com o prêmio, entre eles Jimmy Carter, Bill Clinton, Al Gore, Hillary Clinton e Barack Obama (duas vezes). Para a edição 2017, eram aguardados ainda mais atos políticos, uma vez que a classe artística americana está revoltada com a vitória de Donald Trump. Mas uma cantora desconhecida roubou a cena.

Trata-se de Joy Villa, uma cantora californiana de 25 anos cuja carreira começou há 15 anos. Ela apareceu no evento usando um vestido desenhado por Andre Soriano. Num primeiro momento, uma capa branca cobria toda a “obra”. Quando os cliques começaram, a artista revelou o que havia por baixo. E foi possível notar uma roupa com as cores dos Estados Unidos, e os dizeres: “Make America Great Again“, com o nome TRUMP na base da saia.

Villa já lançou oito álbuns e um livro de poemas. Mas é possível descrever a cena usando apenas rótulos que a esquerda adora explorar em seu discurso político: era uma mulher negra usando o trabalho de um gay imigrante filipino apoiador de Trump.

Um detalhe é sempre importante destacar: Soriano é um imigrante LEGAL. E é esse o ponto de toda a política imigratória do atual presidente americano.

Jornalista que não diferencia “imigrante” de “imigrante ilegal” está sendo desonesto

Desde que Donald Trump iniciou seu discurso contra a imigração ilegal, analistas políticos do mundo todo se dão a argumentar que ele estaria equivocado, que os Estados Unidos são uma nação de imigrantes, que a própria esposa do presidente americano é uma imigrante.

Onde está o erro?

Eles solenemente ignoram a palavra “ilegal”. A política de Trump é contra a imigração ILEGAL, não contra a imigração. Os próprios Bill Clinton e Barack Obama reforçavam isso no discurso deles: os Estados Unidos são uma nação de imigrante legais.

O vídeo mais acima deixa isso muito claro. Nele, um imigrante legal é recebido por Trump em plena campanha. E denuncia que a imprensa está sendo deliberadamente misturando uma coisa com a outra para transforma o republicano em vilão.

Esse tipo de jogo sujo precisa acabar. Imigração ilegal é um mal a ser combatido. A imigração ILEGAL.

Antes de prometer emprego a refugiados, Starbucks chegou a impedir mulheres em loja árabe

Com o anúncio de que Donald Trump iria bloquear a entrada de imigrantes de sete nações – coincidentemente ou não – de maioria islâmica, a rede Starbucks emplacou uma pauta em que prometia criar dez mil empregos para refugiados. A reação imediata não foi boa, as ações da companhia passaram o dia seguinte em queda. E uma dúvida ficou no ar: o que teria levado a marca a entrar num jogo político tão arriscado?

Talvez a necessidade de limpar a própria imagem, uma vez que, há um ano, o Starbucks se viu em polêmica que viralizou nas redes sociais. Uma de suas lojas na Arábia Saudita, mais especificamente em Riyadh, passou a estampar um cartaz impedindo a entrada de mulheres no recinto.

https://twitter.com/manarn8/status/694184934441930752?ref_src=twsrc%5Etfw

O cartaz dizia em inglês nada culto:

“PLEASE NO ENTRY FOR LADIES ONLY SEND YOUR DRIVER TO ORDER THANK YOU”

(Algo como: “Por favor, sem acesso de mulheres. Apenas mande o seu motorista fazer o pedido. Obrigado.”)

A explicação não ajudava. Havia na loja um muro para dividir o espaço entre famílias e pessoas solteiras. Contudo, esse muro caiu. A solução encontrada para resolver o impasse teria sido o impedimento de mulheres no ambiente – temporariamente, claro.

A marca defendeu-se com o seguinte pronunciamento:

“No Starbucks, aderimos aos costumes locais da Arábia Saudita oferecendo entradas distintas para famílias e pessoas solteiras. Além do mais, todas as nossas lojas oferecem as mesmas vantagens, serviço, menu e assentos para homens, mulheres e famílias.”

Mas a desculpa não convencia. E seguiu-se uma sequência de anúncios bem documentados pela CNN. Apenas uma semana depois, o problema estava sanado, sempre buscando respeitar as leis locais, que privilegiam homens em detrimento a mulheres.

Qual a solução? Vejam que ironia: a construção de um muro. De um lado, homens solteiros entravam. Do outro, famílias e mulheres.

Após errar previsões sobre Trump, imprensa diz que chances de morte por atentado são mínimas

Tão criticada por Donald Trump durante a campanha eleitoral, e mais ainda depois que foi confirmado como novo presidente dos Estados Unidos, a CNN passou a defender um argumento complicado. As chances de um americano morrer vítima de um ato terrorista protagonizado por refugiados seriam de 0,00003%, ou uma em 3,6 milhões.

É uma declaração irresponsável. Pois trata-se de uma nação com 318,9 milhões de habitantes. A CNN basicamente disse que 89 deles morrerão por causa da loucura de alguns refugiados e isso não deveria ser motivo para pânico.

Mas é ainda mais curioso que este argumento venha da imprensa, um meio que chegou a noticiar as chances de Trump chegar à Casa Branca em no máximo 1%. E hoje o bilionário controla as ogivas nucleares mais potentes do planeta.

Simplesmente não dá para confiar.

Já há um “muro” de 930 km na fronteira dos EUA com o México – construído pela esquerda deles

Ele é conhecido como a Barreira México-Estados Unidos. Trata-se de uma série de muros e grades que percorrem 930 km da fronteira entre os dois países. E o objetivo era esse mesmo: combater a imigração ilegal.

A obra foi iniciada em 1994. Mas nenhum republicano comandava os Estados Unidos naquele ano. Era Bill Clinton, presidente de 1993 a 2001. Sim, o marido de Hillary Clinton, derrotada por Donald Trump.

