Galeria de Fotos: enfim restaurado o monumento que já teve imagem até do ditador Hugo Chávez

Na metade da década de 1980, Jânio Quadros foi prefeito de São Paulo e, em meio a tantas outras ações polêmicas, desapropriou uma área na alça da Av. 23 de Maio, para construir um acesso à via. Foi quando descobriram uma obra monumental, desde então chamada “Arcos do Jânio”.

Os arcos rapidamente tornaram-se um cartão-postal característico, e então foram considerados DE FATO um monumento.

Porém, durante a gestão do petista Fernando Haddad, mais polêmica por lá. Isso porque fizeram o seguinte:

Pois é. Não foi todo mundo que gostou, digamos assim. A homenagem ao ditador Hugo Chávez ganhou uma lata de tinta, coisa que foi chamada pela esquerda de “vandalismo” (nessa hora, não é intervenção artístico-democrática). E então o grafite foi restaurado com alusão a censura (sim, “censura” a um ditador…). Aliás, cabe perguntar, a quem defendia tal homenagem, o que acha da situação atual da Venezuela… Mas sigamos.

Já no final da gestão passada, os arcos estavam cobertos por tapumes:

Boa parte da imprensa, porém, seguia divulgando as imagens antigas, SEM esse terrível tapume que tornava ainda mais ridículo o que já estava extremamente degradado.

Eis que, com João Doria, as pichações, grafites viraram “marcos” do esquerdismo militante, com aqueles “especialistas” questionando a limpeza de muros públicos. No fim, como em tantos outros casos, o povo obviamente estava a favor da limpeza e o resto, como sabemos, é história. Ao que parece, a esquerda – pelo menos por ora – desistiu disso.

Mas vamos às fotos. A gestão de João Doria finalmente entregou o monumento restaurado. Eis as fotos (todas da SECOM/Prefeitura):

Vendo todas as fotos, de antes e depois, alguém tem alguma dúvida de como o povo de verdade prefere? Pois é.

Esquerda tenta culpar João Doria, mas quem pintou o “Beco do Batman” foi o dono do imóvel

Na noite de ontem, começou a circular um vídeo em que pintavam uma das paredes mais famosas de São Paulo: o Beco do Batman. E pintavam por sobre grafites e pichações. Na mesma hora, como todos podem presumir, a esquerda passou a culpar João Doria.

Quem teve a conduta mais correta, vale registrar, foi o vereador Eduardo Suplicy que perguntou diretamente ao prefeito e reportou em suas redes o apurado:

Não que isso bastasse para que muitos continuassem colocando a culpa no adversário. Eis então que surge a bomba: o muro foi pintado PELO DONO DO IMÓVEL. Isso mesmo, O PROPRIETÁRIO DO IMÓVEL usou seu direito basilar de propriedade e apagou os grafites.

Sim, ele pode. O imóvel é dele. Mais ainda: conforme disse à Folha de SP na reportagem que apurou o caso, ele – um senhor de 70 anos – estava incomodado com o barulho e a falta de respeito.

Mas podem apostar: seguirão “culpando” Doria.

Chega a ser inacreditável a imperícia com que a esquerda faz oposição ao prefeito de São Paulo. Não basta escolher as causas maios impopulares para rivalizar com ele, ainda por cima caem nesse tipo de esparrela.

Em tempo: claro que picharam por cima da pintura. Por essas e outras, 97% do povo é contra pichação.

Gestão Doria: veja os 11 novos grafites do Ibirapuera, feitos sem custo ao município

Falamos hoje mais cedo sobre os novos banheiros do Ibirapuera, reformados pela construtora Cyrela mantidos por um ano pela Unilever, sem custos para a prefeitura. Pois também foi inaugurado, e igualmente sem ônus financeiro ao município, um verdadeiro museu de grafites.

O projeto foi apresentado quando do início da “polêmica” por conta das pichações apagadas pela cidade – pois claro que a esquerda desvirtuou tudo sem receber adesão popular, de modo que as aspas são necessárias. A população apoiou e apoia a medida quase que integralmente.

Pois bem: são 11 murais feitos por 14 grafiteiros, com a colaboração da Graffiti Fine Art, organizadora da Bienal do Grafitti.

