Confira os resultados da Pesquisa Implicante sobre candidatos “outsiders” em 2018

Na semana passada, perguntamos a nossos leitores em qual votariam, entre candidatos “outsiders” aventados para a disputa do ano que vem. Mais uma vez, e é sempre bom reiterar, trata-se do conceito mais elástico e abrangente da palavra, já que – com razão – vários apontaram que pessoas da lista não eram exatamente “de fora” da política.

Passada a ressalva, os números:

Observações: Este levantamento ficará no ar por uma semana e não tem qualquer caráter científico nem eleitoral ou qualquer coisa do tipo, tanto que inclui integrantes ainda não indicados nem mesmo extra-oficialmente. Sim, como dissemos, alguns nomes já estão na “velha política” e usamos a mais ampla elasticidade do termo “outsider” para fazer uma consulta minimamente razoável com nomes possíveis, tenham também um pouco de paciência quanto a isso :D

(*) – Jair Bolsonaro é do PSC, porém já declarou que concorrerá por outra legenda;
(**) – Joaquim Barbosa é aventado como possível nome do Rede, mesmo partido de Molon, mas não há qualquer filiação oficial nem nada do tipo, então deixamos em branco.

Crise na velha política: denúncias recentes dão mais força aos “outsiders” para 2018

A situação não estava nada favorável aos políticos da velha guarda e a aposta em um nome “de fora” já era grande. Agora, com as denúncias recentes, a tendência é de que os tais “outsiders” ganhem ainda mais força.

Parece que um lado já sabe disso e cada vez mais ganham forças nomes como João Doria e Jair Bolsonaro. Já na esquerda, as duas maiores apostas são dentro do campo da velha política: Lula e Ciro Gomes – ok, o PT já insinua apoio a Fernando Haddad, que não é exatamente alguém “novo”, mas tenta destoar da velha guarda petista.

O fato hoje indiscutível é que terá mais chances o candidato sem vínculo direto com os escândalos recentes. É o primeiro ponto de partida. O segundo, claro, consiste em apresentar saída efetiva da crise. Esta segunda parte, porém, implica em reformas tradicionalmente impopulares, mas não há outra saída, infelizmente.

Aguardemos, quanto a isso, eventual mandatário “tampão” para o caso de Temer renunciar (este post foi elaborado na tarde de quinta-feira, antes do pronunciamento).