Contudo, a fronteira entre as duas nações têm mais de 3 mil quilômetros. E imagina-se que o atual presidente dos Estados Unidos pretenda levantar uma obra mais resistente do que a exibida acima, no mar de Tijuana.

O tempo dirá se conseguirá.

A Europa está tão embriagada do politicamente correto que fez Putin soar um líder sensato

O caso aconteceu em outubro, na Áustria. Um refugiado havia estuprado uma criança, mas a Justiça o liberou com uma alegação inaceitável: por não entender a língua local, o imigrante iraquiano não teria compreendido que a vítima não queria ser estuprada.

É bizarro que a Europa esteja se entregando a esse nível de distopia esquerdista, onde o politicamente correto passa a mão na cabeça até mesmo de estupradores de crianças. O caso é bizarro de tal forma que fez Vladimir Putin soar um líder sensato.

Ele comentou a bizarrice da decisão com os seguintes termos:

Um refugiado estuprou uma criança num dos países europeus. O tribunal o deixou livre por dois motivos: ele não fala a língua do país; ele não sabia que o garoto não queria ser estuprado. É difícil entender o que os europeus estão fazendo. É esse o resultado da erosão do sentimento nacionalista? Eu nem sei como explicar. Talvez eles se sintam culpados pela crise dos refugiados? O que está acontecendo? Eu não entendo. Mas uma sociedade que não consegue proteger as suas crianças não tem futuro.

Mesmo sendo Vladimir Putin, ele está certíssimo.

Graças à burocracia, Alemanha concede asilo até mesmo a “refugiados” de nações sem conflito

Picture taken during Wikipedia Bundestag project 2014. Angela Merkel. 10 September 2014

O jornalista Jean-Philip Struck conhece bem a Alemanha e usou sua conta no Twitter para explicar um dos aspectos mais estranhos desse atentado terrorista que vitimou ao menos 12 pessoas numa feira natalina em Berlim. Porque autoridades alemãs confirmaram que o motorista do caminhão era um refugiado paquistanês. O que não faz sentido, uma vez que o Paquistão não está em guerra.

Struck explicou que o sistema de asilo alemão é bem “caótico”. E que recebe pedidos de asilo até mesmo de supostos refugiados de nações que nem em conflito se encontram. Mas que cada caso enfrenta uma boa burocracia até ser analisado. Nesse intervalo, o solicitante segue residindo no país.

“O sistema de asilo na Alemanha é bem caótico. Um cidadão de um país que não está em guerra pode tentar ganhar status de refugiado. Na maioria das vezes, eles são rejeitados. Mas, até que o caso seja analisado, eles podem ficar no país. Alguns ficam até depois da rejeição. Ficam até que sejam feitos preparativos para seu retorno. Os que estão esperando pelo status, ou caíram na fila dos “tolerados”, contam naquela grande soma de chegadas de 2015/16 ao país. Alguns veículos dizem que o sujeito chegou em fev. de 2016. Se for o caso, é provável que o pedido dele ainda estivesse sendo analisado. Nesse caso, ele podia ficar andando livremente pela Alemanha.”

Contudo, no momento da redação deste texto, a polícia alemã cogita a possibilidade de o verdadeiro terrorista ainda estar solto nas ruas da Alemanha.

Aborto, migrações… Por que a agenda esquerdista só está sendo noticiada após a votação?

Quando o STF mandou às favas qualquer resquício de reputação e deixou os brasileiros atônitos ao salvar a pele de Renan Calheiros, chegou a notícia: a Câmara Federal tinha acabado de aprovar a nova “Lei de Migração”. Como assim?! Estava em discussão uma Lei de Migração?!

Entidades esquerdistas, claro, comemoraram o resultado, pois estaria desburocratizando a entrada de estrangeiros no Brasil. Tudo isso numa época em que imigrantes no mundo todo são flagrados causando graves problemas e conflitos nos países que os recebem.

Por que a imprensa não tratou do tema com a sociedade enquanto ele estava em discussão? Normalmente, pautas do tipo são alavancadas com releases distribuídos aos principais jornais, com argumentos sendo expostos e rebatidos até que a opinião pública se posicione e balize a escolha de seus representantes. Este, contudo, só virou manchete depois de aprovado. E lembra bastante a votação recente do STF, quando perdoou uma clínica clandestina que praticava abortos até o terceiro mês. Quando o povo soube, já estava votado e aprovado.

Será que rola até mais essa agora? De a imprensa boicotar certos temas que serão devidamente emparedados e possivelmente recusados? Tudo em benefício de uma militância que, está mais do que evidente, pouco se importa com a realidade?

Se for, é muito, muito feio!

Por isso o eleitor quis mudança: em Ohio, ataque terrorista semelhante ocorreu 9 meses antes

Um carro iniciou um brutal atropelamento dentro da Universidade Estadual de Ohio. Na sequência, um homem desceu do veículo armado de faca e começou a ferir pessoas até que foi abatido pela polícia. O nome do suspeito: Abdul Razak Ali Artan, de 18 anos, um islamita que chegou aos Estados Unidos na condição de refugiado da Somália.

Tudo isso aconteceu em 28 de novembro de 2016. Nove meses antes, também em Ohio, um homem armado com uma machadinha invadiu um restaurante e começou a atacar pessoas que se preparavam para jantar. Após ferir quatro vítimas, foi morto pelas forças policiais. O nome do suspeito: Mohamed Barry, de 30 anos de idade, também originário da Somália.

Sim, casos praticamente idênticos, na mesma região, ambos com armas brancas, envolvendo personagens semelhantes com indignação semelhante. E nada de muito eficiente foi feito para evitar o segundo ataque.

Depois a esquerda não entende o desejo de mudança no eleitor americano.