Tomada pelo PCdoB, a Ancine pressionou atores a denunciarem “golpe”

26/09/2016- Rio de Janeiro- RJ, Brasil- Ex-presidente Lula, durante comício com Jandira Feghali, em Bangu, zona oeste da cidade.

O PT já tinha saído da Presidência da República, mas incontáveis espaços públicos seguiam atuando sob a influência do partido, se não com os soldados, também com as linhas auxiliares. Em meados de 2016, o jornalista Cláudio Humberto confirmou que o PCdoB, a mais antiga linha auxiliar do partido, continuava comandando a Agência Nacional de Cinema. E mais: a ANCINE teria pressionado os artistas brasileiros a protestarem na Europa contra o que a esquerda vinha chamando de golpe – o mesmo processo de impeachment que os esquerdistas pediram contra Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e FHC.

O Antagonista completou a informação: Manoel Rangel, do comitê central do PCdoB, presidia a Ancine havia 11 anos. E a comissária Rosana Alcântara era ligada à deputada federal Jandira Feghali, aquela mesma que arrancava risadas na comissão do impeachment quando defendia a honestidade de Dilma Rousseff.

A Ancine custa aos cofres públicos valores que superam o bilhão de reais por ano. O Brasil não deveria reservar qualquer centavo a gastos com cultura antes de resolver seus problemas mais básicos. Ainda mais se o órgão é utilizado para pregar mentiras até mesmo além das fronteiras do país.

Odebrecht diz ter comprado o apoio da maioria dos partidos pró-reeleição de Dilma Rousseff

Quando Dilma Rousseff concorreu à reeleição, oito partidos se somaram ao PT para garantir à coligação um total de 11 minutos e 24 segundos no horário eleitoral. A saber: PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PROS e PCdoB. Mas o apoio da maioria desse grupo custo caro aos cofres da… Odebrecht!

Um ex-diretor da empreiteira confirmou que o apoio do PDT custou R$ 4 milhões. E outras quatro siglas, segundo a Veja, teriam recebido a soma de R$ 35 milhões.

Em depoimento ao TSE, o trio Cláudio Melo Filho, Alexandrino Alencar e Hilberto Silva confirmaram que a Odebrecht comprou com 7 milhões de reais o apoio de cinco partidos, entre eles o PCdoB e o PRB. Tudo em dinheiro vivo.

A denúncia é gravíssima. Em casos semelhante, resultou em cassação. E isso pode atingir mortalmente o governo Temer, eleito pela mesma coligação.

Grazziotin: criticou a gestão privada de presídios, recebeu doações de empresas que os gerem

O brasileiro deve lembrar de Vanessa Grazziotin pois ela foi uma das mais ferrenhas defensoras de Dilma Rousseff no julgamento do impeachment. Pois bem. A senadora é do PCdoB, partido que ainda insiste nos argumentos mais arcaicos do esquerdismo brasileiro. E aproveitou a recente crise do sistema carcerário brasileiro para atacar o modelo de privatização de presídio explorado no Norte.

O problema? Quatro empresas ligadas ao grupo que administra presídios na região foram os maiores doadores na campanha em que Vanessa tentou se tornar prefeita de Manaus, em 2012. Ao todo, foram R$ 2,9 milhões em doações, ou 20% dos R$ 13,4 milhões recebidos.

O Globo cita quatro empresas, todas ligadas a Luiz Gastão Bittecourt, presidente da Fecomércio cearense: Auxílio, RH Multi Service, Serviarm e Serval. O Antagonista é categórico ao dizer que a grana vem do grupo Umanizzare, responsável pela gestão do presídio onde se deu a maior das chacinas no Amazonas.

Em artigo para a Folha, Vanessa disse: “No Amazonas, há ineficiência da empresa privada que opera os presídios. Há sobrepreço do contrato (triplo da média nacional), que já consumiu, de 2010 a 2016, R$ 1,1 bilhão do dinheiro público, parte dos quais irrigaram campanhas do governador e seus aliados.

Ela não sabia a origem de 20% da grana que irrigou a campanha dela?

Sindicatos ligados a PT, PCdoB, PSOL e PSTU estão por trás das invasões das escolas, diz PM

A nota não traz muitos detalhes, talvez porque o caso ainda esteja sendo investigado. Mas a Coluna Esplanada confirmou aquilo que basicamente todo mundo desconfiava: partidos de esquerda estão por trás das invasões das escolas do ensino médio. Para tanto, fizeram uso dos sindicatos de professores aparelhados por eles.

