O Viaduto Santa Ifigênia foi revitalizado pela gestão Doria após 18 anos sem manutenção

A aproximação de João Doria com o governo Temer de olho nas eleições de 2018 merece todas as críticas do mundo, afinal, o tucano tornou-se prefeito de São Paulo batendo na tecla de que era um representante do povo que nada tinha com o jogo político (sujo ou não). Mas isso não impede que o bom trabalho de sua gestão continue sendo exaltado.

Enquanto o chefe tenta definir se concorre à Presidência da República ou ao Governo de São Paulo, o subprefeito Eduardo Odloak seguiu trabalhando. E em 112 dias concluiu a reforma no Viaduto Santa Ifigênia.

A estrutura não era reformada desde 1999. De lá para cá, quatro prefeitos de três partidos, incluindo o PSDB, geriram a cidade sem que uma manutenção eficiente fosse feita. Ao ponto de que o cartão postal estava tomado por pichações e outros tipos de agressões visuais.

No vídeo acima, é possível conferir o resultado do trabalho.

Ao todo, a limpeza custou R$ 1,1 milhão bancados por empresas da iniciativa privada.

Em resposta à campanha de mau gosto da Amazon, Doria conseguiu que doassem 219.350 livros

Já no dia seguinte, em mais um vídeo publicado nas redes sociais, João Doria prestou contas da iniciativa tomada em resposta à campanha de péssimo gosto trazida a público pela Amazon, aquela em que agigante dos livros digitais parece fazer uma defesa das pichações que emporcalham os muros de São Paulo. O prefeito chamou a propaganda da empresa de “marketing oportunista”. E apresentou como alternativa o que chamou de “marketing do bem”, uma ação de doações encampadas por marcas como Saraiva, Kabum, Somos Educação, Comic Con Experience, Empiricus, Alphagraphics e Multilaser.

Ao todo, foram arrecadados 219.350 livros, 100 Tablets e 100 computadores. Tudo isso em menos de dois dias – o convite foi lançado na manha da terça-feira, as doações chegaram até a tarde da quarta.

Fica a lição ao mercado publicitário: entenda o público antes de tentar “lacrar”. E, na dúvida, não vista a sua marca com o discurso esquerdista, aquele que adora atacar qualquer corporação, inclusive a sua.

No último dia da gestão Haddad, prefeitura autorizou construção de condomínio em área verde

Por estar cada vez mais tomadas por prédios, as áreas verdes de São Paulo, como canta Caetano Veloso, costumam virar “oficinas de floresta”, ou parques, ainda que minúsculos, que servem de alívio a uma população que raramente consegue enxergar o horizonte. Por isso, a área verde localizada na região oeste era tão importante para a vizinhança, que lutou para que fosse classificada como de preservação ambiental.

Contudo, no último dia da gestão Haddad, o terreno, que equivale a três campos de futebol, foi liberado pelo diário oficial da prefeitura, e os empresários que brigavam pelo espaço devem subir mais mil apartamentos em três condomínios de 15 a 19 andares.

É uma decisão tão estranha, tão no apagar das luzes de 2016, que o Ministério Público está investigando. Que seja esclarecido o quanto antes.

Média de mortes no trânsito de São Paulo é apenas um terço da média brasileira

Qualquer pessoa que já se aventurou a dirigir no trânsito de São Paulo sabe que não se trata de uma missão fácil. Porque a cidade cresceu numa serra, é entrecortada por dois grandes rios, suas ruas são sinuosas, suas ladeiras assustam e as melhorias aplicadas nas ruas só fazem sentido para quem tem um GPS na mão.

Mas, ao contrário do que imagina a opinião pública, o trânsito da capital paulista é um dos mais seguros do Brasil. Conforme publicado na Folha de S.Paulo, as vias da cidade registram 8 óbitos para cada grupo de 100 mil habitantes. No restante do país, essa média é quase o triplo: 23 por 100 mil.

Ou seja… Tudo não passa de mais um erro de entendimento a respeito da rotina da cidade mais vigiada da nação. E, com certeza, tanta cobrança é o que faz dela uma das mais virtuosas.

Mesmo após medidas de João Doria, média de mortes no trânsito em São Paulo sofreu leve queda

Em fevereiro de 2016, o trânsito de São Paulo contabilizou 77 óbitos. Um ano depois, João Doria já havia revisto a decisão da gestão Haddad de reduzir drasticamente os limites de velocidade na capital paulista. E fevereiro se concluiu com 74 mortes.

Em números absolutos, houve uma queda. Mas é preciso calcular relativamente, uma vez que fevereiro de 2016 teve 29 dias.

No ano passado, cada dia do referido mês contabilizou 2,66 óbitos no trânsito. Em 2017, a média caiu. Levemente, mas caiu. Para exatos 2,64 óbitos por dia.

Até aqui, os dados desmentem muito do terrorismo feito pela esquerda, que apontava na medida uma piora significativa nos números.

Haddad disse que devolveu as contas em dia, mas a gestão Doria achou rombo de R$ 7,5 bilhões

Quando deixou o cargo, Fernando Haddad fez um certo barulho na imprensa dizendo que devolvia as contas da prefeitura de São Paulo não só em dia, mas com um caixa de R$ 6 bilhões. A notícia foi reverberada em vários sites esquerdistas, que finalmente encontraram algo para celebrar após a derrota em primeiro turno.

