Um gráfico que desenha o desastre que o governo Dilma foi para a produção industrial

Após quase três anos, a produção industrial brasileira finalmente voltou a crescer. A notícia traz a esperança de que o Brasil caminhe para se livrar da maior recessão de sua história. Mas a esquerda quer jogar a culpa no brasileiro que foi às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff. O gráfico acima, contudo, mostra que os esquerdismo está apenas tentando quebrar o próprio recorde de cinismo.

A produção industrial brasileira começou a sofrer no final do verão de 2014. O que já é estranho, pois é justo nessa época que, historicamente, inicia-se uma retomada de crescimento que só se conclui no natal seguinte. Mas a coisa foi seguidamente piorando até o verão de 2016. Nesse meio tempo, Dilma Rousseff foi reeleita chamando de “pessimildo” qualquer crítico que denunciasse a real situação vivida pelo país.

A produção só ganhou um fôlego mínimo quando o impeachment começou a se encaminhar. E agora, um ano depois, chega finalmente ao seu primeiro resultado positivo.

Sim, ainda é pouco. Muita água precisa rolar. Mas é um primeiro passo.

Após quase três anos de quedas, produção industrial volta a subir em janeiro de 2017

Ainda ontem, falava-se sobre a maior recessão da história do Brasil. E não é mentira ou exagero, trata-se MESMO da maior recessão percebida pelas medições. Um desastre, portanto, e há muito a fazer para sair do buraco em que as gestões passadas nos deixaram.

Porém, e isso também é preciso deixar claro, o quadro do PIB trazido ontem diz respeito a 2016, ou seja, é um diagnóstico retroativo.

Desta feita, a boa notícia do setor industrial é ainda mais interessante. A ver: depois de 34 meses de quedas, houve aumento na produção das indústrias do país. Um bom sinal, portanto, que certamente deriva de novas demandas de consumo e, portanto, aquecimento da economia.

Como sempre dizemos, é preciso cautela, mas também não se pode desconsiderar notícias boas apenas porque são boas.

Torçamos. O país precisa sair do buraco.

Parabéns, Dilma! Indústria cresce 1,9% no mundo e cai 12,4% no Brasil

O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) apresenta dados terríveis sobre o país. No quarto trimestre de 2015, houve um recuo de 12,4% na produção industrial; no mundo, porém, houve um crescimento de 1,9%. Logo de cara, isso derruba a tese estapafúrdia de que haveria uma crise mundial. Bobagem. Nossa crise é 100% brasileira e decorre dos desgovernos de Dilma Rousseff e do PT.

É preciso mudar este país o quanto antes. Não é mais possível que fiquemos parados. Ou melhor: recuando, murchando, caindo…

Dilma Rousseff - Aedes Aegypti

Chega disso.

Produção industrial encolhe ainda mais

Dilma e suas façanhas! A produção industrial brasileira, que já estava ruim, agora piorou. O encolhimento foi de 0,7% em outubro (comparado a setembro) e os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Físcia (PIM-PF), do IBGE.

Já é o o QUINTO resultado negativo em sequência. Pois é: estamos descendo a ladeira, literalmente.

A queda anual, e considerando apenas o período de janeiro a outubro, foi de 7,8%. O comparativo de outubro de 2015 ao mesmo mês em 2014 mostra queda de 11,2%.

Dilma - Impeachment

O país está afundando. É preciso salvá-lo de alguma forma.

 

Produção industrial cai em junho

Foto: Pedro Danthas/Divulgação
Foto: Pedro Danthas/Divulgação

A informação é de Bruno Villas Bôas, da Folha, trecho a seguir:

“A produção industrial do país recuou 0,3% em junho, na comparação a maio, pressionada pela menor fabricação de máquinas e equipamentos e de produtos de informática, informou o IBGE nesta terça-feira (4).”

A coisa realmente não tá boa.

Produção industrial tem a maior queda desde 2009

enrolando

Segue trecho de reportagem do Estadão, por Daniela Amorim:

“A produção industrial caiu 0,9% em fevereiro ante janeiro, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a fevereiro de 2014, a produção recuou 9,1%, a maior queda desde julho de 2009, quando teve baixa de 10%. Nesta comparação, as estimativas iam de retração de 7,63% a 12,10%, com mediana negativa de 10,45%.”

E isso porque é o IBGE falando, órgão do próprio governo.