Nomes a alguns bois foram dados: PT, PCdoB, PSOL e PSTU. Até menores foram usados para despistar investigadores e causar comoção. As informações são atribuídas à inteligência da PM.

O fenômeno foi observado nos estados onde ocorreram o maior número de invasões. Neste exato momento, são Paraná e Minas Gerais.

Que os investigadores consigam explicar melhor essa história.

Para atacar a operação Métis, Renan Calheiros teria contado com apoio do PMDB, PT e PCdoB

Foto: Jane de Araujo

Na semana passada, Renan Calheiros chamou bastante atenção por atacar a operação Métis, mas findar atingindo Cármen Lúcia, presidente do STF. Se, do lado de fora, o presidente do Senado parecia acuado, uma matéria da Época mostra que, nos bastidores, estava ele justamente acuando os outros poderes para se blindar de qualquer investigação. Mais do que isso, não agia só, mas em alinhamento com as vontades de um coletivo que envolveria senadores não só do PMDB, mas também PT e PCdoB.

Os movimentos de Calheiros teriam envolvido uma consulta a dois membros do STF, pressões sobre Michel Temer e Rodrigo Maia, e uma espécie de apoios informal de Jandira Feghali e Daniel Almeida, deputados pelo PCdoB. Como escreve a revista, “Renan estava furioso, e não estava sozinho“.

Dos 5 “presidentes” que o Brasil tinha há um ano, ele é o único a permanecer no cargo (Dilma Rousseff e Eduardo Cunha caíram, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski concluíram seus mandatos). Ou melhor… É o último, pois perderá a Presidência do Senado em fevereiro. E, com ela, grande parte da orça que ainda possui para conseguir se proteger dos 11 inquéritos que o atingem.

O relógio está correndo.

Nas grandes cidades, o voto “mais caro” foi dado a um comunista – que findou derrotado

“Custo de voto” é uma expressão mais utilizada nos bastidores do que no noticiário político. Soa feio, mas não representa (necessariamente) uma ilegalidade. É o resultado da divisão dos gastos de um candidato pela total de votos recebidos por ele. Pela lógica, os melhores resultados são justamente os mais baixos.

Fernando Rodrigues fez as contas a respeito do “custo de voto” dos candidatos nas cidades com mais de 200 mil eleitores. Dentre os vencedores, o melhor resultado foi obtido pelo democrata Gilson de Souza, prefeito de Franca, São Paulo. Ele gastou apenas R$ 0,44 por cada voto recebido.

O pior número pertence a Carlin Moura, candidato a prefeito de Contagem, Minas Gerais, pelo PCdoB. Ele queimou R$ 21,41 por cada voto que recebeu. Tudo isso para não se eleger.

Para completar, está devendo R$ 1,4 milhão. Buscava a reeleição.

Esquerda: acusa a PEC 241 de tirar verba da educação, obstrui liberação de verba para o FIES

PEC 241. Screenshot: big ass message.

PT, PSOL, REDE e PCdoB. O Implicante vai repetir: PT, PSOL, REDE e PCdoB. Para ficar mais claro ainda: o partido de Lula e Dilma Rousseff, o partido de Jean Wyllys e Marcelo Freixo, o partido de Marina Silva e Randolfe Rodrigues, e o partido de Jandira Feghali e Vanessa Grazziotin. Esses quatro partidos obstruíram a votação que liberaria crédito extra de R$ 1,1 bilhão para educação, sendo R$ 400 milhões para o ENEM e R$ 700 milhões para o FIES. Ao todo, dois milhões de estudantes serão beneficiados com a medida conquistada pelo governo Temer. E todas essas siglas vermelhas obstruíram a votação.

A coisa fica ainda mais absurda ao se destacar que se trata da mesma esquerda que chama a PEC 241 de “PEC da morte” porque, segundo eles, a emenda irá subtrair recursos da educação – algo que já foi desmentido e mais desmentido pelos poucos profissionais honestos que ainda restam na imprensa brasileira.

PT, PSOL, REDE e PCdoB. O eleitor brasileiro jamais se esquecerá disso. E, caso esqueça, o Implicante fará questão de lembrar.

PT, PSOL, REDE e PCdoB.

PCdoB é aliado de Leprevost em Curitiba; senadora do partido replica post de ódio a Curitiba

Como a gente já vem dizendo, é preciso ter certa cautela na hora de firmar algumas alianças. Já tratamos aqui dos problemas que Ney Leprevost (PSD) anda passando em Curitiba, onde concorre a prefeito no segundo turno, em razão de estar aliado ao PCdoB.

