Esquerda “comemora” baixo índice do IDH, mas dados são de 2015, do governo Dilma Rousseff

O PNUD (Programa Nacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento) divulgou relatório referente ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), no qual o Brasil se manteve estagnado em posição bem pouco louvável – 79º de 188 países.

E então, quase em uníssono, a esquerda toma as redes para bater bumbo contra o novo governo, pois seria culpa dele. Pois é. Já seria suficientemente deplorável “comemorar” desgraça, mas a cois se torna patética quando se vai ao fundo do relatório.

Isso porque ele foi elaborado em 2016, mas usando dados de 2015. Sim, 2015, o “auge” do governo de Dilma Rousseff. Desse modo, os índices apurados refletem a situação terrível em que vivíamos/vivemos e da qual, a duras penas, precisamos sair.

Talvez a esquerda faça isso por pura esperteza, apostando nas bolhas de pós-verdade. Mas também pode ser por ignorância e aquela pressa um tanto arrogante de disparar contra inimigos. Ou até mesmo idiotice, já que no fim das contas comemoram algo ruim.

Mas pode ser também uma soma de tudo isso.

Segundo ONU, após a reeleição de Dilma, mais de 4 milhões de brasileiros ficaram pobres

Dilma Rousseff, Michel Temer e Lula

Ainda de acordo com a ONU, entre 2003 e 2013, o Brasil viu 29 milhões de pessoas saírem da pobreza. O Implicante olha com certo ceticismo para o dado pois sabe que muita engenharia com números foi feita pelos governos petistas para que tais resultados fossem usados em suas campanhas eleitorais.

Mas a mesma ONU diz que, entre 2014 e 2015, o total de pobres no Brasil cresceu de 8,1 milhões para 9,96 milhões. E o de extremamente pobres, de 22,09 milhões para 24,3 milhões. Ou seja, se a pobreza e a extrema pobreza somavam 30,19 milhões antes, agora somam 34,26 milhões, um aumento de 4,07 milhões. Tudo isso entre o último ano do primeiro mandato de Dilma, e o primeiro ano do segundo mandato. Tudo isso APESAR da contabilidade criativa do PT. Ou seja… A realidade pode ser ainda mais assustadora.

E pensar que, naquela eleição, o Governo Federal chamava de “pessimildo” qualquer um que apontasse o desastre em curso.

Em apenas 3 oportunidades o IDH do Brasil não cresceu, todas elas nos governos Lula e Dilma

O Índice de Desenvolvimento Humano é calculado pelas Organização das Nações Unidas desde 1990. O IDH funciona numa escala que vai de 0 a 1, de forma que, quanto mais próximo de 1, melhor.

Em 2014, último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff, o IDH brasileiro ficou em 0,754. No ano seguinte, já no início do segundo mandato da petista, o resultado se repetiu.

Desde que a ONU deu início ao levantamento, o Brasil vive seguidas e consistentes melhoras. Em apenas três momentos isso não foi observado: nos dois primeiros anos do governo Lula, no último ano medido do governo Dilma.

Ou seja… No intervalo de 25 anos, em apenas três oportunidades o IDH brasileiro não melhorou, todos eles com o Brasil sob os cuidados do PT.

Mas a informação não surpreende quem percebeu a tempo que o discurso do petismo era contabilidade criativa pura.

Vídeo legendado: o merecido puxão de orelha que a embaixadora de Trump deu na ONU

Organização das Nações Unidas. O nome é lindo. E a opinião pública compra a ideia, blindando a entidade de qualquer crítica mas severa. Mas, aos mais atentos, a ONU não passa no teste. Basta um olhar mais aprofundado para perceber o esquerdismo aparelhando a imensa maioria de seus órgãos.

Tudo vinha sendo tolerado pelos presidente americanos até a Casa Branca passar aos cuidados de Donald Trump. E o republicado indicar Nikki Haley para representar os interesse americanos junto à organização.

O vídeo acima lava a alma. Mostra a embaixadora passando a limpo todo o cinismo defensor das mais problemáticas nações do mundo. Haley deixa claro que agora a conversa é outra. Estados Unidos e Israel estão mais unidos do que nunca.

O acordo de leniência da Odebrecht é uma enorme derrota para a narrativa que Lula construía

A notícia sobre o acordo de leniência assinado pela Odebrecht em decorrência das investigações tocadas pela Lava Jato tem uma característica muito importante que precisa ser destacada: ela se baseia na Justiça americana.

Como já explicado aqui no Implicante, o caso Siemens, que até então detinha o recorde histórico de acordos do tipo, foi superado em 118%. Isso chama atenção do mundo todo. E entrega que um trabalho muito sério contra a corrupção está sendo feito no Brasil.

Quem perde com isso? Quem estava querendo vender ao mundo que sofria perseguição no país. No caso, Lula, que chegou a recorrer à ONU, ainda que não tenha obtido qualquer resposta relevante.

Sim. O acordo de leniência da Odebrecht é uma enorme derrota para a narrativa que Lula vinha trabalhando.

Em vídeo, José Nêumanne fala do desmentido da ONU sobre a reclamação de Lula: “que vexame!”

