Dilma se diz ‘satisfeita’ com a votação da manobra fiscal

Da Folha de S.Paulo:

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Dilma Rousseff se mostrou satisfeita com a aprovação no Congresso Nacional do projeto que permite uma manobra fiscal para cumprimento do superávit primário. “Estou bastante satisfeita”, disse a presidente ao chegar em Quito, nesta quinta-feira (04). Porém, a votação ainda não foi concluída, e os deputados e senadores deixaram para analisar na próxima terça a última mudança sugerida pela oposição ao projeto. O debate foi acirrado na casa, com direito a troca de xingamentos entre parlamentares e até agressões físicas envolvendo seguranças.

Congresso aceita chantagem e libera manobra fiscal

Da Veja:

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O Congresso Nacional aprovou a manobra fiscal do governo para maquiar o descumprimento da meta do superávit primário. O texto principal da PLN 36/2104 altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias, e o efeito prático dessa medida é a redução da meta de superávit para 2014: R$ 116,1 bilhões para R$ 49,1 bilhões. Para obter ajuda do Congresso, a presidente Dilma se reuniu com líderes da base aliada e pediu o apoio deles na votação. No mesmo dia, por meio de um decreto ela liberou R$ 748 mil em emendas parlamentares para cada deputado e senador.

Dilma: sem lua de mel no segundo mandato

Da Exame:

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Ao contrário da lua de mel esperada entre Dilma Roussef e os eleitores que a colocaram mais uma vez no comando do país, a realidade do segundo governo da presidente é bem diferente. No dia 14 de novembro, a Polícia Federal prendeu 18 executivos, incluindo presidentes das maiores construtoras do país. Na economia, uma inesperada alta dos juros e a elevação no preço da gasolina frustrou quem apostava na volta da racionalidade econômica. A cereja do bolo foi, a 50 dias do fim do primeiro mandato, Dilma enviar ao Congresso um projeto de lei para autorizar o governo a fazer uma manobra fiscal para alterar a meta de superávit.

Mulher agredida volta ao Congresso para acompanhar votação

Do Estadão:

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A aposentada Ruth Gomes de Sá, 79 anos, foi agredida na noite de terça-feira (02), depois que Renan Calheiros determinou que manifestantes fossem retirados das galerias, durante a sessão do Congresso que votava o projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias e flexibiliza a meta de superávit primário. Porém, a manifestante voltou ao Congresso nesta quarta-feira (03). Na bolsa, trouxe a queixa que prestou contra a Polícia do Senado. Ela disse que um agente lhe deu uma gravata e uns tapas no rosto.

Governo amplia verba de congressista em troca de aprovação de manobra fiscal

Da Folha de S.Paulo:

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O Palácio do Planalto publicou um decreto que amplia os limites para a liberação de verbas indicadas por congressistas no Orçamento da União. Porém, o texto condiciona o novo teto à aprovação por deputados e senadores da manobra fiscal que o governo fez para fechar as contas deste ano. De acordo com o decreto, a liberação de recursos aumenta de R$ 7,8 bilhões para 10,032 bilhões. No texto, afirma que “a distribuição e a utilização do valor da ampliação (…) ficam condicionadas à publicação da lei resultante da aprovação do PLN no 36, de 2014 – CN (número do projeto sobre a manobra fiscal), em tramitação no Congresso Nacional”.

Implicante comentará ao vivo tentativa do governo de aprovar o estouro nos gastos públicos

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Nesta terça-feira, 2 dezembro, às 18 horas, o Congresso terá uma sessão conjunta para votar o PLN 36/2014. Para quem não está familiarizado com a sigla, diz respeito ao projeto de lei que, na prática, inutiliza a Lei de Responsabilidade Fiscal, liberando o governo da obrigação de cumprir as metas de superávit primário preestabelecidas. Em outras palavras, a sua aprovação representará um retrocesso de pelo menos 14 anos na democracia brasileira, tempo em que a LRF está em vigor.

Para completar, o governo ainda está condicionando liberação de 3 bilhões de reais em emendas parlamentares ao sucesso desta votação. Ou seja, na prática e descaradamente, o governo está comprando os parlamentares para que votem segundo os deploráveis interesses petistas.

Por intermédio dos Grupos Abertos do Viber, a equipe do Implicante, além de alguns convidados, irá comentar em tempo real a votação. Para acompanhar, basta ter o aplicativo Viber instalado em seu celular e seguir as instruções do link abaixo:
https://chats.viber.com/implicante

É importante que seja feito por celular pois a versão para desktop do aplicativo só deve passar a contar com este recurso em 2015.