Praticamente só nações socialistas não crescerão em 2018: Venezuela, Coreia do Norte e Cuba

Marcos Troyjo é diretor do Laboratório BRICs da Universidade de Columbia. O diplomata conversou com a CBN pouco antes de participar do Fórum Mundial de Davos. Na conversa, trouxe um dado curioso, mas nada surpreendente: as três nações com o socialismo mais escancarado do mundo são justamente as que não devem crescer em 2018.

Praticamente só três países não vão crescer: Venezuela, Coreia do Norte e Cuba. São essas as exceções. Desenvolvidos ou emergentes, todos terão expansão econômica este ano.”

No segundo mandato do governo Dilma Rousseff, como resultado de irresponsáveis pedaladas fiscais, o Brasil entrou para este trágico grupo. Sorte dos brasileiros que ainda havia tempo para recorrer ao que restava de instituições e tomar a caneta do grupo que até hoje segue aplaudindo o colapso venezuelano.

Há muito o que se criticar o governo Temer, e as mesmas instituições seguirão em risco caso o MDB consiga fazer um sucessor.  Mas ao menos a equipe econômica tem se focado no que precisa ser feito. Isso, por si só, faz valer a pena todo o desgaste com o processo de impeachment que destronou a petista.

Era isso ou seguir fazendo companhia a cubanos, norte-coreanos e venezuelanos na tragédia econômica.

A Petrobras fechou 2016 com o primeiro trimestre positivo desde que foi vítima do Petrolão

A notícia de fato começa ruim. A Petrobras fechou 2016 com prejuízo, o terceiro ano seguido. Mas basta comparar os números para confirmar que o problema agora foi substancialmente menor. O déficit de R$ 14,8 bilhões do ano passado é menos da metade dos R$ 34,8 bilhões de 2015, ou dois terços dos R$ 14,8 bilhões de 2014.

Mas, ao se observar o quarto trimestre da última temporada, a notícia boa surge. Após uma sequência bem ruim, finalmente fechou o período com saldo positivo. O mercado esperava mais, mas os R$ 2,5 bilhões já quebram a sequência negativa.

A melhor notícia de todas, contudo, diz respeito à dívida da empresa, que sofreu uma queda de 20%.

Nada como tirar o PT de dentro da estatal.

Que venham resultados ainda melhores.

Em apenas 3 oportunidades o IDH do Brasil não cresceu, todas elas nos governos Lula e Dilma

O Índice de Desenvolvimento Humano é calculado pelas Organização das Nações Unidas desde 1990. O IDH funciona numa escala que vai de 0 a 1, de forma que, quanto mais próximo de 1, melhor.

Em 2014, último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff, o IDH brasileiro ficou em 0,754. No ano seguinte, já no início do segundo mandato da petista, o resultado se repetiu.

Desde que a ONU deu início ao levantamento, o Brasil vive seguidas e consistentes melhoras. Em apenas três momentos isso não foi observado: nos dois primeiros anos do governo Lula, no último ano medido do governo Dilma.

Ou seja… No intervalo de 25 anos, em apenas três oportunidades o IDH brasileiro não melhorou, todos eles com o Brasil sob os cuidados do PT.

Mas a informação não surpreende quem percebeu a tempo que o discurso do petismo era contabilidade criativa pura.

Saudade de notícia boa? Agência de classificação de risco melhorou perspectiva para o Brasil

Lembra o grau de investimento? O Brasil o conquistou durante o governo Lula, foi extremamente e merecidamente comemorado, mas tudo foi pelos ares durante a gestão Dilma Rousseff, que ignorou todos os alertas e deixou a economia brasileira ir para o saco.

Pois bem… O grau de investimento é dado por agências de classificação de risco. E a Moody’s, uma das mais importantes, deu ao Brasil nesse último 15 de março uma melhora na perspectiva da nota. Nada de outro mundo: de negativa para estável. Isso significa que não mais espera pioras de nossa economia. Mas nada disso deixa a notícia menos importante.

Porque os resultados positivos só virão após a estabilização econômica. O sinal dado pela Moody’s é de que as reformas conquistas pela gestão Temer foram importantes em podem resultar em coisa boa em breve.

Enfim… Mais uma vitória para você que foi às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff. Pode comemorar.

Com larga folga, o Brasil findou 2016 com o pior PIB do G20

O gráfico acima foi preparado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Compara os PIBs dos países que compõem as vinte maiores economias do mundo, sempre confrontando os resultados dos quartos e terceiros trimestres de 2016. Por ele, é possível observar a disputa entre China e India como nações que mais crescem, a incrível recuperação da Austrália, que vinha de um resultado ruim, e a sensação geral de que foi um fim de ano tranquilo, com crescimento variando entre 0,5% e 1,5% na segunda metade.

Mas…

Há uma coisa muito feia acontecendo ali no final, na vigésima posição, no fundão da zona de rebaixamento, com aquela sensação de que já não há chances de manter-se na série A. O nome dessa coisa é Brazil, ou “Brasil” para os íntimos. São duas quedas consideráveis para período tão curto: 0,7% e 0,9%, o que faz do país o pior resultado do G20 – com larga folga.

Sim, ainda é herança maldita do governo Dilma, mas já são números da política econômica de Temer. Está mais do que na hora de este governo apresentar resultados.

Herança maldita: arruinado durante gestão Dilma, Correios precisarão fechar 250 agências

Em 2016, os Correios fecharam o ano com prejuízo de R$ 2 bilhões. Para tentar salvar a estatal, a empresa já iniciou um Programa de Demissão Voluntária com o objetivo de diminuir em 5 mil pessoas a quantidade de funcionários, dos quais 3 mil já toparam. Mas não é só.