Para além do vínculo com um dos principais aliados do PT, de Dilma Rousseff e de Lula, o partido comunista é também ligado a grupos que invadem escolas – como aquele que trocou bandeiras do Brasil por outras vermelhas, e no Paraná.

Agora, mais essa. Aliás, já noticiamos aqui a patacoada. Mas o blogueiro Cesar Weiss juntou os pontos. Em suma: a senadora Vanessa Grazziotin, do mesmo PCdoB aliado de Leprevost, compartilhou mensagem de ódio justamente contra Curitiba.

O post original partiu do usuário “Phoenix”, e até a feitura deste texto continua no ar. A senadora comunista efetuou o chamado RT (retweet), jogando-o para toda sua timeline.

Pois é. Como o candidato vai explicar mais essa, agora? Tem aliado que dá trabalho, mesmo.

Liberdade de expressão vence mais uma: ação contra comentário de Sheherazade é improcedente

Rachel Sheherazade. Screenshot: Twitter.

De fato não foi uma frase feliz, tanto que Rachel Sheherazade em pessoa fez questão de colocar em novos termos. Em fevereiro de 2014, a jornalista disse que, num país que “sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”. E acrescentou: “o contra-ataque aos bandidos é o que eu chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite”. Dias depois, ela se explicaria melhor:

O que não se pode fazer é confundir o direito de se defender com a barbárie, a violência pela violência. Isso jamais qualquer pessoa de bom senso poderia defender e essa pessoa não fui eu. Não defendo a violência. Eu defendo a paz, o bem e a segurança. Eu acho que todo cidadão tem de ter direito à segurança. É isso que falta neste país.

A comoção havia sido causada quando Sheherazade comentou o caso em que um delinquente com passagens pela polícia surgiu amarrado pelo pescoço em um poste por um cadeado de bicicleta. A jornalista argumentou que apenas defendeu o Código de Processo Penal, quando diz que “qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”.

O juiz José Carlos Francisco decidiu pela improcedência da ação movida pelo Ministério Público após representação de PSOL, PCdoB e PT. Argumentando assim:

É claro que as instituições estatais não devem concordar com o conteúdo da manifestação da empresa ré e da jornalista, porque sugerir que os cidadãos se armem para reagir ou contra-atacar criminosos categoricamente não está dentre as políticas públicas de combate à criminalidade na sociedade brasileira. Mas essas mesmas instituições estatais, tão criticadas, estão presentes para assegurar à empresa ré e à jornalista a liberdade de imprensa, esperando que o senso de responsabilidade dos deveres de cidadania orientam o exercício profissional para o bom uso das liberdades.”

Mais detalhes sobre o caso podem ser lidos no blog Felipe Moura Brasil, uma dos favoritos do Implicante.

Aliada do PT, senadora amazonense compartilhou mensagem que prega a expulsão da região Sul

A mensagem é grotesca em vários níveis. Porque desrespeita os votos recebidos por Michel Temer na condição de vice-presidente, a operação Lava Jato, a ideia de o Brasil ser uma federação, as vítimas do nazismo e principalmente o povo do Sul do país. Tudo isso em apenas 140 caracteres. Foi publicado por um usuário que assina como “Phoenix”.

Seria apenas mais um absurdo corriqueiro publicado no Twitter, se não tivesse sido compartilhado por uma senadora da República. No caso, por Vanessa Grazziotin, senadora pelo Amazonas e líder do PCdoB no Senado. Ela ganhou mais atenção após as defesas bizarras que fazia de Dilma Rousseff durante o julgamento do impeachment. Nesta campanha, viraria piada ao pedir voto para uma candidata famosa pela apologia ao consumo de cocaína.

O screenshot abaixo foi feito no perfil verificado da comunista. Clicando nele, chega-se ao tweet original.

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É comum que, ao serem emparedados com manifestações semelhantes, personalidades fujam pela tangente e aleguem que compartilhar conteúdos polêmicos não implicam em concordância. O que não passa de hipocrisia: os usuários das redes sociais, na imensa maioria das vezes, compartilham ideias com as quais concordam. Quando discordam, costumam deixar claro a discordância.

Se fosse o contrário, e um senador da região Sul propusesse a separação do Norte do país, a imprensa já estaria há 24 horas discutindo xenofobia.

E não. Isso não é falsa simetria. É a lógica que a esquerda adora ignorar.