Depois de muito xingá-la de “PEC da morte”, o PT aprovou no Piauí uma PEC inspirada na 241

PEC 241. Screenshot: big ass message.

Quando o governo Temer apresentou um PEC congelando os gastos públicos por 20 anos, o PT ficou em dúvida: ora chamava de “PEC do fim do mundo”, ora chamava de “PEC da morte”. Mas o brasileiro já não engole assim as lorotas petistas e o Congresso conseguiu aprovar a proposta com a maioria necessária.

Contudo, o Valor Econômico publica que, na véspera do recesso parlamentar, quando o brasileiro só conseguia pensar nas festas de final de ano, Wellington Dias, governador do Piauí, conseguiu aprovar uma PEC semelhante, que congela por 10 anos os gastos do governo local.

Qual o partido de Wellington Dias? O dos Trabalhadores, também conhecido como PT.

Antes de falar em “PEC do fim do mundo”, a esquerda xingava os críticos de “pessimildo”

Para a esquerda, a PEC 55, anteriormente conhecida como PEC 241, seria a “PEC do fim do mundo”, a “PEC da morte” ou ainda “um novo AI-5”. Quem não entende o que está acontecendo imagina que o Brasil vive uma distopia semelhante a uma sequência da série Mad Max.

Mas é preciso lembrar.

Há apenas dois anos, essa mesma esquerda chamava de “pessimildo” qualquer um que apontasse os problemas crônicos do governo Dilma Rousseff. Aliás, a própria presidente da República, como visto na imagem mais acima, alimentava esse discurso.

São mentirosos compulsivos. Que distorcerão a realidade de acordo com suas necessidades. Sempre mirando um benefício próprio.

Não caiam nesse golpe.

Entenda por que, na prática, o terrorismo de ontem fortaleceu a PEC 55 e o governo Temer

A esquerda sempre foi inteligente, sobretudo na estratégia de comunicação, e justamente por isso causa espécie que cometam erros tão primários, como o de ontem. Chega a parecer parte de alguma grande tática ainda não vislumbrada por completo por nós mortais.

Pode ser. Contudo, ao menos por enquanto, o que se vê é mesmo a idiotice mais pura.

Ontem, o Senado Federal aprovou a PEC 55 (na Câmara, PEC 241), que impede o governo de extrapolar seus gastos para além daquilo investido no ano anterior mais a correção inflacionária. Medida necessária e urgente – como foi a Lei de Responsabilidade Fiscal – para que nossa economia tenha condições de sair da estagnação e consigamos receber mais investimentos.

Nem dá para dizer que a esquerda, por si, seja contra. Afinal, Dilma Rousseff preparava pacote quase idêntico, como já comprovamos aqui e consta de documento do próprio Ministério da Fazenda (na época, sob Nelson Barbosa). A briga contra a PEC é partidária, como são todas as outras.

Mas vamos ao erro grotesco de comunicação: depois de aprovada a proposta de emenda constitucional, militantes esquerdistas partiram para o quebra-quebra generalizado. Rasgaram a nada convincente fantasia de “manifestantes pacíficos” e mostraram o que são: terroristas.

O resultado prático é apenas um: ter o povo contra si. Porque essa coisa de “manifestação é para quebrar tudo” é uma bobagem que a esquerda usa entre si, mas cuja lógica só funciona também entre si. A grande maioria detesta, deplora, odeia e fica contra.

Um governo em má fase, aprovando medida impopular, pede AOS CÉUS que surja um inimigo tão detestável que todos ficarão ao lado do presidente. Há casos (alguns reais, outros conspiratórios) de GUERRAS declaradas assim, para minimizar desgaste de popularidade; os velhos conceitos de “inimigo comum”, “mal maior” etc.

Ao partir para o terrorismo, marcando justamente dessa forma a oposição a uma medida, os imbecis dos manifestantes colocam as coisas também da seguinte maneira: de um lado, está a PEC dos Gastos; de outro, a turma que ateia fogo em ônibus, quebra vidraça e prejudica o retorno do trabalhador para casa.

O povo escolhe com relativa facilidade um dos lados. E o assunto passa a ser a quebradeira, não mais a PEC. A estupidez é tamanha que daria mesmo para pensar em algo combinado. Mas a verdade é ainda mais cruel: a bolha esquerdista, embora reúna pouca gente, é mesmo algo fortíssimo.

Pior para eles. E, afinal, melhor para todos nós.

Quanto ao mais, que sejam punidos os responsáveis pelo que houve ontem. Porque isso não é manifestação nem protesto, é TERRORISMO, e é preciso que se chame pelo nome.

Se ainda há alguma dúvida, confira aqui o nível da coisa.

Confira em vídeo quão criminoso foi o vandalismo esquerdista contra a PEC 55

O vídeo acima foi feito dentro de uma das sedes do Banco do Brasil em Brasília. Nele, é possível notar os black blocs esquerdistas em ação contra a PEC 55. Percebe-se que, como de costume, eles se escondem atrás de máscaras. Mas vão além: jogam bombas incendiárias contra o edifício.

O que já seria grave por si só, mas piora ainda mais ao se constatar que havia gente dentro do prédio. São seguranças, funcionários, enfim… Vidas humanas que foram postas em risco porque a esquerda não sabe fazer política e vê no terrorismo um meio válido de luta.

As pessoas que estão por trás desse ataque precisam ir para a cadeia. E o quanto antes! Chega de fazer vista grossa à atuação deles.