Vejam as fotos a seguir (todas elas de Marcelo Brandt, do G1):

Melhor assim, não? Divulgar a arte sem vandalizar a propriedade alheia ou monumentos públicos. O povo certamente agradece.

Até o PT votou a favor da lei contra pichações de João Doria, só o PSOL foi contra

Existe uma distância imensa entre o que prega a militância nas redes sociais, tudo sempre repleto de referências alheias ao dia-a-dia das pessoas normais, e aquilo que decidem/deliberam os políticos que precisam prestar contas ao povo. As pichações são exemplo disso.

Como já mostramos aqui, 97% das pessoas são contrárias a isso. O que é bem óbvio. Mas a turminha descolada insiste, com formadores de opinião que falam para pequenos grupos, com “especialistas” escolhidos a dedo e assim por diante.

Mas os vereadores não prestam contas aos universitários de classe média. Eles precisam conversar com seus eleitores, gente normal da cidade, e essa turma é contra pichar muros.

Resultado: 51 votos a favor, 2 contrários – do PSOL.

Porque uma coisa é lacrar nas redes, outra é a comunicação com as pessoas do mundo real.

Mais vandalismo: para “defender” a arte de rua, militantes destroem obra do artista Kobra

Que o Brasil é o país da piada pronta, ninguém tem mais dúvidas, bem como também se trata de conhecimento público o fato de a esquerda ajudar sobremaneira essa fama. Mas às vezes a coisa passa um pouco do limite.

Hoje cedo, foi noticiado que a GCM flagrou o filho de um diplomata vandalizando monumento na Sé. Agora, mais essa: sob pretexto de fazer uma intervenção “em favor” da arte de rua, militantes destroem obra do grafiteiro Kobra, um dos mais reconhecidos do mundo. Pode parecer algo somente bizarro, mas há nas entrelinhas uma explicação reveladora.

Ora, a esquerda NUNCA GOSTOU COISA NENHUMA de arte de rua. Nunca! Tanto que, quando a gestão do partido amado apagava algum, eles ficavam era bem quietos. A gritaria de agora é somente pelo fato de o governo estar nas mãos de um adversário – e os urros se intensificam à medida que percebem o apoio popular.

Ao vandalizar uma obra, deixam clara e irrecorrível a seguinte verdade: estão nessa por conta do partido, não da arte. Afinal, qual verdadeiro defensor do grafite exerceria sua “defesa” justamente o vandalizando.

Caiu a máscara.

Grito dos excluídos? Guarda Municipal flagra filho de diplomata vandalizando monumento em SP

O monumento a São Paulo Apóstolo, amanhaceu vandalizado neste dia 25/01, aniversário da cidade de São Paulo. A ação seria mais uma daquelas para “atacar” a atual gestão, mas fazendo isso por meio de vandalismo, destruindo bens públicos. Nada de novo.

Desta vez, porém, o autor foi pego. E isso pode embatucar a turma da “narrativa”. Vejam só a seguinte notícia da Radio Bandeirantes:

Segundo a emissora, trata-se de Pedro Amaral Souza, de 26 anos.

Não é um “excluído”, não é uma pessoa pobre, não é um miserável tentando soltar seu grito por meio da pichação. Nada. É alguém da classe alta.

O trabalhador que acorda cedo sempre soube disso. Resta saber quantos outros grandes veículos darão essa notícia.

ps – como todos podem notar, e é universalmente sabido, no fim das contas o trabalho de limpeza fica para um pobre trabalhador que supostamente seria representado pelo esquerdista rico

Não sabe a escrita correta? É fácil decorar: “Pixar” é arte, “pichar” não é

Em São Paulo, João Doria declarou guerra aos vândalos que sujam propriedades públicas e privadas com tinta. A sujeira combatida é um ataque – ainda que dos mais toscos – ao capitalismo? É! Portanto, a esquerda irá defender, ainda que isso prejudique principalmente a população mais pobre dos centros urbanos. E, por dominar a pauta dos principais veículos do país, colocará o tema em debate, ainda que não haja o que debater.

