Truque velho: PR quer Jair Bolsonaro, mas sem garantir candidatura à Presidência em 2018

Uma das dúvidas que vários analistas políticos levantavam – e alguns ainda o fazem – sobre Jair Bolsonaro em 2018 diz respeito à necessidade de uma legenda robusta, com tempo de TV e estrutura, para que tenha chances concretas. De fato, considerando nosso atual sistema, esse dado é um requisito e tanto.

Desse modo, e considerando seu bom posicionamento nas pesquisas, o parlamentar vem sendo sondado por vários partidos. Um deles é o PR (Partido da República), que deriva de uma fusão do antigo PL com o PRONA (sim, o do Eneas).

Mas a referida legenda não garante o essencial: candidatura à Presidência da República em 2018. Aí, convenhamos, a coisa fica complicada.

Já seria delicado entrar para um partido que se envolveu no Mensalão, embora seja também impossível aderir a qualquer legenda jamais citada em nada. Ok. Mas daí a não garantirem candidatura, é enrascada total.

O provável, conhecendo essa turma, é que o atraiam e depois neguem legenda, fazendo composição com algum outro candidato grande. E assim, sem saída, o deputado concorreria novamente ao parlamento, atraindo votos e fortalecendo o PR ainda mais.

Mau negócio. E tá na cara que é isso que querem.

Após vice-liderança em pesquisa, PR e PRB disputam Jair Bolsonaro para 2018

Um dos pontos levantados por alguns analistas políticos é o fato de que, para ter uma candidatura viável nas próximas eleições presidenciais, Jair Bolsonaro precisaria de um partido com alguma estrutura – e capacidade de articulação com outras legendas. A ponderação, por óbvio, é procedente.

A boa colocação nas últimas pesquisas fez com que o processo se adiantasse e há pelo menos duas legendas querendo a filiação do deputado: PR e PRB.

O PR surge da união do PL com o PRONA (sim, aquele do Enéas). O PRB é conhecido como “Partido da Universal”, considerando os vínculos da legenda com a igreja de Edir Macedo. Ambos são de estrutura média, com relativo tempo de TV e capacidade para agregar outras legendas.

Bolsonaro, por sua vez, adotou uma postura cautelosa. Optou pela espera do desenrolar da Lava Jato para fazer sua escolha. Até lá, caso continue bem posicionado nas pesquisas, é possível que as ofertas aumentem. Até mesmo de coligações e afins.

Enfim, já parece haver um desenho de como será o pleito daqui a um ano e meio.

Temer pretende começar as privatizações dobrando a quantidade de aeroportos privatizados

Em 2006, era um termo maldito e rendeu uma foto ridícula com Geraldo Alckmin usando os logos das estatais em resposta às acusações petistas de que privatizaria o que ainda restava de empresa pública. Mas tudo começou a mudar quando a população entendeu o que o PT tanto queria com elas: roubar tudo o que fosse possível até quebrar marcas inquebráveis, como a Petrobras e os Correios.

Michel Temer já deixou claro que é simpático às privatizações. Em entrevista à Folha, apontou o primeiro movimento nesse sentido: ampliar de 4 para 6 os aeroportos que devem passar aos cuidados da iniciativa privada, colocando na lista os de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Sendo bem sucedido na iniciativa, o Brasil passará a ter 12 campos de aviação geridos dentro do formato.

Ao mesmo tempo que a notícia é boa, preocupa o assédio do PR junto à Infraero, dando a entender que o partido pretende politizar a gestão da estatal de olho nos leilões da ponte-aérea Rio-São Paulo.

Que Temer não repita os mesmos equívocos de FHC, ou não conseguirá fazer o sucessor.

No Paraná, PT e PC do B se complicam nas eleições do ano que vem

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A informação é do Blog do Tupã, publicado no portal Bem Paraná, trecho a seguir:

“Desde então Gleisi se enrolou com o Petrolão – está denunciada em três frentes de investigação da Operação Lava Jato – e Gomyde teve um novo fracasso ao ser novamente derrotado quando tentou neste ano a presidência da Federação Paranaense. E a situação dos dois piorou mais nos últimos dias. Gleisi vê com apreensão o último levantamento do Paraná Pesquisas que aponta que 83,2% dos entrevistados afirmam que não votam mais nos políticos investigados na Lava Jato. E Gomyde se enrolou mais quando dois cheques do Coritiba, no valor de R$ 200 mil, foram parar nas contas de sua campanha e suspeitos de serem usados na compra de votos de presidentes de times para sua pretensa eleição. O comunista ainda viu seu assessor de imprensa, Adriano Rattman, ser demitido do cargo de coordenador de comunicação do clube do Alto da Glória.”