Só em Brasília, terrorismo esquerdista contra a PEC 55 terminou com 8 policiais feridos

As coisas precisam receber os nomes que elas merecem. E o que a esquerda brasileira fez no final da tarde de ontem não encontra definição melhor do que esta: terrorismo. Na incapacidade de vencer politicamente suas discussões, leva terror à sociedade, destruindo patrimônio público e propriedades privadas. E deixando feridos. Muitos.

Só em Brasília, oito policias militares foram vítimas destes criminosos. Três bancos tiveram algumas de seus sedes destruídas. Um ônibus foi incendiado, como se vê na imagem mais acima, com pessoas ainda dentro.

No saldo final, 88 manifestantes foram detidos. Mas a Justiça tem que partir para cima de quem está por trás disso. E não é difícil descobrir. Porque ele não faz questão de se esconder – afinal, até hoje, sempre contou com a impunidade das autoridades.

Contra a PEC 55, a esquerda usou e abusou da mesma arma que matou o jornalista da Band

A montagem acima tem cinco imagens. As quatro menores mostram black blocs disparando morteiros na direção da FIESP, em São Paulo. Há vídeos que mostram que, do outro lado, havia seguranças e funcionários do edifício. Na imagem maior, o momento em que um morteiro também acionado por black blocs, mas no Rio de Janeiro, matou Santiago Andrade, repórter cinematográfico da Band, em fevereiro de 2014.

No passado, eles até podiam alegar que desconheciam o potencial risco de morte da atitude. Hoje, com toda a repercussão do caso Andrade, não mais. Sabem que, assim, colocam em risco a vida de qualquer um que esteja do outro lado – ou no meio do caminho, como foi o caso do cinegrafista.

Não é só um ato criminoso. É uma tentativa de assassinato. A Justiça tem que ir com toda a sede para cima de quem quer que esteja por trás disso. O Brasil não pode mais aceitar calado esse absurdo.

Ex-colunista da Folha cobrou do jornal que exclua de suas colunas o líder do MTST

Ontem, o Brasil viu mais uma vez cenas de destruição em suas ruas, mais uma vez partindo de movimentos de esquerda que aterrorizam o país por sua agenda política. Vera Magalhães, que por muito tempo assinou a coluna Painel da Folha de S.Paulo, cobrou do jornal que tome uma atitude contra Guilherme Boulos, líder do MTST, um dos grupos por trás dos atos.

Foi uma atitude de coragem da jornalista. Pois ela vem de um meio muito corporativista, que basicamente criminaliza qualquer tentativa de autocrítica em defesa de uma categoria que vem cada vez se comportando pior. Nas palavras de Vera, Boulos seria “banditismo puro e simples“.

Até o momento da redação deste texto, a Folha não se pronunciou a respeito.

O brasileiro derrubou Dilma sem uma única gota de sangue; a esquerda segue vandalizando tudo

A queda de Dilma Rousseff foi precedida de muitas manifestações. Em pelo menos quatro oportunidades, recordes históricos de participação popular foram quebrados, com milhões de brasileiros nas ruas pedindo o impeachment da presidente da República.

Ontem contra a PEC 55, a antiga PEC 241, a esquerda mais uma vez vandalizou as ruas do Brasil. E mais uma vez rendeu imagens como as da montagem mais acima. Nelas, sangue, fogo e destruição de patrimônio público e privado. Pior do que isso: esquerdistas frustrados já em idade para se sentir vergonha do que falam defendiam tais crimes com os argumentos mais toscos e batidos possíveis.

O Implicante: não é preciso causar terror, caos e destruição para mudar o Brasil. E não há exemplo melhor do que a saga que tirou o PT do poder após 13 anos.

O argumento mais ridículo contra a PEC 55: “foi assinada no aniversário do AI-5”

Poucos argumento contra a PEC 55 (antiga PEC 241) conseguem ser mais idiotas do que o que aponta o aniversário do AI-5 como sendo a mesma data da aprovação da emenda que congelará os gastos públicos por 20 anos. Porque, claro, não passa de uma coincidência infeliz. Como se 13 de dezembro fosse uma data amaldiçoada e influísse nos destinos do Brasil.

Ora… Foi num 13 de dezembro que o Flamengo conquistou em 1981 o título mundial em cima do Liverpool, feito que o São Paulo reprisaria em 1992 sobre o Barcelona. Foi numa data como esta que as tropas americanas encontraram o fugitivo Saddam Hussein.

Há exatos 5 anos, o Senado brasileiro deu fim à CPMF. Há exatos 104 anos, nascia Luiz Gonzaga. Há exatos 27 anos, nascia Taylor Swift. Foi num 13 de dezembro que morreu o presidente Prudente de Morais – e você achando que ele era só um nome de rua bem repetitivo.

Acreditem, 13 de dezembro é só um data. A esquerda usa a assinatura do AI-5 para atacar a PEC 55 apenas porque não respeita a dor de quem sofreu com o resultado daquela ditadura. É uma vergonha.

Excelente notícia: Senado aprova PEC 55, apesar das rasteiras campanhas contrárias

O Senado Federal acaba de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição de número 55, vulgo PEC 55, que na Câmara dos Deputados recebeu o número 241. Trata-se de uma medida necessária para o bem da economia do país e sobretudo dos gastos públicos.

A campanha contrária não foi pesada, com praticamente TODA a esquerda unida. Até pesquisas do tipo “você é a favor de cortar gastos?” foram usadas para dizer que o povo era contra (sem explicar que o governo estava quebrado e sem deixar claro que não será um CORTE, mas sim a impossibilidade de aumentar).

De todo modo, passou. E agora nossa economia começa a ter alguma chance.

Quanto ao mais, aguardemos a Reforma da Previdência, igualmente necessária e também ela objeto de campanhas contrárias oportunistas.