O plano inclui agora o fechamento de 250 agências em todas as regiões do Brasil, desde que o município tenha mais de 50 mil habitantes.

Uma breve busca nos arquivos do Implicante lembrará ao leitor como a empresa foi explorada na gestão Dilma até mesmo para práticas bem semelhantes às de crimes eleitorais. O aparelhamento era evidente. E a ruína financeira, uma aposta de baixo risco.

Com o PT fora do poder, o problema ficou cada vez mais explícito no noticiário. No noticiário. Pois, na prestação de serviços, o cidadão brasileiro já o percebia há tempos.

No primeiro dia, cada brasileiro sacou do FGTS a média de R$ 1.151,51

Na sexta-feira, 10 de março, 1,4 milhão de brasileiros foram às agências da Caixa retirar R$ 1,8 bilhão do FGTS liberado pela governo Temer. Outras 1,9 milhão de pessoas receberam R$ 2 bilhões em suas contas bancárias. Total da fatura: apenas no primeiro dia, 3,3 milhões de brasileiros sacaram R$ R$ 3,8 bilhões.

Na média, cada os cidadãos estão conseguindo recolocarem as mãos em R$ 1.151,51 que jamais deveriam ter deixado de serem seus. Mas, por aquelas coisas mal explicadas do Brasil, o discurso esquerdista vê nisso uma “conquista de direito”. Não é. É confisco mesmo.

O governo Temer vem liberando a verba para tentar animar a economia. Os resultados devem começar a aparecer nos próximos meses. Que eles sejam bons.

Mais herança maldita de Dilma: o Brasil despencou 8 posições no rankin de melhores países

Quais os melhores países do mundo? Pelo tom vago da pergunta, não é uma resposta fácil de se dar. Há vários rankings que apresentam as melhores democracias, os países com mais liberdades econômica, os países mais pacíficos… Mas o “conceito” de melhor é, por si, mais complexo. Contudo, o US News assume a tarefa de escolher. Para tanto, cruza dados econômicos com a qualidade de vida que os cidadãos levam em cada fronteira.

E a verdade é que o Brasil não vinha mal. Aparecia na 20ª posição. Aparecia. Pois, em 2016, último ano da gestão Dilma Rousseff, despencou oito posições e agora surge em 28º lugar numa lista com 80 nomes, atrás de nações como Emirados Árabes (22º) e Tailândia (26º).

O pior resultado do Brasil se deu na abertura comercial, leitura na qual ocupou a 63ª posição. Mas também está muito mal em qualidade de vida (58ª), empreendedorismo (38ª) e cidadania (31ª). Em apenas um conceito liderou: “aventura”, que o descreve como divertido, belo, de clima agradável, amigável e, vejam só, sensual.

A lista foi liderada pela Suíça, seguida de Canadá e Reino Unido. A Alemanha, que liderou em 2015, caiu para quarto lugar devido ao temor de ataques terroristas.

Um gráfico que desenha o desastre que o governo Dilma foi para a produção industrial

Após quase três anos, a produção industrial brasileira finalmente voltou a crescer. A notícia traz a esperança de que o Brasil caminhe para se livrar da maior recessão de sua história. Mas a esquerda quer jogar a culpa no brasileiro que foi às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff. O gráfico acima, contudo, mostra que os esquerdismo está apenas tentando quebrar o próprio recorde de cinismo.

A produção industrial brasileira começou a sofrer no final do verão de 2014. O que já é estranho, pois é justo nessa época que, historicamente, inicia-se uma retomada de crescimento que só se conclui no natal seguinte. Mas a coisa foi seguidamente piorando até o verão de 2016. Nesse meio tempo, Dilma Rousseff foi reeleita chamando de “pessimildo” qualquer crítico que denunciasse a real situação vivida pelo país.

A produção só ganhou um fôlego mínimo quando o impeachment começou a se encaminhar. E agora, um ano depois, chega finalmente ao seu primeiro resultado positivo.

Sim, ainda é pouco. Muita água precisa rolar. Mas é um primeiro passo.

A esquerda passou anos culpando “herança maldita” de FHC, mas não vê culpa de Dilma na crise

Desde antes Dilma Rousseff ser cassada, já se previa: o Brasil estava vivendo a pior recessão de sua história. No início de 2016, falava-se até na possibilidade de uma tragédia de proporções venezuelanas. Se a derrocada continuasse, fatalmente aconteceria. Mas o impeachment permitiu ao país ter uma nova equipe econômica. E apenas muito lentamente os números positivos começam a aparecer. Ou seja… Até que isso se reflita no crescimento do PIB, serão necessários mais alguns “trimestres”.

Apenas em maio o atual governo completará um ano, e somente em agosto completará um ano com Michel Temer em definitivo no cargo. Mas, para a esquerda brasileira, esses oito trimestres de quedas, ou seja, dois anos de sufoco, nada teriam a ver com Dilma Rousseff.

É preciso lembrar que o petismo passou anos reclamando do que chamava de “herança maldita” do governo FHC. Chegava a citar a expressão mesmo no segundo mandato de Lula. Agora, contudo, tal fenômeno não estaria ocorrendo e eles nada têm a ver com o caos ainda em vigor no país.

A esquerda aposta que você é ingênuo o suficiente para cair nessa conversa. Não deixe a esquerda ganhar essa aposta.