Campanha da Globo soa “recibo passado” aos protestos das redes sociais

Campanha institucional da Rede Globo

É difícil imaginar que a Globo lançaria uma campanha de última hora, mas o próprio jornalismo vem entendendo assim. Afinal, seria coincidência demais um texto com passagens como “uns gostam da gente, uns dizem que não” ir ao ar apenas 15 dias após as redes sociais explodirem em protestos contra a emissora – ou apenas 7 dias depois de a principal adversária veicular uma elogiada matéria questionando se os artistas dessa apoiavam pedófilos.

Conforme destacou Maurício Stycer no UOL, o texto chega a soar irônico em algumas passagens e infla números – para chegar ao público de 100 milhões, precisou somar a audiência online – como quem presta contas com a sociedade. Em outras palavras, fica a sensação de que a emissora “passou recibo” ou “acusou o golpe”.

Coincidência ou não, enquanto este texto é redigido, o Encontro com Fátima Bernardes, tão acostumado em pautar-se por uma agenda esquerdista, promete na edição do dia contar a história de casais que estão juntos há mais de meio século.

Estaria era do “lacre” iniciando um declínio?

Destruição em Brasília: AGU processa sindicatos e entidades, cobrando R$ 1,6 milhão

A Advocacia-Geral da União informa que ajuizou ação judicial várias entidades, entre elas a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

O motivo da demanda é a destruição havida em Brasília no protesto recente, que acabou transformado em ato terrorista. O valor foi calculado levando-se em conta os danos causados, a mão de obra utilizada nas reparações e também o prejuízo dos serviço parado.

Agora, cabe aguardar a decisão da justiça sobre o seguimento do processo.

Resultado prático (e irônico) da destruição em Brasília: Michel Temer sai fortalecido

Ontem, em Brasília, não houve meramente uma manifestação, mas sim ATO TERRORISTA. Reiteramos: temos de chamar a coisa pelo nome. E também dissemos o óbvio: o povo é contra isso, o povo detesta isso, o povo quer distância disso – embora a esquerda insista na tática.

Resultado prático: Michel Temer saiu fortalecido. E muito mais fortalecido do que se presume.

Em seu pior momento desde que assumiu a Presidência da República, viu-se (e vê-se) envolvido num escândalo pesado. Chegou a fazer pronunciamentos em dois dias seguidos (sexta-feira e sábado passados), e acabou recuando quanto à propositura exposta num deles (o segundo: afirmou que requereria a suspensão do inquérito no STF, mas não o fez).

Uma desgraça, portanto. Impossível sair dessa. Certo? Errado.

Como a esquerda nunca perde uma oportunidade de perder uma oportunidade, a turma resolveu então destruir Brasília. Imagens chocantes de prédios incendiados, com ameaça concreta à vida dos trabalhadores, pontos de ônibus destruídos, banheiros químicos em chamas. Uma cena de guerra que culminou na convocação das Forças Armadas (falaremos disso ainda hoje).

O ato terrorista, portanto, “caiu do céu”. Fez com que surgisse um “inimigo público” mil vezes pior que Temer e, ao enfrentá-lo, o Presidente ficou do lado do povo. Por outra: se terroristas são contra as Reformas, então algo de bom elas devem ter.

Adeptos de teorias conspiratórias podem supor que o próprio Temer teria planejado tudo. Mas bobagem. A esquerda é insuperável quando se trata de estragar tudo com a opinião pública.

Temer apenas agradece.

Greve Geral: com vandalismo e destruição, sindicatos colocam trabalhadores contra a “causa”

Antes de tudo, é preciso dar nome à coisa: vandalismo não é “manifestação”. Ao menos, não no sentido constitucional da coisa. Vandalismo é vandalismo, é destruição, é baderna inaceitável. Quando há ameaça e supressão de direitos, aí já se transforma em terrorismo.

Isso é o básico. Mas sigamos.

Há um “dogma” esquerdista, entre tantos outros, pregando a ideia de que os protestos precisam ter violência, confronto, destruição etc. Porque assim, vejam vocês, eles “chamam atenção” de todos para a “causa”. Por mais que fatos e argumentos provem o contrário, eles insistem.

E aí fazem esse tipo de coisa: pneu incendiado, vias interditadas, bens públicos vandalizados, entre outras peripécias. Tudo isso atrapalhando a vida do trabalhador, que sente na pele os transtornos causados pelo grupo que jura de pés juntos lutar…. PELOS TRABALHADORES.

Resultado prático: o povo fica contra os baderneiros. Porque, sim, o povo não gosta de baderna. Nem de pneu queimado. Nem de via interditada. Nem de transtorno para chegar ao trabalho.

Com toda essa violência, os sindicatos prestaram um favor imenso justamente ao fim do imposto sindical.

