Socialistas vão chorar: em 200 anos, o capitalismo diminuiu bem a extrema pobreza no mundo

O socialismo pode ser considerado por alguns como ideologia, mas na prática é uma seita fanática. E lembra mesmo aquelas cujos cultos acabam em tragédia (ou alguém já viu regime socialista sem mortes a rodo?). O pior: por mais que se mostre a realidade dos fatos, a devoção cega dos fieis se sobrepõe a isso.

Pois bem: o site Our World in Data, que compila incontáveis dados de variadas áreas, demonstra como o capitalismo ajuda a melhorar o mundo. Opa, a salvar tudo de uma vez? Claro que não! É todo um processo, e muitas vezes lento, mas constante – como devem ser as mudanças de verdade, não as ficções revolucionárias.

Vejam a seguir, já voltamos:

Pois bem, a extrema pobreza diminuiu. E não foi uma diminuição qualquer, mas sim bem drástica. Em 1820, a extrema maioria da população mundial vivia em extrema pobreza, ao passo que só uma exígua minoria estava fora dela. O grupo “de fora” foi aumentando, mas ainda assim a pobreza total persistia.

A grande “virada”, notem bem, ocorre na mesma época em que começaram as mudanças mais liberais na economia mundial. Em 1970, o número de pobres extremos passa a diminuir em quantidade (já diminuía proporcionalmente); e assim ocorre até hoje, quando temos uma bem pequena minoria nessa situação, contrastando com a imensa maioria já fora da miséria.

Claro que ainda falta, mas é inegável que o caminho do capitalismo foi a via correta. Demorada, trabalhosa, mas correta. As promessas revolucionárias socialistas deram no que deram, e ainda dão. Basta ver um gráfico como este com Cuba, Venezuela ou Coréia do Norte.

Aliás, o gráfico do mundo todo ficará bem melhor quando o socialismo for erradicado desses países.