Contudo, tem ocorrido muita confusão a respeito da escrita do termo. Pichador? Pixador? Pixação? Pichação? Qual seria o correto?

O Implicante usa um macete bem simples: Pixar é arte, pichar não é.

Ou seja: “Pixar” é o estúdio de animação norte-americano que já recebeu 27 Oscars por obras de arte como Wall-E, Toy Story, Procurando Nemo, Monstro S.A, Up e tantos outros. Já “pichar” remete ao vandalismo que vende insegurança, desvaloriza bairros, polui visualmente as cidades, prejudica comércios, gera desemprego e torra principalmente a paciência dos mais pobres – ou você acha que pichação dura muito tempo nos bairros ricos?

Com esse macete, não tem erro. Você nunca mais esquece.

Que fique claro: a pichação defendida pela esquerda prejudica principalmente os mais pobres

Pichação é uma praga urbana. Mas a esquerda é tão ruim da cabeça que se deu a defender até mesmo esse ato de vandalismo. Não é de hoje que agem assim, mas aumentaram os gritos recentemente, uma vez que João Doria declarou guerra aos pichadores de São Paulo.

É preciso, no entanto, deixar algo bem claro: os pichadores prejudicam principalmente a população mais pobre das cidades. Ela passa uma tremenda sensação de insegurança onde a segurança já inexiste. Com isso, desvaloriza imóveis, prejudica pequenos comerciantes, causa prejuízo à toda vizinhança.

O que acontece quando um condomínio ou loja é pichado num bairro rico? Há verba para, no dia seguinte, limpar a sujeira. O mesmo não ocorre na casa da família pobre, que precisa se conformar com a imundice praticada por vândalos em suas residências.

O esquerdismo se comporta assim e depois irá reclamar do resultado das urnas.

Em vídeo, pichador “desde 1992” diz não aceitar que pichem a casa dele

João Doria declarou guerra aos pichadores. E o Implicante não entende como essa guerra só foi declarada agora, afinal, trata-se de um troço horroroso que apenas traz prejuízo ao cidadão brasileiro, em boa parte das vezes, justo os mais pobres. Ou você vê mais pichação em bairro nobre? Não vê.

Ao debater o tema, as redes sociais resgataram o vídeo acima. É de uma das edições do Profissão Repórter, da Rede Globo. A jornalista acompanhou a rotina de um pichador. E o resultado é tragicômico.

Pois o pichador alega ter autorização para deixar sua sujeira nos muros por onde passa. Mas não deixa a repórter entrevistar uma moradora que teria autorizado a pichação. Ao final, o maior descaramento possível: a casa do pichador não está pichada. E ele alega ser errado pichar a casa dele.

Boa sorte a Doria nessa guerra. A população de São Paulo – e do Brasil – não aguenta mais essa imundice.

Não é piada: pichador contrário à proibição do “picho” trabalha como pintor de fachadas

Quando dizem que o Brasil não é para principiantes, a coisa é mesmo séria. Por aqui, as coisas são sempre um tanto mais complexas, há sempre mais camadas, tudo vai além da mera aparência. Nossa realidade é tão fantástica que a ficção quase sempre é superada.

E esse é um caso assim. Em uma reportagem sobre pichadores que estariam revoltados com João Dória, há um entrevistado em situação no mínimo curiosa, mas não deram o devido destaque.

Ele escreveu uma frase na fachada de um prédio alto, e disse que fez isso porque sabe usar as cordas para tal façanha. Por que sabe? Ele explica: por conta da profissão. E qual a profissão? Ele informa: restaurador de fachadas.

Isso mesmo. Trocando em miúdos, ele é o profissional que limpa as pichações. E, vejam só, é contra a proibição dos “pichos”. Na mesma reportagem, ele informa ser contra picharem o muro de sua casa. Seguem os trechos:

“Autor da pichação no terminal Bandeira (…) admitindo que não gostaria de ter a casa pichada, “mas teria que aceitar” (…) Para pintar a parede do prédio, pendurou-se no alto do edifício com uma corda, técnica que aprendeu com a identidade que assume de dia – ele é pintor predial” (grifamos)

O Brasil é o máximo.