A perseguição esquerdista quis atingir Regina Duarte com erro bizarro de blogs progressistas

No 26 de março de 2017, aconteceu mais um protesto em defesa da Lava Jato. Mesmo com a adesão pequena, a esquerda não se furtou o direito de deturpar os acontecimentos. E o imbróglio atingiu uma brasileira perseguida desde que pediu voto para José Serra em 2002: Regina Duarte.

A cobertura da Folha utilizou uma foto da atriz próximo a aspas do humorista Marcelo Madureira. Mas nada disso impediu que um trio de publicações esquerdistas, que foram compartilhadas por mais um punhado de jornalistas, alguns de renome, atribuírem os impropérios a ela. No destaque, os dizeres: “Lula, seu vagabundo, não temos medo de você! Dilma, sua ladrona, sua vagabunda, não temos medo de você”.

Tudo isso foi devidamente observado e documentado pelo blog Teleguiado, que espalhou a correção nas redes sociais e cobrou dos envolvidos o reparo do erro.

Ao reconhecerem o equívoco, os envolvidos não percebem, contudo, que confessam a perseguição. Pois a indignação desaparece ao saber que o discurso veio do humorista. As palavras são as mesmas. Ou seja… Para eles, o problema era – e continua sendo – Regina Duarte.

Basta checar a “cor” do ato para confirmar que não era o Brasil, eram os partidos vermelhos

O Brasil amanheceu o 15 de março de 2017 com a imprensa fazendo uma “cobertura de guerra”. Em qualquer canal que ligasse, em qualquer jornal que abrisse, o brasileiro veria repórteres narrando o que seria um acontecimento político histórico, uma – nas palavras deles – “greve geral”. Mas as próprias imagens os desmentiam: apenas um punhado de militantes tumultuavam o trânsito e tentavam causar algum transtorno ao cotidiano do cidadão.

Ao final do dia, ficou mais claro o que estava acontecendo. Para tanto, basta conferir a imagem mais acima. Estavam lá as mesmas camisas, bonés e balões vermelhos de sempre. E um palanque montado para receber Lula. Não era greve geral, era só um protesto esquerdista tentando salvar Lula dos problemas que vem enfrentando com a Justiça. Tudo com a devida conivência de uma imprensa aparelhada por militantes esquerdistas.

Na dúvida, basta contar as bandeiras brasileiras que surgem na imagem. Você encontra alguma?

Confira documento da Gestão Dilma propondo a necessária Reforma da Previdência hoje atacada

A Previdência Social, no Brasil, está em situação calamitosa. Não se trata de eufemismo ou hipérbole, mas de fato: é uma calamidade, mesmo. Da forma como está, o sistema não tem qualquer outro rumo se não a quebra pura e simples. E todos sabem disso, até mesmo Dilma Rousseff sabia.

Não por outro motivo, ela insistia na feitura dessa reforma desde o começo do ano passado.

Sim, também no aumento da idade de aposentadoria. Sim, isso foi dito a jornalistas, diretamente. E chegou a cravar: “não é possível aposentadoria de 55 anos”.

Está tudo registrado e não se tem notícia alguma de que, na época, os sindicatos historicamente ligados ao PT fizeram alguma coisa. Dica: não fizeram foi nada. Mas hoje estão tudo na rua, curiosamente contra essa mesma reforma – que só não aconteceu sob Dilma Rousseff por conta do impeachment, já que ela própria a adiou para o segundo semestre.

Mas a coisa é ainda mais forte e irrefutável. Como já divulgamos aqui, para tratar de outras mudanças propostas pelo novo governo, a própria gestão de Dilma apresentou isso tudo. Vejam o seguinte trecho, que trata de forma específica da Reforma da Previdência (fl. 4):

TEMAS DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA
1. Demografia e idade média das aposentadorias
2. Financiamento da previdência social
3. Diferença de regras entre homens e mulheres
4. Pensões por morte
5. Previdência rural
6. Regimes próprios de previdência
7. Convergência dos sistemas previdenciários”

Pois é e, se alguém duvida, o documento ainda está disponível no site do Ministério da Fazenda – foi elaborado em fevereiro do ano passado, quando a pasta estava sob Nelson Barbosa.

De novo: não houve manifestação alguma, nem nada do tipo. Por quê? Porque a Reforma da Previdência não é um capricho, mas uma necessidade. Não é picuinha, mas sim algo fundamental. Até Dilma Rousseff sabia disso.

O que se faz hoje é ato político-partidário, algo permitido pela democracia, é claro, mas bem diferente de um protesto de fato contrário a essa real necessidade do estado brasileiro.

Nada de novo, portanto.