Parece que o povo paranaense tem um recado duro a dar nas urnas.

Suplente de Suplicy é “homem de confiança” de um dos presos do Mensalão

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Na cerimônia em que o PR confirmou apoio à candidatura de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo, também foi anunciado que José Tadeu Candelária, presidente do PR-SP, será o suplente de Eduardo Suplicy, candidato do PT ao senado. Candelária é homem de confiança de Valdemar Costa Neto (PR), envolvido no escândalo do mensalão.

Em 2005, Costa Neto renunciou ao mandato de deputado federal para fugir do processo de cassação a fim de se reeleger posteriormente. Em 2012, foi julgado e condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Recebeu pena de 7 anos e 10 meses de detenção e multa de 1,6 milhão de reais. Atualmente, encontra-se preso na Penitenciária da Papuda.

Além da ligação com o ex-deputado, Candelária também já se envolveu diretamente em escândalos. Durante investigação em 2006, o então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, “cogitou pedir a prisão dos 40 acusados de envolvimento com o que chamou de ‘organização criminosa’ que tinha como objetivo ‘manter o PT’ no poder”. Candelária, então presidente do PL no Estado de São Paulo, era uma dessas pessoas.

[Lúcio Bolonha] Funaro contou que, ao longo de 2003, entregou valores em dinheiro ao “sr. José Tadeu Candelária no escritório do PL de Mogi das Cruzes (SP)” a pedido do presidente do partido, o ex-deputado Valdemar Costa Neto (SP).

Existe até mesmo um recibo rubricado por Candelária no qual ele atesta ter recebido o valor de R$ 105.557 do doleiro Lúcio Bolonha. O montante seria uma das parcelas dos R$ 4 milhões pedidos por Valdemar Costa Neto para financiar a campanha de seus prefeitos.

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Mesmo preso, Valdemar Costa Neto continua interferindo nos rumos do país. No final de junho, de dentro do presídio da Papuda, fez pressão para que Dilma mudasse dois de seus ministros para só assim garantir mais tempo de TV na campanha eleitoral do PT.

Segundo a Folha apurou, ambas as decisões passaram por políticos que estão presos. No caso do PR, a ordem de demitir César Borges contou com aval de Valdemar Costa Neto, preso no Complexo Penitenciário da Papuda devido à condenação no processo do mensalão.

Não se sabe até que ponto pessoas envolvidas em escândalos ajudarão Suplicy a se reeleger, já que, após três mandatos como senador – 24 anos no total –, ele corre sérios riscos de perder a disputa pela única vaga disponível para José Serra, candidato tucano que, de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha, lidera a disputa.

PT e PR pagaram advogados de mensaleiros com dinheiro público

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Notícia do Estadão:

BRASÍLIA – Os diretórios nacionais do PT e do PR contrataram com recursos públicos, provenientes do Fundo Partidário, os mesmos advogados que representam, na esfera privada, condenados no julgamento do mensalão e réus acusados de corrupção após as investigações das operações Porto Seguro e Sanguessuga, da Polícia Federal.

Documentos das prestações de contas dos dois partidos em 2012 e 2013, apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostram repasses de até R$ 40 mil mensais para os escritórios, que atuam para clientes como ex-presidente do PT José Genoino e a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha.

A Lei dos Partidos Políticos, que disciplina a aplicação dos recursos, não prevê a cobertura de gastos de natureza privada.

Os três escritórios remunerados pelo PT com recursos de origem pública no período analisado afirmam que receberam pagamentos por serviços prestados exclusivamente ao partido. Sobre os serviços privados, dois disseram trabalhar de graça e um “a preços módicos” para os envolvidos nos processos.

No processo do PR, referente ao exercício de 2013, o Estado localizou três notas fiscais de R$ 42 mil cada, do escritório do criminalista Marcelo Luiz Ávila de Bessa – que defendeu o ex-presidente nacional da sigla Valdemar Costa Neto e o ex-deputado Carlos Alberto Rodrigues, o Bispo Rodrigues, no julgamento do mensalão.

