Cultura do estupro: a esquerda americana chega a pregar o estupro da esposa de Donald Trump

Quão baixa consegue ser a esquerda? Qualquer livro de história mostra que, pelo poder, ela é capaz de matar aos milhões, às centenas de milhões. Mas, para compreender isso, é preciso ignorar toda a propaganda esquerdista defendida em sala de aula por professores militantes. E entender que “morte” significa “morte”, e aqueles números não são meras estatísticas.

Com a eleição de Donald Trump, a esquerda americana ficou ainda mais histérica. Se havia algum pudor em se colocar na pregação do caos, ele desapareceu. Há vídeos de eleitores de Trump sendo espancados nas ruas apenas por declararem o voto no republicano. E há até mesmo a foto que ilustra esta postagem.

Nela, num ato em frente a um dos hotéis do bilionário, um cartaz prega o estupro de Melania Trump, a próxima primeira-dama dos Estados Unidos.

Mas nada disso vai comover a imprensa que tanto lutou meses atrás contra a “cultura do estupro”. Porque ela também é esquerdista e nada que prejudique tanto a esquerda ganhará destaque. Em vez disso, vem preferindo destacar o insulto proferido por um idoso que se incomodou com o fato de uma correspondente brasileira não estar falando inglês e mandou um palavrão para encerrar a discussão.