Greve geral?! Não! Greve de setores tomados pelo esquerdismo parasitário

Mais uma vez, a imprensa está toda serelepe cobrindo o que ela própria está chamando de “greve geral”, uma porção de protestos que estariam ocorrendo no Brasil contra a reforma na previdência. Mas basta ligar a TV, ou mesmo ler o noticiário, para confirmar que se trata da mesma e cansativa lorota de sempre: o esquerdismo está nas ruas tentando causar transtornos e enfraquecer aqueles que ficaram no poder.

Contudo, e ao mesmo tempo, fazem um favor ao país. Pois entregam os setores ainda tomados pela esquerda. Se havia alguma dúvida das entidades que seguem aparelhadas por partidos vermelhos, já não há mais. A greve não é geral, é partidária, é esquerdista.

Pois a esquerda não é o povo. Na dúvida, basta consulta o resultado das últimas eleições. Quanto ao povo, está na parada de ônibus buscando uma forma de chegar ao trabalho. O povo está trabalhando de casa. O povo está caminhando a pé.

O povo não foi convocado para este ato, somente os militantes. Do contrário, não estaria sofrendo com o transtorno causado, mas comemorando-o.

Doria se antecipou ao transtorno esquerdista e tomou uma porção de medidas para contê-lo

Fora do poder, por causa da sua incapacidade de propor alguma alternativa minimamente viável, não resta outra saída à esquerda senão causar transtornos à população. É o que ela faz neste 15 de março, tudo devidamente orquestrado com a imprensa, que não se cansa de noticiar uma “greve geral” que não é geral, atinge apenas os setores tomados pelo esquerdismo. Dessa vez, alega que luta contra a reforma da previdência, o que apenas confessa o desinteresse dela pelo futuro do país.

Em São Paulo, contudo, o prefeito conseguiu se antecipar. E tomou um conjunto de medidas para amenizar o estresse a ser vivido pelo cidadão. A saber: suspendeu o rodízio para veículos leves, liberou o uso de corredores de ônibus para táxis com ou sem passageiros, as faixas exclusivas de ônibus foram liberadas para carros no período da manhã, liberou os estacionamentos nas zonas azuis da cidade durante o dia, assim como o acesso ao viaduto Plínio de Queiroz.

Não deve ser suficiente, mas é um alento.

De qualquer, fica claro para a opinião pública qual lado quer resolver os problemas do país, e qual quer ver o circo pegar fogo.

Quatro motivos pelos quais apoiamos as manifestações de 26/03

falamos aqui sobre as manifestações programadas para o dia 26/03, mas o momento exige postura ainda mais objetiva. Desse modo, o Implicante declara APOIO TOTAL a tais protestos. A seguir, algumas das razões:

1 – Pressionar sempre!

Não importa qual o governo, é sempre fundamental que ele se sinta cobrado e pressionado. Todos sabemos como os políticos agem quando se sentem livres da fiscalização dos que ocupam as ruas. Desse modo, sobretudo pela importância democrática do gesto, apoiamos.

2 – Ser contra o PT não significa ser pró-Temer

Sim, quase todos que apoiamos os protestos de 26/03 também apoiamos a queda de Dilma e somos contra o PT. Isso não significa que sejamos pró-Temer. Bem ao contrário, aliás: ele e seu partido fizeram parte da aliança Lulopetista durante anos e anos. Mais um motivo, aliás, para que todos sejam fiscalizados e cobrados. É muito importante, sobretudo para conseguir força na aprovação das mudanças necessárias, que o governo não se sinta livre de protestos.

3 – Pautas concretas

Tanto MBL quanto “Vem pra Rua” têm pautas bem específicas: fim do foro privilegiado, fim do estatuto do desarmamento, pela reforma previdenciária, pela reforma trabalhista, apoio total à lava jato, contra anistia a políticos etc. Sim, são diversas pautas, mas que formam um “caldo geral” bem consonante com aquilo já pleiteado nos momentos pré-impeachment. Somos a favor de todos esses pontos e não haveria como não endossar manifestações em favor disso.

4 – Não cair no erro do petismo

Os petistas e a esquerda cometeram um erro estratégico crasso, que foi o papo de que deveriam defender Dilma e o PT independentemente dos erros. Assim, mesmo diante das mais loucas estripulias, lá estavam eles aplaudindo, sob o “medo” de entregar o governo aos “neoliberais”. Bobagem. Se tivessem cobrado com rigor desde o começo, sem fanatismo, não veriam os seus em situação tão complicada.

Nosso lado não pode cair nesse erro. Fiscalizemos sempre e manifestemo-nos o quanto antes. Até porque não temos político de estimação.

Enfim…

Há várias outras razões e certamente cada um tem a sua. O importante é que, sim, não deixemos de ocupar as ruas.

As manifestações estão marcadas para o dia 26/03, domingo, em todo o país. Organizações como MBL e Vem Pra Rua já fazem suas mobilizações. Nos próximos dias, traremos – como sempre fazemos – um guia com os locais de concentração em cada uma das cidades.

E vamos todos!