Contudo, ao passar a limpo as contas da prefeitura, Caio Megale encontrou um rombo de R$ 7,5 bilhões. O secretário da Fazenda de João Doria disse que despesas foram subdimensionadas, e superestimaram as receitas, tornando necessário um apertar de cintos para cumprir o orçamento fechado ainda na gestão Haddad.

A notícia lembra muito a “contabilidade criativa” tocada na gestão Dilma e que findaria afundando a credibilidade e a economia brasileira.

Sorte do paulistano que já começou a resolver essa problema ainda nas urnas de 2016.

Doria se antecipou ao transtorno esquerdista e tomou uma porção de medidas para contê-lo

Fora do poder, por causa da sua incapacidade de propor alguma alternativa minimamente viável, não resta outra saída à esquerda senão causar transtornos à população. É o que ela faz neste 15 de março, tudo devidamente orquestrado com a imprensa, que não se cansa de noticiar uma “greve geral” que não é geral, atinge apenas os setores tomados pelo esquerdismo. Dessa vez, alega que luta contra a reforma da previdência, o que apenas confessa o desinteresse dela pelo futuro do país.

Em São Paulo, contudo, o prefeito conseguiu se antecipar. E tomou um conjunto de medidas para amenizar o estresse a ser vivido pelo cidadão. A saber: suspendeu o rodízio para veículos leves, liberou o uso de corredores de ônibus para táxis com ou sem passageiros, as faixas exclusivas de ônibus foram liberadas para carros no período da manhã, liberou os estacionamentos nas zonas azuis da cidade durante o dia, assim como o acesso ao viaduto Plínio de Queiroz.

Não deve ser suficiente, mas é um alento.

De qualquer, fica claro para a opinião pública qual lado quer resolver os problemas do país, e qual quer ver o circo pegar fogo.

Proposta inusitada de Doria, Corujão da Saúde completou 250 mil exames em apenas 63 dias

O Corujão da Saúde foi uma das propostas mais criticadas durante a campanha de João Doria. O então candidato tucano prometia usar as madrugadas dos hospitais privados para tirar o atraso de 450 mil exames clínicos que compunham uma fila interminável em São Paulo. O próprio Fernando Haddad foi flagrado em palanque ironizando a iniciativa.

Bom… Até o momento, é possível afirma que a proposta se trata de um case de sucesso. Em apenas 63 dias, já realizou 250 mil exames. O marco foi observado no Albert Einstein, um dos hospitais mais bem estruturados do país. A paciente em questão estava há quatro meses na fila quando finalmente recebeu a ligação. Antes, aguardaria mais de ano até o atendimento ocorrer.

Pelo andar da carruagem, a meta de 450 mil exames em 90 dias não será batida no prazo, mas, sem sombra de dúvidas, o resultado atingido até aqui é digno de aplausos. A cada 20 segundos, um procedimento do tipo vem sendo realizado. É impressionante.

Que a iniciativa seja copiada em outras praças do Brasil.

Com Haddad, foram mais de 100 incêndios só em 2016, mas não viram “especulação imobiliária”

Era ainda 27 de julho de 2016 quando São Paulo registrou o centésimo incêndio em favelas da cidade. O levantamento, na época, foi feito pelo próprio corpo de bombeiros. Mas, ainda na gestão Haddad, a esquerda em nenhum momento acusou a cidade de estar vivendo uma onda de incêndios criminosos visando a uma especulação imobiliária.

Agora em 2017, já sob so cuidados de Doria, bastaram dois incêndios em Paraisópolis para Guilherme Boulos, líder do MTST – aquela organização que adora fazer terrorismo queimando pneu nas ruas da cidade – trazer a teoria conspiratória da “especulação imobiliária” de volta.

A esquerda hoje vive de apostar na falta de memória do cidadão brasileiro. Mas esquece que o Brasil mudou bastante desde o tempo em que davam as cartas na política nacional.

Mais um projeto de Doria dando resultado: o Cidade Linda deixou a Praça da Sé assim

Se o leitor não está reconhecendo, a imagem acima mostra a Praça da Sé, um dos principais cartões postais de São Paulo. A foto foi publicada por Eduardo Odloak, prefeito regional da Sé, após a passagem da Operação Cidade Linda pelo local. O projeto vem sendo tocado pela gestão Doria deste o primeiro final de semana da gestão.

Como se vê, há resultado prático, mas o simbólico talvez importe até mais. Porque aproxima a cúpula da gestão à base que dá suporte aos serviços oferecidos pela prefeitura, colocando prefeito e gari dentro de um mesmo uniforme e missão: varrer da cidade a sujeira que complica tanto a vida de tantos cidadãos.

Ao mesmo tempo, entrega a gravidade da situação: o Brasil é tão problemático em suas funções mais básicas que até mesmo com água e sabão é possível fazer uma revolução na coisa pública.

O Implicante nasceu como um projeto para implicar com políticas governamentais, mas com o tempo percebeu que havia algo muito maior em jogo: um discurso que, por conveniência política, tenta transformar o certo em errado, e o errado em certo. E é preciso implicar com este discurso, pois a natureza não fez a humanidade devota da limpeza por mero capricho. É da limpeza que vem a saúde, é da limpeza que vem o conforto, é da limpeza que vem inclusive a sensação de segurança.

Se água e sabão fizeram isso com a Sé, o que não fariam com o resto da cidade?

Não dá para implicar com essa iniciativa. Mas apenas com a gestões anteriores, que tentavam normatizar tanta esculhambação pelas ruas da cidade. O Brasil não precisa ser assim. A foto acima é uma prova disso.