Consultado, o partido admitiu que o dinheiro do Fundo Partidário foi usado para bancar as defesas de Valdemar e Bispo Rodrigues. Os dois estão presos em Brasília após serem condenados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O julgamento do mensalão teve início em 2 de agosto de 2012 e foi encerrado em dezembro do mesmo ano no Supremo Tribunal Federal. Por causa dos recursos (embargos) apresentados pelas defesas, as sentenças finais só foram declaradas em março deste ano.

O PR afirma que contratou a banca para cuidar dos processos criminais de seus parlamentares e dos integrantes da Executiva Nacional. O pacote também inclui as defesas de filiados acusados de envolvimento com a Máfia dos Sanguessugas – esquema descoberto em 2006, que desviava recursos federais para a compra de ambulâncias.

Repasses para pagar honorários foram feitos por meio de cheques da presidência do partido, descontados da conta usada para movimentar a verba do Fundo Partidário.

Para o presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, há no caso uma “impropriedade manifesta”, pois recursos de origem pública não podem bancar despesas com honorários de processos criminais, de cunho “pessoal” (mais informações nesta página).

‘Cortesia’. O PT pagou em 2012 e 2013 ao menos R$ 485 mil ao escritório Fregni – Lopes da Cruz por honorários de ações cíveis, conforme 15 notas fiscais apresentadas ao TSE. Em Brasília, a equipe de advogados defende o ex-presidente do partido José Genoino em processos no quais ele é acusado de improbidade administrativa. As ações movidas pelo Ministério Público são um desdobramento na esfera cível do caso do mensalão.

Na esfera criminal, Genoino foi condenado por corrupção ativa no julgamento no Supremo. Ali, foi representado por outra banca. No dia 30 passado, ele foi levado para a prisão, em Brasília, por ordem do presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa.

A advogada Gabriela Fregni nega que repasses do partido cubram a defesa de Genoino. Ela afirma que o escritório tem uma relação antiga com o petista, que anos atrás pagou “honorários módicos” por trabalhos da equipe. Hoje, explica, não há contrato regulamentando outros pagamentos, tampouco débitos pendentes. “Quando essas ações (de improbidade) iniciaram, a gente passou a cuidar disso por uma cortesia que a gente tinha com ele”, afirmou.

Em 2013, o diretório nacional petista pagou ainda R$ 75 mil ao escritório de Márcio Luiz Silva, advogado de Brasília que atuou nas defesas dos ex-deputados Professor Luizinho e Paulo Rocha, absolvidos pelo STF das acusações de lavagem de dinheiro no julgamento do mensalão.

O advogado disse que trabalhou para os dois políticos de graça. “Fiz isso em caráter de amizade, não teve cobrança”, sustenta. Embora mantenha procuração nos autos do processo, Silva afirma que, na prática, atuou apenas até as alegações iniciais do julgamento, passando o bastão para criminalistas depois.

Em junho de 2013, ele firmou com o PT contrato de R$ 180 mil, valor a ser pago em 12 parcelas de R$ 15 mil. O documento prevê serviços de assessoria e consultoria nas áreas de “direito eleitoral, constitucional e político-institucional”. “Faço representação institucional do partido no TSE”, afirmou.

Luiz Bueno de Aguiar, advogado próximo de petistas influentes, atuou para a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo Rosemary Noronha logo após a Polícia Federal deflagrar, no fim de 2012, a Operação Porto Seguro. Aguiar recebeu ao menos R$ 809 mil da legenda nos últimos dois anos de recursos originários do Fundo Partidário. Ele afirma que tem contrato antigo para cuidar de causas cíveis do PT.

O inquérito da Porto Seguro apontou participação da ex-funcionária num esquema de venda de “facilidades” na administração pública. Rose foi denunciada pelo Ministério Público Federal e responde a ação penal por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva. Conforme o TSE, ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo é filiada ao PT desde 1989.

Questionado, Aguiar disse que atuou para Rose num primeiro momento, acompanhando-a em audiências na PF, também a custo zero. “Há emergências que você atende, a clientes antigos, que não cobra.”