Lula entrou com uma reclamação na ONU contra Sergio Moro e a Lava Jato. Dias atrás, começaram a noticiar que o pedido foi “aceito” – e quem lia dessa forma poderia supor que houve algum tipo de análise. Mas claro que não foi nada disso.

A própria ONU desmentiu esses boatos, dizendo que não analisou nada, pois trata-se de procedimento burocrático. Claro que ficou feio sobretudo para a imprensa que inicialmente deu a entender algo diferente.

A melhor síntese do caso coube a José Nêumanne Pinto, em comentário feito para a TV Gazeta. Confiram a seguir:

Que vexame.

A própria ONU explicou que registro do pedido de Lula contra Moro foi mera formalidade

23.09.2008 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa na abertura da 63ª Assembléia-Geral das Nações Unidas. Foto: Ricardo Stuckert/PR.

Ontem a imprensa brasileira, que já não disfarça sua predileção pela esquerda, festejou a manifestação da ONU sobre o pedido de defesa de Lula contra Sérgio Moro. De acordo com a notícia, a peça entregue pelo ex-presidente tinha passado pelo “primeiro juízo de admissibilidade” e que o governo Temer foi “intimado” a se explicar em no máximo dois meses.

Mas a fonte de tudo isso eram os próprios advogados do petista.

Que não mentiram. Mas pintaram a coisa com uma cor que ela não tinha. A própria ONU emitiu nota explicando que tudo não passou de mera formalidade:

O processo de registro é essencialmente uma formalidade e não implica em nenhuma expressão ou decisão do Comitê sobre a admissibilidade ou os méritos da queixa.”

Para haver o registro, apenas três perguntas básicas precisam ser respondidas:

  1. Foi apresentada a documentação necessária?
  2. A pessoa de fato existe?
  3. O país pode ser julgado com base nos tratados?

É um filtro tão brando que 95% das tentativas de passar por ele são bem sucedidas. Até chegar aonde Lula gostaria, o processo todo deve consumir meia década – e se chegar lá.

Para a Unesco, agora o Muro das Lamentações é sagrado só aos muçulmanos, não aos judeus

A campanha esquerdista contra Israel é ela própria uma espécie de “guerra santa”. A razão não é outra se não a raiva dos EUA, já que o país judaico é aliado dos americanos. Simples – e vergonhoso – assim. De quando em vez, abordamos aqui a questão, aliás. E recomendamos fortemente este aqui.

Mas sigamos.

Agora, a esquerda internacional deu mais um passo nessa empreitada anti-judia. A Unesco, órgão da ONU, emitiu uma resolução em que desconsidera a ligação de alguns locais sagrados com os judeus – e Israel. Sim, isso mesmo. Até o Muro das Lamentações, para a entidade, é sagrado APENAS para os muçulmanos.

Essa bizarrice decorre de um pedido formulado por grandes heróis da democracia e da justiça, como Sudão, Egito, Argélia, Catar, entre outros. Até mesmo o Brasil, na época ainda sob Dilma Rousseff.

Claro que o valor prático disso é inócuo, fica apenas o simbolismo da coisa. Mesmo assim, não deixa de ser um retrocesso na busca pela paz. O esquerdismo é um câncer que ataca tudo, todos, qualquer coisa. E a ONU já padece há tempos.

Fiasco internacional: ONU não dá bola ao “apelo” de Lula e joga o caso para 2017

27.06.2008 - Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez. Foto: Marcello Casal Jr./Abr.

Provavelmente, a ideia seria emplacar um pouco mais a tal da “narrativa”, na esperança de que alguém da ONU endossasse ainda que uma mínima parte do apelo, dando subsídio para uma campanha de comunicação. Diante do fato de que tal procedimento poderia ameaçar todo o judiciário brasileiro, os juízes federais se ofereceram para ajudar na defesa do governo.

Segundo a Veja, aliás, também poderia ser o início de uma busca por asilo político.

Mas deu tudo errado, seja qual for o motivo do pedido.

Isso porque a Organização das Nações Unidas não deu a menor bola ao “apelo” e simplesmente desconsiderou o caso como urgente, adiando-o para 2017.

Parece que a má-fase não dá folga a eles.

5 dos 6 países que protestaram contra Temer são ditaduras ou protoditaduras de esquerda

Enquanto Michel Temer se preparava para iniciar o discurso na ONU, diplomatas e ministros de seis países se retiraram do ambiente em um protesto silencioso contra o governo brasileiro. Dois deles são ditaduras explícitas: Cuba e Venezuela. Outros três, conforme relembrou o jornalista Reinaldo Azevedo, ignoraram a própria Constituição para permitir que seus presidentes se perpetuassem no poder, o que os coloca no mesmo caminho bolivariano que levou os venezuelanos à desgraça: Equador, Bolívia e Nicarágua.

Apenas a Costa Rica escapa do perfil, mas toda a sua fronteira norte é dividida com a Nicarágua, o que pode explicar o apoio ao posicionamento do vizinho.

Em outras palavras, não há com que o povo brasileiro se preocupar. Quando o sapato econômico apertar, todos eles desejarão manter boas relações com a maior economia da América Latina.