Em 4 anos, aumentou em 361 vezes o total de venezuelanos que pedem refúgio ao Brasil

Entre 2010 e 2012, o Brasil recebeu um total de 5 pedidos de refúgio por parte de cidadãos venezuelanos. Esse número, contudo, enfrentaria uma assustadora curva de crescimento a partir de 2013. Naquele ano, nada menos do que 54 refugiados acharam que o país poderia acolhê-los e solicitaram o socorro. Em 2014, já seriam 208. Doze meses depois, 825. Este ano ainda nem acabou e o recorde já foi quebrado com folga: 1.805.

O que aconteceu em 2013 para as solicitações do tipo dispararem? Nicolás Maduro tornou-se presidente e deixou de disfarçar qualquer arroubo autoritário do bolivarianismo. Nesse intervalo, o total de venezuelanos que pedem socorro ao Brasil cresceu 361 vezes.

É melhor o governo Temer dar a devida atenção ao problema enquanto ele ainda parece ter solução.

Roraima e Mato Grosso do Sul se livraram por completo de prefeitos petistas

Em 2012, o PT conseguiu ao menos 2 prefeitos em cada um dos 26 estados da federação. Mas chegaria a fazer 113 em Minas Gerais e 93 na Bahia. São Paulo, que deu a luz ao petismo no final da década de 1970, garantiu o terceiro lugar com 74 municípios para a sigla.

Quatro anos depois, a situação é bem diferente. Minas Gerais e Bahia continuam sendo os estados onde o PT mais fez prefeitos, mas somam apenas 80. São Paulo caiu para oitavo lugar, com apenas 8. E dois estados conseguiram se livrar por completo de gestores petistas: Mato Grosso do Sul e Roraima. E outros quatro com apenas dois.

Há ainda 5 estados com apenas um prefeito petistas cada: Rondônia, Rio de Janeiro, Paraíba, Espírito Santo e Amapá.

Com impeachment não se brinca.

Há tantos venezuelanos fugindo para Roraima que precisaram criar um gabinete de emergência

Há uma piada, de gosto talvez duvidoso, que representa bem o funcionamento da coisa: “país socialista é como briga de rua, só acha divertido quem está de fora”. Ok, não é das melhores, mas definitivamente também não é incorreta.

E agora, na Venezuela, a velha história se repete. A mesma de todo e qualquer país que implanta o socialismo: multidões fogem e os países vizinhos acabam tendo de lidar com esse imenso fluxo migratório.

O Governo de Roraima, por exemplo, criou um “gabinete de emergência” para administrar a questão.

É preciso que toda a comunidade internacional tome medidas drásticas contra a situação da ditadura da Venezuela. Brasil e Argentina precisam liderar esses esforços; e a parte boa é que já começaram.