(grifos nossos)

Dilma fará reforma ministerial para garantir apoios em 2014

Reabilitado mesmo após escândalos, ex-ministro Carlos Lupi “aconselha” Dilma a demitir o sucessor dele no Trabalho; PR também quer um ministro novo

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Matéria do Estadão:

A presidente Dilma Rousseff deve fazer em março uma reforma ministerial mais ampla do que a prevista inicialmente para acomodar novos aliados e resolver pendências com antigos parceiros, num movimento planejado para construir as bases de sua campanha à reeleição, em 2014.

Empenhada em conquistar apoios, Dilma pode ceder à cúpula do PDT, que reivindica a troca do ministro do Trabalho, Brizola Neto, e atender o PR, ávido por substituir o titular dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

Os movimentos da presidente, na fase pós-faxina – período iniciado em julho de 2011, quando seis ministros foram substituídos por conta de irregularidades nas pastas -, têm o objetivo de evitar que apoiadores do PT sejam atraídos por outros candidatos ao Palácio do Planalto.

O governo acompanha com lupa os passos do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do senador Aécio Neves (PSDB-MG), possíveis adversários de Dilma na disputa do ano que vem, e fará de tudo para impedir a debandada de aliados.

‘Especulação’. Brizola Neto se reuniu ontem com dirigentes da Força Sindical, em São Paulo. O ministro contou que Dilma lhe telefonou e garantiu que notícias sobre sua saída não passam de “especulação”. Contrariada com o “vazamento” de informações, a presidente também pediu à ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, que negasse a preparação de uma reforma ministerial, neste momento. O desmentido foi publicado no Blog do Planalto.

Antes do carnaval, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse a Dilma que o partido não se sente representado por Brizola Neto, seu desafeto. Ex-ministro do Trabalho, defenestrado em 2011, no rastro de denúncias de corrupção, Lupi indicou para o ministério o secretário-geral do PDT, Manoel Dias.

Dilma ainda não deu resposta. Nos bastidores do Planalto, o comentário é que Brizola Neto não consegue unir o PDT e não emplacou nem o líder da bancada do partido na Câmara. Disputa o comando do PDT com Lupi que, apesar das acusações contra ele, detém a hegemonia do partido.

Mais pragmática do que quando chegou ao Planalto, em 2011, Dilma quer agora na Esplanada representantes de partidos que possam garantir sua reeleição. Para tanto, vive o dilema de ceder ou não aos pedidos daqueles que caíram na “faxina”.

Nos últimos dias, ela teve várias reuniões reservadas para tratar da reforma na equipe. Conversou com o vice-presidente Michel Temer e com os ministros Aloizio Mercadante (Educação), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Alexandre Padilha (Saúde). Dias antes, já havia se encontrado com dirigentes do PDT e do PR.

Crucial. A prioridade de Dilma é manter a dobradinha com o PMDB na campanha da reeleição. Apesar dos rumores sobre uma aproximação com Campos, ela não pretende oferecer a vaga de vice ao PSB em sua chapa.

O PMDB comanda hoje 5 dos 38 ministérios (Minas e Energia, Previdência, Agricultura, Turismo e Secretaria de Assuntos Estratégicos), além das presidências da Câmara e do Senado, mas pode crescer. O PT, por sua vez, ocupa 18 cadeiras na Esplanada e luta para não perder espaço.

Antes cotado para Ciência e Tecnologia, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) agora é citado para Turismo. Chalita apoiou a candidatura de Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição para a Prefeitura de São Paulo e, na ocasião, o acordo previa uma vaga no ministério.

Para abrigar o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o novo Ministério da Micro e Pequena Empresa deverá mesmo ser entregue ao vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD). O projeto de criação da pasta só aguarda a aprovação do Congresso.

A cúpula do PR quer trocar Paulo Sérgio Passos, dos Transportes, sob a alegação de que ele nunca foi um “republicano autêntico”. Passos assumiu após o presidente do PR, senador Alfredo Nascimento (AM), ser obrigado a deixar o cargo sob denúncias de corrupção na pasta.

Até hoje, a presidente resistiu às mudanças, mas agora tem sido aconselhada a ceder. O PDT ameaça apoiar a possível candidatura de Campos, em 2014, e o PR já deu mostras de que tem bom trânsito com o PSDB. No ano passado, por exemplo, aliou-se ao tucano José Serra na briga pela Prefeitura de São Paulo.

O PSB de Campos deve manter o comando de dois ministérios (Integração Nacional e Portos). Auxiliares de Dilma dizem que, se o governador for candidato, deveria “devolver os cargos”.

Comentário

Os petistas avaliam que os apoios do PDT de Lupi e do PR de Nascimento rendem mais votos que a imagem de “faxineira” contra a corrupção. E provavelmente estão certos.

Por reeleição, Dilma reabilita líder do PR afastado por denúncias de corrupção

Informação do jornal O Estado de São Paulo:

alfredo-1-460x307BRASÍLIA – Um ano e meio após afastar o PR da Esplanada, na esteira da faxina promovida em 2011, a presidente Dilma Rousseff reabilita o partido e dará um ministério para cimentar a legenda na base aliada. A comunicação da presidente de que o PR terá de novo um importante cargo na Esplanada – ou Agricultura ou Transportes – foi dada nessa quinta-feira, 7, ao ex-ministro e presidente nacional da sigla, Alfredo Nascimento, que deixou o Ministério dos Transportes sob denúncias de superfaturamento.

A presidente tratou do retorno do PR nessa quinta, em audiência no Planalto que teve também a presença do líder do partido na Câmara, Anthony Garotinho (RJ), e o vice-líder no Senado, Antonio Carlos Rodrigues (SP). Nesta sexta-feira, 8, ela viaja com a família para a Base Naval de Aratu, na Bahia, onde passará o feriado do Carnaval.

A volta do PR à base do governo representa o apoio de cinco senadores e 34 deputados. É um número importante para assegurar vitórias do Palácio do Planalto no Senado e na Câmara. Mas o gesto de Dilma também tem relação direta com a eleição de 2014, quando pretende tentar a reeleição.

O nome do PR da preferência da presidente da República é o do senador Blairo Maggi (MT), que poderá substituir tanto o deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS) na Agricultura quanto Paulo Sérgio Passos, titular dos Transportes desde que, em julho de 2011, Dilma demitiu Alfredo Nascimento.

(grifos nossos)

Leia a íntegra aqui.

Se vocês não lembram quem é Alfredo Nascimento, o Implicante relembra:

[youtube]https://youtu.be/MIfriadfTPA[/youtube]

Petista é presa acusada de forjar o próprio sequestro no Paraná

De acordo com a polícia, a vereadora Ana Maria do PT de Ponta Grossa (PR) teria recebido “vantagens” para não participar da votação da Mesa Executiva da Câmara.

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Informação do portal G1:

A vereadora de Ponta Grossa, Professora Ana Maria (PT), que desapareceu após a posse, na terça-feira (1º), foi presa em flagrante ainda nesta quarta-feira (2), por falsa comunicação de crime. Segundo a polícia, ela forjou o próprio sequestro.

De acordo com o delegado Luíz Alberto Cartaxo, que integra o Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Grupo Tigre), especializado em resgate de reféns, Ana Maria e mais quatro pessoas – que segundo as investigações tiveram participação na fraude – serão denunciadas por falsidade processual, falsa comunicação de crime e formação de quadrilha. Com exceção de um dos suspeitos, todos estão detidos. “É intenção da polícia mantê-los preso até o julgamento”, disse o delegado.

Ana Maria, que foi eleita para o terceiro mandato nas eleições de outubro de 2012, sumiu por volta das 18h depois de sair do Cine Teatro Ópera, onde foi realizada a cerimônia de posse dos vereadores, prefeito e vice-prefeito eleitos.

(…)

O motivo

Cartaxo explicou que Ana Maria tinha “interesses próprios mediante vantagens” em não participar da votação da Mesa Executiva da Câmara. Cartaxo, contudo, não afirmou que essas vantagens seriam financeiras. Para ele, também pode ser relacionada à composição da Mesa.
“O que dá impressão, é uma opinião que estou dando, não existe nada de concreto nos autos, a ideia [de Ana Maria] era de que fosse uma ação rápida, que ocorresse a votação e ela reaparece”, especulou. Isso não ocorreu, lembrou o delegado, porque os demais vereadores da bancada se negaram a dar continuidade à sessão. “Fugiu ao controle”, complementou

Íntegra aqui.